Muito comum, às vezes, até por brincadeira, as pessoas levantarem hipótese reencarnatória sobre outras no passado remoto ou recente.
Embora possa ser brincadeira, semelhante prática não deixa de vulgarizar a Reencarnação, que é uma tese que, com máxima seriedade e respeito deve ser tratada.
Todavia, em muitas circunstâncias, o assunto extrapola a simples brincadeira, e, na boca de desavisados, torna-se quase realidade inconteste, como se tais desavisados tivessem o poder de algo saber sobre a vida passada de alguém.
Existem, infelizmente, até denominados “médiuns” que, valendo-se de seus supostos dons, avançam no terreno da hipótese reencarnatória, movidos por interesses de natureza escusa.
Conheci casos de “médiuns” que, por exemplo, por onde jornadeavam, a “serviço” doutrinário, “descobriam” suas mães e seus pais do pretérito, com a curiosidade de que esses genitores sempre possuíam alto poder pecuniário – eu nunca soube que os mesmos “sensitivos” tivessem descoberto alhures mães que houvessem sido humildes serviçais e pais de mãos calejadas no cabo da enxada.
Creio que seja o momento de dizermos um “basta” a tais brincadeiras, que viram motivo de chacota em quadros hilários da TV ou em rodas de comediantes, e um “basta” muito maior a esses “médiuns” aventureiros que, a rigor, não sabem nem quem eles próprios são em sua atual existência física.
E, depois, levando-se em consideração que esta atual existência no corpo é a melhor de todas que muitos já tiveram, não convém escarafunchar o passado próprio, ou de alguém, para, simplesmente, encontrarem sucata.
INÁCIO FERREIRA - Blog Mediunidade na Internet
Embora possa ser brincadeira, semelhante prática não deixa de vulgarizar a Reencarnação, que é uma tese que, com máxima seriedade e respeito deve ser tratada.
Todavia, em muitas circunstâncias, o assunto extrapola a simples brincadeira, e, na boca de desavisados, torna-se quase realidade inconteste, como se tais desavisados tivessem o poder de algo saber sobre a vida passada de alguém.
Existem, infelizmente, até denominados “médiuns” que, valendo-se de seus supostos dons, avançam no terreno da hipótese reencarnatória, movidos por interesses de natureza escusa.
Conheci casos de “médiuns” que, por exemplo, por onde jornadeavam, a “serviço” doutrinário, “descobriam” suas mães e seus pais do pretérito, com a curiosidade de que esses genitores sempre possuíam alto poder pecuniário – eu nunca soube que os mesmos “sensitivos” tivessem descoberto alhures mães que houvessem sido humildes serviçais e pais de mãos calejadas no cabo da enxada.
Creio que seja o momento de dizermos um “basta” a tais brincadeiras, que viram motivo de chacota em quadros hilários da TV ou em rodas de comediantes, e um “basta” muito maior a esses “médiuns” aventureiros que, a rigor, não sabem nem quem eles próprios são em sua atual existência física.
E, depois, levando-se em consideração que esta atual existência no corpo é a melhor de todas que muitos já tiveram, não convém escarafunchar o passado próprio, ou de alguém, para, simplesmente, encontrarem sucata.
INÁCIO FERREIRA - Blog Mediunidade na Internet
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