24.5.26
FORA DA CARIDADE NÃO HÁ SALVAÇÃO
I. O QUE É CARIDADE?
Caridade é a expressão do amor pelo próximo.
"Faço o que quero" é a filosofia de quem ainda é materialista e egoísta.
Nela, não há qualquer respeito pelo semelhante.
"Não faço aos outros o que não quero que façam a mim" é a filosofia da pessoa comum, de mediana evolução espiritual. Nela, já há respeito pelos semelhantes, certo senso de justiça.
"Faço aos outros o que quero que façam a mim" é a filosofia da pessoa caridosa. Nela, há não só respeito para com os semelhantes mas também uma benévola disposição íntima em favor deles, que leva a servi-ls em puro sentimento de solidariedade.
II. SUAS CARACTERÍSTICAS
Diz o apóstolo Paulo, na I Epístola aos Coríntios (cap. 13 vs. 4 a 7) que a caridade é:
- paciente: persevera tranqüilamente na disposição de ajudar;
- benigna: benfazeja, só faz o que é bom;
- não é invejosa: quer o bem para o seu semelhante, portanto não inveja o que ele esteja conseguindo, realizando ou recebendo de bom;
- não se ufana: não se vangloria de si mesma ou do bem que faz ("Não saiba a sua mão esquerda o que faz a sua mão direita");
- não se ensoberbece: não se coloca acima do seu semelhante, não se julga melhor nem com mais direitos do que as outras criaturas;
- não se porta inconvenientemente: não age de modo precipitado, temerário, nem indecoroso;
- não busca o seu interesse: o que faz é pensando unicamente em beneficiar o próximo;
- não se irrita: não se altera por coisa alguma (incompreensão, maledicência, ingratidão, indiferença), nem perde o gosto de praticar o bem;
- não se alegra com a injustiça: enquanto houver injustiça não pode haver verdadeira paz e felicidade para ninguém;
- não suspeita mal: não atribui maldade ao próximo não pensa mal dos outros nem fala mal de ninguém;
- mas rejubila-se com a verdade: porque esta é a pedra de toque de todas as realizações e o bem básico para todas as criaturas ("Seja o vosso falar sim, sim, não, não");
- tudo sofre: recebe o mal sem revidá-lo, desculpa sempre ("Pai, perdoa-lhes, porque eles não sabem o que fazem");
- tudo crê: confia em Deus e também nas pessoas, pois são criação divina (Jesus a Judas, no horto: "Amigo, a que vens?");
- tudo espera: porque na lei divina o bem sempre terá natural retribuição e mesmo o mal, se bem enfrentado e suportado, resultará num bem;
- tudo suporta: agüenta dificuldades e dores, aceita encargos e responsabilidades, mantém serviços e tarefas. ("Aquele que perseverar até o fim será salvo".)
III. NECESSIDADE DA CARIDADE
É por desígnio divino que vivemos em sociedade, porque, assim, nossas qualidades se complementam umas às outras e podemos nos auxiliar mutuamente.
Sem a caridade, porém, o egoísmo impera, ninguém respeita nem ajuda a ninguém, tornando o viver mais difícil, doloroso e triste.
Somente praticando a caridade (sendo fraternos e estando dispostos a nos ajudarmos mutuamente) chegaremos a nos realizar inteiramente, tanto por desenvolver as virtudes e qualidades que trazemos em potencial, como por alcançarmos um relacionamento bom e profundo com nossos semelhantes. E, também, conseguiremos construir um mundo melhor, mais solidário e feliz.
A caridade é a negação absoluta do orgulho e do egoísmo, justamente os maiores obstáculos ao progresso moral, nosso e da sociedade.
Por isso, dizia ainda o apóstolo Paulo (I Cor. 13 vs. 1-3):
"Ainda que eu fale a língua dos homens e dos anjos, se não tiver caridade, sou como o bronze que soa, ou como o címbalo que tine.
"Ainda que eu tenha o dom da profecia e conheça todos os mistérios e toda a ciência, ainda que possua a fé em plenitude, a ponto de transportar montanhas, se não tiver caridade, nada sou.
"Ainda que distribua todos os meus bens em esmolas e entregue o meu corpo a fim de ser queimado, se não tiver caridade, nada me aproveita."
Jesus ensinou que devemos "Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo". Mas ninguém ama a Deus sem amar o seu próximo (que é obra do próprio Deus). "Se alguém diz que ama a Deus e não ama ao seu próximo é um mentiroso, pois se não ama ao próximo, a quem vê, como pode amar a quem não vê?" (Jo. 4:20.)
O apóstolo Paulo concluiu seus comentários sobre a caridade, dizendo:
"Agora, pois, permanecem estas três virtudes: a fé, a esperança e a caridade; porém a maior delas é a caridade".
O Espiritismo, concordando com os ensinos evangélicos, adota por lema: "Fora da caridade não há salvação".
IV. COMO PRATICAR A CARIDADE?
Pensar no semelhante, procurar propiciar o que ele precisa ou o que possa contentá-lo legitimamente.
Caridade material
É a que se faz com coisas materiais.
Dar do supérfluo que se tem, daquilo que nos sobra, é apenas dever.
Dar, visando algum interesse, não é a caridade, é barganha, é troca.
Quando se quer mesmo ajudar ou contentar alguém em sentimento caridoso, damos até o que não é supérfluo para nós, do que nos é necessário e até do que nos faz falta. Ex.: a esmola da viúva pobre. (Mc. 12 v 42-44.)
A fim de que a caridade material não seja humilhante para quem dela precisa, juntar ao que se dá palavras gentis, um sorriso, uma vibração de amor.
Se possível, fazer que a pessoa se sinta produzindo algo em troca ou, de alguma maneira, ajudando a nós ou a outros, para preservar assim sua dignidade pessoal.
Caridade moral
Todos podem praticá-la, pois todos podem dar de si mesmos, de seu tempo, de seu trabalho, de seu conhecimento, de sua inteligência ou aptidões, de sua atenção, de sua tolerância, de sua indulgência, de seu perdão, de seu consolo, de seu amparo, simpatia, sorriso, de sua orientação, de seu amor.
A prática de qualquer virtude em benefício de alguém é caridade.
É caridade, em alto grau, ajudar alguém a equilibrar-se, desenvolver-se e ser capaz de bastar-se material ou espiritualmente. (Não apenas dar o peixe mas ensinar a pescar.)
Livro consultado:
De Allan Kardec:
- "O Evangelho segundo o Espiritismo", cap. XV.
Caridade é a expressão do amor pelo próximo.
"Faço o que quero" é a filosofia de quem ainda é materialista e egoísta.
Nela, não há qualquer respeito pelo semelhante.
"Não faço aos outros o que não quero que façam a mim" é a filosofia da pessoa comum, de mediana evolução espiritual. Nela, já há respeito pelos semelhantes, certo senso de justiça.
"Faço aos outros o que quero que façam a mim" é a filosofia da pessoa caridosa. Nela, há não só respeito para com os semelhantes mas também uma benévola disposição íntima em favor deles, que leva a servi-ls em puro sentimento de solidariedade.
II. SUAS CARACTERÍSTICAS
Diz o apóstolo Paulo, na I Epístola aos Coríntios (cap. 13 vs. 4 a 7) que a caridade é:
- paciente: persevera tranqüilamente na disposição de ajudar;
- benigna: benfazeja, só faz o que é bom;
- não é invejosa: quer o bem para o seu semelhante, portanto não inveja o que ele esteja conseguindo, realizando ou recebendo de bom;
- não se ufana: não se vangloria de si mesma ou do bem que faz ("Não saiba a sua mão esquerda o que faz a sua mão direita");
- não se ensoberbece: não se coloca acima do seu semelhante, não se julga melhor nem com mais direitos do que as outras criaturas;
- não se porta inconvenientemente: não age de modo precipitado, temerário, nem indecoroso;
- não busca o seu interesse: o que faz é pensando unicamente em beneficiar o próximo;
- não se irrita: não se altera por coisa alguma (incompreensão, maledicência, ingratidão, indiferença), nem perde o gosto de praticar o bem;
- não se alegra com a injustiça: enquanto houver injustiça não pode haver verdadeira paz e felicidade para ninguém;
- não suspeita mal: não atribui maldade ao próximo não pensa mal dos outros nem fala mal de ninguém;
- mas rejubila-se com a verdade: porque esta é a pedra de toque de todas as realizações e o bem básico para todas as criaturas ("Seja o vosso falar sim, sim, não, não");
- tudo sofre: recebe o mal sem revidá-lo, desculpa sempre ("Pai, perdoa-lhes, porque eles não sabem o que fazem");
- tudo crê: confia em Deus e também nas pessoas, pois são criação divina (Jesus a Judas, no horto: "Amigo, a que vens?");
- tudo espera: porque na lei divina o bem sempre terá natural retribuição e mesmo o mal, se bem enfrentado e suportado, resultará num bem;
- tudo suporta: agüenta dificuldades e dores, aceita encargos e responsabilidades, mantém serviços e tarefas. ("Aquele que perseverar até o fim será salvo".)
III. NECESSIDADE DA CARIDADE
É por desígnio divino que vivemos em sociedade, porque, assim, nossas qualidades se complementam umas às outras e podemos nos auxiliar mutuamente.
Sem a caridade, porém, o egoísmo impera, ninguém respeita nem ajuda a ninguém, tornando o viver mais difícil, doloroso e triste.
Somente praticando a caridade (sendo fraternos e estando dispostos a nos ajudarmos mutuamente) chegaremos a nos realizar inteiramente, tanto por desenvolver as virtudes e qualidades que trazemos em potencial, como por alcançarmos um relacionamento bom e profundo com nossos semelhantes. E, também, conseguiremos construir um mundo melhor, mais solidário e feliz.
A caridade é a negação absoluta do orgulho e do egoísmo, justamente os maiores obstáculos ao progresso moral, nosso e da sociedade.
Por isso, dizia ainda o apóstolo Paulo (I Cor. 13 vs. 1-3):
"Ainda que eu fale a língua dos homens e dos anjos, se não tiver caridade, sou como o bronze que soa, ou como o címbalo que tine.
"Ainda que eu tenha o dom da profecia e conheça todos os mistérios e toda a ciência, ainda que possua a fé em plenitude, a ponto de transportar montanhas, se não tiver caridade, nada sou.
"Ainda que distribua todos os meus bens em esmolas e entregue o meu corpo a fim de ser queimado, se não tiver caridade, nada me aproveita."
Jesus ensinou que devemos "Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo". Mas ninguém ama a Deus sem amar o seu próximo (que é obra do próprio Deus). "Se alguém diz que ama a Deus e não ama ao seu próximo é um mentiroso, pois se não ama ao próximo, a quem vê, como pode amar a quem não vê?" (Jo. 4:20.)
O apóstolo Paulo concluiu seus comentários sobre a caridade, dizendo:
"Agora, pois, permanecem estas três virtudes: a fé, a esperança e a caridade; porém a maior delas é a caridade".
O Espiritismo, concordando com os ensinos evangélicos, adota por lema: "Fora da caridade não há salvação".
IV. COMO PRATICAR A CARIDADE?
Pensar no semelhante, procurar propiciar o que ele precisa ou o que possa contentá-lo legitimamente.
Caridade material
É a que se faz com coisas materiais.
Dar do supérfluo que se tem, daquilo que nos sobra, é apenas dever.
Dar, visando algum interesse, não é a caridade, é barganha, é troca.
Quando se quer mesmo ajudar ou contentar alguém em sentimento caridoso, damos até o que não é supérfluo para nós, do que nos é necessário e até do que nos faz falta. Ex.: a esmola da viúva pobre. (Mc. 12 v 42-44.)
A fim de que a caridade material não seja humilhante para quem dela precisa, juntar ao que se dá palavras gentis, um sorriso, uma vibração de amor.
Se possível, fazer que a pessoa se sinta produzindo algo em troca ou, de alguma maneira, ajudando a nós ou a outros, para preservar assim sua dignidade pessoal.
Caridade moral
Todos podem praticá-la, pois todos podem dar de si mesmos, de seu tempo, de seu trabalho, de seu conhecimento, de sua inteligência ou aptidões, de sua atenção, de sua tolerância, de sua indulgência, de seu perdão, de seu consolo, de seu amparo, simpatia, sorriso, de sua orientação, de seu amor.
A prática de qualquer virtude em benefício de alguém é caridade.
É caridade, em alto grau, ajudar alguém a equilibrar-se, desenvolver-se e ser capaz de bastar-se material ou espiritualmente. (Não apenas dar o peixe mas ensinar a pescar.)
Livro consultado:
De Allan Kardec:
- "O Evangelho segundo o Espiritismo", cap. XV.
23.5.26
Celebrando o Natal
Embora mergulhada em sombra e dor,
Eis que, de novo, a Terra resplandece,
Sob o clarão da Estrela que aparece
Acendendo no céu a luz do amor...
Então, a Humanidade em desamor,
Surpresa ente o prodígio que acontece,
Unindo sua voz em uma prece
Celebra o Natalício do Senhor...
Países nas fronteiras encerrados
Dispõem-se a hospedar refugiados,
Irmãos na prova de qualquer idade...
É assim que o homem ao partir o pão,
Dividindo com o outro o coração,
Descobre que Jesus é Caridade!...
Eurícledes Formiga - Blog Espiritismo em Prosa e Verso
(Página recebida pelo médium Carlos A. Baccelli, em reunião pública do Lar Espírita “Pedro e Paulo”.
Eis que, de novo, a Terra resplandece,
Sob o clarão da Estrela que aparece
Acendendo no céu a luz do amor...
Então, a Humanidade em desamor,
Surpresa ente o prodígio que acontece,
Unindo sua voz em uma prece
Celebra o Natalício do Senhor...
Países nas fronteiras encerrados
Dispõem-se a hospedar refugiados,
Irmãos na prova de qualquer idade...
É assim que o homem ao partir o pão,
Dividindo com o outro o coração,
Descobre que Jesus é Caridade!...
Eurícledes Formiga - Blog Espiritismo em Prosa e Verso
(Página recebida pelo médium Carlos A. Baccelli, em reunião pública do Lar Espírita “Pedro e Paulo”.
22.5.26
Comentário Questão 813 do Livro dos Espíritos
CULPA DA SOCIEDADE
A sociedade, em muitos casos, é culpada pela decadência moral, e mesmo física, dos seus membros. Essa parcela de culpa é que gera o carma coletivo, que vai se avolumando e em determinada época transborda em tormentos sobre a coletividade.
O Cristo veio nos ajudar neste sentido, a educar as criaturas em tudo o que lhes possa aliviar as faltas e até mesmo extinguir o chamado pecado. Devemos ler e meditar os ensinamentos de Jesus, para reconhecer a nossa posição ante a sociedade em que vivemos. Se não partilhamos com o mal para os povos, não sofreremos os reveses desse mal; se nossas sementes forem boas, colheremos os frutos correspondentes ao que semeamos. Isso é lei da justiça que vibra em toda parte.
Ninguém recebe o que não merece, em qualquer campo de trabalho na vinha do Pai. Em todos esses sofrimentos coletivos, quase sempre todos nós temos culpas, porque, se não estamos efetivamente ajudando a errar, estamos pensando, criando ideias inadequadas, de modo a inspirar os mais ignorantes para praticar o mal. Isso é muito sério. O filho, quando sai, volta depois à casa paterna; também, e principalmente em relação aos pensamentos, como sementes de vida que são semeadas por nós na lavoura de Deus, os frutos vêm ao nosso encontro, como o que pedimos a Deus.
Para que a humanidade creia nesta verdade do plantio e colheita, é necessário que aconteça o fenômeno com ela. Para esse exemplo, vamos consultar João, no capítulo seis, versículo trinta:
Então lhes disseram eles:
Que sinal fazes para que os vejamos e creiamos em ti? Quais são os teus feitos?
Os sinais dos feitos realizados por eles aparecerão nos caminhos humanos. Tudo que se faz, tem a resposta com a mesma qualidade de sentimentos. Somente assim podemos reconhecer que não vale a pena fazer o mal, porque esse mal se transforma em espinhos para os nossos caminhos.
É muito difícil, mas sempre existem pessoas dentro da sociedade que já se educaram e não sofrem as conseqüências do carma coletivo. A lei o defende e o justo é sempre protegido, onde quer que esteja, pela graça e o amor de Deus. Até a natureza o defende de todas as investidas do mal.
Devemos empregar o nosso tempo na própria elevação espiritual, não esquecendo do nosso próximo naquilo que possa ajudá-lo pois essa semente do bem-estar que semeamos, virá garantir em nossas mãos o fruto de luz que tem o poder de saciar a nossa consciência. é possível que todos entendam a verdade, mas para isso é preciso tempo, porque somente pela maturidade espiritual pode-se chegar a este estado de graça. Antes disso, deveremos passar por caminhos dolorosos, colhendo o que plantamos e morando na casa moral que nós mesmos edificamos para o coração.
A vida é um processo de dar e receber, selecionando essas dádivas pela Lei de Justiça.
Livro Filosofia Espírita - João Nunes Maia - Miramez
A sociedade, em muitos casos, é culpada pela decadência moral, e mesmo física, dos seus membros. Essa parcela de culpa é que gera o carma coletivo, que vai se avolumando e em determinada época transborda em tormentos sobre a coletividade.
O Cristo veio nos ajudar neste sentido, a educar as criaturas em tudo o que lhes possa aliviar as faltas e até mesmo extinguir o chamado pecado. Devemos ler e meditar os ensinamentos de Jesus, para reconhecer a nossa posição ante a sociedade em que vivemos. Se não partilhamos com o mal para os povos, não sofreremos os reveses desse mal; se nossas sementes forem boas, colheremos os frutos correspondentes ao que semeamos. Isso é lei da justiça que vibra em toda parte.
Ninguém recebe o que não merece, em qualquer campo de trabalho na vinha do Pai. Em todos esses sofrimentos coletivos, quase sempre todos nós temos culpas, porque, se não estamos efetivamente ajudando a errar, estamos pensando, criando ideias inadequadas, de modo a inspirar os mais ignorantes para praticar o mal. Isso é muito sério. O filho, quando sai, volta depois à casa paterna; também, e principalmente em relação aos pensamentos, como sementes de vida que são semeadas por nós na lavoura de Deus, os frutos vêm ao nosso encontro, como o que pedimos a Deus.
Para que a humanidade creia nesta verdade do plantio e colheita, é necessário que aconteça o fenômeno com ela. Para esse exemplo, vamos consultar João, no capítulo seis, versículo trinta:
Então lhes disseram eles:
Que sinal fazes para que os vejamos e creiamos em ti? Quais são os teus feitos?
Os sinais dos feitos realizados por eles aparecerão nos caminhos humanos. Tudo que se faz, tem a resposta com a mesma qualidade de sentimentos. Somente assim podemos reconhecer que não vale a pena fazer o mal, porque esse mal se transforma em espinhos para os nossos caminhos.
É muito difícil, mas sempre existem pessoas dentro da sociedade que já se educaram e não sofrem as conseqüências do carma coletivo. A lei o defende e o justo é sempre protegido, onde quer que esteja, pela graça e o amor de Deus. Até a natureza o defende de todas as investidas do mal.
Devemos empregar o nosso tempo na própria elevação espiritual, não esquecendo do nosso próximo naquilo que possa ajudá-lo pois essa semente do bem-estar que semeamos, virá garantir em nossas mãos o fruto de luz que tem o poder de saciar a nossa consciência. é possível que todos entendam a verdade, mas para isso é preciso tempo, porque somente pela maturidade espiritual pode-se chegar a este estado de graça. Antes disso, deveremos passar por caminhos dolorosos, colhendo o que plantamos e morando na casa moral que nós mesmos edificamos para o coração.
A vida é um processo de dar e receber, selecionando essas dádivas pela Lei de Justiça.
Livro Filosofia Espírita - João Nunes Maia - Miramez
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