9.8.26
ESPERANÇA
"Porque tudo que dantes foi escrito, para nosso ensino foi escrito, para que pela paciência e consolação das Escrituras tenhamos esperança." - Paulo. (ROMANOS, 15:4.)
A esperança é a luz do cristão.
Nem todos conseguem, por enquanto, o vôo sublime da fé, mas a força da esperança é tesouro comum.
Nem todos podem oferecer, quando querem, o pão do corpo e a lição espiritual, mas ninguém na Terra está impedido de espalhar os benefícios da esperança.
A dor costuma agitar os que se encontram no "vale da sombra e da morte", onde o medo estabelece atritos e onde a aflição percebe o "ranger de dentes", nas "trevas exteriores", mas existe a luz interior que é a esperança.
A negação humana declara falências, lavra atestados de impossibilidade, traça inextricáveis labirintos, no entanto, a esperança vem de cima, à maneira do Sol que ilumina do alto e alimenta as sementeiras novas, desperta propósitos diferentes, cria modificações redentoras e descerra visões mais altas.
A noite espera o dia, a flor o fruto, o verme o porvir... O homem, ainda mesmo que se mergulhe na descrença ou na dúvida, na lágrima ou na dilaceração, será socorrido por Deus com a indicação do futuro.
Jesus, na condição de Mestre Divino, sabe que os aprendizes nem sempre poderão acertar inteiramente, que os erros são próprios da escola evolutiva e, por isto mesmo, a esperança é um dos cânticos sublimes do seu Evangelho de Amor.
Imensas têm sido, até hoje, as nossas quedas, mas a confiança do Cristo é sempre maior. Não nos percamos em lamentações. Todo momento é instante de ouvir Aquele que pronunciou o "Vinde a mim ..."
Levantemo-nos e prossigamos, convictos de que o Senhor nos ofereceu a luz da esperança, a fim de acendermos em nós mesmos a luz da santificação espiritual.
Livro: Vinha de Luz – Francisco C Xavier - Emmanuel
Nem todos conseguem, por enquanto, o vôo sublime da fé, mas a força da esperança é tesouro comum.
Nem todos podem oferecer, quando querem, o pão do corpo e a lição espiritual, mas ninguém na Terra está impedido de espalhar os benefícios da esperança.
A dor costuma agitar os que se encontram no "vale da sombra e da morte", onde o medo estabelece atritos e onde a aflição percebe o "ranger de dentes", nas "trevas exteriores", mas existe a luz interior que é a esperança.
A negação humana declara falências, lavra atestados de impossibilidade, traça inextricáveis labirintos, no entanto, a esperança vem de cima, à maneira do Sol que ilumina do alto e alimenta as sementeiras novas, desperta propósitos diferentes, cria modificações redentoras e descerra visões mais altas.
A noite espera o dia, a flor o fruto, o verme o porvir... O homem, ainda mesmo que se mergulhe na descrença ou na dúvida, na lágrima ou na dilaceração, será socorrido por Deus com a indicação do futuro.
Jesus, na condição de Mestre Divino, sabe que os aprendizes nem sempre poderão acertar inteiramente, que os erros são próprios da escola evolutiva e, por isto mesmo, a esperança é um dos cânticos sublimes do seu Evangelho de Amor.
Imensas têm sido, até hoje, as nossas quedas, mas a confiança do Cristo é sempre maior. Não nos percamos em lamentações. Todo momento é instante de ouvir Aquele que pronunciou o "Vinde a mim ..."
Levantemo-nos e prossigamos, convictos de que o Senhor nos ofereceu a luz da esperança, a fim de acendermos em nós mesmos a luz da santificação espiritual.
Livro: Vinha de Luz – Francisco C Xavier - Emmanuel
8.8.26
SEPULTA ILUSÕES
Não te rendas jamais às tentações
Dos prazeres efêmeros do mundo,
Passageiras e inúteis ambições
No corpo que se mostra moribundo...
Caminhando na estrada que transpões,
Abandona no abismo mais profundo,
Tantos anseios vãos, tantos senões,
Que te apartam da luz do céu fecundo...
Nada leves contigo que não seja
A paz de consciência que se almeja
Ao reto cumprimento do dever...
Pois quem somente morre sobre a Terra,
Sepultando ilusões a que se aferra,
Além da própria morte irá viver!...
Eurícledes Formiga - Blog Espiritismo em Prosa e Verso
Dos prazeres efêmeros do mundo,
Passageiras e inúteis ambições
No corpo que se mostra moribundo...
Caminhando na estrada que transpões,
Abandona no abismo mais profundo,
Tantos anseios vãos, tantos senões,
Que te apartam da luz do céu fecundo...
Nada leves contigo que não seja
A paz de consciência que se almeja
Ao reto cumprimento do dever...
Pois quem somente morre sobre a Terra,
Sepultando ilusões a que se aferra,
Além da própria morte irá viver!...
Eurícledes Formiga - Blog Espiritismo em Prosa e Verso
7.8.26
Hereditariedade Moral
Venho vos explicar a importante questão da hereditariedade das virtudes e dos vícios na raça humana. Esta transmissão faz hesitar aqueles que não compreendem a imensidade do princípio revelado pelo Espiritismo. Os mundos intermediários são povoados de Espíritos esperando a prova da encarnação, ou ai se preparando de novo, segundo seu grau de adiantamento. Os Espíritos, nesses viveiros da vida eterna, estão agrupados e divididos em grandes tribos, uns adiante, outros em atraso no progresso, e cada um escolhe, entre os grupos humanos, aqueles que correspondem simpaticamente às suas faculdades adquiridas, os quais progridem e não podem retrogradar.
O Espírito que se encarna escolhe o pai cujo exemplo o fará avançar no caminho preferido, e repercute, elevando-lhes ou enfraquecendo-lhes, os talentos daquele que lhe deu a vida corpórea; nos dois casos, a conjunção simpática existe anteriormente ao nascimento, e é desenvolvida em seguida nas relações da família, pela imitação e pelo hábito.
Depois da hereditariedade familiar, quero, meus amigos, vos revelar a origem da discordância que separa os indivíduos de uma mesma raça, de repente notável ou desonrado por um de seus membros que ficou estranho entre ela. O grosseiro viciado que está encarnado num centro elvado, e o Espírito luminosos que se encarna entre seres grosseiros, ambos obedecem à misteriosa harmonia que aproxima as partes divididas de um todo, e faz concordar o infinitamente pequeno com a suprema grandeza. O Espírito culpado, apoiado sobre as virtudes adquiridas de seu procurador terrestre, espera se fortalecer por elas, e se sucumbe e retorna à erraticidade menos carregado de ignorância e melhor preparado para sustentar uma nova luta.
Livro: Revista Espírita - tomo 5 - 1862 - Allan Kardec - Médium Sra. Costel - Espírito São Luiz
O Espírito que se encarna escolhe o pai cujo exemplo o fará avançar no caminho preferido, e repercute, elevando-lhes ou enfraquecendo-lhes, os talentos daquele que lhe deu a vida corpórea; nos dois casos, a conjunção simpática existe anteriormente ao nascimento, e é desenvolvida em seguida nas relações da família, pela imitação e pelo hábito.
Depois da hereditariedade familiar, quero, meus amigos, vos revelar a origem da discordância que separa os indivíduos de uma mesma raça, de repente notável ou desonrado por um de seus membros que ficou estranho entre ela. O grosseiro viciado que está encarnado num centro elvado, e o Espírito luminosos que se encarna entre seres grosseiros, ambos obedecem à misteriosa harmonia que aproxima as partes divididas de um todo, e faz concordar o infinitamente pequeno com a suprema grandeza. O Espírito culpado, apoiado sobre as virtudes adquiridas de seu procurador terrestre, espera se fortalecer por elas, e se sucumbe e retorna à erraticidade menos carregado de ignorância e melhor preparado para sustentar uma nova luta.
Livro: Revista Espírita - tomo 5 - 1862 - Allan Kardec - Médium Sra. Costel - Espírito São Luiz
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