11.1.26

Cap.42 O EVANGELHO NO AMBIENTE RURAL Gravação do Estudo detalhado do livro realizado em 19-01-2022. Francisco C. Xavier (autor) André Luiz (espírito)


 

Escolha das Provas

Assim, a expiação serve sempre de prova, porém a prova nem sempre é uma expiação.
Contudo, provas e expiações são sempre sinais de uma relativa inferioridade, pois o que é perfeito não tem mais necessidade de ser provado. Um Espírito pode ter adquirido um certo grau de elevação, mas, querendo avançar ainda mais, solicita uma missão, uma tarefa a cumprir, da qual tanto mais será recompensado, se sair vitorioso, quanto mais difícil tiver sido a luta para vencê-la.
Tais são essas pessoas de tendências naturalmente boas, de alma elevada, que têm nobres sentimentos, que parecem não ter trazido nada de mau de sua existência anterior e que suportam com uma resignação cristã as maiores dores, pedindo a Deus coragem para suportá-las sem lamentações.
Ao contrário, podem-se considerar como expiações as aflições que provocam queixas e lamentos e fazem o homem se revoltar contra Deus.
Sem dúvida, o sofrimento sem lamentações pode ser uma expiação, mas é um sinal de que foi escolhido voluntariamente e não imposto. É uma prova de uma firme decisão, o que é um indício de progresso.
Livro  O Evangelho Segundo o Espiritismo, Cap. V, itens 8 e 9 - Allan Kardec
Os falsos profetas
Instruções dos Espíritos - Luís – Bordeaux, 1861
8. Se alguém vos disser: “O Cristo está ali”, não O procureis. Ao contrário, ponde-vos em guarda, pois os falsos profetas são numerosos.  Não vedes as folhas da figueira que começam a embranquecer? Não vedes os numerosos rebentos esperando a época da floração? E o Cristo não vos disse: “Reconhece-se a árvore pelos seus frutos?”. Se os frutos são amargos, considerais que a árvore é ruim. Mas se eles são doces e saudáveis, dizeis: “Nada tão puro pode sair de um tronco mau”.
É assim, meus irmãos, que deveis julgar: são as obras que deveis examinar. Se aqueles que se dizem revestidos do poder divino revelam todos os sinais de uma missão semelhante – ou seja – se eles possuem, no mais alto grau, as virtudes cristãs e eternas: o amor, a caridade, a indulgência e a bondade que concilia todos os corações; se, confirmando essas palavras a elas juntarem os atos, então, podereis dizer: Estes são realmente os mensageiros de Deus.
Mas desconfiai das palavras melífluas, desconfiai dos escribas e fariseus, que oram nas praças públicas, vestidos com longas vestes. Desconfiai daqueles que pretendem ter o único monopólio da verdade!
Não, não, o Cristo não está lá, pois aqueles que Ele envia, para propagar a Sua santa doutrina e regenerar o Seu povo, serão, a exemplo do Mestre, mansos e humildes de coração, acima de todas as coisas. Aqueles que devem, com seus exemplos e conselhos, salvar a Humanidade, que corre para a perdição e se desvia por caminhos tortuosos, serão, acima de tudo, inteiramente modestos e humildes. Todo aquele que revela um átomo de orgulho, fugi dele como da lepra contagiosa, que corrompe tudo o que toca. Lembrai-vos de que cada criatura traz na fronte, e principalmente em seus atos, a marca de sua grandeza ou de sua decadência.
Ide, pois, meus bem-amados, caminhai sem vacilações, sem segundas intenções, na bendita caminhada que empreendestes. Ide, avançai sempre sem nenhum temor e afastai corajosamente tudo o que possa entravar a vossa marcha rumo ao objetivo eterno. Viajores, não ficareis mais do que pouco tempo nas trevas e dores das provas, se vossos corações se deixarem levar por esta doce doutrina, que vem revelar-vos as leis eternas, satisfazendo todas as aspirações de vossa alma quanto ao desconhecido. A partir de agora, podeis corporificar esses silfos ligeiros que passam em vossos sonhos, e que, tão efêmeros, podiam apenas deleitar o vosso espírito, mas nada diziam ao vosso coração. Hoje, meus amados, a morte desapareceu, para dar lugar ao anjo radioso que conheceis, ao anjo do reencontro e da reunião! Agora, vós que cumpristes a tarefa imposta pelo Criador, não tendes mais nada a temer da Sua justiça, pois Ele é pai e perdoa sempre aos Seus filhos desgarrados, que clamam por misericórdia. Continuai, então, sem cessar! Que a vossa divisa seja a do progresso contínuo em todas as coisas, até chegardes, enfim, a este termo feliz no qual vos esperam, afinal, todos aqueles que vos precederam.
Livro O Evangelho Segundo o Espiritismo, Cap. 21, item 8 - Allan Kardec 

10.1.26

JUGO LEVE Livro espírita a venda na LER Livros Revistas PapelariaCarlos A. Baccelli (autor) Inácio Ferreira (espírito)


 

SEPULTA ILUSÕES

Não te rendas jamais às tentações
Dos prazeres efêmeros do mundo,
Passageiras e inúteis ambições
No corpo que se mostra moribundo...
 
Caminhando na estrada que transpões,
Abandona no abismo mais profundo,
Tantos anseios vãos, tantos senões,
Que te apartam da luz do céu fecundo...
 
Nada leves contigo que não seja
A paz de consciência que se almeja
Ao reto cumprimento do dever...
 
Pois quem somente morre sobre a Terra,
Sepultando ilusões a que se aferra,
Além da própria morte irá viver!...
 
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9.1.26

Cap.41 ENTRE ÁRVORES Gravação do Estudo detalhado do livro realizado em 19-01-2022. Francisco C. Xavier (autor) André Luiz (espírito)


 

QUANTO À TRANSIÇÃO PLANETÁRIA

“Mas a respeito daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos dos céus, nem o Filho, senão somente o Pai.” – Mateus, capítulo 24 – versículo 36.

Quanto à tão propalada “transição planetária”, pela qual alguns ansiosamente esperam, convém esclarecer que, em verdade, a Terra sempre esteve em transição.
Desde a sua criação, não há um dia sequer em que o orbe terrestre não esteja transitando de um estado para outro, e que, neste sentido, diversas profecias tenham sido feitas.
Claro que, dentro do contexto evolutivo da Humanidade, por vezes, certos acontecimentos, ao se alinharem, precipitam outros que dão origem à nova ordem social.
O que ocorre, dando-se a impressão de que, nos tempos atuais, tudo esteja acontecendo com maior velocidade, é que hoje o planeta conta com mais de sete bilhões de habitantes, ampliando, significativamente, as possibilidades de conflito armado e de reação dos elementos da Natureza – sim, porquanto à agressão do homem ao meio ambiente é sem precedentes na história da Humanidade.
Porém, não há quem possa dizer que a situação, que parece convergir para o caos generalizado, possa acontecer amanhã ou depois, estendendo-se por tempo indeterminado.
Não nos esqueçamos de que, em meados do século XIV – de 1337 a 1453 –, teve início, entre França e Inglaterra, uma guerra que durou “cem anos”.
O planeta, quando ocupava a posição de orbe primitivo, estava em transição para mundo de provas e expiações, quanto agora se encontra em transição para mundo de regeneração, que, ao ser alcançado, continuará em transição para a condição de mundo feliz.
Em “O Evangelho Segundo o Espiritismo”, no capítulo III, escrevendo sobre “Mundos Regeneradores”, anotou Santo Agostinho: “Nesses mundos, portanto, ainda não existe a felicidade perfeita, mas a aurora da felicidade. O homem lá é ainda de carne e, por isso, sujeito às vicissitudes de que libertos só se acham os seres completamente desmaterializados.”
Infelizmente, ao que tudo indica a Terra não será um Mundo de Regeneração contando com a permanência de grande parcela de seus atuais habitantes, pois que a renovação íntima não se opera no curto espaço de algumas décadas, e, por vezes, nem mesmo de algumas encarnações.
Para que o orbe terrestre eleve-se, mais rapidamente, na hierarquia dos mundos, espíritos de maior nível de esclarecimento deverão ocupar o lugar dos retardatários, ou daqueles que insistem no cultivo de suas ambições pessoais – e esses espíritos mais lúcidos, evidentemente, deverão reencarnar em diversos pontos do planeta, para que, através de seus exemplos, possam influenciar a conduta de outros.
Portanto, “transição planetária” é mais uma terminologia nova para um assunto que é, deveras, antigo.
Neste aspecto, não nos esqueçamos de que, em essência, não é a Terra que se encontra em transição, mas os espíritos que nela habitam, incluindo as suas Dimensões Espirituais.
“Transição planetária” deve ser entendida como “transição moral da Humanidade”, e não do orbe em si – embora, pelas Leis da Evolução, a própria matéria, igualmente, esteja em constante aperfeiçoamento.
Completemos, assim, a “transição” que nos diz respeito, porque a verdade é que, em geral, quase todos ainda nos mostramos muito vacilantes no que diz respeito à nossa extrema necessidade de renovação.
INÁCIO FERREIRA - Blog Mediunidade na Internet.

8.1.26

Cap.40 RUMO AO CAMPO Gravação do Estudo detalhado do livro realizado em 12-01-2022. Francisco C. Xavier (autor) André Luiz (espírito)


 

Comentário Questão 797 do Livro dos Espíritos

REFORMAS DAS LEIS
 
Já foi dito em muitas mensagens de diversos Espíritos que somente Deus dirige e assiste a Sua Criação. Os homens nada fazem sem permissão da Divina Bondade. A reforma das leis humanas se processa de acordo com o progresso dos homens. À medida que as almas melhoram, as leis vão tomando novos cursos, como meios de corrigir e orientar as criaturas.
Usando o raciocínio, é fácil concluir que não se podem fazer leis perfeitamente espiritualistas, nas bases do amor e da caridade, para aquela que hoje se entende como uma geração perversa. Ela não iria entender os objetivos desse amor que somente os anjos vivem, por estarem libertos do orgulho e do egoísmo. As leis dos homens são analisadas pelos Espíritos antes que se transformem em decreto, porque antes que os homens sintam a necessidade de fazerem essas leis, a espiritualidade superior já havia se preparado para tais empreendimentos. Devemos desejar somente o bem das criaturas, mas sabermos esperar a sua maturidade, sem aflição.
Enquanto houver na Terra almas violentas e primitivas, ou ainda ligadas ao primitivismo, as leis acompanham seus sentimentos, por justiça. Ao Espírito mais elevado que se dispõe a ajudar as criaturas, ainda que com a própria vida, a humanidade sempre cobra caro, pela incompreensão dos que vivem ligados à Terra e tomando posse dela na ilusão de uma felicidade passageira.
Vejamos o que aconteceu com o Mestre dos mestres, o maior doador de todos os tempos, que se entregou ao sacrifício para ganhar as almas e segui-las em todos seus lances de vida, ajudando-as pacientemente:
E os que prenderam a Jesus, o levaram à casa de Caifás, o Sumo Sacerdote, onde se haviam reunido os escribas e os anciãos. (Mateus, 26:57)
Não é preciso descrever o que aconteceu; onde se reuniam os escribas e os anciãos do Sinédrio, o Mestre foi testado por todos os meios que a ignorância pode ativar nos corações empedernidos no mal Por quê? Porque Jesus era a lei divina, representava o Pai do Céu e trazia para os sofredores melhores dias. No entanto, Ele cumpriu a Sua missão de amor e deixou a sede de reforma em todos os corações, ainda que não compreendessem a ciência do Cristo, que falava usando pouco o verbo, que amava mesmo em silêncio,, que curava sem usar os medicamentos, que alimentava os famintos sem comprar nos armazéns e vestia os nus com a sua presença, revestindo-os com as roupagens dos sentimentos elevados.
Jesus veio à Terra não somente para reformar as leis humanas, mas para mudar tudo na face do planeta e deixar, como o fez, o traço de esperança em todos os corações, esperança de que existe o Céu onde todos podem herdar o seu lugar, porque a porta da felicidade existe na consciência de cada um.
As reformas das leis humanas não se processam com violência; elas têm um seguimento gradativo, de acordo com a elevação dos habitantes da Terra. Quem, de boas intenções, deseja implantar leis como se a Terra fosse um mundo venturoso, também não o consegue, porque tanto o povo sofre com as trevas, como com a luz em demasia. Lembremos Paulo, que nos concita a dar graças em tudo, porque a filtragem das leis humanas está sob os cuidados de Deus, através dos Seus agentes de luz. Não nos esqueçamos desta verdade que se irradia em todos os mundos.
Livro Filosofia Espírita - João Nunes Maia - Miramez

7.1.26

Gravação do Estudo detalhado do livro EVOLUÇÃO EM DOIS MUNDOS Cap. 27 – VIDA SOCIAL DOS DESENCARNADOS


 

DIANTE DA VIDA

A. BRANCO *
 
Encarcerado, enfim, nas grades da memória,
Tudo tresanda em mim o sinistro bafio
Da torva escuridão a que me sentencio,
Na câmara de fel da sombra merencória.
 
Mocidade, ilusão, tudo é lodo e vanglória
Esbarrando na morte – horrendo desafio! –
 
Para a descida ao caos ignoto, imenso, frio,
E ser lama pensante, escória sob a escória.
 
O’ minhalma infeliz, porque assim te sublevas?
Corvo triste da mágoa a crocitar nas trevas,
Volve em prece a dormir na paz inerme do ovo!
 
Sepulta, coração, no tremedal medonho,
A aflição derradeira e o derradeiro sonho
Para tudo esquecer e começar de novo!
     
(*) Não se identificando por óbvias razões, ensina-nos o poeta que, após a desencarnação, se carregamos frustrações e culpas, debalde procuraremos fugir às «grades da memória». Só a reencarnação, com efeito, representa a terapêutica ideal, quando teremos de «começar tudo de novo».
Livro: Antologia dos Imortais - Psicografia de Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira.

6.1.26

Cap.39 TRABALHO INCESSANTE Gravação do Estudo detalhado do livro realizado em 12-01-2022. Francisco C. Xavier (autor) André Luiz (espírito)


 

Mensagem publicada na página 4 da Gazeta de limeira de 06.01.2026

DO GÉRMEN AO HOMEM

O aparecimento do homem na Terra não aconteceu diretamente, do gérmen a ele, sem as devidas escalas, sem as variadas formas organizadas pelas inteligências superiores. Depois que os corpos, tanto dos homens quanto dos animais de todas as ramificações, tomam as posições desejadas, a forma delineada pelos engenheiros siderais, neles mesmos contém a semente da continuação da espécie, que prolifera em todas as direções. Já paraste para meditar na transformação de um protozoário unicelular, pelas mãos do tempo e de Deus, a se expressar em um homem da atualidade? Já pensaste também nos caminhos percorridos? Todos os cálculos de tempo feitos estão sujeitos a reparos, porque a distância é muito grande. É um verdadeiro mistério, dentro dos mistérios maiores. Existem leis organizadas no universo, modificadas para cada casa planetária, de acordo com a sua própria evolução. Quando falamos de "O Livro dos Espíritos" mais detalhadamente, como neste caso, haveremos de repetir muitos assuntos e, nesta repetição, os valores são aflorados em um aprendizado mais seguro e um estudo mais amplo sobre os assuntos. Do gérmen ao homem há uma escalada e se nós procuramos a gênese de tudo que se refere à matéria, porque não buscarmos a nossa própria genealogia, e reconhecer o Senhor como nosso Pai que está nos Céus? O princípio do homem está nos segredos de Deus, guardado na nossa consciência profunda. Um dia poderemos consultá-la, sem perda e gasto de tempo. Antes disso, procuremos melhorar as nossas condições morais e espirituais, aumentando a nossa resistência e alargando as nossas capacidades de trabalho e de amor, que o amor verdadeiro nos salva de todas as imprudências passageiras dos nossos caminhos.

Filosofia Espírita L.E.49 – João N. Maia – Miramez – Toninho Barana

5.1.26

AMOR SEMPRE Livro espírita a venda na LER Livros Revistas Papelaria Adenáuer Novaes (autor)



Pescaria

- O que pescas aí, meu bom homem?
- O que mais haveria de pescar senão peixes...
- Pode ser que capture peixes, mas insisto em perguntar: o que pescas aí, meu irmão?
- Se não for peixes, o que seria?
- Não sei, mas creio que o que pescas é mais que peixes. O peixe satisfaz a tua vontade de comer e mata a tua fome. Ao matar a tua fome não pedes nada a ninguém para comer, logo, penso que pescas mais do que peixes.
- Pode ser, vendo por este ângulo, mas o que eu pesco então?
- Foi esta a pergunta que te fiz. O que achas?
- Por esse modo de ver, na verdade, o que pesco, o produto da minha pesca, me dá é dignidade.
- Isso mesmo! É o que penso também.
Toda vez que uma pessoa “com o suor do seu rosto” amaina a sua sobrevivência, ele está praticando a sua autonomia na vida.
Uma pessoa que sai “a pescar” está dizendo para si e para os outros: eu tenho condições de produzir a minha autossustentação. Eu não preciso do favor de ninguém para existir.
Ora, meus irmãos, não seria esta a grande contribuição que poderíamos dar a alguém: ensiná-lo a pescar?
Toda vez que alguém tira a sua sobrevivência diária com o produto de seu trabalho, ele, na realidade, está enaltecendo a sua dignidade. E o valor da dignidade é enorme, não se tem valor para medir o preço da dignidade.
Portanto, o que os homens da lei e as autoridades constituídas deveriam lutar para acontecer é promover a dignidade pelo trabalho.
Eu sei que hoje, diferente de meu tempo, o trabalho mudou. A tal da tecnologia dá novas esperanças a nossa gente porque pode fazer maravilhas, mas se todo mundo tiver acesso a ela e pode aprender a tirar o seu dinheirinho dela.
O homem sempre esteve envolto às transformações tecnológicas, é verdade, mas elas provaram que não vieram para destruir o homem, mas para enobrecê-lo.
É claro que no início provoca imensa confusão, mas depois que as coisas se acomodam, a tecnologia só vem a trazer benefícios para o ser humano, conquanto que haja a integração da tecnologia com a realidade das pessoas.
Eu sei que as coisas vão mudar muito com esta era chamada de digital, mas também acho que Deus fecha uma portinha para abrir milhares de outro lado, é somente integrar o homem a máquina.
Bem, o que desejo é que os governos percebam isso e façam a sua parte para que ninguém, como o meu amigo imaginário, fique pensando que é apenas o peixe que tem que buscar para seu sustento.
Cada um tem o direito a sua dignidade.
Amemo-nos, irmãos!
Helder Camara - Blog Novas Utopias

4.1.26

LIÇÕES DA SENZALA Romance espírita a venda na LER Livros Revistas Papelaria


 

A Busca da Paz

Quem vier a buscar a paz que faça inicialmente dentro de si mesmo.
Não a busque em lugares santos, embora ela esteja lá.
Não a procure em templos sagrados, apesar dela residir neles.
Não a persiga nas religiões, seja ela qual for, mas é claro que também nelas você a encontrará.
A paz não estará no outro, o outro, porém, poderá doar a que ele já conquistou.
Se desejar firmemente a paz procure-a primeiramente no seu coração. Ela reside neste espaço diminuto dentro do seu peito.
Lógico que não falo do órgão físico, a paz está dentro de você porque será pela linguagem dos sentimentos que você a identificará.
Por isso, Jesus desejou sempre a sua paz e adiantou que a dele não seria aquela que estamos acostumados a ter no mundo.
A paz de Jesus reside na consciência plena da divindade em nós. Quando realizamos esta descoberta estaremos em permanente paz.
As guerras, a violência, o desrespeito humano, as crises, as torturas, os conflitos de toda ordem, representam em si a ausência de Deus, por isso não há paz.
O homem não vive bem sem a paz. Ele jamais estará em harmonia se não estiver em paz.
Tamanha é a importância da paz na vida do ser humano que é comum o cumprimento, aqui no mundo espiritual e entre vocês do plano físico, desejando que o outro esteja em paz.
A paz de Jesus com você!
A paz de Alá em sua vida!
A paz de Deus para todos!
Sempre a paz.
Francisco de Assis cantou belamente a paz nos seus versos consagradores ao pedir ao Pai que fosse ele instrumento dela.
Se queremos a paz, façamos a paz.
O argumento miserável de que para obtermos a paz necessitamos estar preparados para a guerra é um completo sofisma dos armamentistas e secos de Deus.
Paz é uma postura interior que se reflete onde estejamos, com quem estejamos e no que estivermos fazendo.
Por essa razão, o mundo exterior poderá estar em abalo, em turbulência, mas o possuidor da paz estará sempre em serenidade porque aprendeu que ela não provém do ambiente exterior, mas que é criação da própria alma.
A paz é conquistada diariamente, no esforço próprio de aperfeiçoamento em Cristo, na compreensão das limitações alheias e das suas próprias.
Se queremos mudar o mundo que comecemos a mudar a nós mesmos, impondo-nos a disciplina da paz.
Pouco a pouco, quando menos observar, estaremos falando de paz, pensando na paz, operando na paz.
Paz para todos!
Helder Câmara – Blog Novas Utopias

3.1.26

Cap.38 ATIVIDADE PLENA Gravação do Estudo detalhado do livro realizado em 05-12-2022.Francisco C. Xavier (autor) André Luiz (espírito)


 

A BÊNÇÃO DA CORAGEM


Senhor Jesus, Divino Mestre Amado,
Não viemos pedir-Te em oração,
Que nos livres da cruz da provação
No caminho que temos palmilhado...
 
E nem tampouco que nos seja dado
Privilégios de paz ao coração,
No escaldante cadinho da aflição,
Que o espírito nos tem retemperado...
 
Nem suplicamos por facilidade
Que nos corrompa ou que nos degrade,
Onde quer que sigamos em romagem...
 
Para transpormos todas as veredas
Apenas Te rogamos nos concedas
A indispensável Bênção da Coragem!...
 
Eurícledes Formiga - Blog Espiritismo em Prosa e Verso.

2.1.26

Cap.37 NO SANTUÁRIO DOMÉSTICO Gravação do Estudo detalhado do livro Francisco C. Xavier (autor) André Luiz (espírito)


 

A Nova Ciência

O que esperar da humanidade?
O jogo que disputamos no dia a dia leva-nos a pensar: até onde tudo isso vai chegar?
É extremamente duro, cruel até, imaginar que tudo que fazemos, que tudo que produzimos, que tudo que criamos e vivenciamos, possa vir a dar em nada. Uma tremenda inutilidade o existir.
Muita gente pensa dessa forma. Amar, trabalhar, sofrer, sentir e tudo isso cair no vazio. Que bobagem, então, seria viver.
Por causa disso, dessa vontade indômita do ser humano de continuar a existir, é que o Pai Eterno nos trouxe a proposta da imortalidade para que possamos refletir sobre ela.
Esta causa é antiga. Desde o primeiro ser humano encarnado na Terra, ele, mesmo que embrionariamente, se imaginava como alguém que poderia subsistir a tudo – e com toda a justiça. Não é concebível, a qualquer ser que exista e possua o mínimo de raciocínio, não querer preservar a sua própria vida.
Nestes tempos que evolui o ceticismo, que amplia-se em grande escala a ideia do materialismo, é contraditório imaginar que fiquemos apenas limitados a crer que somos seres puramente materiais. O transcender a esta ideia resume a vontade de todos nós, mas é preciso dar um passo a mais.
O problema, meus senhores, é que criamos demasiadamente um raciocínio materialista na análise das coisas. A ciência está impregnada da matéria. O que vale é o que pode ser detectado pelos sentidos físicos, além disso, dizem, é pura ilusão. Desse jeito, efetivamente, não iremos avançar para a espiritualidade.
Quando o senhor Allan Kardec trouxe o compêndio da filosofia dos espíritos há mais de um século e meio, fez-nos grande favor às nossas mentes materialistas.
Ele ousou pautar o raciocínio positivista reinante à época com os dados e as informações que vinham dos espíritos. É claro que para ele tudo aquilo se constituía numa novidade, mas ele permitiu-se aprender, evoluir nos seus conhecimentos, avançar nas suas crenças.
Esta postura de flexibilidade, pelo menos de admissão que possa existir outra maneira de ver as coisas, deveria ser seguida pelos intelectuais de todas as épocas, principalmente a atual.
Os cientistas de plantão deveriam permitir pensar na hipótese da imaterialidade, por que não?
O que teriam a perder com isso?
Para muitos isto é impensável, pois teria que se contrapor a tudo que defendeu até então.
Para alguns outros, o que perderia Tempo? Prestígio? E se saísse algo interessante destas pesquisas?
Vários cientistas já admitiram a hipótese da não morte do ser, mas a sua transformação ou, no mínimo, a permanência da consciência noutro estado que, logicamente, não poder ser o físico.
A admissão desta hipótese é grandemente festejada em alguns círculos científicos e representam uma vanguarda para muitos, o preconceito, porém, é evidente para a maioria.
A ciência espírita haverá de se desenvolver pela força natural das coisas. Há muitos cientistas que voltarão à Terra com o único objetivo de desmascarar a crença limitante da matéria. Estão aprendendo com os espíritos os mecanismos de funcionamento da realidade plena.
Este dia não irá demorar muito porque a matéria está dando sinal de exaustão. Não consegue mais explicar todos os fenômenos existentes, fugindo-lhe da competência atual o paradigma da imortalidade ou transcendência do ser.
E assim a humanidade evoluirá.
O que esperamos é que os prejuízos da causa materialista não sejam grandiosos como está sendo a ponto de atrapalhar o progresso prometido pelo Senhor Jesus ao planeta que mourejamos.
O progresso virá, queiram uns ou não admitir o que é natural e insofismável. Terão, logicamente, que reaprender aquilo que imaginava já possuir, o conhecimento generalizado de todas as coisas, isso porque, depreenderá, que estaremos, todos nós, apenas no começo da enorme revolução do conhecimento que advirá.
Estejamos prontos para este imenso desafio que é mudar a nós mesmos. Esta é a revolução maior a ser empreendida.
Com afeto,
Joaquim Nabuco – Blog Reflexões de um Imortal

1.1.26

Cap.36 MÃE E FILHOS Gravação do Estudo detalhado do livro Francisco C. Xavier (autor) André Luiz (espírito)


 

COMO SOFRES?

    "Mas, se padece como cristão, não se envergonhe, antes glorifique a Deus nesta parte." - Pedro. (I PEDRO, 4:16.)
    Não basta sofrer simplesmente para ascender à glória espiritual. Indispensável é saber sofrer, extraindo as bênçãos de luz que a dor oferece ao coração sequioso de paz.
    Muita gente padece, mas quantas criaturas se complicam, angustiadamente, por não saberem aproveitar as provas retificadoras e santificantes?
    Vemos os que recebem a calúnia, transmitindo-a aos vizinhos; os que são atormentados por acusações, arrastando companheiros às perturbações que os assaltam; e os que pretendem eliminar enfermidades reparadoras, com a desesperação.
    Quantos corações se transformam em poços envenenados de ódio e amargura, porque pequenos sofrimentos lhes invadiram o circulo pessoal? Não são poucos os que batem à porta da desilusão, da descrença, da desconfiança ou da revolta injustificáveis, em razão de alguns caprichos desatentidos.
    Seria útil sofrer com a volúpia de estender o sofrimento aos outros? não será agravar a divida o ato de agressão ao credor, somente porque resolveu ele chamar-nos a contas?
    Raros homens aprendem a encontrar o proveito das tribulações. A maioria menospreza a oportunidade de edificação e, sobretudo, agrava os próprios débitos, confundindo o próximo e precipitando companheiros em zonas perturbadas do caminho evolutivo.
    Todas as criaturas sofrem no cadinho das experiências necessárias, mas bem poucos espíritos sabem padecer como cristãos, glorificando a Deus.
Livro: Vinha de Luz – Francisco C Xavier - Emmanuel.