11.8.26

ESCRAVOS DO OURO Livro espírita a venda na LER Livros Revistas Papelaria



Mensagem publicada na página 4 da Gazeta de Limeira de 11.08.26

FORMAÇÃO ESPONTÂNEA

Acreditar que os Espíritos se formam espontaneamente é desconhecer as leis do Criador. Por não dispormos de outro termo mais adequado, cabe-nos dizer que Deus nos criou pela Sua potente força de vontade. Podemos dizer que Ele disse: “Faça-se a Luz, e a Luz se fez”, não deixando de ser um simbolismo divino. O tempo na contagem humana, que se gastou para que o Espírito se expressasse como inteligente, está perdido no próprio tempo. Nada se opera no esquema de Deus sem o trabalho permanente d'Ele e dos Seus filhos maiores, disseminados em toda a criação universal. Devemos andar de passo a passo e, quando o progresso nos chamar, busquemos acelerar nossa marcha, por já suportarmos o entendimento. Em tudo encontramos as marcas das mãos da Divindade, que deixa o selo da perfeição. Tudo que Ele fez está perfeito; a ignorância é que nos faz ver erro onde não existe. Estamos todos em processo de despertamento espiritual, e aí é que encontramos a desarmonia, sem que ela exista realmente. Se Deus nos criou à Sua Semelhança, no que devemos crer, estamos de posse de muitas qualidades, que aparecerão com o tempo, que fará desabrochar os nossos talentos pelas bênçãos do próprio Criador. Referente ao Espírito, a coisa é muito mais séria. Seria sua formação espontânea? Certamente que não; é uma programação divina, a Sua mais perfeita criação. Nada existe imperfeito, saído das Suas mãos de luz. O entendimento da formação das coisas e dos Espíritos nos leva ao maior respeito por tudo que nos serve e que nos ajuda a ascender para o infinito. Agora, devemos pedir a Jesus para nos ajudar a compreender com mais acerto certas leis que nos assistem e nos comandam.

Filosofia Espírita L.E.81 – João N. Maia – Miramez – Toninho Barana.

9.8.26

ENCONTREI A FELICIDADE Livro espírita a venda na LER Livros Revistas Papelaria


 

ESPERANÇA

    "Porque tudo que dantes foi escrito, para nosso ensino foi escrito, para que pela paciência e consolação das Escrituras tenhamos esperança." - Paulo. (ROMANOS, 15:4.)
    A esperança é a luz do cristão.
    Nem todos conseguem, por enquanto, o vôo sublime da fé, mas a força da esperança é tesouro comum.
    Nem todos podem oferecer, quando querem, o pão do corpo e a lição espiritual, mas ninguém na Terra está impedido de espalhar os benefícios da esperança.
    A dor costuma agitar os que se encontram no "vale da sombra e da morte", onde o medo estabelece atritos e onde a aflição percebe o "ranger de dentes", nas "trevas exteriores", mas existe a luz interior que é a esperança.
    A negação humana declara falências, lavra atestados de impossibilidade, traça inextricáveis labirintos, no entanto, a esperança vem de cima, à maneira do Sol que ilumina do alto e alimenta as sementeiras novas, desperta propósitos diferentes, cria modificações redentoras e descerra visões mais altas.
    A noite espera o dia, a flor o fruto, o verme o porvir... O homem, ainda mesmo que se mergulhe na descrença ou na dúvida, na lágrima ou na dilaceração, será socorrido por Deus com a indicação do futuro.
    Jesus, na condição de Mestre Divino, sabe que os aprendizes nem sempre poderão acertar inteiramente, que os erros são próprios da escola evolutiva e, por isto mesmo, a esperança é um dos cânticos sublimes do seu Evangelho de Amor.
    Imensas têm sido, até hoje, as nossas quedas, mas a confiança do Cristo é sempre maior. Não nos percamos em lamentações. Todo momento é instante de ouvir Aquele que pronunciou o "Vinde a mim ..."
    Levantemo-nos e prossigamos, convictos de que o Senhor nos ofereceu a luz da esperança, a fim de acendermos em nós mesmos a luz da santificação espiritual. 
 
Livro: Vinha de Luz – Francisco C Xavier - Emmanuel

8.8.26

LANTERNAS DO TEMPO Livro espírita a venda na LER Livros Revistas Papelaria


 

SEPULTA ILUSÕES

Não te rendas jamais às tentações
Dos prazeres efêmeros do mundo,
Passageiras e inúteis ambições
No corpo que se mostra moribundo...
 
Caminhando na estrada que transpões,
Abandona no abismo mais profundo,
Tantos anseios vãos, tantos senões,
Que te apartam da luz do céu fecundo...
 
Nada leves contigo que não seja
A paz de consciência que se almeja
Ao reto cumprimento do dever...
 
Pois quem somente morre sobre a Terra,
Sepultando ilusões a que se aferra,
Além da própria morte irá viver!...
 
Eurícledes Formiga - Blog Espiritismo em Prosa e Verso