17.7.26
EMMANUEL Livro espírita a venda na LER Livros Revistas Papelaria ✍️ Francisco C. Xavier (Autor) Emmanuel (espírito) Editora: FEB 250 páginas tamanho 13 x 18 cm. ❤️https://www.facebook.com/MensageirosLuz ❤️ estudo detalhado de NOSSO LAR https://youtu.be/ydMsfCDlxRk https://www.facebook.com/MensageirosLuz ❤️ palestras de Toninho Barana https://youtu.be/F9R8x9MoAXw ❤️ curso preparatório ESPIRITISMO https://youtu.be/O1YIF2zfPXE ❤️ conheça ESPERANTO https://youtu.be/zD3AktmQYTE https://youtu.be/yDlcRe4zW_4
O sonho de união não acabou
A divisão que hoje impera na Europa não é satisfatória para os interesses mundiais. O que lá acontece é que não houve o devido ajuste de conduta entre os povos. É natural que seja assim, pois, somente pouco a pouco, é que tudo se concretiza na união de povos.
Os alemães, os franceses, os ingleses e todos os outros componentes da União Europeia sabiam da dificuldade que seria em materializar este antigo sonho de união. As barreiras a serem transpostas são imensas. Os interesses individuais devem casar com os interesses coletivos e isso fere ao que se convencionou denominar de soberania nacional.
Ora, como fazer parte do todo, sem se integrar a ele, sem se adaptar a conjuntura total?
Estes azedumes locais são naturais e esperados. Os nacionalistas nunca viram com bons olhos a aproximação de povos que antes foram circunstancialmente seus inimigos. Enxergam com certa desconfiança as diferenças e decisões tomadas em colegiado. Afinal, como ficará a vontade do meu país diluída entre os demais?
Esta expectativa negativa de muitos europeus ganhou eco entre os britânicos, não todos eles, mas de um agrupamento mais conservador, portanto, menos liberal a ideias novas.
Eles acham que o mundo não mudou. Que a libra esterlina é forte por natureza. Que seu país ainda é, de certa forma, o centro do mundo. Não entendem como é que eles podem ficar sem emprego e muitos europeus de outras nações ocuparem o seu lugar.
Esta relação de perdas e ganhos é uma contabilidade que todos os países integrantes da União Europeia fazem constantemente. Em outras palavras, averiguam se é melhor estar sozinho ou fazer parte de um grande grupo de nações.
Esta contabilidade, meus caros, para todos, sem exceção, têm se demonstrado positiva, afinal de contas, isoladamente, ungindo de suas próprias ações, dificilmente conseguiriam os resultados desejados. Hoje, fazendo parte da “nação europeia” sentem-se, muitos deles, seguros e fortes. Esta é a razão do reforço pela ideia integrativa europeia. As contas, no final, batem no azul.
A União Europeia sabe do momento decisivo que atravessa. A inesperada, mas ainda não concretizada saída dos britânicos, é, sem dúvida alguma, uma queda nas pretensões plurais que já estão em desenvolvimento.
Torcemos para que os ingleses reflitam melhor sobre a sua decisão, aliás, muitos já estão fazendo, mesmo aqueles que votaram favoravelmente no plebiscito separatista. A pena para a saída do bloco continental será tamanha que poderá, inclusive, ocorrer um retrocesso nesta decisão. Não tenho dúvidas alguma sobre isso.
Este patamar de coisas é observado por nós espíritos com muita clareza. Estamos atentos aos fatos igualmente a vocês aí no plano físico. As repercussões não são apenas de ordem material. Diria que são primeiramente de ordem espiritual, pois não existe efeito sem uma causa fundante.
Aguardemos os fatos. Muita água ainda está por rolar sob as pontes londrinas. Nada é definitivo, a não ser a própria vida que nos abastece de esperanças e alegria.
Joaquim Nabuco - Blog Reflexões de um Imortal
Os alemães, os franceses, os ingleses e todos os outros componentes da União Europeia sabiam da dificuldade que seria em materializar este antigo sonho de união. As barreiras a serem transpostas são imensas. Os interesses individuais devem casar com os interesses coletivos e isso fere ao que se convencionou denominar de soberania nacional.
Ora, como fazer parte do todo, sem se integrar a ele, sem se adaptar a conjuntura total?
Estes azedumes locais são naturais e esperados. Os nacionalistas nunca viram com bons olhos a aproximação de povos que antes foram circunstancialmente seus inimigos. Enxergam com certa desconfiança as diferenças e decisões tomadas em colegiado. Afinal, como ficará a vontade do meu país diluída entre os demais?
Esta expectativa negativa de muitos europeus ganhou eco entre os britânicos, não todos eles, mas de um agrupamento mais conservador, portanto, menos liberal a ideias novas.
Eles acham que o mundo não mudou. Que a libra esterlina é forte por natureza. Que seu país ainda é, de certa forma, o centro do mundo. Não entendem como é que eles podem ficar sem emprego e muitos europeus de outras nações ocuparem o seu lugar.
Esta relação de perdas e ganhos é uma contabilidade que todos os países integrantes da União Europeia fazem constantemente. Em outras palavras, averiguam se é melhor estar sozinho ou fazer parte de um grande grupo de nações.
Esta contabilidade, meus caros, para todos, sem exceção, têm se demonstrado positiva, afinal de contas, isoladamente, ungindo de suas próprias ações, dificilmente conseguiriam os resultados desejados. Hoje, fazendo parte da “nação europeia” sentem-se, muitos deles, seguros e fortes. Esta é a razão do reforço pela ideia integrativa europeia. As contas, no final, batem no azul.
A União Europeia sabe do momento decisivo que atravessa. A inesperada, mas ainda não concretizada saída dos britânicos, é, sem dúvida alguma, uma queda nas pretensões plurais que já estão em desenvolvimento.
Torcemos para que os ingleses reflitam melhor sobre a sua decisão, aliás, muitos já estão fazendo, mesmo aqueles que votaram favoravelmente no plebiscito separatista. A pena para a saída do bloco continental será tamanha que poderá, inclusive, ocorrer um retrocesso nesta decisão. Não tenho dúvidas alguma sobre isso.
Este patamar de coisas é observado por nós espíritos com muita clareza. Estamos atentos aos fatos igualmente a vocês aí no plano físico. As repercussões não são apenas de ordem material. Diria que são primeiramente de ordem espiritual, pois não existe efeito sem uma causa fundante.
Aguardemos os fatos. Muita água ainda está por rolar sob as pontes londrinas. Nada é definitivo, a não ser a própria vida que nos abastece de esperanças e alegria.
Joaquim Nabuco - Blog Reflexões de um Imortal
16.7.26
Comentário Questão 819 do Livro dos Espíritos
FRAGILIDADE FÍSICA
Homem e mulher certamente que não poderiam ser iguais nas suas estruturas físicas; não haveria razão de ser, porque cada um tem funções diferentes, que se completam na união entre os dois. Enquanto a alma não despertar todas as suas qualidades espirituais, um precisa do outro, e os dois necessitam de todos os amigos na troca de valores indispensáveis à vida e, ao mesmo tempo, de olvidar o egoísmo.
Quando a criatura dominar todas as suas paixões, sentir o amor puro no coração e amar verdadeiramente, a sua dependência será somente em relação a Deus. Com os outros companheiros do seu nível tornar-se-ão um todo, sem, contudo, dar lugar nos sentimentos ao egoísmo e ao orgulho. Será aquele Espírito que já se unificou com Jesus, sentindo-se permanentemente filho de Deus.
A mulher, sendo mais fraca fisicamente, deve cuidar dos trabalhos mais leves, aquele exercício sublimado do lar, enquanto o homem tem estrutura mais grosseira para os trabalhos da sua espécie. Eis aí como um completa o outro para a paz e o bem-estar da família.
O casamento é a porta pela qual as almas começam a trabalhar e a compreender a si mesmas. Nada se pode fazer sozinho na Terra, e mesmo no céu se agrupam Espíritos com os mesmos ideais; assim não sendo, não realizarão o grande ideal de servir com mais eficiência. No entanto, esses grupos de almas têm sempre um que os dirige, em se apresentando mais livre, com mais experiências, comandando com destreza aqueles de boa vontade.
Em tudo na natureza podemos notar agrupamentos para melhor servir na função a que se foi chamado a cooperar, desde os átomos até os mundos. A libertação começa no Espírito e cresce nele de maneira que pode chegar a raias inconcebíveis aos que se movimentam na Terra envolvidos na carne.
A mulher dos dias que correm, por motivo de testemunhos a que deve se submeter, está se envolvendo nos trabalhos dos homens, e eles, por vezes, nos das mulheres, por motivos que eles mesmos desconhecem. No entanto, o tempo mostrará que essas necessidades desaparecerão com o tempo, deixando cada um em seu verdadeiro lugar. Desde quando se pode trocar de vestes, de homem ou de mulher, acabam as necessidades de um fazer o trabalho do outro, quando se tem uma sociedade justa, que assiste todos nos seus devidos lugares. Não há, imperiosamente, necessidade de a mulher ocupar o lugar do homem, ela que foi feita especialmente para o lar, em primeiro lugar, bem como de o homem ocupar-se com as obrigações da mulher, já que foi abençoado por Deus para os trabalhos mais rudes, na responsabilidade de enfrentá-los, recolhendo experiências no ramo que precisa para viver. Isto não quer dizer que, sendo o corpo da mulher mais fraco, o Espírito também o é, o mesmo ocorrendo em relação ao homem.
A mulher é mãe, tendo no coração o amor mais acentuado; o homem é pai, que gera nos sentimentos mais energia no que se refere à disciplina. Todavia, os pais de um lar, não devem entrar em discórdia, pois deste modo desarmonizam a casa e desajustam os filhos que receberam para educar.
Lembremos João, no capítulo seis, versículo quarenta e três, que assim registrou:
Respondeu-lhes Jesus: Não murmureis entre vós.
O casal não deve murmurar; é de seu dever compreender um ao outro em todos os aspectos da vida, para que a vida em casa possa entrar em sintonia com o Evangelho de Jesus. Os filhos têm muita facilidade de copiar os pais, condicionando o que vêem e ouvem dos seus genitores. A responsabilidade é muito grande, ante a paternidade maior.
A vida na Terra é cheia de amargor. Os problemas e sacrifícios são sem conta. Sabemos disso por experiências, contudo, Deus não se esquece dos Seus filhos, principalmente daqueles em exercício na Terra, carregando um corpo físico. O forte e o fraco se completam para notarem que existe a felicidade depois das inúmeras tempestades.
Livro Filosofia Espírita - João Nunes Maia - Miramez
Homem e mulher certamente que não poderiam ser iguais nas suas estruturas físicas; não haveria razão de ser, porque cada um tem funções diferentes, que se completam na união entre os dois. Enquanto a alma não despertar todas as suas qualidades espirituais, um precisa do outro, e os dois necessitam de todos os amigos na troca de valores indispensáveis à vida e, ao mesmo tempo, de olvidar o egoísmo.
Quando a criatura dominar todas as suas paixões, sentir o amor puro no coração e amar verdadeiramente, a sua dependência será somente em relação a Deus. Com os outros companheiros do seu nível tornar-se-ão um todo, sem, contudo, dar lugar nos sentimentos ao egoísmo e ao orgulho. Será aquele Espírito que já se unificou com Jesus, sentindo-se permanentemente filho de Deus.
A mulher, sendo mais fraca fisicamente, deve cuidar dos trabalhos mais leves, aquele exercício sublimado do lar, enquanto o homem tem estrutura mais grosseira para os trabalhos da sua espécie. Eis aí como um completa o outro para a paz e o bem-estar da família.
O casamento é a porta pela qual as almas começam a trabalhar e a compreender a si mesmas. Nada se pode fazer sozinho na Terra, e mesmo no céu se agrupam Espíritos com os mesmos ideais; assim não sendo, não realizarão o grande ideal de servir com mais eficiência. No entanto, esses grupos de almas têm sempre um que os dirige, em se apresentando mais livre, com mais experiências, comandando com destreza aqueles de boa vontade.
Em tudo na natureza podemos notar agrupamentos para melhor servir na função a que se foi chamado a cooperar, desde os átomos até os mundos. A libertação começa no Espírito e cresce nele de maneira que pode chegar a raias inconcebíveis aos que se movimentam na Terra envolvidos na carne.
A mulher dos dias que correm, por motivo de testemunhos a que deve se submeter, está se envolvendo nos trabalhos dos homens, e eles, por vezes, nos das mulheres, por motivos que eles mesmos desconhecem. No entanto, o tempo mostrará que essas necessidades desaparecerão com o tempo, deixando cada um em seu verdadeiro lugar. Desde quando se pode trocar de vestes, de homem ou de mulher, acabam as necessidades de um fazer o trabalho do outro, quando se tem uma sociedade justa, que assiste todos nos seus devidos lugares. Não há, imperiosamente, necessidade de a mulher ocupar o lugar do homem, ela que foi feita especialmente para o lar, em primeiro lugar, bem como de o homem ocupar-se com as obrigações da mulher, já que foi abençoado por Deus para os trabalhos mais rudes, na responsabilidade de enfrentá-los, recolhendo experiências no ramo que precisa para viver. Isto não quer dizer que, sendo o corpo da mulher mais fraco, o Espírito também o é, o mesmo ocorrendo em relação ao homem.
A mulher é mãe, tendo no coração o amor mais acentuado; o homem é pai, que gera nos sentimentos mais energia no que se refere à disciplina. Todavia, os pais de um lar, não devem entrar em discórdia, pois deste modo desarmonizam a casa e desajustam os filhos que receberam para educar.
Lembremos João, no capítulo seis, versículo quarenta e três, que assim registrou:
Respondeu-lhes Jesus: Não murmureis entre vós.
O casal não deve murmurar; é de seu dever compreender um ao outro em todos os aspectos da vida, para que a vida em casa possa entrar em sintonia com o Evangelho de Jesus. Os filhos têm muita facilidade de copiar os pais, condicionando o que vêem e ouvem dos seus genitores. A responsabilidade é muito grande, ante a paternidade maior.
A vida na Terra é cheia de amargor. Os problemas e sacrifícios são sem conta. Sabemos disso por experiências, contudo, Deus não se esquece dos Seus filhos, principalmente daqueles em exercício na Terra, carregando um corpo físico. O forte e o fraco se completam para notarem que existe a felicidade depois das inúmeras tempestades.
Livro Filosofia Espírita - João Nunes Maia - Miramez
15.7.26
EXPIAÇÃO
Lafayette Melo *
Enterro de outro corpo. Abrindo a campa fria,
Ocorreu a imprevista exumação... O achado
Do cadáver de borco, horrível, macerado,
No pavor da aflição, recordando a agonia...
Torva interrogação pairou, rude e sombria:
– Fora enterrado vivo o inditoso finado?...
Mas, no Espaço, o problema era já superado :
Caso triste e invulgar de catalepsia...
Alguém pagou à Lei o sentiu derradeiro,
No sofrimento atroz dos minutos da morte,
De um crime feito atrás quando fora coveiro.
E a alma foi demandando as esferas da Altura,
Exultante de amor, resplandecente e forte,
Mais livre e mais feliz, mais serena e mais pura!...
Filho de Desidério de Melo e de D.Clarinda de Melo, LM, além de poeta, foi professor, poliglota e jornalista. Um dos fundadores e diretores de O Garoto, em sua terra natal. Órfão de pai desde cedo, foi um autodidata. Desde que se tornou espírita, passou a ser devotado colaborador de A Flama (hoje, A Flama Espírita), semanário espírita uberabense, com sonetos bem trabalhados, de conteúdo doutrinário. (Uberaba, Minas, 21 de Outubro de 1892 – Patrocínio, Minas, 15 de Agosto de 1953.)
Livro: “Antologia dos Imortais” - Psicografia de Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira.
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