30.7.26

DIVALDO RESPONDE V.2 Livro espírita a venda na LER Livros Revistas Papelaria


 

Comentário Questão 820 do Livro dos Espíritos

DEPENDÊNCIA
Deus deu a força a uns para defenderem aos fracos, e não para maltratá-los, nem explorá-los. Quem assim o faz, responderá pelas consequências. Já dissemos que homem e mulher se completam para a felicidade dos dois que, unidos, percebem com mais profundidade a beleza da vida.
O casal troca energias, na sutileza da vida, que nenhuma ciência da Terra pode igualar, com a mesma eficiência. Neste caso, somente o coração pode servir de laboratório divino, na divina ascensão dos Espíritos, transformando a força de Deus em amor, no quilate que necessita para viver em plena harmonia, que se expressa em alegria superior.
Aquilo que se chama de dependência não é escravidão e, sim, situação indispensável para o complemento da aquisição do estado de felicidade da Terra. O homem, no que tange à fortaleza, não é, e não poderemos considerá-lo, como bruto ou violento; ele passa por um estado de vida temporário na arregimentação de valores para o equilíbrio da sua vida diante dos compromissos assumidos. A vida deu à mulher menos força física, entretanto, dotou-a de sensibilidade maior, como que buscando, nas regiões espirituais, ideias e condições elevadas, como uma ponte da Terra ao Céu, para que pudesse educar seus filhos com o amor que lhe compete doar.
Mas, como se encontram no mundo, o homem tem a razão mais apurada para as devidas atividades de que necessita um lar; o homem tem a razão e a mulher, intuição. A mulher que, geralmente, é dada à renúncia em favor dos filhos e do lar em paz, ganha muito em Espírito. Aparentemente, mostra pobreza de Espírito, como se diz no mundo, no entanto, vejamos o que Jesus fala neste sentido, conforme anotado por Mateus, no capítulo cinco, versículo três:
Bem-aventurado os humildes de Espírito, porque deles é o reino dos céus.
Vejamos, também, na carta de Tiago, no capítulo um, versículo doze:
Bem-aventurado o homem que suporta com perseverança a provação; porque, depois de ter sido aprovado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor prometeu aos que o amam.
O dever do homem é suportar todas as adversidades do mundo, vencendo-as, para receber a coroa da vida no mundo espiritual. E os dois juntos novamente, no mundo dos Espíritos, serão abençoados para novas etapas, buscando vencer as provas que eliminam os resíduos da velha consciência.
Não existe dependência, em se referindo ao aspecto negativo, quando o indicado para ser dependente ama e serve em nome de Jesus. Deus nos coloca em lugares apropriados para o devido despertamento dos valores imortais da vida. Quem abusar das oportunidades, responde pelas distorções que praticar, seja homem ou mulher.
Mas, Jesus, pela Doutrina dos Espíritos, veio por misericórdia ensinar às criaturas como proceder ante a sociedade e Deus, limpando os caminhos que devem percorrer e preparar o campo aonde forem chamados para servir.
A felicidade tem começo no próprio coração, que é a sala de visita da consciência.
Livro Filosofia Espírita - João Nunes Maia - Miramez

29.7.26

Gravação do Estudo detalhado do livro MECANISMOS DA MEDIUNIDADE 📖 Capítulo 15 – CARGA ELÉTRICA E CARGAS MENTAIS


 

FASCINAÇÃO

Ciro Costa*
 
Atravessara, aflito, os umbrais do outro mundo
E, ao erguer-se da lousa, exânime, febrento,
No sepulcro imagina o suntuoso aposento
Onde, a sós, afagava o tesouro infecundo.
 
– “Meu dinheiro!” – reclama, exasperado e atento.
– "Ouro! Meu ouro só! Por nada me confundo!
Ladrões! Quem me furtou?” – esbraveja iracundo,
Em largo desafio aos sarcasmos do vento.
 
Ouve o silêncio em torno e ruge: – “Agora, agora!
Achei meu cofre! Achei!... ” – gargalha, grita, chora,
Na homérica ilusão que ele mesmo proclama...
 
Inclina-se. Algo colhe e, em delírio perfeito,
Investe contra a sombra e aperta contra o peito
Velha tampa de esquife empastada de lama.
     
(*) Depois de formar-se em Direito pela Faculdade de S. Paulo, o artista de «Pai João» viajou pela Europa e pelo Oriente, chegando a visitar a India e o Egito. Residiu por algum tempo no Rio de Janeiro. Juntamente com Olavo Bilac, Martins Fontes e outros intelectuais, fundou a «Sociedade dos Homens de Letras do Brasil». Colaborou nas revistas paulistas da época, dentre elas A Cigarra e A Vida Moderna. Eleito para a Academia Paulista de Letras, não chegou a tomar posse. «Ciro Costa era uma irradiação larga, amplíssima de talento e de simpatia» – afirma Marques da Cruz na Revista da Academia Paulista de Letras, nº. 25, pág. 169. «Epígono da geração acadêmica do Romantismo», fundamentalmente um romântico, ele viveu, porém, a vida da sua época. «Foi parnasiano e simbolista» – escreve Marques da Cruz, concluindo. (Limeira, Est. de S. Paulo, 18 de Março de 1879 – Rio de Janeiro, GB, 22 de Junho de 1937.)
BIBLIOGRAFIA: Estelário ; Terra Prometida.
Livro: “Antologia dos Imortais” - Psicografia de Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira.

28.7.26


 

Mensagem publicada na página 4 da Gazeta de Limeira de 28/07/2026

A DIVINA UNIDADE
Deus é a Unidade Suprema. A Sua vida é um mistério escondido nas dobras da eternidade, de modo que os Espíritos, Seus filhos, passam a compreender algumas das Suas nuances, pelo processo de despertamento dos dons recebidos. Buscando a profundidade das coisas, vamos encontrar a matéria primitiva de onde saem todas as coisas, vibrando no seio da Divindade. Ela, em Deus, é una quando sai de Seu campo de força e a partir daí se divide pelas condições do próprio ambiente, porém, tomando expressões variadas, com objetivos inúmeros, obediente ao comando da Suprema Inteligência. Quem pode dizer ou afirmar a quantidade de divisões da essência unificada no Criador? Ninguém sabe, pois as expressões desse fluido são incontáveis. Nele pulsa a vida na Terra e em todos os mundos, no espaço chamado vazio e em todas as dimensões espirituais. O homem na Terra pode deduzir essas transmutações, nos próprios laboratórios através das mudanças dos elementos. Existe uma escala periódica dos elementos que compõem as coisas, os elementos atômicos. Diminuídos ou acrescentados, muda-se a estrutura da matéria e, por vezes, a sua forma. Somente a matéria primitiva, e certamente quem a criou, são imutáveis e escapam todas as pesquisas humanas e mesmo espirituais, na faixa de vida em que vivemos. O Espírito nasceu da mesma fonte de onde saíram todas as coisas, porque tudo que sai de Deus é divino, com qualidades sublimadas a serem despertadas, e o tempo é o processo desse crescer. Tanto o elemento material como o elemento inteligente do universo saíram do hálito divino e estão em processo de despertamento, tudo e todos somos filhos da Unidade Divina.
Filosofia Espírita L.E.79 – João N. Maia – Miramez – Toninho Barana.

27.7.26

UM TOM ACIMA Livro espírita a venda na LER Livros Revistas Papelaria


 

O Que Está Faltando

O que está faltando ao espírita-cristão, a fim de que possa ser mais útil ao Espiritismo, não é tanto o estudo e o conhecimento da Doutrina.
Em nossa opinião, o que mais está faltando para que o adepto do Espiritismo possa, de fato, com ele cooperar, na revivescência do Evangelho de Jesus, é honestidade em suas atitudes e, consequentemente, mais amor ao Ideal abraçado.
INÁCIO FERREIRA - Blog Mediunidade na Internet
Uberaba – 26 de julho de 2026.

26.7.26

ELES PENSAM ASSIM Livro espírita a venda na LER Livros Revistas Papelaria


 

Comentário Questão 819 do Livro dos Espíritos

FRAGILIDADE FÍSICA
 
Homem e mulher certamente que não poderiam ser iguais nas suas estruturas físicas; não haveria razão de ser, porque cada um tem funções diferentes, que se completam na união entre os dois. Enquanto a alma não despertar todas as suas qualidades espirituais, um precisa do outro, e os dois necessitam de todos os amigos na troca de valores indispensáveis à vida e, ao mesmo tempo, de olvidar o egoísmo.
Quando a criatura dominar todas as suas paixões, sentir o amor puro no coração e amar verdadeiramente, a sua dependência será somente em relação a Deus. Com os outros companheiros do seu nível tornar-se-ão um todo, sem, contudo, dar lugar nos sentimentos ao egoísmo e ao orgulho. Será aquele Espírito que já se unificou com Jesus, sentindo-se permanentemente filho de Deus.
A mulher, sendo mais fraca fisicamente, deve cuidar dos trabalhos mais leves, aquele exercício sublimado do lar, enquanto o homem tem estrutura mais grosseira para os trabalhos da sua espécie. Eis aí como um completa o outro para a paz e o bem-estar da família.
O casamento é a porta pela qual as almas começam a trabalhar e a compreender a si mesmas. Nada se pode fazer sozinho na Terra, e mesmo no céu se agrupam Espíritos com os mesmos ideais; assim não sendo, não realizarão o grande ideal de servir com mais eficiência. No entanto, esses grupos de almas têm sempre um que os dirige, em se apresentando mais livre, com mais experiências, comandando com destreza aqueles de boa vontade.
Em tudo na natureza podemos notar agrupamentos para melhor servir na função a que se foi chamado a cooperar, desde os átomos até os mundos. A libertação começa no Espírito e cresce nele de maneira que pode chegar a raias inconcebíveis aos que se movimentam na Terra envolvidos na carne.
A mulher dos dias que correm, por motivo de testemunhos a que deve se submeter, está se envolvendo nos trabalhos dos homens, e eles, por vezes, nos das mulheres, por motivos que eles mesmos desconhecem. No entanto, o tempo mostrará que essas necessidades desaparecerão com o tempo, deixando cada um em seu verdadeiro lugar. Desde quando se pode trocar de vestes, de homem ou de mulher, acabam as necessidades de um fazer o trabalho do outro, quando se tem uma sociedade justa, que assiste todos nos seus devidos lugares. Não há, imperiosamente, necessidade de a mulher ocupar o lugar do homem, ela que foi feita especialmente para o lar, em primeiro lugar, bem como de o homem ocupar-se com as obrigações da mulher, já que foi abençoado por Deus para os trabalhos mais rudes, na responsabilidade de enfrentá-los, recolhendo experiências no ramo que precisa para viver. Isto não quer dizer que, sendo o corpo da mulher mais fraco, o Espírito também o é, o mesmo ocorrendo em relação ao homem.
A mulher é mãe, tendo no coração o amor mais acentuado; o homem é pai, que gera nos sentimentos mais energia no que se refere à disciplina. Todavia, os pais de um lar, não devem entrar em discórdia, pois deste modo desarmonizam a casa e desajustam os filhos que receberam para educar.
Lembremos João, no capítulo seis, versículo quarenta e três, que assim registrou:
Respondeu-lhes Jesus: Não murmureis entre vós.
O casal não deve murmurar; é de seu dever compreender um ao outro em todos os aspectos da vida, para que a vida em casa possa entrar em sintonia com o Evangelho de Jesus. Os filhos têm muita facilidade de copiar os pais, condicionando o que vêem e ouvem dos seus genitores. A responsabilidade é muito grande, ante a paternidade maior.
A vida na Terra é cheia de amargor. Os problemas e sacrifícios são sem conta. Sabemos disso por experiências, contudo, Deus não se esquece dos Seus filhos, principalmente daqueles em exercício na Terra, carregando um corpo físico. O forte e o fraco se completam para notarem que existe a felicidade depois das inúmeras tempestades.
Livro Filosofia Espírita - João Nunes Maia - Miramez

24.7.26

EM BUSCA DA VERDADE Livro espírita a venda na LER Livros Revistas Papelaria


 

VIAGEM A JERUSALÉM

Luc. 9:51. Em se completando, porém, os dias de sua elevação, aconteceu que ele fortaleceu sua personagem para ir a Jerusalém.
Lucas apresenta aqui a frase reveladora que, por ser bastante clara, trouxe sempre aos hermeneutas dificuldades de tradução. Observemos:
A primeira frase: "quando se completaram os dias de sua elevação com os sentidos respectivamente de "foi elevado", referindo-se à chamada "ascensão". Esse termo, entretanto, é usado no Antigo Testamento, quando fala da subida de Elias (2.º Reis, 2:11), na de Moisés (1.º Mac.2:58 e Eccli. 48:9) e na de Enoch (Eccli. 49:14). 
A segunda frase: "e fortaleceu sua personagem para ir a Jerusalém" personagem geralmente traduzida por "firmou seu rosto" ou "manifestou a firme resolução". No entanto, literalmente significa pessoa e portanto especifica a personagem encarnada, designando o todo pela parte. Jesus sabia que iria começar a fase final de sua paixão, e logicamente a coragem da parte humana precisava ser fortalecida pelo Espírito, para que se animasse a enfrentar o cenário dos sofrimentos físicos atrozes.
A frase de Lucas, embora incompreensível aos profanos, é clara para os que já viveram essas fases.
Suas palavras: "em se completando, porém, os dias de sua elevação", que tantas dúvidas têm suscitado nos hermeneutas, pode ser assim traduzida em linguagem atual: "já tendo, pois, transcorrido os "prazos de carência" para sua promoção ao grau seguinte".
Todos os passos iniciáticos eram dados controladamente e, entre um e outro, o candidato era obrigado a demonstrar o aproveitamento que tivera; mas além disso, era indispensável que respeitasse os intervalos prefixados, os "prazos de carência" determinados para cada intervalo. Só depois de transcorrido o tempo regulamentar, lhe era permitido dar o passo seguinte.
Diz-nos Lucas que terminara o prazo da espera, e chegara a hora de submeter-se à prova para, se aprovado, passar ao grau seguinte, "ser elevado" ou "promovido". As provas desse passo eram duras, rudes, dolorosas. E é dito que a individualidade (Jesus) "fortaleceu sua personagem, para que não esmorecesse e tivesse a coragem de colocar-se entre as mãos daqueles que o fariam passar pelas angústias e aflições da provação violenta a que tinha de submeter-se.
Já tinham sido superadas as fases iniciais:
1.º - Vencera a grande dificuldade do mergulho consciente na matéria, com todos os horrores causados pelas limitações à liberdade de um Espírito infinitamente superior, como era o de Jesus.
Vencida a prova, tivera a primeira promoção, quando conseguira, na presença do "mestre" João Batista, dar, enquanto na carne, o mergulho no Espírito.
2.º - O segundo passo, a "confirmação", veio em virtude do adiantamento de seu espírito, nesse mesmo momento do mergulho, com a epifania, ou "manifestação" da aprovação divina, por meio da frase:
"este é meu Filho, o amado". Com um ato, superara os dois primeiros graus.
3.º - Para galgar o terceiro, tinha de comprovar o resultado da "metánoia", ou seja, a modificação da mente. É então submetido às "tentações" ocasionadas pela matéria: vaidade, orgulho e ambição. Superou-as a todas, dando inequívocas provas de superioridade e elevação máxima. Provava na prática que o Espírito já dominara a matéria totalmente. Podia então dar o passo seguinte.
4.º - O ingresso fora feito com a espetacular manifestação da "Transfiguração", a "ação de graças" do homem pela vitória obtida, recebendo a plena efusão do Espírito Divino, com a aprovação confirmada: "este é meu Filho, o amado, ouvi-lo". Depois desse passo, unido já à Divindade, pode Jesus dar as lições maiores: "minha carne é verdadeiramente comida, e meu sangue é verdadeiramente bebida" (João, 6:55). Ensinou-o com clareza absoluta e mais tarde, na chamada "última ceia", iria  revelar integralmente o mistério cristão da união com Deus.
Mas agora chegara o momento de preparar-se para as provas dolorosas em que teria que submeter-se ao violento afastamento dos veículos físicos, para unir-se inteiramente a Deus, num "matrimônio" místico total e definitivo: "o que Deus uniu, o homem não separe" (Mat. 19:6). Mas, para esse grau superior, havia necessidade absoluta da "experiência sofrida", a paixão. Era o ponto crucial, em que mergulharia em cheio na DOR-AMOR, desligando-se violentamente da parte inferior de seu  ser, em holocausto cruento, a fim de libertar a parte superior para a união definitiva com a Divindade no matrimônio indissolúvel.
Diante dessas perspectivas sombrias, a parte física assusta-se, teme e treme, procurando subtrair-se às provas (coisa que, veremos adiante, ocorre com o homem Jesus no instante decisivo). Tudo isso é explicado pelo evangelista com a frase: "fortaleceu sua personagem", para que tivesse a coragem indispensável de colocar-se espontaneamente entre as mãos dos algozes.
No momento crucial do passo decisivo, quando as forças começam a fraquejar, Ele recorre à prece a fim de receber novas energias; e as recebe. E segue adiante até o sacrifício final. Exemplo magnífico para todos nós, revelando que realmente "a carne é fraca" (Mat. 26:41 e Marc. 14:38), mas que nem por isso devemos esmorecer nem desesperar-nos: os grandes Espíritos também sofrem, quando na carne, as limitações que a carne impõe a todos.
Livro: Sabedoria do Evangelho, volume 4 - Carlos Torres Pastorino

23.7.26

PERFUME DE MAGNÓLIA Livro espírita a venda na LER Livros Revistas Papelaria


 

A Natureza pede Mudança

O mundo gira o tempo inteiro e  o que se pode imaginar é que ao girar ele altera radicalmente o estado de ser de cada coisa.
Altera a natureza.
Altera os mecanismos estáticos.
Altera o ser humano.
Este “girar” torna o planeta mutável. Tudo muda o tempo todo, realmente.
Mas o que é mais interessante, embora as pessoas sejam “empurradas” para a mudança é que muitas delas resistem a este movimento natural das coisas.
E quais são os efeitos quando contrariamos deliberadamente este fluxo natural?
Nós impedimos o nosso desenvolvimento individual.
Sim, porque mudar significa transformar-se para melhor no campo espiritual. Resulta em progresso, evolução.
Este movimento contrário à mudança engendrado por muitos provoca atropelos na vida dessas pessoas.
Uns ficam gripados, contraem viroses, enfermidades da alma que se manifestam no corpo biológico.
Outros ficam tontos, sem prumo e ritmo na vida, sentem-se desconectados, “fora do ar”.
Há aqueles outros, mais radicais na resistência à mudança, que se transforma em movimento depressivo da alma.
O isolamento do mundo onde muitos se enquadram transmuta-se em efeitos colaterais graves.
É claro que em determinado momento serão solapados em velocidade pelo vento constante da mudança, mas até lá as consequências podem se agravar.
A depressão é a ausência de movimento para fora. O ser se esconde em si mesmo. Despreza a mudança e vive no seu próprio mundo, absorto do movimento natural do universo.
Este embotamento psíquico possui consequências energéticas e orgânicas. É um movimento de entropia do espírito.
Num grau ainda mais grave deforma-se espiritualmente e aí as consequências são piores.
Daí a necessidade de se exercitar a flexibilidade mental e emocional.
Viva cada momento. Extraia o melhor dele em termos de ensinamento e trate de se encaixar no novo movimento que se insere na sua vida.
Simples assim!
Jesus disse-nos para deixar tudo no ritmo de Deus à medida que nos aconselhou a pedir que seja feita a Sua Vontade nas nossas vidas e não a nossa em particular.
Olhar para o futuro com otimismo e esperança d’alma e não deixar enraizar sentimento malévolos ou retrógrados.
O ser humano foi feito para progredir, avançar, agigantar-se.
Não é da nossa natureza imergir num emaranhado de pensamentos doentios e paralisantes.
Descubra suas crenças que emperram seu desenvolvimento.
Refaça os valores que conduzem a sua existência.
E lute, ferozmente, para não ficar parado no tempo.
Mova-se!
Mude!
Seja melhor a cada dia!
Caifas - Blog Uma Nova Humanidade

22.7.26

Gravação do Estudo detalhado do livro MECANISMOS DA MEDIUNIDADE Capítulo 14 – Reflexo Condicionado Específico


 

FAÍSCA DE AURORA

Francisco QUIRINO DOS SANTOS
 
          Nas furnas mais hostis da mais hedionda terra,
          Rugem forças da sombra em ódio abrasador;
 2       São seres a renhir na encarniçada guerra
          Do remorso e do crime, em tremendo furor...

    Acende a prece, em luz, que a bondade descerra,
6  Por faísca de aurora, inflamada em favor
    Do espírito infeliz que às tênebras se aferra
    A sufocar no peito as expansões de amor.
 
         Quando a morte apunhala o coração da vida,
         A alma que errou, no mundo, exora compaixão,
         E um sudário de dor crepeia-lhe a partida...
 
         Eleva o pensamento em santa vibração
         E socorre a loucura e a mágoa desabrida
         De quem  não quer mais crer na bênção da oração!...
(*) Desde cedo se dedicou à leitura de poetas brasileiros e portugueses, e aos 12 anos estreou nas letras com uma sátira. Depois de formar-se, em 1863, pela Faculdade de Direito de S. Paulo, o poeta de “A Vida” tornou-se redator do Correio Paulistano, promotor público em Santos.
Fundou, em 1869, a Gazeta de Campinas, órgão abolicionista e republicano. Membro correspondente da Sociedade de Geografia de Lisboa e sócio de quase todas as instituições culturais de S. Paulo.
Foi ainda teatrólogo, crítico e romancista. Leopoldo Amaral apontou-o como “grande poeta, elegante jornalista, habilíssimo advogado”, um verdadeiro “meteoro vivo”, segundo a expressão de Francisco Glicério (apud L. Correia Melo,Dic. Aut. Paulistas, pág. 558).
Era deputado provincial quando desencarnou. (Campinas, Est. De S. Paulo, 14 de julho de 1841 − S. Paulo, Est. De S. Paulo, 6 de maio de 1886.)
BIBLIOGRAFIA: Estrelas Errantes; A Nova Louzã, romance;etc.
2.   Aliteração em rr.
6.   Alteração em f.
 
Livro: “Antologia dos Imortais” - Psicografia de Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira

20.7.26

BEM AVENTURADOS OS AFLITOS Livro espírita a venda na LER Livros Revistas Papelaria


 

Página Para Meditação

(Mera Coincidência?)
 
Era pensamento de Allan Kardec, antes de desencarnar, estabelecer um “Comitê Central” para a Doutrina, que pudesse cuidar de seu desenvolvimento e de sua divulgação. Antes de desencarnar, ele chegou a cogitar de sua criação, pensando, inclusive, em ceder um imóvel que havia adquirido na Vila de Ségur. Não obstante, com a sua desencarnação chegando no dia 31 de março de 1869, o Projeto não pode se consumar. Algumas das atribuições do “Comitê” seriam:
- o cuidado dos interesses da Doutrina e de sua propagação; manter a sua utilidade pela conservação da integridade dos princípios reconhecidos; desenvolver suas consequências;
- o estudo de princípios novos suscetíveis de entrar no corpo da Doutrina;
- a concentração de todos os documentos e ensinamentos que possam interessar ao Espiritismo, etc...
Segundo o Codificador, o Espiritismo não era uma Obra estanque, que tivesse sido concluída, mas passível de novos desenvolvimentos, embora os Princípios Fundamentais estabelecidos no Pentateuco.
Interessante é que ele escreve:
“Em vez de um chefe único, a direção será entregue a um “comitê central” permanente, cuja organização e atribuições serão definidas para evitar arbitrariedades. Este comitê será composto no máximo de doze membros titulares, que reúnam certas condições necessárias, e igual número de conselheiros. (o grifo é nosso)
Este era o pensamento de Kardec às vésperas de seu desenlace – segundo consta em “Obras Póstumas”.
O curioso, no entanto, é que quando o médium Chico Xavier, recebe de André Luiz, a excelente obra “Nosso Lar”, publicada pela FEB, com prefácio datado de 1943, em conversa com Lísias, ele fica sabendo que a referida cidade espiritual, além da Governadoria, conta com seis Ministérios, cada qual constituído por doze Ministros, perfazendo setenta e dois colaboradores! Os Ministérios são: Regeneração, Auxílio, Comunicação, Esclarecimento, Elevação, União Divina.
Temos a impressão de que Kardec desejava tornar realidade na Terra o que já era realidade no Mundo Espiritual.
Toda a Obra Mediúnica de André Luiz, de “Nosso Lar” a “E a Vida Continua...”, acontece em torno das atividades que são levadas a efeito na cidade espiritual, fundada em meados do século XVI, quando o Espiritismo, como Doutrina Codificada, sequer ainda era realidade na Terra.
Os Espíritos que, então, habitavam “Nosso Lar” estariam inspirando Kardec para a criação do “Comitê”, com “doze membros titulares”?! Ou, simplesmente, trazia consigo reminiscências de “Nosso Lar”, já que o Espiritismo surgiria na Terra apenas em meados do século XIX?!
Não teríamos aqui mais uma comprovação da identidade Kardec/Chico Xavier, sendo o médium mineiro a sua reencarnação?!
O número 12, pretendido por Kardec, e adotado em “Nosso Lar”, seria uma alusão aos Doze Apóstolos, que, por sua vez, teriam sido uma referência às Doze Tribos de Israel?!...
Enfim, ficam as anotações acima para as nossas reflexões e, sem dúvida, para observarmos, uma vez mais, como as Obra Mediúnica de Chico Xavier é um complemento da Obra Kardeciana e nela se encontra entranhada.
 
INÁCIO FERREIRA - Blog Mediunidade na Internet
Uberaba – MG, 19 de julho de 2026

19.7.26

EMAÚS Livro espírita a venda na LER Livros Revistas Papelaria


 

Convergências e Divergências da Filosofia Espírita com as Leis Herméticas

O Caibalion (do inglês The Kybalion) é um livro publicado originalmente em 1908, em Chicago, sob o pseudônimo de "Três Iniciados".
A identidade real dos autores permanece debatida, mas fortes evidências e registros de direitos autorais apontam para o escritor e advogado William Walker Atkinson, uma figura central no movimento do Novo Pensamento.
A obra propõe-se a compilar e sintetizar os ensinamentos fundamentais do Hermetismo, uma tradição filosófico-espiritual atribuída a Hermes Trismegisto — uma figura sincrética que funde o deus egípcio Thoth e o deus grego Hermes.
Embora a tradição hermética original remonte aos primeiros séculos da Era Cristã (registrada no Corpus Hermeticum), O Caibalion funciona como uma releitura moderna desses conceitos, estruturada em torno de sete grandes princípios universais que regem a realidade visível e invisível.
AS 7 LEIS HERMÉTICAS
O cerne de O Caibalion reside na apresentação de sete leis ou princípios que governam o Universo:
Princípio do Mentalismo.  "O Todo é Mente; o Universo é Mental." Toda a realidade fenomênica procede de uma inteligência subjacente. A matéria é uma manifestação da energia mental universal.
Princípio da Correspondência. "O que está em cima é como o que está embaixo, e o que está embaixo é como o que está em cima." Existe uma harmonia e analogia entre os diferentes planos de manifestação (físico, mental e espiritual). Microcosmo e macrocosmo se refletem.
Princípio da Vibração. "Nada está parado; tudo se move; tudo vibra." A diferença entre as diversas manifestações da matéria, da mente e do espírito reside unicamente nas suas taxas de vibração. Quanto mais elevada a vibração, mais espiritual a substância.
Princípio da Polaridade. "Tudo é Duplo; tudo tem polos; tudo tem o seu oposto; o igual e o desigual são a mesma coisa; os opostos são idênticos em natureza, mas diferentes em grau." Polaridades como calor e frio, amor e ódio, ou luz e escuridão são apenas extremos da mesma escala contínua.
Princípio do Ritmo. "Tudo tem fluxo e refluxo; tudo tem suas marés; tudo sobe e desce; tudo se manifesta por oscilações compensadas; a medida do movimento à direita é a medida do movimento à esquerda; o ritmo é a compensação." O Universo opera em ciclos de atividade e repouso, avanço e retrocesso.
Princípio de Causa e Efeito. "Toda Causa tem seu Efeito; todo Efeito tem sua Causa; tudo acontece de acordo com a Lei; o Acaso é simplesmente um nome dado a uma Lei não reconhecida." Não há acidentes no tecido universal; todo evento é o desdobramento necessário de antecedentes.
Princípio de Gênero. "O Gênero está em tudo; tudo tem o seu princípio masculino e o seu princípio feminino; o gênero se manifesta em todos os planos." Não se limita ao sexo biológico, mas refere-se às energias geradora (masculina) e receptiva/criativa (feminina) necessárias para qualquer criação.
CONVERGÊNCIAS COM A FILOSOFIA ESPÍRITA
A Filosofia Espírita, sistematizada por Allan Kardec no século XIX, guarda profundas convergências com os axiomas de O Caibalion, demonstrando que a mecânica das leis espirituais opera de forma lógica e universal.
I. Mentalismo
Convergência: O Espiritismo define Deus como a Inteligência Suprema e estabelece que o pensamento é o atributo essencial do Espírito, modelando o fluido cósmico.
O Livro dos Espíritos: Q. 1: "Que é Deus? Deus é a inteligência suprema, causa primária de todas as coisas." Q. 27 indica a existência de dois elementos gerais no Universo: a matéria e o espírito, sendo este último o princípio inteligente.
André Luiz (Mecanismos da Mediunidade, Cap. IV): "O pensamento é a força que atua sobre o fluido cósmico universal, modelando-o e dando-lhe direção, criando formas e projeções que se materializam no plano em que opera."
II. Correspondência
Convergência: A interrelação entre o plano espiritual e o físico, onde a Terra e o corpo humano refletem estruturas e leis existentes nas dimensões espirituais.
O Livro dos Espíritos: Q. 85: "Os Espíritos constituem um mundo à parte, que preexiste e sobrevive a tudo." Q. 86: "O mundo espírita é o mundo normal, primitivo, preexistente, eterno." O plano físico é uma cópia transitória e adaptada dele.
André Luiz (Nosso Lar, Cap. I e II): O autor descreve a colônia espiritual com habitações, praças e hospitais que mimetizam a estrutura terrena, porém em grau superior de pureza e funcionalidade: "A colônia, que é essencialmente de trabalho e transição, apresenta organização urbana que surpreende o recém-chegado pela semelhança com as formas da Terra..."
III. Vibração
Convergência: A matéria difere do espírito apenas pelo grau de quintessência ou densidade. O perispírito e os fluidos espirituais são explicados por variações vibratórias.
O Livro dos Espíritos: Q. 29: "A matéria existe em estados que vos são desconhecidos. Pode ser, por exemplo, tão etérea e sutil que nenhuma impressão cause aos vossos sentidos..."
André Luiz (Evolução em Dois Mundos, Cap. I): "O fluido cósmico é o plasma divino, hausto do Criador... Nele se estruturam os sistemas de matéria sutil ou densa, conforme o padrão vibratório em que se manifestam os agentes inteligentes."
IV. Polaridade
Convergência: O bem e o mal, a ignorância e a sabedoria não são forças ontologicamente opostas e independentes, mas graus diferentes de evolução e percepção da Lei Divina.
O Livro dos Espíritos: Q. 642: "O mal não é o oposto absoluto do bem, mas a ausência deste, ou o desvio do homem da lei de Deus." O Espírito imperfeito difere do Puro Espírito apenas pelo grau de depuração e tempo de aprendizado.
André Luiz (Libertação, Cap. III): "O mal é apenas o bem desgovernado, a energia criadora desviada do seu reto caminho, necessitando de reajuste e orientação, e não de destruição."
V. Ritmo
Convergência: A alternância regular entre a vida no plano físico (encarnação) e a vida no plano espiritual (erraticidade), o repouso e a atividade.
O Livro dos Espíritos: Q. 223: "A alma, após a morte corporal, volta ao mundo dos Espíritos, de onde saíra, para novamente passar por uma nova existência corpórea, após um período mais ou menos longo de erraticidade."
André Luiz (Missionários da Luz, Cap. XIII): Descreve o processo cíclico de preparação e retorno à carne como um fluxo natural da alma que necessita alternar os períodos de esforço ativo no plano físico com o balanço e aprendizado no plano espiritual.
VI. Causa e Efeito
Convergência: A lei de ação e reação ou carma, segundo a qual cada indivíduo colhe invariavelmente os frutos morais de suas escolhas presentes e passadas.
O Livro dos Espíritos: Q. 964: "Deus tem leis plenas de sabedoria... O homem sofre sempre a consequência de suas próprias faltas; não há uma só infração da lei de Deus que não traga consigo a sua punição."
André Luiz (Ação e Reação, Cap. VII): "Cada criatura constrói o seu próprio destino. A lei de causa e efeito funciona com precisão matemática, devolvendo a cada um o reflexo de suas próprias ações na economia do Universo."
VII. Gênero
Convergência: As polaridades complementares feminina e masculina operam na criação e evolução da alma. O Espírito em si não tem sexo anatômico, mas expressa essas energias conforme a necessidade evolutiva.
O Livro dos Espíritos: Q. 200: "Têm sexo os Espíritos? Não como o entendeis, pois que os sexos dependem da organização corpórea. Há entre eles amor e simpatia, mas fundados na concordância dos sentimentos." Q. 201: "Pode o Espírito que animou o corpo de um homem animar o de uma mulher...? Sim, as almas passam por ambas as posições para adquirir as qualidades de cada um desses estados."
André Luiz (Evolução em Dois Mundos, Cap. VIII): "O sexo não é um acidente mecânico, mas uma condição sagrada da alma, cujos princípios masculino e feminino se completam e se alternam nas experiências reencarnatórias para a plena realização do ser perante a Divindade."
DIVERGÊNCIAS ENTRE O HERMETISMO E O ESPIRITISMO
Apesar do forte paralelismo mecânico-filosófico, as duas doutrinas divergem em pontos estruturais:
A Natureza de Deus (Panteísmo vs. Teísmo). O Caibalion flerta com uma visão marcadamente panteísta ou panenteísta, onde o Universo é uma projeção estrita "dentro da mente" do Todo, confundindo-se criador e criatura. O Espiritismo adota uma postura teísta: Deus é o criador, independente de Sua criação; o Espírito e a matéria são efeitos da vontade divina, e não fragmentos da substância de Deus (Q. 14 de O Livro dos Espíritos refuta categoricamente o panteísmo).
O Caráter da Evolução Moral. No Hermetismo (especialmente na leitura do Novo Pensamento contida em O Caibalion), as leis são ferramentas neutras de transmutação mental para o domínio da realidade individual e aquisição de poder pessoal. No Espiritismo, as leis universais têm um caráter essencialmente moral e teleológico. O sofrimento e a reencarnação não visam apenas ao equilíbrio de polaridades energéticas, mas à purificação do sentimento (o desenvolvimento do amor e da caridade).
Origem do Mal. Para o Hermetismo, o mal e o bem são polos equivalentes e necessários da mesma escala (Princípio da Polaridade). No Espiritismo, o mal não tem realidade ontológica eterna; ele é uma condição transitória decorrente do livre-arbítrio e da ignorância do Espírito em suas fases iniciais de evolução. O destino final de todas as almas é a perfeição pura, onde o mal deixa de existir.
Os dois pensamentos, portanto, dialogam para o mesmo ponto em diversas direções, mas se afastam em alguns poucos.
No fundo, trata-se de sabedoria milenar na busca eterna da verdade com ângulos específicos de percepção dela.
E assim amadurecemos o nosso pensamento e aprendemos o que há além dos olhos físicos, até porque o essencial ainda é invisível a eles.
Carlos Pereira - Blog de Carlos Pereira
Referências Bibliográficas
ATKINSON, William Walker (Três Iniciados). O Caibalion: Estudo sobre a Filosofia Hermética do Antigo Egito e da Grécia. Tradução de Rosabis Camaysar. São Paulo: Pensamento, 2020.
KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. Tradução de Evandro Noleto Bezerra. 4. ed. Brasília: FEB, 2013.
XAVIER, Francisco Cândido; ANDRÉ LUIZ (Espírito). Ação e Reação. 30. ed. Brasília: FEB, 2014.
XAVIER, Francisco Cândido; VIEIRA, Waldo; ANDRÉ LUIZ (Espírito). Evolução em Dois Mundos. 27. ed. Brasília: FEB, 2013.
XAVIER, Francisco Cândido; ANDRÉ LUIZ (Espírito). Libertação. 32. ed. Brasília: FEB, 2014.
XAVIER, Francisco Cândido; VIEIRA, Waldo; ANDRÉ LUIZ (Espírito). Mecanismos da Mediunidade. 28. ed. Brasília: FEB, 2013.
XAVIER, Francisco Cândido; ANDRÉ LUIZ (Espírito). Missionários da Luz. 45. ed. Brasília: FEB, 2015.
XAVIER, Francisco Cândido; ANDRÉ LUIZ (Espírito). Nosso Lar. 64. ed. Brasília: FEB, 2014.

18.7.26

NA SEARA DO MESTRE Livro espírita a venda na LER Livros Revistas Papelaria


 

Brasil Livre

Brasil, tu és a Pátria do Cruzeiro,
O meu coração freme de alegria,
Repleto de esperança em novo dia
A esplender em teu céu de brigadeiro...
 
Nas bênçãos do Divino Companheiro
Que te conduz os passos na porfia,
Vencerás toda a treva mais sombria
E hás de mostrar-te em luz ao mundo inteiro...
 
Passada em breve a cruel tormenta,
Que o teu povo, às vezes, desalenta,
Do lamaçal florescerá teu chão...
 
Transformando a derrota em vitória,
Escreverás nas páginas da História
Que não sofreste e não lutaste em vão!...
 
Pedro d’Alcântara/Baccelli
Lar Espírita “Pedro e Paulo”
Uberaba, sábado, 11 de julho de 2026.

17.7.26

EMMANUEL Livro espírita a venda na LER Livros Revistas Papelaria ✍️ Francisco C. Xavier (Autor) Emmanuel (espírito) Editora: FEB 250 páginas tamanho 13 x 18 cm. ❤️https://www.facebook.com/MensageirosLuz ❤️ estudo detalhado de NOSSO LAR https://youtu.be/ydMsfCDlxRk https://www.facebook.com/MensageirosLuz ❤️ palestras de Toninho Barana https://youtu.be/F9R8x9MoAXw ❤️ curso preparatório ESPIRITISMO https://youtu.be/O1YIF2zfPXE ❤️ conheça ESPERANTO https://youtu.be/zD3AktmQYTE https://youtu.be/yDlcRe4zW_4


 

O sonho de união não acabou

A divisão que hoje impera na Europa não é satisfatória para os interesses mundiais. O que lá acontece é que não houve o devido ajuste de conduta entre os povos. É natural que seja assim, pois, somente pouco a pouco, é que tudo se concretiza na união de povos.
Os alemães, os franceses, os ingleses e todos os outros componentes da União Europeia sabiam da dificuldade que seria em materializar este antigo sonho de união. As barreiras a serem transpostas são imensas. Os interesses individuais devem casar com os interesses coletivos e isso fere ao que se convencionou denominar de soberania nacional.
Ora, como fazer parte do todo, sem se integrar a ele, sem se adaptar a conjuntura total?
Estes azedumes locais são naturais e esperados. Os nacionalistas nunca viram com bons olhos a aproximação de povos que antes foram circunstancialmente seus inimigos. Enxergam com certa desconfiança as diferenças e decisões tomadas em colegiado. Afinal, como ficará a vontade do meu país diluída entre os demais?
Esta expectativa negativa de muitos europeus ganhou eco entre os britânicos, não todos eles, mas de um agrupamento mais conservador, portanto, menos liberal a ideias novas.
Eles acham que o mundo não mudou. Que a libra esterlina é forte por natureza. Que seu país ainda é, de certa forma, o centro do mundo. Não entendem como é que eles podem ficar sem emprego e muitos europeus de outras nações ocuparem o seu lugar.
Esta relação de perdas e ganhos é uma contabilidade que todos os países integrantes da União Europeia fazem constantemente. Em outras palavras, averiguam se é melhor estar sozinho ou fazer parte de um grande grupo de nações.
Esta contabilidade, meus caros, para todos, sem exceção, têm se demonstrado positiva, afinal de contas, isoladamente, ungindo de suas próprias ações, dificilmente conseguiriam os resultados desejados. Hoje, fazendo parte da “nação europeia” sentem-se, muitos deles, seguros e fortes. Esta é a razão do reforço pela ideia integrativa europeia. As contas, no final, batem no azul.
A União Europeia sabe do momento decisivo que atravessa. A inesperada, mas ainda não concretizada saída dos britânicos, é, sem dúvida alguma, uma queda nas pretensões plurais que já estão em desenvolvimento.
Torcemos para que os ingleses reflitam melhor sobre a sua decisão, aliás, muitos já estão fazendo, mesmo aqueles que votaram favoravelmente no plebiscito separatista. A pena para a saída do bloco continental será tamanha que poderá, inclusive, ocorrer um retrocesso nesta decisão. Não tenho dúvidas alguma sobre isso.
Este patamar de coisas é observado por nós espíritos com muita clareza. Estamos atentos aos fatos igualmente a vocês aí no plano físico. As repercussões não são apenas de ordem material. Diria que são primeiramente de ordem espiritual, pois não existe efeito sem uma causa fundante.
Aguardemos os fatos. Muita água ainda está por rolar sob as pontes londrinas. Nada é definitivo, a não ser a própria vida que nos abastece de esperanças e alegria.
Joaquim Nabuco - Blog Reflexões de um Imortal

16.7.26

A GALINHA VIÇOSA Livro infanto juvenil espírita a venda na LER Livros Revistas Papelaria


 

Comentário Questão 819 do Livro dos Espíritos

FRAGILIDADE FÍSICA
 
Homem e mulher certamente que não poderiam ser iguais nas suas estruturas físicas; não haveria razão de ser, porque cada um tem funções diferentes, que se completam na união entre os dois. Enquanto a alma não despertar todas as suas qualidades espirituais, um precisa do outro, e os dois necessitam de todos os amigos na troca de valores indispensáveis à vida e, ao mesmo tempo, de olvidar o egoísmo.
Quando a criatura dominar todas as suas paixões, sentir o amor puro no coração e amar verdadeiramente, a sua dependência será somente em relação a Deus. Com os outros companheiros do seu nível tornar-se-ão um todo, sem, contudo, dar lugar nos sentimentos ao egoísmo e ao orgulho. Será aquele Espírito que já se unificou com Jesus, sentindo-se permanentemente filho de Deus.
A mulher, sendo mais fraca fisicamente, deve cuidar dos trabalhos mais leves, aquele exercício sublimado do lar, enquanto o homem tem estrutura mais grosseira para os trabalhos da sua espécie. Eis aí como um completa o outro para a paz e o bem-estar da família.
O casamento é a porta pela qual as almas começam a trabalhar e a compreender a si mesmas. Nada se pode fazer sozinho na Terra, e mesmo no céu se agrupam Espíritos com os mesmos ideais; assim não sendo, não realizarão o grande ideal de servir com mais eficiência. No entanto, esses grupos de almas têm sempre um que os dirige, em se apresentando mais livre, com mais experiências, comandando com destreza aqueles de boa vontade.
Em tudo na natureza podemos notar agrupamentos para melhor servir na função a que se foi chamado a cooperar, desde os átomos até os mundos. A libertação começa no Espírito e cresce nele de maneira que pode chegar a raias inconcebíveis aos que se movimentam na Terra envolvidos na carne.
A mulher dos dias que correm, por motivo de testemunhos a que deve se submeter, está se envolvendo nos trabalhos dos homens, e eles, por vezes, nos das mulheres, por motivos que eles mesmos desconhecem. No entanto, o tempo mostrará que essas necessidades desaparecerão com o tempo, deixando cada um em seu verdadeiro lugar. Desde quando se pode trocar de vestes, de homem ou de mulher, acabam as necessidades de um fazer o trabalho do outro, quando se tem uma sociedade justa, que assiste todos nos seus devidos lugares. Não há, imperiosamente, necessidade de a mulher ocupar o lugar do homem, ela que foi feita especialmente para o lar, em primeiro lugar, bem como de o homem ocupar-se com as obrigações da mulher, já que foi abençoado por Deus para os trabalhos mais rudes, na responsabilidade de enfrentá-los, recolhendo experiências no ramo que precisa para viver. Isto não quer dizer que, sendo o corpo da mulher mais fraco, o Espírito também o é, o mesmo ocorrendo em relação ao homem.
A mulher é mãe, tendo no coração o amor mais acentuado; o homem é pai, que gera nos sentimentos mais energia no que se refere à disciplina. Todavia, os pais de um lar, não devem entrar em discórdia, pois deste modo desarmonizam a casa e desajustam os filhos que receberam para educar.
Lembremos João, no capítulo seis, versículo quarenta e três, que assim registrou:
Respondeu-lhes Jesus: Não murmureis entre vós.
O casal não deve murmurar; é de seu dever compreender um ao outro em todos os aspectos da vida, para que a vida em casa possa entrar em sintonia com o Evangelho de Jesus. Os filhos têm muita facilidade de copiar os pais, condicionando o que vêem e ouvem dos seus genitores. A responsabilidade é muito grande, ante a paternidade maior.
A vida na Terra é cheia de amargor. Os problemas e sacrifícios são sem conta. Sabemos disso por experiências, contudo, Deus não se esquece dos Seus filhos, principalmente daqueles em exercício na Terra, carregando um corpo físico. O forte e o fraco se completam para notarem que existe a felicidade depois das inúmeras tempestades.
Livro Filosofia Espírita - João Nunes Maia - Miramez

15.7.26

Gravação do Estudo detalhado do livro MECANISMOS DA MEDIUNIDADE Capítulo 13 – FENÔMENO HIPNÓTIDO INDISCRIMINADO



EXPIAÇÃO

Lafayette Melo *
 
Enterro de outro corpo. Abrindo a campa fria,
Ocorreu a imprevista exumação... O achado
Do cadáver de borco, horrível, macerado,
No pavor da aflição, recordando a agonia...
 
Torva interrogação pairou, rude e sombria:
– Fora enterrado vivo o inditoso finado?...
Mas, no Espaço, o problema era já superado :
Caso triste e invulgar de catalepsia...  
 
Alguém pagou à Lei o sentiu derradeiro,
No sofrimento atroz dos minutos da morte,
De um crime feito atrás quando fora coveiro.
 
E a alma foi demandando as esferas da Altura,
Exultante de amor, resplandecente e forte,
Mais livre e mais feliz, mais serena e mais pura!...
 
Filho de Desidério de Melo e de D.Clarinda de Melo, LM, além de poeta, foi professor, poliglota e jornalista. Um dos fundadores e diretores de O Garoto, em sua terra natal. Órfão de pai desde cedo, foi um autodidata. Desde que se tornou espírita, passou a ser devotado colaborador de A Flama (hoje, A Flama Espírita), semanário espírita uberabense, com sonetos bem trabalhados, de conteúdo doutrinário. (Uberaba, Minas, 21 de Outubro de 1892 – Patrocínio, Minas, 15 de Agosto de 1953.)

Livro: “Antologia dos Imortais” - Psicografia de Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira.

14.7.26

EDUCAÇÃO ESPÍRITA Livro espírita a venda na LER Livros Revistas Papelaria

 


Mensagem publicada na página 4 da Gazeta de Limeira de 14.07.2026

 ORIGEM DO ESPÍRITO

De onde originou-se o Espírito? Ele é parte do Criador, ou gerou-se espontaneamente? Não nos cabe responder da maneira que muitos querem saber; a especulação é muito profunda para a faixa a que pertencemos na escala evolutiva em que, por enquanto, estagiamos. A origem do Espírito se perde nas noites de bilhões de anos, de maneira a escapar às deduções e às especulações humanas. Temos a dizer que ele é criação de Deus, e não parte do Todo Poderoso. Como querer conhecer o Espírito, de onde ele veio e para onde ele vai? Basta, por enquanto, estudarmos e começarmos a praticar as regras ensinadas por Jesus, que neste clima perceberemos os primeiros elos que nos prendem ao Criador, e o objetivo da própria vida. No século atual pode-se observar as grandes invenções dos homens. Pois bem, são suas filhas, e não o próprio homem. E Deus, sendo a Inteligência Suprema, claro que Sua criação é mais perfeita do que a dos homens. Ele não vedou os conhecimentos aos Seus filhos, porém estatuiu leis para regularem a sabedoria, de acordo com a própria evolução, e isto o fez para o bem e a paz das criaturas. Dotou-nos de todas as qualidades, de modo que esses tesouros desabrochassem no tempo certo e no momento exato, sem nos perturbarem, antes, nos favorecendo em todos os rumos frente à eternidade.

Filosofia Espírita L.E.77 – João N. Maia – Miramez – Toninho Barana.

12.7.26

A EDUCAÇÃO DA ALMA Livro espírita a venda na LER Livros Revistas Papelaria


 

A MENSAGEM DO DR. BEZERRA

Filhos,
Jesus nos abençoe.
Trabalhem com afinco no amor ao Ideal.
Avancem vigilantes, sabendo que o caminho é repleto de pedras de tropeço.
Não se descuidem de si mesmos um instante sequer.
Basta pequena concessão à treva para que a escuridão se lhes faça na alma de maneira mais sombria.
Cultivem a humildade, não se importando de estarem sempre labutando nas últimas fileiras do Bem.
O Cristo vivia protegido pela multidão necessitada.
A proteção que Ele estendia aos “filhos do Calvário”, era a proteção que Lhe era dispensada pelo Pai, a fim de cumprir com a sua Divina Missão.
Mesmo na hora da cruz, Ele estava ladeado por dois irmãos sofredores.
Quem se afasta da vivência na Caridade está prestes a cair, não importando à altura a que se tenha elevado pelo intelecto.
Não contabilizem mágoas e dissabores.
Sobre a Terra, o espírito que não enfrenta provações não tem oportunidade de obter promoção.
Vigiem, quanto possam, a palavra que lhes escape dos lábios, e aquela que lhes busque os ouvidos.
Não se permitam desanimar pelos acontecimentos deprimentes que, na hora que passa, parecem se multiplicar entre os homens.
Preocupem-se em cumprir com o dever que lhes compete, ainda que, para tanto, tenham que verter muito mais lágrimas que suor.
Estamos e continuaremos juntos.
A luta que faceiam, igualmente, se estende à este Outro Lado da Vida.
Regozijemo-nos, no entanto, como os Apóstolos que, depois de açoitados, por ordem do Sinédrio, retiraram-se “regozijando-se por terem sido considerados dignos de sofrer afrontas por esse Nome” – Jesus Cristo!...
Bezerra de Menezes/Carlos A. Baccelli - Blog Mediunidade na Internet
Lar Espírita “Pedro e Paulo”
Uberaba – MG, 10 de julho de 2026.

10.7.26

É IMPOSSÍVEL MORRER Livro espírita a venda na LER Livros Revistas Papelaria


 

Comentário Questão 819 do Livro dos Espíritos

FRAGILIDADE FÍSICA
 
Homem e mulher certamente que não poderiam ser iguais nas suas estruturas físicas; não haveria razão de ser, porque cada um tem funções diferentes, que se completam na união entre os dois. Enquanto a alma não despertar todas as suas qualidades espirituais, um precisa do outro, e os dois necessitam de todos os amigos na troca de valores indispensáveis à vida e, ao mesmo tempo, de olvidar o egoísmo.
Quando a criatura dominar todas as suas paixões, sentir o amor puro no coração e amar verdadeiramente, a sua dependência será somente em relação a Deus. Com os outros companheiros do seu nível tornar-se-ão um todo, sem, contudo, dar lugar nos sentimentos ao egoísmo e ao orgulho. Será aquele Espírito que já se unificou com Jesus, sentindo-se permanentemente filho de Deus.
A mulher, sendo mais fraca fisicamente, deve cuidar dos trabalhos mais leves, aquele exercício sublimado do lar, enquanto o homem tem estrutura mais grosseira para os trabalhos da sua espécie. Eis aí como um completa o outro para a paz e o bem-estar da família.
O casamento é a porta pela qual as almas começam a trabalhar e a compreender a si mesmas. Nada se pode fazer sozinho na Terra, e mesmo no céu se agrupam Espíritos com os mesmos ideais; assim não sendo, não realizarão o grande ideal de servir com mais eficiência. No entanto, esses grupos de almas têm sempre um que os dirige, em se apresentando mais livre, com mais experiências, comandando com destreza aqueles de boa vontade.
Em tudo na natureza podemos notar agrupamentos para melhor servir na função a que se foi chamado a cooperar, desde os átomos até os mundos. A libertação começa no Espírito e cresce nele de maneira que pode chegar a raias inconcebíveis aos que se movimentam na Terra envolvidos na carne.
A mulher dos dias que correm, por motivo de testemunhos a que deve se submeter, está se envolvendo nos trabalhos dos homens, e eles, por vezes, nos das mulheres, por motivos que eles mesmos desconhecem. No entanto, o tempo mostrará que essas necessidades desaparecerão com o tempo, deixando cada um em seu verdadeiro lugar. Desde quando se pode trocar de vestes, de homem ou de mulher, acabam as necessidades de um fazer o trabalho do outro, quando se tem uma sociedade justa, que assiste todos nos seus devidos lugares. Não há, imperiosamente, necessidade de a mulher ocupar o lugar do homem, ela que foi feita especialmente para o lar, em primeiro lugar, bem como de o homem ocupar-se com as obrigações da mulher, já que foi abençoado por Deus para os trabalhos mais rudes, na responsabilidade de enfrentá-los, recolhendo experiências no ramo que precisa para viver. Isto não quer dizer que, sendo o corpo da mulher mais fraco, o Espírito também o é, o mesmo ocorrendo em relação ao homem.
A mulher é mãe, tendo no coração o amor mais acentuado; o homem é pai, que gera nos sentimentos mais energia no que se refere à disciplina. Todavia, os pais de um lar, não devem entrar em discórdia, pois deste modo desarmonizam a casa e desajustam os filhos que receberam para educar.
Lembremos João, no capítulo seis, versículo quarenta e três, que assim registrou:
Respondeu-lhes Jesus: Não murmureis entre vós.
O casal não deve murmurar; é de seu dever compreender um ao outro em todos os aspectos da vida, para que a vida em casa possa entrar em sintonia com o Evangelho de Jesus. Os filhos têm muita facilidade de copiar os pais, condicionando o que vêem e ouvem dos seus genitores. A responsabilidade é muito grande, ante a paternidade maior.
A vida na Terra é cheia de amargor. Os problemas e sacrifícios são sem conta. Sabemos disso por experiências, contudo, Deus não se esquece dos Seus filhos, principalmente daqueles em exercício na Terra, carregando um corpo físico. O forte e o fraco se completam para notarem que existe a felicidade depois das inúmeras tempestades.
Livro Filosofia Espírita - João Nunes Maia - Miramez

8.7.26

Gravação do Estudo detalhado do livro MECANISMOS DA MEDIUNIDADE Capítulo 12 – REFLEXO CONDICIONADO


 

Razão de Viver

Vejo pessoas tristes, chorosas, em desconforto interior.
Não sabem para onde irão, não sabem o que devem fazer.
A vida passa para elas como um tormento. Os dias são longos e cansativos. Suas vidas são um verdadeiro fardo.
Ao olhar para elas, vejo um olhar de depressão, caído, sem vida. Mortas em vida.
Que pena!
Muitas deixaram de ter o prazer de viver bem antes de retornarem ao corpo físico. São pessoas – ou espíritos – desolados, sozinhos, sem propósitos.
Por mais que se ajude a elas a encontrar um alvo na vida, uma razão para existir, elas desistem em pouco tempo. Não veem graça nisso. Justificativas não faltam.
Este pessimismo em que levam as suas vidas é demasiadamente preocupante porque elas abrem brechas psíquicas para os aproveitadores da espiritualidade.
E são muitos do lado de cá da vida.
Eles se preocupam apenas em arregimentar pessoas para seu séquito de domínio. A satisfação deles é submeter as pessoas ao seu capricho, as suas ordens.
Não vendo motivo para viver. Inertes. Eles isolam ainda mais as pessoas do mundo e do convívio das outras pessoas.
Flertam com o mal e colocam os “tristes da vida” a obedecerem no que eles determinarem.
Sem forças, sem reação, sem apoio, estas pessoas sucumbem ao domínio do mal e da não vida.
Muito cuidado, amigos, para não caírem nas armadilhas cruéis destes nossos irmãos que levam a vida a procurar seguidores passivos da sua vontade.
Aquela ameaça de desânimo tem que ser evitada.
Aquele convite a reclusão necessita ser afastada.
Aquela tristeza sem razão deve ser dispersada.
Não dar ouvidos a estes convites sombrios é um gesto importante para levar a vida com outros ares.
Em compensação, para quem abre-se para a vida, para quem ver no outro a razão de ser da sua existência, a via enche-se de felicidade e júbilo.
Não viemos à vida para ficar de braços cruzados. Viemos à vida para trabalhar e servir.
É no serviço redentor que encontramos mais forças e razões para prosseguir.
Sigamos adiante!
Vamos dar um passo a mais!
E a razão de existir ancorada no Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo fará mais sentido e alegria invadirá a nossa alma.
E a vida será realmente mais feliz.
Helder Camara = Blog Novas Utopias

6.7.26

A DUPLA PERSONALIDADE Livro espírita a venda na LER Livros


 

Hipótese Reencarnatória

Muito comum, às vezes, até por brincadeira, as pessoas levantarem hipótese reencarnatória sobre outras no passado remoto ou recente.
Embora possa ser brincadeira, semelhante prática não deixa de vulgarizar a Reencarnação, que é uma tese que, com máxima seriedade e respeito deve ser tratada.
Todavia, em muitas circunstâncias, o assunto extrapola a simples brincadeira, e, na boca de desavisados, torna-se quase realidade inconteste, como se tais desavisados tivessem o poder de algo saber sobre a vida passada de alguém.
Existem, infelizmente, até denominados “médiuns” que, valendo-se de seus supostos dons, avançam no terreno da hipótese reencarnatória, movidos por interesses de natureza escusa.
Conheci casos de “médiuns” que, por exemplo, por onde jornadeavam, a “serviço” doutrinário, “descobriam” suas mães e seus pais do pretérito, com a curiosidade de que esses genitores sempre possuíam alto poder pecuniário – eu nunca soube que os mesmos “sensitivos” tivessem descoberto alhures mães que houvessem sido humildes serviçais e pais de mãos calejadas no cabo da enxada.
Creio que seja o momento de dizermos um “basta” a tais brincadeiras, que viram motivo de chacota em quadros hilários da TV ou em rodas de comediantes, e um “basta” muito maior a esses “médiuns” aventureiros que, a rigor, não sabem nem quem eles próprios são em sua atual existência física.
E, depois, levando-se em consideração que esta atual existência no corpo é a melhor de todas que muitos já tiveram, não convém escarafunchar o passado próprio, ou de alguém, para, simplesmente, encontrarem sucata.
INÁCIO FERREIRA - Blog Mediunidade na Internet

4.7.26

Médium da Luz

Se queres mediunidade,
Na fé que em ti se ressalta,
Convence-te que na Terra
Nenhuma existe mais alta...
 
Nem a que escreve livros
De uma maneira precisa,
Nem a que cede ectoplasma
E os mortos materializa...
 
Nem a que ocupa a tribuna
Com brilhante exposição,
Nem a que traz o remédio,
No passe estendendo a mão...
 
Nem mesmo a clarividente,
Ou a de desdobramento,
Ou pode ouvir os espíritos
Sem qualquer impedimento..
 
Mediunidade sublime,
Por fonte de amor e luz,
É a de quem faz o Bem,
Sendo médium de Jesus!...
 
Formiga/Baccelli - Blog Espiritismo em Prosa e Verso
Lar Espírita “Pedro e Paulo”
Uberaba – MG, 27-6-26

DOUTOR, EU OUÇO VOZES Doença mental ou mediunidade? Livro espírita a venda na LER Livros Revistas Papelaria


 

3.7.26

JESUS E O EVANGELHO Livro espírita a venda na LER Livros Revistas Papelaria


 

Cromoterapia, Florais de Bach... Nos Centros Espíritas

Nós espíritas sabemos que existem Centros Espíritas ( que assim auto denominam-se ) que trabalham com cromoterapia, florais de Bach, etc. e que conseguem bons resultados de curas. Fazem os doentes saírem física e mentalmente recuperados. Cabe a nós, espíritas, respeitar as mais diversas modalidades e formas de cura. São meios úteis de minimizar o sofrimento alheio.
Se temos por obrigação respeitar a forma dos outros agirem ( não devemos respeitar o livre arbítrio? ) e, até elogiar por estarem aplicando mais uma maneira de ajudar a quem precisa, temos, por outro o lado, o direito de pedir ao líderes dessas instituições para não denominá-las de Centros Espíritas.
Releia Kardec.
Você, caro irmão, assim agindo, com o nobre propósito de ajudar o próximo, prejudica o foco do Espiritismo.
O bom líder sabe que determinar o foco é o passo fundamental para conseguir sucesso em sua empreitada.
Agindo assim, meu irmão, vão confundir Espiritismo com Casa de Recuperação, onde o doente vai com um mal do corpo ou do espírito, cura-se, e depois volta para sua residência esquecendo-se completamente da importância do Centro Espírita em sua vida, ou mesmo não tendo – esse doente recém curado - acesso à profundidade da Doutrina Espírita, que é o que ocorre na maioria das vezes.
Não pense que o Espiritismo não deixa de ser uma Casa de Recuperação. Ele o é, sim. Mas como um meio, não como um fim. A pessoa que enxergar o Centro Espírita principalmente como uma Casa de Recuperação, está tendo uma visão desfocada do Espiritismo.
Uma Casa de Recuperação atende um doente por um tempo determinado, até que ele se cure.
O Espiritismo não é uma Casa de Recuperação, apesar de poder e dever agir como tal (mas repito, como um meio, não como um fim). O Espiritismo é sim, uma Escola, que tem o objetivo de educar – para sempre, e não por um tempo determinado – o espírito imortal.
Por que hoje muitos indivíduos procuram o Centro Espírita para se curarem de um mal qualquer, curam-se e depois não voltam mais?
Porque o Espiritismo está, de forma errônea, vendendo essa imagem de Casa de Recuperação.
Insisto: adotar cromoterapia, florais de Bach, etc. é desfocar o Espiritismo. É não abrir os olhos do indivíduo ao profundo conhecimento e entendimento que a Doutrina Espírita pode a ele proporcionar por toda sua imortal vida, e não apenas por um momento em que precisou ser curado de determinado mal.
Se quiser, caro irmão, continue a adotar a cromoterapia, divulgue e aplique os florais de Bach, sabemos que existem muitas formas de sermos úteis à humanidade, mas, por favor, mude o nome de sua instituição. Para o bem da exata compreensão do que é o Espiritismo, não a chame de Centro Espírita.
Não prejudique o foco.
Alkíndar de Oliveira

2.7.26

A Dor Ensina - Livro a venda na LER Livros Revistas Papelaria


 

Comentário Questão 818 do Livro dos Espíritos INFERIORIDADE

INFERIORIDADE
A suposta inferioridade moral da mulher, em certos países, é produto da ignorância dos homens, e do predomínio da força bruta, que supõe tudo resolver pela violência. Esse massacre dos valores da mulher é que causa os distúrbios da sensibilidade nos desvios dos seus valores imortais.
Nessa violência contra a fragilidade dos corpos femininos, sofre, outrossim, a alma, com a interpretação satânica de certos teólogos, de que a mulher não tinha Espírito, por ter sido feita da costela de Adão. Essa ilusão de que a humanidade nasceu de Adão e Eva criou muitos erros e deu nascimento a muitos distúrbios que fizeram paralisar ou retardar as manifestações do amor de Deus para com a humanidade. Até mesmo almas eminentes sofreram a influência dessa teologia das trevas; eis porque falamos sempre do condicionamento de certas idéias sem fundamento na verdade.
Procuremos inquirir, no silêncio da própria vida, porque a mulher é inferior moralmente ao homem. Esse preconceito escapa ao raciocínio, ao bom senso, à bondade de Deus e à razão. Esta desvalorização dos valores femininos não tem sentido. "O Livro dos Espíritos" nos mostra, na sua beleza espiritual, todas as leis e a igualdade da criação do homem e da mulher, nas suas operações diversas, mas com os mesmos direitos e deveres perante Deus.
O Espírito não tem sexo; os corpos que ele usa nas vidas sucessivas têm diferenças uns dos outros, para que se tornem complementares às suas necessidades. A crueldade do homem, no seu primitivismo, é que fez marginalizar a mulher, para que pudesse crescer o seu poder como "rei" da criação. Mas, como as leis naturais são imutáveis, a lei da justiça é a mesma e o será sempre, em todas as épocas da humanidade. Os próprios homens é que deverão, por maturidade, reconhecer as coisas de Deus.
A mulher terá a sua glória; se perdeu alguma liberdade no mundo, ganhou sua paz na consciência, gerou em si forças de sustentação e o domínio de ser útil às gerações, como mãe. Ela, aparentemente, perdeu, mas, na realidade, nada perdeu na área da eternidade. Muitas estão ocupando corpos masculinos para mostrar aos homens como se deve amar, pedindo e trabalhando para a igualdade dos direitos em todas as atividades que possam alcançar.
A Doutrina Espírita vem remover essas idéias de inferioridade da mulher ante o homem e insuflar, no coração do mesmo, o perdão. Se os ignorantes desejam ficar na Terra, que fiquem até surgir a maturidade, mas com a consciência pesada temem perder o que eles mesmo destruíram, com a prepotência.
Vejamos o que nos diz João, no capítulo sete, versículo trinta e quatro, mostrando 'o que pode acontecer e que já ocorreu com muitos no plano espiritual:
Haveis de procurar-me, e não me achareis; também onde eu estou, vós não podeis ir.
Mas, vem a misericórdia de Deus, que é sempre Pai, dando oportunidade para o desenvolvimento dos poderes espirituais, de modo que esses Espíritos entrem em êxtase e por um pouco possam encontrar aqueles que foram desprezados, agredidos e maltratados, até que se suavize o fardo e fique leve o jugo. O sofrimento de uns desenvolveu-lhes a capacidade de entender mais a vida, e os que agrediram embruteceram suas possibilidades de se libertarem no campo do Espírito. Entretanto, pela bênção da possibilidade de intercâmbio entre os dois mundos, possibilitou-se às criaturas o conhecimento das leis, tornando-as livres dos velhos preconceitos humanos e alegrando-as na alegria divina, com o Cristo no centro da consciência.
Livro Filosofia Espírita - João Nunes Maia - Miramez