26.7.26
Comentário Questão 819 do Livro dos Espíritos
FRAGILIDADE FÍSICA
Homem e mulher certamente que não poderiam ser iguais nas suas estruturas físicas; não haveria razão de ser, porque cada um tem funções diferentes, que se completam na união entre os dois. Enquanto a alma não despertar todas as suas qualidades espirituais, um precisa do outro, e os dois necessitam de todos os amigos na troca de valores indispensáveis à vida e, ao mesmo tempo, de olvidar o egoísmo.
Quando a criatura dominar todas as suas paixões, sentir o amor puro no coração e amar verdadeiramente, a sua dependência será somente em relação a Deus. Com os outros companheiros do seu nível tornar-se-ão um todo, sem, contudo, dar lugar nos sentimentos ao egoísmo e ao orgulho. Será aquele Espírito que já se unificou com Jesus, sentindo-se permanentemente filho de Deus.
A mulher, sendo mais fraca fisicamente, deve cuidar dos trabalhos mais leves, aquele exercício sublimado do lar, enquanto o homem tem estrutura mais grosseira para os trabalhos da sua espécie. Eis aí como um completa o outro para a paz e o bem-estar da família.
O casamento é a porta pela qual as almas começam a trabalhar e a compreender a si mesmas. Nada se pode fazer sozinho na Terra, e mesmo no céu se agrupam Espíritos com os mesmos ideais; assim não sendo, não realizarão o grande ideal de servir com mais eficiência. No entanto, esses grupos de almas têm sempre um que os dirige, em se apresentando mais livre, com mais experiências, comandando com destreza aqueles de boa vontade.
Em tudo na natureza podemos notar agrupamentos para melhor servir na função a que se foi chamado a cooperar, desde os átomos até os mundos. A libertação começa no Espírito e cresce nele de maneira que pode chegar a raias inconcebíveis aos que se movimentam na Terra envolvidos na carne.
A mulher dos dias que correm, por motivo de testemunhos a que deve se submeter, está se envolvendo nos trabalhos dos homens, e eles, por vezes, nos das mulheres, por motivos que eles mesmos desconhecem. No entanto, o tempo mostrará que essas necessidades desaparecerão com o tempo, deixando cada um em seu verdadeiro lugar. Desde quando se pode trocar de vestes, de homem ou de mulher, acabam as necessidades de um fazer o trabalho do outro, quando se tem uma sociedade justa, que assiste todos nos seus devidos lugares. Não há, imperiosamente, necessidade de a mulher ocupar o lugar do homem, ela que foi feita especialmente para o lar, em primeiro lugar, bem como de o homem ocupar-se com as obrigações da mulher, já que foi abençoado por Deus para os trabalhos mais rudes, na responsabilidade de enfrentá-los, recolhendo experiências no ramo que precisa para viver. Isto não quer dizer que, sendo o corpo da mulher mais fraco, o Espírito também o é, o mesmo ocorrendo em relação ao homem.
A mulher é mãe, tendo no coração o amor mais acentuado; o homem é pai, que gera nos sentimentos mais energia no que se refere à disciplina. Todavia, os pais de um lar, não devem entrar em discórdia, pois deste modo desarmonizam a casa e desajustam os filhos que receberam para educar.
Lembremos João, no capítulo seis, versículo quarenta e três, que assim registrou:
Respondeu-lhes Jesus: Não murmureis entre vós.
O casal não deve murmurar; é de seu dever compreender um ao outro em todos os aspectos da vida, para que a vida em casa possa entrar em sintonia com o Evangelho de Jesus. Os filhos têm muita facilidade de copiar os pais, condicionando o que vêem e ouvem dos seus genitores. A responsabilidade é muito grande, ante a paternidade maior.
A vida na Terra é cheia de amargor. Os problemas e sacrifícios são sem conta. Sabemos disso por experiências, contudo, Deus não se esquece dos Seus filhos, principalmente daqueles em exercício na Terra, carregando um corpo físico. O forte e o fraco se completam para notarem que existe a felicidade depois das inúmeras tempestades.
Livro Filosofia Espírita - João Nunes Maia - Miramez
Homem e mulher certamente que não poderiam ser iguais nas suas estruturas físicas; não haveria razão de ser, porque cada um tem funções diferentes, que se completam na união entre os dois. Enquanto a alma não despertar todas as suas qualidades espirituais, um precisa do outro, e os dois necessitam de todos os amigos na troca de valores indispensáveis à vida e, ao mesmo tempo, de olvidar o egoísmo.
Quando a criatura dominar todas as suas paixões, sentir o amor puro no coração e amar verdadeiramente, a sua dependência será somente em relação a Deus. Com os outros companheiros do seu nível tornar-se-ão um todo, sem, contudo, dar lugar nos sentimentos ao egoísmo e ao orgulho. Será aquele Espírito que já se unificou com Jesus, sentindo-se permanentemente filho de Deus.
A mulher, sendo mais fraca fisicamente, deve cuidar dos trabalhos mais leves, aquele exercício sublimado do lar, enquanto o homem tem estrutura mais grosseira para os trabalhos da sua espécie. Eis aí como um completa o outro para a paz e o bem-estar da família.
O casamento é a porta pela qual as almas começam a trabalhar e a compreender a si mesmas. Nada se pode fazer sozinho na Terra, e mesmo no céu se agrupam Espíritos com os mesmos ideais; assim não sendo, não realizarão o grande ideal de servir com mais eficiência. No entanto, esses grupos de almas têm sempre um que os dirige, em se apresentando mais livre, com mais experiências, comandando com destreza aqueles de boa vontade.
Em tudo na natureza podemos notar agrupamentos para melhor servir na função a que se foi chamado a cooperar, desde os átomos até os mundos. A libertação começa no Espírito e cresce nele de maneira que pode chegar a raias inconcebíveis aos que se movimentam na Terra envolvidos na carne.
A mulher dos dias que correm, por motivo de testemunhos a que deve se submeter, está se envolvendo nos trabalhos dos homens, e eles, por vezes, nos das mulheres, por motivos que eles mesmos desconhecem. No entanto, o tempo mostrará que essas necessidades desaparecerão com o tempo, deixando cada um em seu verdadeiro lugar. Desde quando se pode trocar de vestes, de homem ou de mulher, acabam as necessidades de um fazer o trabalho do outro, quando se tem uma sociedade justa, que assiste todos nos seus devidos lugares. Não há, imperiosamente, necessidade de a mulher ocupar o lugar do homem, ela que foi feita especialmente para o lar, em primeiro lugar, bem como de o homem ocupar-se com as obrigações da mulher, já que foi abençoado por Deus para os trabalhos mais rudes, na responsabilidade de enfrentá-los, recolhendo experiências no ramo que precisa para viver. Isto não quer dizer que, sendo o corpo da mulher mais fraco, o Espírito também o é, o mesmo ocorrendo em relação ao homem.
A mulher é mãe, tendo no coração o amor mais acentuado; o homem é pai, que gera nos sentimentos mais energia no que se refere à disciplina. Todavia, os pais de um lar, não devem entrar em discórdia, pois deste modo desarmonizam a casa e desajustam os filhos que receberam para educar.
Lembremos João, no capítulo seis, versículo quarenta e três, que assim registrou:
Respondeu-lhes Jesus: Não murmureis entre vós.
O casal não deve murmurar; é de seu dever compreender um ao outro em todos os aspectos da vida, para que a vida em casa possa entrar em sintonia com o Evangelho de Jesus. Os filhos têm muita facilidade de copiar os pais, condicionando o que vêem e ouvem dos seus genitores. A responsabilidade é muito grande, ante a paternidade maior.
A vida na Terra é cheia de amargor. Os problemas e sacrifícios são sem conta. Sabemos disso por experiências, contudo, Deus não se esquece dos Seus filhos, principalmente daqueles em exercício na Terra, carregando um corpo físico. O forte e o fraco se completam para notarem que existe a felicidade depois das inúmeras tempestades.
Livro Filosofia Espírita - João Nunes Maia - Miramez
24.7.26
VIAGEM A JERUSALÉM
Luc. 9:51. Em se completando, porém, os dias de sua elevação, aconteceu que ele fortaleceu sua personagem para ir a Jerusalém.
Lucas apresenta aqui a frase reveladora que, por ser bastante clara, trouxe sempre aos hermeneutas dificuldades de tradução. Observemos:
A primeira frase: "quando se completaram os dias de sua elevação com os sentidos respectivamente de "foi elevado", referindo-se à chamada "ascensão". Esse termo, entretanto, é usado no Antigo Testamento, quando fala da subida de Elias (2.º Reis, 2:11), na de Moisés (1.º Mac.2:58 e Eccli. 48:9) e na de Enoch (Eccli. 49:14).
A segunda frase: "e fortaleceu sua personagem para ir a Jerusalém" personagem geralmente traduzida por "firmou seu rosto" ou "manifestou a firme resolução". No entanto, literalmente significa pessoa e portanto especifica a personagem encarnada, designando o todo pela parte. Jesus sabia que iria começar a fase final de sua paixão, e logicamente a coragem da parte humana precisava ser fortalecida pelo Espírito, para que se animasse a enfrentar o cenário dos sofrimentos físicos atrozes.
A frase de Lucas, embora incompreensível aos profanos, é clara para os que já viveram essas fases.
Suas palavras: "em se completando, porém, os dias de sua elevação", que tantas dúvidas têm suscitado nos hermeneutas, pode ser assim traduzida em linguagem atual: "já tendo, pois, transcorrido os "prazos de carência" para sua promoção ao grau seguinte".
Todos os passos iniciáticos eram dados controladamente e, entre um e outro, o candidato era obrigado a demonstrar o aproveitamento que tivera; mas além disso, era indispensável que respeitasse os intervalos prefixados, os "prazos de carência" determinados para cada intervalo. Só depois de transcorrido o tempo regulamentar, lhe era permitido dar o passo seguinte.
Diz-nos Lucas que terminara o prazo da espera, e chegara a hora de submeter-se à prova para, se aprovado, passar ao grau seguinte, "ser elevado" ou "promovido". As provas desse passo eram duras, rudes, dolorosas. E é dito que a individualidade (Jesus) "fortaleceu sua personagem, para que não esmorecesse e tivesse a coragem de colocar-se entre as mãos daqueles que o fariam passar pelas angústias e aflições da provação violenta a que tinha de submeter-se.
Já tinham sido superadas as fases iniciais:
1.º - Vencera a grande dificuldade do mergulho consciente na matéria, com todos os horrores causados pelas limitações à liberdade de um Espírito infinitamente superior, como era o de Jesus.
Vencida a prova, tivera a primeira promoção, quando conseguira, na presença do "mestre" João Batista, dar, enquanto na carne, o mergulho no Espírito.
2.º - O segundo passo, a "confirmação", veio em virtude do adiantamento de seu espírito, nesse mesmo momento do mergulho, com a epifania, ou "manifestação" da aprovação divina, por meio da frase:
"este é meu Filho, o amado". Com um ato, superara os dois primeiros graus.
3.º - Para galgar o terceiro, tinha de comprovar o resultado da "metánoia", ou seja, a modificação da mente. É então submetido às "tentações" ocasionadas pela matéria: vaidade, orgulho e ambição. Superou-as a todas, dando inequívocas provas de superioridade e elevação máxima. Provava na prática que o Espírito já dominara a matéria totalmente. Podia então dar o passo seguinte.
4.º - O ingresso fora feito com a espetacular manifestação da "Transfiguração", a "ação de graças" do homem pela vitória obtida, recebendo a plena efusão do Espírito Divino, com a aprovação confirmada: "este é meu Filho, o amado, ouvi-lo". Depois desse passo, unido já à Divindade, pode Jesus dar as lições maiores: "minha carne é verdadeiramente comida, e meu sangue é verdadeiramente bebida" (João, 6:55). Ensinou-o com clareza absoluta e mais tarde, na chamada "última ceia", iria revelar integralmente o mistério cristão da união com Deus.
Mas agora chegara o momento de preparar-se para as provas dolorosas em que teria que submeter-se ao violento afastamento dos veículos físicos, para unir-se inteiramente a Deus, num "matrimônio" místico total e definitivo: "o que Deus uniu, o homem não separe" (Mat. 19:6). Mas, para esse grau superior, havia necessidade absoluta da "experiência sofrida", a paixão. Era o ponto crucial, em que mergulharia em cheio na DOR-AMOR, desligando-se violentamente da parte inferior de seu ser, em holocausto cruento, a fim de libertar a parte superior para a união definitiva com a Divindade no matrimônio indissolúvel.
Diante dessas perspectivas sombrias, a parte física assusta-se, teme e treme, procurando subtrair-se às provas (coisa que, veremos adiante, ocorre com o homem Jesus no instante decisivo). Tudo isso é explicado pelo evangelista com a frase: "fortaleceu sua personagem", para que tivesse a coragem indispensável de colocar-se espontaneamente entre as mãos dos algozes.
No momento crucial do passo decisivo, quando as forças começam a fraquejar, Ele recorre à prece a fim de receber novas energias; e as recebe. E segue adiante até o sacrifício final. Exemplo magnífico para todos nós, revelando que realmente "a carne é fraca" (Mat. 26:41 e Marc. 14:38), mas que nem por isso devemos esmorecer nem desesperar-nos: os grandes Espíritos também sofrem, quando na carne, as limitações que a carne impõe a todos.
Livro: Sabedoria do Evangelho, volume 4 - Carlos Torres Pastorino
Lucas apresenta aqui a frase reveladora que, por ser bastante clara, trouxe sempre aos hermeneutas dificuldades de tradução. Observemos:
A primeira frase: "quando se completaram os dias de sua elevação com os sentidos respectivamente de "foi elevado", referindo-se à chamada "ascensão". Esse termo, entretanto, é usado no Antigo Testamento, quando fala da subida de Elias (2.º Reis, 2:11), na de Moisés (1.º Mac.2:58 e Eccli. 48:9) e na de Enoch (Eccli. 49:14).
A segunda frase: "e fortaleceu sua personagem para ir a Jerusalém" personagem geralmente traduzida por "firmou seu rosto" ou "manifestou a firme resolução". No entanto, literalmente significa pessoa e portanto especifica a personagem encarnada, designando o todo pela parte. Jesus sabia que iria começar a fase final de sua paixão, e logicamente a coragem da parte humana precisava ser fortalecida pelo Espírito, para que se animasse a enfrentar o cenário dos sofrimentos físicos atrozes.
A frase de Lucas, embora incompreensível aos profanos, é clara para os que já viveram essas fases.
Suas palavras: "em se completando, porém, os dias de sua elevação", que tantas dúvidas têm suscitado nos hermeneutas, pode ser assim traduzida em linguagem atual: "já tendo, pois, transcorrido os "prazos de carência" para sua promoção ao grau seguinte".
Todos os passos iniciáticos eram dados controladamente e, entre um e outro, o candidato era obrigado a demonstrar o aproveitamento que tivera; mas além disso, era indispensável que respeitasse os intervalos prefixados, os "prazos de carência" determinados para cada intervalo. Só depois de transcorrido o tempo regulamentar, lhe era permitido dar o passo seguinte.
Diz-nos Lucas que terminara o prazo da espera, e chegara a hora de submeter-se à prova para, se aprovado, passar ao grau seguinte, "ser elevado" ou "promovido". As provas desse passo eram duras, rudes, dolorosas. E é dito que a individualidade (Jesus) "fortaleceu sua personagem, para que não esmorecesse e tivesse a coragem de colocar-se entre as mãos daqueles que o fariam passar pelas angústias e aflições da provação violenta a que tinha de submeter-se.
Já tinham sido superadas as fases iniciais:
1.º - Vencera a grande dificuldade do mergulho consciente na matéria, com todos os horrores causados pelas limitações à liberdade de um Espírito infinitamente superior, como era o de Jesus.
Vencida a prova, tivera a primeira promoção, quando conseguira, na presença do "mestre" João Batista, dar, enquanto na carne, o mergulho no Espírito.
2.º - O segundo passo, a "confirmação", veio em virtude do adiantamento de seu espírito, nesse mesmo momento do mergulho, com a epifania, ou "manifestação" da aprovação divina, por meio da frase:
"este é meu Filho, o amado". Com um ato, superara os dois primeiros graus.
3.º - Para galgar o terceiro, tinha de comprovar o resultado da "metánoia", ou seja, a modificação da mente. É então submetido às "tentações" ocasionadas pela matéria: vaidade, orgulho e ambição. Superou-as a todas, dando inequívocas provas de superioridade e elevação máxima. Provava na prática que o Espírito já dominara a matéria totalmente. Podia então dar o passo seguinte.
4.º - O ingresso fora feito com a espetacular manifestação da "Transfiguração", a "ação de graças" do homem pela vitória obtida, recebendo a plena efusão do Espírito Divino, com a aprovação confirmada: "este é meu Filho, o amado, ouvi-lo". Depois desse passo, unido já à Divindade, pode Jesus dar as lições maiores: "minha carne é verdadeiramente comida, e meu sangue é verdadeiramente bebida" (João, 6:55). Ensinou-o com clareza absoluta e mais tarde, na chamada "última ceia", iria revelar integralmente o mistério cristão da união com Deus.
Mas agora chegara o momento de preparar-se para as provas dolorosas em que teria que submeter-se ao violento afastamento dos veículos físicos, para unir-se inteiramente a Deus, num "matrimônio" místico total e definitivo: "o que Deus uniu, o homem não separe" (Mat. 19:6). Mas, para esse grau superior, havia necessidade absoluta da "experiência sofrida", a paixão. Era o ponto crucial, em que mergulharia em cheio na DOR-AMOR, desligando-se violentamente da parte inferior de seu ser, em holocausto cruento, a fim de libertar a parte superior para a união definitiva com a Divindade no matrimônio indissolúvel.
Diante dessas perspectivas sombrias, a parte física assusta-se, teme e treme, procurando subtrair-se às provas (coisa que, veremos adiante, ocorre com o homem Jesus no instante decisivo). Tudo isso é explicado pelo evangelista com a frase: "fortaleceu sua personagem", para que tivesse a coragem indispensável de colocar-se espontaneamente entre as mãos dos algozes.
No momento crucial do passo decisivo, quando as forças começam a fraquejar, Ele recorre à prece a fim de receber novas energias; e as recebe. E segue adiante até o sacrifício final. Exemplo magnífico para todos nós, revelando que realmente "a carne é fraca" (Mat. 26:41 e Marc. 14:38), mas que nem por isso devemos esmorecer nem desesperar-nos: os grandes Espíritos também sofrem, quando na carne, as limitações que a carne impõe a todos.
Livro: Sabedoria do Evangelho, volume 4 - Carlos Torres Pastorino
23.7.26
A Natureza pede Mudança
O mundo gira o tempo inteiro e o que se pode imaginar é que ao girar ele altera radicalmente o estado de ser de cada coisa.
Altera a natureza.
Altera os mecanismos estáticos.
Altera o ser humano.
Este “girar” torna o planeta mutável. Tudo muda o tempo todo, realmente.
Mas o que é mais interessante, embora as pessoas sejam “empurradas” para a mudança é que muitas delas resistem a este movimento natural das coisas.
E quais são os efeitos quando contrariamos deliberadamente este fluxo natural?
Nós impedimos o nosso desenvolvimento individual.
Sim, porque mudar significa transformar-se para melhor no campo espiritual. Resulta em progresso, evolução.
Este movimento contrário à mudança engendrado por muitos provoca atropelos na vida dessas pessoas.
Uns ficam gripados, contraem viroses, enfermidades da alma que se manifestam no corpo biológico.
Outros ficam tontos, sem prumo e ritmo na vida, sentem-se desconectados, “fora do ar”.
Há aqueles outros, mais radicais na resistência à mudança, que se transforma em movimento depressivo da alma.
O isolamento do mundo onde muitos se enquadram transmuta-se em efeitos colaterais graves.
É claro que em determinado momento serão solapados em velocidade pelo vento constante da mudança, mas até lá as consequências podem se agravar.
A depressão é a ausência de movimento para fora. O ser se esconde em si mesmo. Despreza a mudança e vive no seu próprio mundo, absorto do movimento natural do universo.
Este embotamento psíquico possui consequências energéticas e orgânicas. É um movimento de entropia do espírito.
Num grau ainda mais grave deforma-se espiritualmente e aí as consequências são piores.
Daí a necessidade de se exercitar a flexibilidade mental e emocional.
Viva cada momento. Extraia o melhor dele em termos de ensinamento e trate de se encaixar no novo movimento que se insere na sua vida.
Simples assim!
Jesus disse-nos para deixar tudo no ritmo de Deus à medida que nos aconselhou a pedir que seja feita a Sua Vontade nas nossas vidas e não a nossa em particular.
Olhar para o futuro com otimismo e esperança d’alma e não deixar enraizar sentimento malévolos ou retrógrados.
O ser humano foi feito para progredir, avançar, agigantar-se.
Não é da nossa natureza imergir num emaranhado de pensamentos doentios e paralisantes.
Descubra suas crenças que emperram seu desenvolvimento.
Refaça os valores que conduzem a sua existência.
E lute, ferozmente, para não ficar parado no tempo.
Mova-se!
Mude!
Seja melhor a cada dia!
Caifas - Blog Uma Nova Humanidade
Altera a natureza.
Altera os mecanismos estáticos.
Altera o ser humano.
Este “girar” torna o planeta mutável. Tudo muda o tempo todo, realmente.
Mas o que é mais interessante, embora as pessoas sejam “empurradas” para a mudança é que muitas delas resistem a este movimento natural das coisas.
E quais são os efeitos quando contrariamos deliberadamente este fluxo natural?
Nós impedimos o nosso desenvolvimento individual.
Sim, porque mudar significa transformar-se para melhor no campo espiritual. Resulta em progresso, evolução.
Este movimento contrário à mudança engendrado por muitos provoca atropelos na vida dessas pessoas.
Uns ficam gripados, contraem viroses, enfermidades da alma que se manifestam no corpo biológico.
Outros ficam tontos, sem prumo e ritmo na vida, sentem-se desconectados, “fora do ar”.
Há aqueles outros, mais radicais na resistência à mudança, que se transforma em movimento depressivo da alma.
O isolamento do mundo onde muitos se enquadram transmuta-se em efeitos colaterais graves.
É claro que em determinado momento serão solapados em velocidade pelo vento constante da mudança, mas até lá as consequências podem se agravar.
A depressão é a ausência de movimento para fora. O ser se esconde em si mesmo. Despreza a mudança e vive no seu próprio mundo, absorto do movimento natural do universo.
Este embotamento psíquico possui consequências energéticas e orgânicas. É um movimento de entropia do espírito.
Num grau ainda mais grave deforma-se espiritualmente e aí as consequências são piores.
Daí a necessidade de se exercitar a flexibilidade mental e emocional.
Viva cada momento. Extraia o melhor dele em termos de ensinamento e trate de se encaixar no novo movimento que se insere na sua vida.
Simples assim!
Jesus disse-nos para deixar tudo no ritmo de Deus à medida que nos aconselhou a pedir que seja feita a Sua Vontade nas nossas vidas e não a nossa em particular.
Olhar para o futuro com otimismo e esperança d’alma e não deixar enraizar sentimento malévolos ou retrógrados.
O ser humano foi feito para progredir, avançar, agigantar-se.
Não é da nossa natureza imergir num emaranhado de pensamentos doentios e paralisantes.
Descubra suas crenças que emperram seu desenvolvimento.
Refaça os valores que conduzem a sua existência.
E lute, ferozmente, para não ficar parado no tempo.
Mova-se!
Mude!
Seja melhor a cada dia!
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