23.7.26
A Natureza pede Mudança
O mundo gira o tempo inteiro e o que se pode imaginar é que ao girar ele altera radicalmente o estado de ser de cada coisa.
Altera a natureza.
Altera os mecanismos estáticos.
Altera o ser humano.
Este “girar” torna o planeta mutável. Tudo muda o tempo todo, realmente.
Mas o que é mais interessante, embora as pessoas sejam “empurradas” para a mudança é que muitas delas resistem a este movimento natural das coisas.
E quais são os efeitos quando contrariamos deliberadamente este fluxo natural?
Nós impedimos o nosso desenvolvimento individual.
Sim, porque mudar significa transformar-se para melhor no campo espiritual. Resulta em progresso, evolução.
Este movimento contrário à mudança engendrado por muitos provoca atropelos na vida dessas pessoas.
Uns ficam gripados, contraem viroses, enfermidades da alma que se manifestam no corpo biológico.
Outros ficam tontos, sem prumo e ritmo na vida, sentem-se desconectados, “fora do ar”.
Há aqueles outros, mais radicais na resistência à mudança, que se transforma em movimento depressivo da alma.
O isolamento do mundo onde muitos se enquadram transmuta-se em efeitos colaterais graves.
É claro que em determinado momento serão solapados em velocidade pelo vento constante da mudança, mas até lá as consequências podem se agravar.
A depressão é a ausência de movimento para fora. O ser se esconde em si mesmo. Despreza a mudança e vive no seu próprio mundo, absorto do movimento natural do universo.
Este embotamento psíquico possui consequências energéticas e orgânicas. É um movimento de entropia do espírito.
Num grau ainda mais grave deforma-se espiritualmente e aí as consequências são piores.
Daí a necessidade de se exercitar a flexibilidade mental e emocional.
Viva cada momento. Extraia o melhor dele em termos de ensinamento e trate de se encaixar no novo movimento que se insere na sua vida.
Simples assim!
Jesus disse-nos para deixar tudo no ritmo de Deus à medida que nos aconselhou a pedir que seja feita a Sua Vontade nas nossas vidas e não a nossa em particular.
Olhar para o futuro com otimismo e esperança d’alma e não deixar enraizar sentimento malévolos ou retrógrados.
O ser humano foi feito para progredir, avançar, agigantar-se.
Não é da nossa natureza imergir num emaranhado de pensamentos doentios e paralisantes.
Descubra suas crenças que emperram seu desenvolvimento.
Refaça os valores que conduzem a sua existência.
E lute, ferozmente, para não ficar parado no tempo.
Mova-se!
Mude!
Seja melhor a cada dia!
Caifas - Blog Uma Nova Humanidade
Altera a natureza.
Altera os mecanismos estáticos.
Altera o ser humano.
Este “girar” torna o planeta mutável. Tudo muda o tempo todo, realmente.
Mas o que é mais interessante, embora as pessoas sejam “empurradas” para a mudança é que muitas delas resistem a este movimento natural das coisas.
E quais são os efeitos quando contrariamos deliberadamente este fluxo natural?
Nós impedimos o nosso desenvolvimento individual.
Sim, porque mudar significa transformar-se para melhor no campo espiritual. Resulta em progresso, evolução.
Este movimento contrário à mudança engendrado por muitos provoca atropelos na vida dessas pessoas.
Uns ficam gripados, contraem viroses, enfermidades da alma que se manifestam no corpo biológico.
Outros ficam tontos, sem prumo e ritmo na vida, sentem-se desconectados, “fora do ar”.
Há aqueles outros, mais radicais na resistência à mudança, que se transforma em movimento depressivo da alma.
O isolamento do mundo onde muitos se enquadram transmuta-se em efeitos colaterais graves.
É claro que em determinado momento serão solapados em velocidade pelo vento constante da mudança, mas até lá as consequências podem se agravar.
A depressão é a ausência de movimento para fora. O ser se esconde em si mesmo. Despreza a mudança e vive no seu próprio mundo, absorto do movimento natural do universo.
Este embotamento psíquico possui consequências energéticas e orgânicas. É um movimento de entropia do espírito.
Num grau ainda mais grave deforma-se espiritualmente e aí as consequências são piores.
Daí a necessidade de se exercitar a flexibilidade mental e emocional.
Viva cada momento. Extraia o melhor dele em termos de ensinamento e trate de se encaixar no novo movimento que se insere na sua vida.
Simples assim!
Jesus disse-nos para deixar tudo no ritmo de Deus à medida que nos aconselhou a pedir que seja feita a Sua Vontade nas nossas vidas e não a nossa em particular.
Olhar para o futuro com otimismo e esperança d’alma e não deixar enraizar sentimento malévolos ou retrógrados.
O ser humano foi feito para progredir, avançar, agigantar-se.
Não é da nossa natureza imergir num emaranhado de pensamentos doentios e paralisantes.
Descubra suas crenças que emperram seu desenvolvimento.
Refaça os valores que conduzem a sua existência.
E lute, ferozmente, para não ficar parado no tempo.
Mova-se!
Mude!
Seja melhor a cada dia!
Caifas - Blog Uma Nova Humanidade
22.7.26
FAÍSCA DE AURORA
Francisco QUIRINO DOS SANTOS
Nas furnas mais hostis da mais hedionda terra,
Rugem forças da sombra em ódio abrasador;
2 São seres a renhir na encarniçada guerra
Do remorso e do crime, em tremendo furor...
Acende a prece, em luz, que a bondade descerra,
6 Por faísca de aurora, inflamada em favor
Do espírito infeliz que às tênebras se aferra
A sufocar no peito as expansões de amor.
Quando a morte apunhala o coração da vida,
A alma que errou, no mundo, exora compaixão,
E um sudário de dor crepeia-lhe a partida...
Eleva o pensamento em santa vibração
E socorre a loucura e a mágoa desabrida
De quem não quer mais crer na bênção da oração!...
(*) Desde cedo se dedicou à leitura de poetas brasileiros e portugueses, e aos 12 anos estreou nas letras com uma sátira. Depois de formar-se, em 1863, pela Faculdade de Direito de S. Paulo, o poeta de “A Vida” tornou-se redator do Correio Paulistano, promotor público em Santos.
Fundou, em 1869, a Gazeta de Campinas, órgão abolicionista e republicano. Membro correspondente da Sociedade de Geografia de Lisboa e sócio de quase todas as instituições culturais de S. Paulo.
Foi ainda teatrólogo, crítico e romancista. Leopoldo Amaral apontou-o como “grande poeta, elegante jornalista, habilíssimo advogado”, um verdadeiro “meteoro vivo”, segundo a expressão de Francisco Glicério (apud L. Correia Melo,Dic. Aut. Paulistas, pág. 558).
Era deputado provincial quando desencarnou. (Campinas, Est. De S. Paulo, 14 de julho de 1841 − S. Paulo, Est. De S. Paulo, 6 de maio de 1886.)
BIBLIOGRAFIA: Estrelas Errantes; A Nova Louzã, romance;etc.
2. Aliteração em rr.
6. Alteração em f.
Livro: “Antologia dos Imortais” - Psicografia de Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira
Nas furnas mais hostis da mais hedionda terra,
Rugem forças da sombra em ódio abrasador;
2 São seres a renhir na encarniçada guerra
Do remorso e do crime, em tremendo furor...
Acende a prece, em luz, que a bondade descerra,
6 Por faísca de aurora, inflamada em favor
Do espírito infeliz que às tênebras se aferra
A sufocar no peito as expansões de amor.
Quando a morte apunhala o coração da vida,
A alma que errou, no mundo, exora compaixão,
E um sudário de dor crepeia-lhe a partida...
Eleva o pensamento em santa vibração
E socorre a loucura e a mágoa desabrida
De quem não quer mais crer na bênção da oração!...
(*) Desde cedo se dedicou à leitura de poetas brasileiros e portugueses, e aos 12 anos estreou nas letras com uma sátira. Depois de formar-se, em 1863, pela Faculdade de Direito de S. Paulo, o poeta de “A Vida” tornou-se redator do Correio Paulistano, promotor público em Santos.
Fundou, em 1869, a Gazeta de Campinas, órgão abolicionista e republicano. Membro correspondente da Sociedade de Geografia de Lisboa e sócio de quase todas as instituições culturais de S. Paulo.
Foi ainda teatrólogo, crítico e romancista. Leopoldo Amaral apontou-o como “grande poeta, elegante jornalista, habilíssimo advogado”, um verdadeiro “meteoro vivo”, segundo a expressão de Francisco Glicério (apud L. Correia Melo,Dic. Aut. Paulistas, pág. 558).
Era deputado provincial quando desencarnou. (Campinas, Est. De S. Paulo, 14 de julho de 1841 − S. Paulo, Est. De S. Paulo, 6 de maio de 1886.)
BIBLIOGRAFIA: Estrelas Errantes; A Nova Louzã, romance;etc.
2. Aliteração em rr.
6. Alteração em f.
Livro: “Antologia dos Imortais” - Psicografia de Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira
20.7.26
Página Para Meditação
(Mera Coincidência?)
Era pensamento de Allan Kardec, antes de desencarnar, estabelecer um “Comitê Central” para a Doutrina, que pudesse cuidar de seu desenvolvimento e de sua divulgação. Antes de desencarnar, ele chegou a cogitar de sua criação, pensando, inclusive, em ceder um imóvel que havia adquirido na Vila de Ségur. Não obstante, com a sua desencarnação chegando no dia 31 de março de 1869, o Projeto não pode se consumar. Algumas das atribuições do “Comitê” seriam:
- o cuidado dos interesses da Doutrina e de sua propagação; manter a sua utilidade pela conservação da integridade dos princípios reconhecidos; desenvolver suas consequências;
- o estudo de princípios novos suscetíveis de entrar no corpo da Doutrina;
- a concentração de todos os documentos e ensinamentos que possam interessar ao Espiritismo, etc...
Segundo o Codificador, o Espiritismo não era uma Obra estanque, que tivesse sido concluída, mas passível de novos desenvolvimentos, embora os Princípios Fundamentais estabelecidos no Pentateuco.
Interessante é que ele escreve:
“Em vez de um chefe único, a direção será entregue a um “comitê central” permanente, cuja organização e atribuições serão definidas para evitar arbitrariedades. Este comitê será composto no máximo de doze membros titulares, que reúnam certas condições necessárias, e igual número de conselheiros. (o grifo é nosso)
Este era o pensamento de Kardec às vésperas de seu desenlace – segundo consta em “Obras Póstumas”.
O curioso, no entanto, é que quando o médium Chico Xavier, recebe de André Luiz, a excelente obra “Nosso Lar”, publicada pela FEB, com prefácio datado de 1943, em conversa com Lísias, ele fica sabendo que a referida cidade espiritual, além da Governadoria, conta com seis Ministérios, cada qual constituído por doze Ministros, perfazendo setenta e dois colaboradores! Os Ministérios são: Regeneração, Auxílio, Comunicação, Esclarecimento, Elevação, União Divina.
Temos a impressão de que Kardec desejava tornar realidade na Terra o que já era realidade no Mundo Espiritual.
Toda a Obra Mediúnica de André Luiz, de “Nosso Lar” a “E a Vida Continua...”, acontece em torno das atividades que são levadas a efeito na cidade espiritual, fundada em meados do século XVI, quando o Espiritismo, como Doutrina Codificada, sequer ainda era realidade na Terra.
Os Espíritos que, então, habitavam “Nosso Lar” estariam inspirando Kardec para a criação do “Comitê”, com “doze membros titulares”?! Ou, simplesmente, trazia consigo reminiscências de “Nosso Lar”, já que o Espiritismo surgiria na Terra apenas em meados do século XIX?!
Não teríamos aqui mais uma comprovação da identidade Kardec/Chico Xavier, sendo o médium mineiro a sua reencarnação?!
O número 12, pretendido por Kardec, e adotado em “Nosso Lar”, seria uma alusão aos Doze Apóstolos, que, por sua vez, teriam sido uma referência às Doze Tribos de Israel?!...
Enfim, ficam as anotações acima para as nossas reflexões e, sem dúvida, para observarmos, uma vez mais, como as Obra Mediúnica de Chico Xavier é um complemento da Obra Kardeciana e nela se encontra entranhada.
INÁCIO FERREIRA - Blog Mediunidade na Internet
Uberaba – MG, 19 de julho de 2026
Era pensamento de Allan Kardec, antes de desencarnar, estabelecer um “Comitê Central” para a Doutrina, que pudesse cuidar de seu desenvolvimento e de sua divulgação. Antes de desencarnar, ele chegou a cogitar de sua criação, pensando, inclusive, em ceder um imóvel que havia adquirido na Vila de Ségur. Não obstante, com a sua desencarnação chegando no dia 31 de março de 1869, o Projeto não pode se consumar. Algumas das atribuições do “Comitê” seriam:
- o cuidado dos interesses da Doutrina e de sua propagação; manter a sua utilidade pela conservação da integridade dos princípios reconhecidos; desenvolver suas consequências;
- o estudo de princípios novos suscetíveis de entrar no corpo da Doutrina;
- a concentração de todos os documentos e ensinamentos que possam interessar ao Espiritismo, etc...
Segundo o Codificador, o Espiritismo não era uma Obra estanque, que tivesse sido concluída, mas passível de novos desenvolvimentos, embora os Princípios Fundamentais estabelecidos no Pentateuco.
Interessante é que ele escreve:
“Em vez de um chefe único, a direção será entregue a um “comitê central” permanente, cuja organização e atribuições serão definidas para evitar arbitrariedades. Este comitê será composto no máximo de doze membros titulares, que reúnam certas condições necessárias, e igual número de conselheiros. (o grifo é nosso)
Este era o pensamento de Kardec às vésperas de seu desenlace – segundo consta em “Obras Póstumas”.
O curioso, no entanto, é que quando o médium Chico Xavier, recebe de André Luiz, a excelente obra “Nosso Lar”, publicada pela FEB, com prefácio datado de 1943, em conversa com Lísias, ele fica sabendo que a referida cidade espiritual, além da Governadoria, conta com seis Ministérios, cada qual constituído por doze Ministros, perfazendo setenta e dois colaboradores! Os Ministérios são: Regeneração, Auxílio, Comunicação, Esclarecimento, Elevação, União Divina.
Temos a impressão de que Kardec desejava tornar realidade na Terra o que já era realidade no Mundo Espiritual.
Toda a Obra Mediúnica de André Luiz, de “Nosso Lar” a “E a Vida Continua...”, acontece em torno das atividades que são levadas a efeito na cidade espiritual, fundada em meados do século XVI, quando o Espiritismo, como Doutrina Codificada, sequer ainda era realidade na Terra.
Os Espíritos que, então, habitavam “Nosso Lar” estariam inspirando Kardec para a criação do “Comitê”, com “doze membros titulares”?! Ou, simplesmente, trazia consigo reminiscências de “Nosso Lar”, já que o Espiritismo surgiria na Terra apenas em meados do século XIX?!
Não teríamos aqui mais uma comprovação da identidade Kardec/Chico Xavier, sendo o médium mineiro a sua reencarnação?!
O número 12, pretendido por Kardec, e adotado em “Nosso Lar”, seria uma alusão aos Doze Apóstolos, que, por sua vez, teriam sido uma referência às Doze Tribos de Israel?!...
Enfim, ficam as anotações acima para as nossas reflexões e, sem dúvida, para observarmos, uma vez mais, como as Obra Mediúnica de Chico Xavier é um complemento da Obra Kardeciana e nela se encontra entranhada.
INÁCIO FERREIRA - Blog Mediunidade na Internet
Uberaba – MG, 19 de julho de 2026
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