15.3.26

BUICK 8 Livro a venda na LER Livros Revistas Papelaria Stephen King (autor)


 

Estado de Alerta

Às pressas, buscam-se respostas, por quê?
Não se sabe direito o que foi que aconteceu, houve, não sei onde, uns estrondos. Qual seria a origem daqueles barulhos dantescos?
No corre-corre, alguém me disse: deve ser o fim do mundo.
Como o fim do mundo, me perguntei, não somos, afinal, imortais?
Era 1945. Final da segunda grande guerra mundial. De um lado, os aliados, de outro, um grupo querendo, a todo custo, impor o seu poder.
Hitler, Mussolini e as lideranças japonesas imaginavam que poderiam introduzir nova ordem mundial. Era engano, mas a começar pela Europa, os movimentos de conquistas territoriais pelo caminho da guerra passaram a ser uma normalidade. Estavam ainda na mente de muitos os ecos da primeira grande guerra de 1914.
Muito havia ocorrido e a Europa estava despedaçada. Não havia paz no velho continente europeu. Onde quer que se fosse, não se sentia absolutamente tranquilo, esta era a verdade, mesmo naqueles países considerados neutros. Era um clima de permanente intranquilidade.
Naquele dia do grande estrondo, que atingiu até as bases do mundo espiritual, perguntou-se, de verdade, se ali seria o princípio do fim.
Ficamos todos atordoados do lado de cá da vida. Queríamos viver ainda neste planeta, pisar novamente neste pedaço de chão, noutro corpo, mas será que haveria condições se houvesse incrível destruição nuclear?
Na prática, ainda vivemos neste receio global. Alguns, bem poucos, detém a fórmula da grande bomba atômica e pode usá-la, teoricamente, quando quiser. Outras de poderio mais fortes foram criadas, desde então, e não foi a derrocada da famosa guerra fria que espantou de vez esta preocupação mundial.
Há sempre déspotas, tiranos, desequilibrados, que tentam dominar o mundo e não deixariam de perder a oportunidade para se mostrarem fortes porque possuem a grande arma. Irresponsáveis que não pensam na humanidade, mas unicamente em seus interesses pessoais.
Há, sim, senhores, perigo de novos golpes nesta frente. Há, igualmente, no mundo espiritual, esforço de grande monta para evitar que isto aconteça. Atuamos nos bastidores do poder. Não eu, simplesmente, mas um conjunto de irmãos que utilizaram as suas vidas para se dedicarem ao bem público em seus países de origem.
O peso de outra grande guerra mundial não está aliviado, ao contrário, bebe-se um champanhe da paz, mas não se desarmam de maneira alguma. Portanto, fiquemos em alerta.
É claro que os problemas do dia a dia não nos fazem nos debruçarmos diante destas questões estratégicas e nós trabalhamos, estudamos cada passo para “não deixar a peteca cair. ”
Orientamos a governantes. Deliberamos com representantes desencarnados das nações. Articulamos reuniões de paz e entendimento. Tudo isso é feito e muito mais, no entanto, em nada garante que estejamos livres da presença do mal, ou seja, dos que trabalham em direção contrária. São fortes e inteligentes, temos que reconhecer, mas nada que uma iniciativa no bem não venha a amolecer corações.
Os grandes governantes do planeta são sistematicamente monitorados por grupos do bem. Lógico que eles também recebem a influência do outro lado do poder e muitos se deixam levar por promessas de projeção pública e mais poder.
Não é isto que desejamos ao nosso querido planeta, por esta razão, dedicamos boa parte do nosso tempo em aglutinar outros corações, a somar oportunidades de melhoria, a resolver problemas crônicos das populações.
Venceremos porque o bem sempre há de vencer, o que não impede dizer que não será fácil por isso mesmo. Haverá muitas lutas, ganhos e perdas, no final o bem terá que prevalecer, pois este é o nosso destino inevitável.

Joaquim Nabuco – Blog Reflexões de um Imortal

14.3.26

ROBERTO FERREIRA EM UNIÃO E HARMONIA CD de Musicoterapia Espiritual


 

GUERRA E PAZ

"Por maior que ela se faça,
Por um conflito profundo,
Nenhuma guerra resolve 
A questão da paz no mundo."

Formiga/Baccelli
Uberaba - MG, 3-3-2026

13.3.26

Gravação do Estudo detalhado do livro MISSIONÁRIOS DA LUZ Cap. 19-1 – Passes


 

Comentário Questão 804 do Livro dos Espíritos

APTIDÕES DIFERENTES
 
Deus, sendo justo, criou todos iguais, com as mesmas aptidões. As desigualdades que se vêem, existem porque os Espíritos se encontram em escalas diferentes uns dos outros. Toma-se necessário que compreendamos essas diferenças pela maturidade do Espírito.
As aptidões diferentes não são doadas por Deus a uns e a outros não. Nós recebemos os dons e temos que desenvolvê-los. Se se precisa de algo que só o próximo pode proporcionar, é porque ainda se carece do desenvolvimento de certos dons. A força da necessidade faz com que nasça a amizade, que leva ao amor que irá gerar fortes laços de união.
Se todos já tivessem seus dons despertados, o egoísmo e o orgulho poderiam se alastrar com muita facilidade nos corações, porém, as aptidões são diversas, e sempre nos falta algo que encontramos em outros. Eis porque vivemos em sociedade. Mesmo o egoísta não deseja viver isoladamente, e o orgulhoso quer estar sempre rodeado de admiradores.
O progresso só acontece com os homens vivendo em sociedade. Um cientista precisa de todos aqueles que o rodeiam para as suas devidas experiências. Assim acontece em todos os segmentos da comunidade. Ninguém pode viver sozinho, nem os animais, nem as plantas. O próprio corpo humano é uma sociedade de órgãos que devem trabalhar em harmonia, para que a paz se instale no complexo humano. Para se formar um lar, é preciso mais de uma pessoa, e somente o amor tem o condão de ensinar os familiares a viverem em paz espiritual.
As aptidões diferentes obrigam os seres humanos a viverem em conjunto, no entanto, em se reunindo, pode haver, e sempre há, posicionamentos que geram inimizades, e para tanto, é necessário que se busquem recursos no Cristo, para apaziguar os ânimos. É bom que busquemos primeiro a oração, para que o ambiente melhore e surja o perdão. Observemos as anotações de Marcos, no capítulo onze, versículo vinte e cinco, assim nos informando das palavras do Mestre:
E quando estiverdes orando, se tendes alguma cousa contra alguém, perdoai, para que vosso Pai Celestial vos perdoe as vossas ofensas.
O homem superior esquece todas as ofensas, mas o inferior ainda guarda mágoas que o fazem sofrer. O perdão é terapia divina, na divina expressão de amor. Assim, também, a fraternidade.
Não devemos maltratar o próximo, pois ele tem muito a nos dar, e que ainda não despertou em nossos corações. Somos todos iguais, pela fonte que nos gerou, e o Criador não se esqueceu de nos ofertar todo o Seu amor, que multiplica virtudes e que individualiza dons espirituais, obrigando-nos às trocas de valores espirituais e morais, em gestos elevados, assegurando-nos a união com todos os seres e todas as coisas.
Quem na Terra não precisa dos outros reinos da natureza para viver? Eles nos ofertam tudo que podem, sem preço estipulado. Qual o dever do homem para com eles? Amá-los na profundidade do seu amor. Isto é amar a Deus em todas as coisas.
Todos os homens têm as mesmas aptidões; as diferenças que se observam é que uns já despertaram e outros estão ainda dormindo, mas, na verdade, todos eles serão despertados pela força do progresso, acionados pelas mãos do tempo. Deus criou todos iguais; o que ocorre é que uns estão ainda nascendo, outros na juventude, e outros já adultos. Quem tem olhos de ver, que observe e analise essas diferenças.
 
Livro Filosofia Espírita - João Nunes Maia - Miramez