30.6.26

DOAÇÃO DE ÓRGÃOS E TRANSPLANTES Livro espírita a venda na LER Livros Revistas Papelaria


 

Mensagem publicada na página 4 da Gazeta de Limeira de30.06.2026

NASCENDO A RAZÃO, O INSTINTO SE ATROFIA?

O alicerce de uma obra aparentemente desaparece quando o prédio está pronto; no entanto, passa a existir com muito mais segurança do que antes, pela sua solidez no seio da terra. O instinto não atrofia ao surgir a razão. Ele perde o comando mais visível, entretanto, ajuda a inteligência nas suas difíceis soluções, inerente ao seu estado. O nada se perde atinge igualmente os dons da alma. Os talentos se intercruzam numa fraternidade perfeita, uns ajudando os outros, e todos formando um conjunto, de sorte a trazer ao mundo da consciência a harmonia divina. A razão é o instinto na feição de maturidade; é o alicerce da inteligência. A Doutrina dos Espíritos, no seu conjunto nos oferece muitos meios e métodos, para exercitarmos todos os nossos dons, de maneira a que eles possam crescer ampliando seus valores. O instinto, o raciocínio e a intuição constituem uma escada evolutiva, são estágios variados do mesmo dom da vida que, juntos, garantem a estabilidade e nos proporcionam meios mais sólidos para vivermos em paz. O homem não pode desprezar o instinto porque possui a inteligência, nem o super-homem pode abandonar a inteligência, por ter conquistado a intuição. Todos os valores são úteis na engrenagem evolutiva de todos os seres. Entrementes, deve-se saber usá-los na hora certa, e no momento exato servir-se do raciocínio. O conhecimento é a base do equilíbrio e a compreensão, o estímulo de todas as forças do bem que, somadas, esplendem-se no amor. O instinto é uma inteligência rudimentar mas, que guarda no seu seio celeiros imortais que, desenvolvidos, ultrapassam as belezas da própria inteligência e mesmo da intuição, pelo fato de que o despertamento da alma é infinito, na extensão do crescimento sem limites, do Espírito.

Filosofia Espírita L.E.75 – João N. Maia – Miramez – Toninho Barana.

29.6.26

EM TORNO DO MESTRE Livro espírita a venda na LER Livros Revistas Papelaria


 

Por Que o Espírito Necessita Reencarnar?

Alguns amigos nos perguntam: - Dr. Inácio, por que o espírito necessita reencarnar? Ele não poderia fazer a sua evolução no Mundo Espiritual?
A resposta à semelhante indagação é vasta, todavia, vamos nos ater àquela que nos parece ser a de ordem mais geral.
O espírito, desde os primórdios de sua evolução, labuta no orbe terrestre, que é o campo onde ele se encontra lavrando, desenvolvendo as suas faculdades intrínsecas, submetendo-se à Lei de Causa e Efeito.
Em contato com a matéria mais densa é que o espírito encontra ensejo de despertar relativo, de vez que, durante séculos, não se habilita, em maioria, a viver nas Dimensões mais etéreas.
O espírito é um ser em construção.
Tendo vivido, através de incontáveis existências, na Terra, em contato com outros que integram a Humanidade, o espírito adquiriu inúmeros compromissos de natureza cármica que fazem parte de seu aprendizado.
Natural, pois, que ele se sinta atraído ao Plano em que se encontram, talvez, a maioria de seus afetos e, principalmente, de seus desafetos.
Não fosse ele ao planeta-escola que é a Terra, para o seu relacionamento indispensável com o próximo, deixando pendências cármicas, ele não se liberaria, à nível de consciência, para seguir caminho adiante, na direção do porvir.
Ocupando o corpo físico, ou o corpo mais físico, que o prende à gravidade do orbe, e, sofrendo o impacto do esquecimento do passado, o espírito, a cada experiência reencarnatória, entra na posse de si mesmo.
O devedor de determina soma, compelido a quitá-la, carece do “correr atrás” de seu credor, e aquele que verdadeiramente quer bem a outro, não se contenta em esquecê-lo na retaguarda, mormente quando, porventura, esse se encontra embaraçado, necessitando de quem o auxilie a se desvencilhar das amarras que o prendem.
Quem ama sempre se sente responsável por aqueles que, um dia, lhe foram confiados à tutela – foi justamente esse Amor que fez com Jesus mergulhasse na escuridão do planeta para resgatar os que nos demoramos no abismo.
Sem a reencarnação em níveis mais grosseiros – assim digamos – o espírito não desenvolveria as suas faculdades e não fixaria em si as conquistas que possa efetuar, nas expansões de seu próprio ser.
INÁCIO FERREIRA Blog Mediunidade na Internet
Uberaba – MG, 28-6-26

27.6.26

ALEF A Verdade Original Livro espírita a venda na LER Livros Revistas Papelaria

 


Zoraide

Ao ensejo dos 65 anos da Casa Espírita “Bittencourt Sampaio”, fundada em Uberaba – Minas Gerais, transcrevemos o soneto com que a poetisa Auta de Souza, através do médium Chico Xavier, homenageou Zoraide, fundadora e tarefeira da Casa, quando de sua desencarnação, ocorrida em maio de 1987.
Perdera um filho amado, um sonho em primavera...
Pergunta a soluçar entre suplício e pranto:
- “Por que? Por que, meu Deus, o filho que amo tanto?”
Segue o filho a gemer na dor que a dilacera.
 
Volta, de novo, ao lar!... É a família que espera,
Tem dever a cumprir mesmo banhada em pranto...
No outro dia, é servir ao bem, de canto a canto,
No Templo em luz e paz, que a conforta e venera.
 
O Tempo passa lento... Amargura, saudade...
Resguarda o amor de Mãe sem que nada o degrade...
Cai gravemente enferma... Enxerga doce brilho...
 
Ante o supremo instante, em névoa cor de opala,
Eis que o filho lhe diz: - “Minha Mãe, vim buscá-la...”
E ela parte a gritar: “Ah! meu filho!... Meu filho!...
 
Auta de Souza - Blog Espiritismo em Prosa e Verso