28.7.26


 

Mensagem publicada na página 4 da Gazeta de Limeira de 28/07/2026

A DIVINA UNIDADE
Deus é a Unidade Suprema. A Sua vida é um mistério escondido nas dobras da eternidade, de modo que os Espíritos, Seus filhos, passam a compreender algumas das Suas nuances, pelo processo de despertamento dos dons recebidos. Buscando a profundidade das coisas, vamos encontrar a matéria primitiva de onde saem todas as coisas, vibrando no seio da Divindade. Ela, em Deus, é una quando sai de Seu campo de força e a partir daí se divide pelas condições do próprio ambiente, porém, tomando expressões variadas, com objetivos inúmeros, obediente ao comando da Suprema Inteligência. Quem pode dizer ou afirmar a quantidade de divisões da essência unificada no Criador? Ninguém sabe, pois as expressões desse fluido são incontáveis. Nele pulsa a vida na Terra e em todos os mundos, no espaço chamado vazio e em todas as dimensões espirituais. O homem na Terra pode deduzir essas transmutações, nos próprios laboratórios através das mudanças dos elementos. Existe uma escala periódica dos elementos que compõem as coisas, os elementos atômicos. Diminuídos ou acrescentados, muda-se a estrutura da matéria e, por vezes, a sua forma. Somente a matéria primitiva, e certamente quem a criou, são imutáveis e escapam todas as pesquisas humanas e mesmo espirituais, na faixa de vida em que vivemos. O Espírito nasceu da mesma fonte de onde saíram todas as coisas, porque tudo que sai de Deus é divino, com qualidades sublimadas a serem despertadas, e o tempo é o processo desse crescer. Tanto o elemento material como o elemento inteligente do universo saíram do hálito divino e estão em processo de despertamento, tudo e todos somos filhos da Unidade Divina.
Filosofia Espírita L.E.79 – João N. Maia – Miramez – Toninho Barana.

27.7.26

UM TOM ACIMA Livro espírita a venda na LER Livros Revistas Papelaria


 

O Que Está Faltando

O que está faltando ao espírita-cristão, a fim de que possa ser mais útil ao Espiritismo, não é tanto o estudo e o conhecimento da Doutrina.
Em nossa opinião, o que mais está faltando para que o adepto do Espiritismo possa, de fato, com ele cooperar, na revivescência do Evangelho de Jesus, é honestidade em suas atitudes e, consequentemente, mais amor ao Ideal abraçado.
INÁCIO FERREIRA - Blog Mediunidade na Internet
Uberaba – 26 de julho de 2026.

26.7.26

ELES PENSAM ASSIM Livro espírita a venda na LER Livros Revistas Papelaria


 

Comentário Questão 819 do Livro dos Espíritos

FRAGILIDADE FÍSICA
 
Homem e mulher certamente que não poderiam ser iguais nas suas estruturas físicas; não haveria razão de ser, porque cada um tem funções diferentes, que se completam na união entre os dois. Enquanto a alma não despertar todas as suas qualidades espirituais, um precisa do outro, e os dois necessitam de todos os amigos na troca de valores indispensáveis à vida e, ao mesmo tempo, de olvidar o egoísmo.
Quando a criatura dominar todas as suas paixões, sentir o amor puro no coração e amar verdadeiramente, a sua dependência será somente em relação a Deus. Com os outros companheiros do seu nível tornar-se-ão um todo, sem, contudo, dar lugar nos sentimentos ao egoísmo e ao orgulho. Será aquele Espírito que já se unificou com Jesus, sentindo-se permanentemente filho de Deus.
A mulher, sendo mais fraca fisicamente, deve cuidar dos trabalhos mais leves, aquele exercício sublimado do lar, enquanto o homem tem estrutura mais grosseira para os trabalhos da sua espécie. Eis aí como um completa o outro para a paz e o bem-estar da família.
O casamento é a porta pela qual as almas começam a trabalhar e a compreender a si mesmas. Nada se pode fazer sozinho na Terra, e mesmo no céu se agrupam Espíritos com os mesmos ideais; assim não sendo, não realizarão o grande ideal de servir com mais eficiência. No entanto, esses grupos de almas têm sempre um que os dirige, em se apresentando mais livre, com mais experiências, comandando com destreza aqueles de boa vontade.
Em tudo na natureza podemos notar agrupamentos para melhor servir na função a que se foi chamado a cooperar, desde os átomos até os mundos. A libertação começa no Espírito e cresce nele de maneira que pode chegar a raias inconcebíveis aos que se movimentam na Terra envolvidos na carne.
A mulher dos dias que correm, por motivo de testemunhos a que deve se submeter, está se envolvendo nos trabalhos dos homens, e eles, por vezes, nos das mulheres, por motivos que eles mesmos desconhecem. No entanto, o tempo mostrará que essas necessidades desaparecerão com o tempo, deixando cada um em seu verdadeiro lugar. Desde quando se pode trocar de vestes, de homem ou de mulher, acabam as necessidades de um fazer o trabalho do outro, quando se tem uma sociedade justa, que assiste todos nos seus devidos lugares. Não há, imperiosamente, necessidade de a mulher ocupar o lugar do homem, ela que foi feita especialmente para o lar, em primeiro lugar, bem como de o homem ocupar-se com as obrigações da mulher, já que foi abençoado por Deus para os trabalhos mais rudes, na responsabilidade de enfrentá-los, recolhendo experiências no ramo que precisa para viver. Isto não quer dizer que, sendo o corpo da mulher mais fraco, o Espírito também o é, o mesmo ocorrendo em relação ao homem.
A mulher é mãe, tendo no coração o amor mais acentuado; o homem é pai, que gera nos sentimentos mais energia no que se refere à disciplina. Todavia, os pais de um lar, não devem entrar em discórdia, pois deste modo desarmonizam a casa e desajustam os filhos que receberam para educar.
Lembremos João, no capítulo seis, versículo quarenta e três, que assim registrou:
Respondeu-lhes Jesus: Não murmureis entre vós.
O casal não deve murmurar; é de seu dever compreender um ao outro em todos os aspectos da vida, para que a vida em casa possa entrar em sintonia com o Evangelho de Jesus. Os filhos têm muita facilidade de copiar os pais, condicionando o que vêem e ouvem dos seus genitores. A responsabilidade é muito grande, ante a paternidade maior.
A vida na Terra é cheia de amargor. Os problemas e sacrifícios são sem conta. Sabemos disso por experiências, contudo, Deus não se esquece dos Seus filhos, principalmente daqueles em exercício na Terra, carregando um corpo físico. O forte e o fraco se completam para notarem que existe a felicidade depois das inúmeras tempestades.
Livro Filosofia Espírita - João Nunes Maia - Miramez