13.2.26

AROMATERAPIA - MAGIA DOS AROMAS 📖 Livro a venda na LER Livros Revistas Papelaria


 

Jeito de Foliar

Festa popular invade as ruas do meu Brasil.
Que maravilha ver tanta gente fantasiada, cheia de alegria, a cantar, a dançar, a amar.
O carnaval é festa popular das mais interessantes porque faz o ser humano extravasar as coisas negativas que enferrujam o seu organismo e a sua mente. É uma verdadeira lavagem mental e espiritual.
A alegria do povo pernambucano, em particular, que tive a oportunidade de vivenciar de perto, é coisa contagiante. Já me referi outras vezes que a minha vontade como bispo era sair no meio do povo para dizer da alegria de viver. Pelo menos é assim que vejo o carnaval. Que festa bonita e colorida. Festa do povo em geral. Ricos e pobres se encontram na mesma praça, cantando e dançando a mesma música. É uma forma de socializar a alegria.
Eu não posso me responsabilizar aqui é com os excessos. E não posso me associar aqui com os que aproveitam a festa popular para roubar, agredir, exagerar na dose. Dose em todos os sentidos. Isto não é carnaval, isto é desvario.
Como é importante separar uma coisa da outra. Escrevo isso porque creio que não devo censurar algo que faz parte da alma do povo brasileiro. É uma expressão livre da vontade em querer brincar, brincar saudavelmente.
O que acontece é que pedaços expressivos da população aproveitam para se esbaldarem. Estes não são carnavalescos, são desnutridos de bom senso e, muitas vezes, de autoestima. Escondem-se numa fantasia qualquer ou exageram nos sentidos humanos para locupletar o seu vazio interior ou sua falta de amor-próprio.
O problema, portanto, não é do carnaval, mas do que fazem com o carnaval.
Não posso aqui ser ingênuo do complexo de coisas que ocorre durante esta festa popular. Trabalho, diuturnamente, no lado espiritual da festa, em diminuir os efeitos dos equívocos cometidos por parte das pessoas que não são brincantes, são “brigantes”.
É lastimável também ver o estado febril que a bebida provoca e o acoplamento dos espíritos sobre todos aqueles que aproveitam o momento para se deliciar nos prazeres da carne.
É este o carnaval que os homens conseguiram produzir por enquanto. O que hei de fazer, condenar? Jamais. Não vou tirar o excesso pela essência.
Como não posso falar de bem dos blocos líricos que vi passar todos os anos na porta das Fronteiras?
Como não devo expressar a beleza das escolas de samba que apresentam um verdadeiro espetáculo cultural para as nossas lentes visuais?
O ponto de equilíbrio, quero crer, um dia o homem saberá dar. Enquanto isto não acontece, vamos aperfeiçoando, pouco a pouco, o jeito de foliar.
Educando para evitar os danos que podem perdurar pelo resto da vida.
Orientando para evitar tomar decisões precipitadas.
Acolhendo os desequilibrados no corpo e no espírito.
Neste carnaval, como na vida toda, deixe a alegria passar e brinque no bloco do amor e da fraternidade.
Evoé!
Helder Câmara – Blog Novas Utopias

12.2.26

JESUS E (É) VIDA 📖DVD espírita a venda na LER Livros Revistas Papelaria


 

Comentário Questão 802 do Livro dos Espíritos

APRESSAR O PROGRESSO
 
Os que pedem milagres sempre encontram fenômenos maravilhosos, no seu dia-a-dia, ou estudando a história dos povos. O maior fenômeno transcendental de todos os tempos foi a vinda de Jesus à Terra; os prodígios operados por Ele foram incontáveis, e mesmo depois que voltou para o Pai, continuou a fazê-los por toda parte. Ele mesmo disse que ninguém é profeta em sua Terra, e foi justamente ali que Ele também encontrou a incredulidade quanto a Sua procedência. Até hoje, depois de quase dois mil anos, ainda há quem negue que Ele é o Cristo que havia de vir.
Somente a Doutrina dos Espíritos veio tirar os homens dessa incredulidade, produto da ignorância. Essa é a resposta de por que Deus não apressa o progresso: não creiamos somente porque vemos, pois a crença nasce da maturidade espiritual.
Os meios de mostrar à humanidade a existência dos Espíritos, o mundo espiritual os tem. Só nos basta analisá-los e concluirmos que não adianta; usar esses recursos é perder tempo para os novos fariseus e escribas espalhados pelo mundo inteiro.
Estamos trabalhando e não paramos de nos esforçar no sentido de que os homens se esclareçam. Preparamos terreno para a maturidade das almas, pelos processos do tempo e do esforço. Eis aí o nosso instrumento, a Doutrina dos Espíritos revelando e fazendo renascer o Cristianismo original, de modo que os homens acordem à luz da verdade e reconheçam Aquele que é o caminho de todos nós, que é a verdade e a vida. Ele já se libertou de todas as leis, para se integrar no coração espiritual do próprio Criador.
Nós, na verdade, estamos vivendo os tempos de apressamento do progresso, mas, nos limites que a humanidade possa assimilar. é chegado o fim dos tempos maus, e os flagelos, as dores sem conta e as catástrofes são o apressamento do progresso, que a lei permite fazer, mas, com o intuito que Paulo nos apresenta na sua fala à Timóteo, conforme o capítulo um, versículo cinco:
Ora, o intuito da presente admoestação, visa ao amor que procede de coração puro e de consciência boa e de fé sem hipocrisia.
A pureza de coração, de consciência e de fé, nos leva a mostrar aos companheiros os ensinamentos elevados com tal simplicidade, que ajuda no amadurecimento das almas. Essas são as bênçãos de Deus que estão se derramando por todos os lados, e. o Espiritismo é um desses instrumentos de luz para clarear o mundo.
Esperamos o esforço de cada um, para que as portas se abram, porque os Anjos do Senhor estão transitando por todos os lados, mas, somente entram nos corações que abrirem as portas dos sentimentos. Todos somos portadores de luz imortal de Deus; deixemos que brilhe a nossa luz, porque somente ela nos conduzirá à felicidade.
Apressemo-nos em entender Jesus e deixemos o Cristo comandar os nossos sentimentos, de modo que o amor se transforme em diversas forças para nos mostrar a verdade, pelos canais da esperança.
Os milagres que se esperam, os maiores e os mais convincentes têm a sua fonte na própria intimidade de cada um. Ninguém vem a conhecer a verdade apenas pela ciência; ela tão somente dá notícia da sua existência. A verdade deve ser sentida.
Livro Filosofia Espírita - João Nunes Maia - Miramez

11.2.26

Gravação do Estudo detalhado do livro EVOLUÇÃO EM DOIS MUNDOS estudo detalhado de NOSSO LAR


 

DIVIDE

AUTA DE SOUZA*
 
Não somos simplesmente os bens da vida...
Deus reparte a bondade com grandeza.
O próprio pão que te enriquece a mesa
É mensagem da terra dividida.
 
Fita a glória solar fremindo acesa,
A fonte que ao repouso te convida
E as flores que se entregam sem medida,
No coração de luz da Natureza...
 
Divide assim também do que te sobre.
O celeiro do bem nunca está pobre,
Inda que singeleza nele brade.
 
82  A prece, o bolo, o caldo, o leite e a veste
São dividendos para o Lar Celeste,
No tesouro de amor da eternidade...
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(*)《Poetisa de grande emoção religiosa》, no dizer de Afrânio Peixoto, órfã de pai e mãe, AS, desde cedo, enfrentou o mar de provações redentoras, no qual vogou por toda a sua curta vida física. Educada no Estado de Pernambuco, amargou uma existência de acerbos sofrimentos. 《Sua vida》- di-lo Hostílio Montenegro - 《foi uma coroa de espinhos atada com a tuberculose.》 Seu livro Horto (1899) traz um prefácio de Olavo Bilac, no qual o poeta, após dizer que o volume 《vem revelar uma poetisa de raro merecimento》, faz esta ressalva: 《não há nas estrofes do Horto o labor pertinaz de um artista.》 《 Talento e sensibilidade》 – observa Domingos Carvalho da Silva (Vozes Fem. da poesia Brás., pág. 25) - 《Não faltaram à triste moça tísica do Nordeste, que cometeu todavia, o equívoco irreparável de fixar os olhos brilhantes em Lamartine, quando já brilhava a estrela de Mallarmé e Verlaine.》(Maracaiba, Rio Grande do Norte, 12 de Setembro de 1876 – Natal. Rio Grande do Norte, 7 de Fevereiro de 1901.)
BIBLIOGRAFIA: Horto. A 3ª edição, Rio de Janeiro, 1936, é prefaciada por Alceu Amoroso Lima.
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25-32. Ler com hiato:  so/fre e/ er/ra;
                                  De/ que o /ho/mem.
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39. Leia-se to/da a/ ho/ra, em três sílabas.
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62. Cf. a nota n° 39 deste capítulo.
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82. Observe-se a enumeração.
Livro: “Antologia dos Imortais” - Psicografia de Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira