12.7.26

A EDUCAÇÃO DA ALMA Livro espírita a venda na LER Livros Revistas Papelaria


 

A MENSAGEM DO DR. BEZERRA

Filhos,
Jesus nos abençoe.
Trabalhem com afinco no amor ao Ideal.
Avancem vigilantes, sabendo que o caminho é repleto de pedras de tropeço.
Não se descuidem de si mesmos um instante sequer.
Basta pequena concessão à treva para que a escuridão se lhes faça na alma de maneira mais sombria.
Cultivem a humildade, não se importando de estarem sempre labutando nas últimas fileiras do Bem.
O Cristo vivia protegido pela multidão necessitada.
A proteção que Ele estendia aos “filhos do Calvário”, era a proteção que Lhe era dispensada pelo Pai, a fim de cumprir com a sua Divina Missão.
Mesmo na hora da cruz, Ele estava ladeado por dois irmãos sofredores.
Quem se afasta da vivência na Caridade está prestes a cair, não importando à altura a que se tenha elevado pelo intelecto.
Não contabilizem mágoas e dissabores.
Sobre a Terra, o espírito que não enfrenta provações não tem oportunidade de obter promoção.
Vigiem, quanto possam, a palavra que lhes escape dos lábios, e aquela que lhes busque os ouvidos.
Não se permitam desanimar pelos acontecimentos deprimentes que, na hora que passa, parecem se multiplicar entre os homens.
Preocupem-se em cumprir com o dever que lhes compete, ainda que, para tanto, tenham que verter muito mais lágrimas que suor.
Estamos e continuaremos juntos.
A luta que faceiam, igualmente, se estende à este Outro Lado da Vida.
Regozijemo-nos, no entanto, como os Apóstolos que, depois de açoitados, por ordem do Sinédrio, retiraram-se “regozijando-se por terem sido considerados dignos de sofrer afrontas por esse Nome” – Jesus Cristo!...
Bezerra de Menezes/Carlos A. Baccelli - Blog Mediunidade na Internet
Lar Espírita “Pedro e Paulo”
Uberaba – MG, 10 de julho de 2026.

10.7.26

É IMPOSSÍVEL MORRER Livro espírita a venda na LER Livros Revistas Papelaria


 

Comentário Questão 819 do Livro dos Espíritos

FRAGILIDADE FÍSICA
 
Homem e mulher certamente que não poderiam ser iguais nas suas estruturas físicas; não haveria razão de ser, porque cada um tem funções diferentes, que se completam na união entre os dois. Enquanto a alma não despertar todas as suas qualidades espirituais, um precisa do outro, e os dois necessitam de todos os amigos na troca de valores indispensáveis à vida e, ao mesmo tempo, de olvidar o egoísmo.
Quando a criatura dominar todas as suas paixões, sentir o amor puro no coração e amar verdadeiramente, a sua dependência será somente em relação a Deus. Com os outros companheiros do seu nível tornar-se-ão um todo, sem, contudo, dar lugar nos sentimentos ao egoísmo e ao orgulho. Será aquele Espírito que já se unificou com Jesus, sentindo-se permanentemente filho de Deus.
A mulher, sendo mais fraca fisicamente, deve cuidar dos trabalhos mais leves, aquele exercício sublimado do lar, enquanto o homem tem estrutura mais grosseira para os trabalhos da sua espécie. Eis aí como um completa o outro para a paz e o bem-estar da família.
O casamento é a porta pela qual as almas começam a trabalhar e a compreender a si mesmas. Nada se pode fazer sozinho na Terra, e mesmo no céu se agrupam Espíritos com os mesmos ideais; assim não sendo, não realizarão o grande ideal de servir com mais eficiência. No entanto, esses grupos de almas têm sempre um que os dirige, em se apresentando mais livre, com mais experiências, comandando com destreza aqueles de boa vontade.
Em tudo na natureza podemos notar agrupamentos para melhor servir na função a que se foi chamado a cooperar, desde os átomos até os mundos. A libertação começa no Espírito e cresce nele de maneira que pode chegar a raias inconcebíveis aos que se movimentam na Terra envolvidos na carne.
A mulher dos dias que correm, por motivo de testemunhos a que deve se submeter, está se envolvendo nos trabalhos dos homens, e eles, por vezes, nos das mulheres, por motivos que eles mesmos desconhecem. No entanto, o tempo mostrará que essas necessidades desaparecerão com o tempo, deixando cada um em seu verdadeiro lugar. Desde quando se pode trocar de vestes, de homem ou de mulher, acabam as necessidades de um fazer o trabalho do outro, quando se tem uma sociedade justa, que assiste todos nos seus devidos lugares. Não há, imperiosamente, necessidade de a mulher ocupar o lugar do homem, ela que foi feita especialmente para o lar, em primeiro lugar, bem como de o homem ocupar-se com as obrigações da mulher, já que foi abençoado por Deus para os trabalhos mais rudes, na responsabilidade de enfrentá-los, recolhendo experiências no ramo que precisa para viver. Isto não quer dizer que, sendo o corpo da mulher mais fraco, o Espírito também o é, o mesmo ocorrendo em relação ao homem.
A mulher é mãe, tendo no coração o amor mais acentuado; o homem é pai, que gera nos sentimentos mais energia no que se refere à disciplina. Todavia, os pais de um lar, não devem entrar em discórdia, pois deste modo desarmonizam a casa e desajustam os filhos que receberam para educar.
Lembremos João, no capítulo seis, versículo quarenta e três, que assim registrou:
Respondeu-lhes Jesus: Não murmureis entre vós.
O casal não deve murmurar; é de seu dever compreender um ao outro em todos os aspectos da vida, para que a vida em casa possa entrar em sintonia com o Evangelho de Jesus. Os filhos têm muita facilidade de copiar os pais, condicionando o que vêem e ouvem dos seus genitores. A responsabilidade é muito grande, ante a paternidade maior.
A vida na Terra é cheia de amargor. Os problemas e sacrifícios são sem conta. Sabemos disso por experiências, contudo, Deus não se esquece dos Seus filhos, principalmente daqueles em exercício na Terra, carregando um corpo físico. O forte e o fraco se completam para notarem que existe a felicidade depois das inúmeras tempestades.
Livro Filosofia Espírita - João Nunes Maia - Miramez

8.7.26

Gravação do Estudo detalhado do livro MECANISMOS DA MEDIUNIDADE Capítulo 12 – REFLEXO CONDICIONADO


 

Razão de Viver

Vejo pessoas tristes, chorosas, em desconforto interior.
Não sabem para onde irão, não sabem o que devem fazer.
A vida passa para elas como um tormento. Os dias são longos e cansativos. Suas vidas são um verdadeiro fardo.
Ao olhar para elas, vejo um olhar de depressão, caído, sem vida. Mortas em vida.
Que pena!
Muitas deixaram de ter o prazer de viver bem antes de retornarem ao corpo físico. São pessoas – ou espíritos – desolados, sozinhos, sem propósitos.
Por mais que se ajude a elas a encontrar um alvo na vida, uma razão para existir, elas desistem em pouco tempo. Não veem graça nisso. Justificativas não faltam.
Este pessimismo em que levam as suas vidas é demasiadamente preocupante porque elas abrem brechas psíquicas para os aproveitadores da espiritualidade.
E são muitos do lado de cá da vida.
Eles se preocupam apenas em arregimentar pessoas para seu séquito de domínio. A satisfação deles é submeter as pessoas ao seu capricho, as suas ordens.
Não vendo motivo para viver. Inertes. Eles isolam ainda mais as pessoas do mundo e do convívio das outras pessoas.
Flertam com o mal e colocam os “tristes da vida” a obedecerem no que eles determinarem.
Sem forças, sem reação, sem apoio, estas pessoas sucumbem ao domínio do mal e da não vida.
Muito cuidado, amigos, para não caírem nas armadilhas cruéis destes nossos irmãos que levam a vida a procurar seguidores passivos da sua vontade.
Aquela ameaça de desânimo tem que ser evitada.
Aquele convite a reclusão necessita ser afastada.
Aquela tristeza sem razão deve ser dispersada.
Não dar ouvidos a estes convites sombrios é um gesto importante para levar a vida com outros ares.
Em compensação, para quem abre-se para a vida, para quem ver no outro a razão de ser da sua existência, a via enche-se de felicidade e júbilo.
Não viemos à vida para ficar de braços cruzados. Viemos à vida para trabalhar e servir.
É no serviço redentor que encontramos mais forças e razões para prosseguir.
Sigamos adiante!
Vamos dar um passo a mais!
E a razão de existir ancorada no Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo fará mais sentido e alegria invadirá a nossa alma.
E a vida será realmente mais feliz.
Helder Camara = Blog Novas Utopias