3.2.26

AO TAREFEIRO ESPÍRITA 📖 Livro espírita a venda na LER Livros Revistas Papelaria


 

Mensagem publicada na página 4 da Gazeta de Limeira de 03.02.2026

 

NASCIMENTO DO HOMEM

A raça humana surgiu em diferentes pontos da Terra e, em épocas variadas, mas sendo o mesmo homem, com a função de subir despertando seus talentos em estado de sono, no centro d'alma. Tudo é movido para a frente; tudo empreende jornada procurando a luz e melhorando as próprias condições físicas, morais e espirituais. Esta é a lei que sustenta a harmonia da criação e, certamente, é vontade de Deus. As raças surgiram por afinidade a determinadas regiões, e ali trabalharam e cresceram, entretanto, nunca uma raça foi entregue ao seu próprio destino. Deus é Pai bondoso e santo! Todas as raças, desde o princípio, foram tuteladas por falanges de Espíritos angélicos, que cuidaram e cuidam das suas ascensões. Procuram por todos os meios para colocá-los nas escolas, onde poderão ser educados e instruídos e se empenham, com todos os esforços, para que a humanidade reconheça a sua filiação espiritual. Mesmo que a marcha seja árdua, ninguém se perde. Todos, algum dia, aquecerão no peito o sol do entendimento, onde nascerá o Cristo dizendo: A paz seja convosco! E encontraremos Deus dentro de nós. As diferenciações das raças não fazem espécies distintas, como as diferenciações de nomes e sabores das laranjas não fazem com que elas percam a designação de laranja. As raças foram feitas para se mesclarem, e essa disposição foi entregue aos homens. É pois, a tua parte. E nesse cruzamento surge a fraternidade e o respeito entre todos, como também o perdão e o amor. O homem nasceu em diversos pontos do globo; todavia, são todos irmãos, filhos do mesmo Deus. Não podemos nem devemos fugir do nosso dever para com os nossos semelhantes, porque não podemos viver sem eles.

Filosofia Espírita L.E.53 – João N. Maia – Miramez – Toninho Barana

2.2.26

GABRIEL, ESPERANÇA ALÉM DA VIDA Livro espírita a venda na LER Livros Revistas Papelaria


 

Carnaval Divinal

A esperança volta a nascer nos corações de todos que gostam de bem brincar o carnaval.
É uma festa popular como nenhuma outra, pois faz vibrar a alegria no seu mais alto grau.
Eu sempre gostei do carnaval, vocês sabem bem disso. Gosto do bom carnaval. O carnaval do respeito e da família. O carnaval do passo e da nostalgia.
Eu sei também que no carnaval se aproveita para jogar fora todas as mazelas do cotidiano. É uma forma de terapia que nosso povo encontra para aliviar a tensão da vida.
Cantar um frevo gostoso, dançar um frevo rasgado, admirar os batuques do maracatu, fantasiar-se de um personagem... Tudo isso eu vivi no meu bom Pernambuco.
Agora, alguém teve a ideia de homenagear-me no carnaval.
Sinto-me lisonjeado com a lembrança a um padre morto que somente fez a sua obrigação quando estava vivo na carne. Que foi fiel aos seus princípios e a sua Igreja. Que foi leal ao seu povo sofrido.
Eu teria muito a dizer do carnaval porque é uma festa que transcende aos olhos aparentes da matéria, mas isto fica para outra hora.
O que eu quero desejar, como sempre desejei, é que brinquem com consciência.
A consciência de que a vida não são apenas três dias de muita alegria.
A consciência que tudo continua quando o carnaval termina.
A consciência de que os exageros devem ser evitados.
No mais, agitem-se no carnaval do meu Recife, deixe ser arrastados pelas ladeiras da minha Olinda, e viva cada um o seu carnaval da melhor maneira possível.
O meu povão sabe das coisas, mas é preciso convenientemente lembrar que a vida vai além da quarta-feira de cinzas, e que devemos transportar para os demais dias do ano esta vontade de se libertar das mesmices e daquilo que nos carrega para o fundo.
Brinquem, meus irmãos!
Junte-se a nós no bloco da saudade e deixemos de lado a maldade.
Junte-se a nós no bloco da esperança e deixemos para trás o pessimismo.
Junte-se a Jesus para que tenhamos, como Ele nos ensinou, vida em abundância.
Este, sim, o grande carnaval divino: a abundância da vida.
Helder Camara - Blog Novas Utopias

1.2.26

APENAS UMA LEMBRANÇA Romance espírita a venda na LER Livros Revistas Papelaria



Amor ao Espiritismo – II

Amor ao Espiritismo é, sobretudo, estudá-lo para melhor colocá-lo em prática, se tornando-lhe o adepto em mensagem viva de seus postulados
Temos observado que, infelizmente, nos tempos que correm a mediunidade tem sido o “ponto frágil” para que a Doutrina se propague com a lisura moral com que sempre se propagou.
Muitos são os medianeiros que têm se servido de suas possíveis faculdades mediúnicas para delas tirarem proveito pessoal.
Soubemos, não faz muito, de um médium, transformado em terapeuta, que, profissionalmente, estabelecia um preço para os seus consulentes, mas, caso os seus consulentes desejassem, por seu intermédio, uma palavra de sua “guia” teriam que pagar um pouco mais.
Nunca, em nossos tempos na Terra, havíamos ouvido falar em tal descalabro.
Médiuns outros que dizem nada cobrar diretamente por um passe de “maca”, ou por um tratamento espiritual à luz mortiça das salas onde atendem, indiretamente solicitam doações, ou taxam, a preços elevados, os medicamentos fitoterápicos, ou homeopáticos, que dizem distribuir gratuitamente.
O que muitos aventureiros no campo da mediunidade desejam é ver os “seus” centros espíritas cheios de pessoas sem o mínimo discernimento doutrinário, porque as que possuem o mínimo bom senso neles não comparecem.
Outros “sensitivos” levantam o lápis, ou a caneta, e já querem se fazer intérpretes de mensagens para os destinatários saudosos de sua presença física – depressa querem publicar livros e autografá-los, como qualquer autor profano.
Amor ao Espiritismo?! Não. Amor a si mesmos, com o comprometimento da Causa – comprometimento pelo qual haverão de responder, porquanto estão ensejando que, por seu intermédio, os espíritos inimigos da Doutrina a distorçam.
INÁCIO FERREIRA Blog Mediunidade na Internet
Uberaba – MG, 1 de fevereiro de 2026.