19.9.26
Felicidade
Felicidade, eu não sei
Como deve defini-la,
Dizem que ela reside
Na consciência tranquila...
Ouço outros a dizerem
Que, em resumo, ela é,
Do modo como se mostra,
Um patrimônio da fé...
Outros mais a associam
À um estado de saúde,
De quem alcança a velhice
Com o vigor da juventude...
Escuto ainda quem fala
Em dinheiro e coisa e tal,
A viajar pelo mundo,
Distanciando-se do mal...
Eu não sei, mas vou dizer,
Sem me estender ao falar,
O que eu penso a respeito
Sem ninguém contrariar...
Buscando na Terra inteira,
Seja em qualquer diretriz,
Sem que sofra alguma dor
Eu não sei de alguém feliz...
Muito embora seja bela,
Crescendo em berço de estrume,
Sem ter espinhos na haste,
A rosa não tem perfume!...
Formiga/Baccelli - Blog Mediunidade na Internet
Lar Espírita “Pedro e Paulo”
Uberaba – 12 de setembro de 2026
Como deve defini-la,
Dizem que ela reside
Na consciência tranquila...
Ouço outros a dizerem
Que, em resumo, ela é,
Do modo como se mostra,
Um patrimônio da fé...
Outros mais a associam
À um estado de saúde,
De quem alcança a velhice
Com o vigor da juventude...
Escuto ainda quem fala
Em dinheiro e coisa e tal,
A viajar pelo mundo,
Distanciando-se do mal...
Eu não sei, mas vou dizer,
Sem me estender ao falar,
O que eu penso a respeito
Sem ninguém contrariar...
Buscando na Terra inteira,
Seja em qualquer diretriz,
Sem que sofra alguma dor
Eu não sei de alguém feliz...
Muito embora seja bela,
Crescendo em berço de estrume,
Sem ter espinhos na haste,
A rosa não tem perfume!...
Formiga/Baccelli - Blog Mediunidade na Internet
Lar Espírita “Pedro e Paulo”
Uberaba – 12 de setembro de 2026
O Futuro do Brasil
A trajetória democrática no Brasil sofre outro deslize.
O Brasil possui tudo para ser uma grande nação. Recursos de diversas ordens não lhe falta. Somos poderosos economicamente, temos uma bacia hidrográfica rica, uma natureza abundante e um povo expressivamente inteligente e criativo. O que nos falta, talvez, seja um projeto de nação. Sem foco para onde devemos ir, pouco progresso ocorrerá e os avanços serão meramente pontuais, haja vista que funcionam como se cada um promovesse o seu próprio destino e não porque há um direcionamento único das ações.
Este projeto maior, Senhores, deve ser fruto de ampla discussão na sociedade. Quem quer que o inicie, sem se preocupar com os rendimentos políticos desta iniciativa, terá dado contribuição enorme para o progresso social e econômico do País. Agirá como estadista e não como um populista. Definirá regras atemporais e não interesses casuais. É certo que o momento presente exige ajustes de diversas frentes, dada a situação calamitosa que chegamos, mas não podemos, jamais, deixar de ter um foco mais distante quando se refere ao destino do País.
Alguns presidentes, ao longo do período republicano, tiveram esta preocupação. Não cabe aqui analisar se as diretrizes apresentadas eram positivas ou não, não é esta a questão, o que se coloca em jogo é o tirocínio de se deixar um efetivo legado para o País.
Getúlio Vargas, Juscelino Kubistchek de Oliveira e o período militar desenharam, cada um a seu modo, este desenho de nação. Alguns pontos tiveram continuidade, outros foram abandonados sem qualquer análise mais séria.
O que está em jogo, Senhores, é o futuro da nação. Iniciativas pontuais podem ter alguma repercussão, mas se não forem devidamente ampliadas e aceitas como políticas de Estado terão vida curta por mais interessantes que possam ser.
Este é o motivo do nosso atraso, em última análise. O progresso espiritual não é realizado por improviso. Temos, pelo que sei, notória preocupação com planejamento de longo prazo. Os passos dados pelos maiores da humanidade e por aqueles que se preocupam com nosso País seguem um norteamento maior e são pautados dentro de critérios rígidos. Todos nós, espíritos comprometidos com a nação brasileira, somos chamados, de algum modo, a dar a nossa contribuição. Trabalho não nos falta.
Neste quadrante da vida pública brasileira, enxergamos mais oportunidades do que dissabores. Estamos numa crise, é verdade, mas ela mesma nos traz possibilidades de avanço inestimáveis.
Quem sabe uma nova legislação para abrir os caminhos políticos e restituirmos de vez a confiança dos brasileiros em seus representantes?
Por que não pensar numa reforma econômica “globativa”, não apenas de integração mundial para sermos mais competitivos, mas de aprendizagem geral para aumentar a capacidade produtiva de nosso povo, gerando mais renda e riqueza para todos?
Que tal priorizarmos definitivamente a educação como patrimônio maior da nossa nação em direção a termos cidadãos livres de verdade e conscientes de suas potencialidades e direitos?
Por que não pensar num governo mais competente na gestão e menos corrupto na sua concepção?
Há muitas frentes a serem definidas as suas prioridades e aquilo que mais interessa ao conjunto da nação.
Não importa necessariamente quem faça, mas que faça e como faça.
Estaremos ombro a ombro com todos aqueles que se dispuserem a trabalhar por um País melhor e com futuro.
Um abraço,
Joaquim Nabuco – Blog Reflexões de um Imortal
O Brasil possui tudo para ser uma grande nação. Recursos de diversas ordens não lhe falta. Somos poderosos economicamente, temos uma bacia hidrográfica rica, uma natureza abundante e um povo expressivamente inteligente e criativo. O que nos falta, talvez, seja um projeto de nação. Sem foco para onde devemos ir, pouco progresso ocorrerá e os avanços serão meramente pontuais, haja vista que funcionam como se cada um promovesse o seu próprio destino e não porque há um direcionamento único das ações.
Este projeto maior, Senhores, deve ser fruto de ampla discussão na sociedade. Quem quer que o inicie, sem se preocupar com os rendimentos políticos desta iniciativa, terá dado contribuição enorme para o progresso social e econômico do País. Agirá como estadista e não como um populista. Definirá regras atemporais e não interesses casuais. É certo que o momento presente exige ajustes de diversas frentes, dada a situação calamitosa que chegamos, mas não podemos, jamais, deixar de ter um foco mais distante quando se refere ao destino do País.
Alguns presidentes, ao longo do período republicano, tiveram esta preocupação. Não cabe aqui analisar se as diretrizes apresentadas eram positivas ou não, não é esta a questão, o que se coloca em jogo é o tirocínio de se deixar um efetivo legado para o País.
Getúlio Vargas, Juscelino Kubistchek de Oliveira e o período militar desenharam, cada um a seu modo, este desenho de nação. Alguns pontos tiveram continuidade, outros foram abandonados sem qualquer análise mais séria.
O que está em jogo, Senhores, é o futuro da nação. Iniciativas pontuais podem ter alguma repercussão, mas se não forem devidamente ampliadas e aceitas como políticas de Estado terão vida curta por mais interessantes que possam ser.
Este é o motivo do nosso atraso, em última análise. O progresso espiritual não é realizado por improviso. Temos, pelo que sei, notória preocupação com planejamento de longo prazo. Os passos dados pelos maiores da humanidade e por aqueles que se preocupam com nosso País seguem um norteamento maior e são pautados dentro de critérios rígidos. Todos nós, espíritos comprometidos com a nação brasileira, somos chamados, de algum modo, a dar a nossa contribuição. Trabalho não nos falta.
Neste quadrante da vida pública brasileira, enxergamos mais oportunidades do que dissabores. Estamos numa crise, é verdade, mas ela mesma nos traz possibilidades de avanço inestimáveis.
Quem sabe uma nova legislação para abrir os caminhos políticos e restituirmos de vez a confiança dos brasileiros em seus representantes?
Por que não pensar numa reforma econômica “globativa”, não apenas de integração mundial para sermos mais competitivos, mas de aprendizagem geral para aumentar a capacidade produtiva de nosso povo, gerando mais renda e riqueza para todos?
Que tal priorizarmos definitivamente a educação como patrimônio maior da nossa nação em direção a termos cidadãos livres de verdade e conscientes de suas potencialidades e direitos?
Por que não pensar num governo mais competente na gestão e menos corrupto na sua concepção?
Há muitas frentes a serem definidas as suas prioridades e aquilo que mais interessa ao conjunto da nação.
Não importa necessariamente quem faça, mas que faça e como faça.
Estaremos ombro a ombro com todos aqueles que se dispuserem a trabalhar por um País melhor e com futuro.
Um abraço,
Joaquim Nabuco – Blog Reflexões de um Imortal
17.9.26
Comentário Questão 826 do Livro dos Espíritos
LIBERDADE ABSOLUTA
Liberdade absoluta só existe para Deus, criador de todas as coisas. O criado1 já é dependente do Criador. Deus pode fazer o que bem entender dentro da criação, mas somente Ele. No que tange aos homens, se todos têm os mesmos direitos, deixa de existir tal liberdade, pela barreira do respeito de uns para com os outros.
É necessário saber que todos nós, para vivermos bem, nos submetemos à obediência das leis naturais criadas. Somos escravos da lei, e é o Evangelho que nos ensina como escolher os melhores caminhos da felicidade. A felicidade não nasce, nos seus princípios, da nossa vontade; pelo contrário, somente nasce da vontade de Deus, que sempre nos fala dela pelas leis estabelecidas.
É necessário que se procure entender bem "O Livro dos Espíritos", que nele estão estabelecidas todas as leis universais em expansão acompanhando, pois, a evolução das criaturas. Não sejamos tolos na arte de escolher sem compreender, para que não soframos o rigor das provas.
A liberdade absoluta para os homens seria uma catástrofe para todos, por não terem eles condições de saber o que realmente precisam na condição de homens encarnados, ainda cegos e surdos no que se refere à vida espiritual. Compete a cada um ir até o ponto que suporta; aí, sim, está a sua paz. Viver o futuro querendo esquecer o presente é um mal, bem como querer voltar ao passado, que teve sua época.
Peçamos aos Espíritos que nos revelem também a verdade, como Lucas assinala no capítulo dois, versículo vinte e seis, desta forma:
Revelara-lhe o Espírito Santo que ele não passaria pela morte antes de ver o Cristo do Senhor.
Pedimos a Deus que desperte o Cristo em nós, antes de passarmos pela morte do corpo, porque é na Terra que a porta do céu começa a se abrir pela força das transformações morais que o amor nos sugere entender e praticar, de acordo com os preceitos do Evangelho do Mestre.
Esqueçamos da liberdade absoluta, como a queremos compreender, firmando-nos, assim, na obediência, porque somos filhos que devemos, para o nosso bem, ouvir o Pai. A nossa liberdade é vigiada, filtrada e, por vezes, interrompida. Quanto mais crescermos, mais obedecemos às leis de Deus, porque é nessa obediência que encontramos a paz de consciência e o próprio ritmo da vida.
Pedimos a Jesus que nos abençoe nas nossas pretensões, acertando nossos passos e direcionando nossa vida para a paz em Deus.
Livro Filosofia Espírita - João Nunes Maia - Miramez
Liberdade absoluta só existe para Deus, criador de todas as coisas. O criado1 já é dependente do Criador. Deus pode fazer o que bem entender dentro da criação, mas somente Ele. No que tange aos homens, se todos têm os mesmos direitos, deixa de existir tal liberdade, pela barreira do respeito de uns para com os outros.
É necessário saber que todos nós, para vivermos bem, nos submetemos à obediência das leis naturais criadas. Somos escravos da lei, e é o Evangelho que nos ensina como escolher os melhores caminhos da felicidade. A felicidade não nasce, nos seus princípios, da nossa vontade; pelo contrário, somente nasce da vontade de Deus, que sempre nos fala dela pelas leis estabelecidas.
É necessário que se procure entender bem "O Livro dos Espíritos", que nele estão estabelecidas todas as leis universais em expansão acompanhando, pois, a evolução das criaturas. Não sejamos tolos na arte de escolher sem compreender, para que não soframos o rigor das provas.
A liberdade absoluta para os homens seria uma catástrofe para todos, por não terem eles condições de saber o que realmente precisam na condição de homens encarnados, ainda cegos e surdos no que se refere à vida espiritual. Compete a cada um ir até o ponto que suporta; aí, sim, está a sua paz. Viver o futuro querendo esquecer o presente é um mal, bem como querer voltar ao passado, que teve sua época.
Peçamos aos Espíritos que nos revelem também a verdade, como Lucas assinala no capítulo dois, versículo vinte e seis, desta forma:
Revelara-lhe o Espírito Santo que ele não passaria pela morte antes de ver o Cristo do Senhor.
Pedimos a Deus que desperte o Cristo em nós, antes de passarmos pela morte do corpo, porque é na Terra que a porta do céu começa a se abrir pela força das transformações morais que o amor nos sugere entender e praticar, de acordo com os preceitos do Evangelho do Mestre.
Esqueçamos da liberdade absoluta, como a queremos compreender, firmando-nos, assim, na obediência, porque somos filhos que devemos, para o nosso bem, ouvir o Pai. A nossa liberdade é vigiada, filtrada e, por vezes, interrompida. Quanto mais crescermos, mais obedecemos às leis de Deus, porque é nessa obediência que encontramos a paz de consciência e o próprio ritmo da vida.
Pedimos a Jesus que nos abençoe nas nossas pretensões, acertando nossos passos e direcionando nossa vida para a paz em Deus.
Livro Filosofia Espírita - João Nunes Maia - Miramez
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