15.6.26
ESPIRITISMO E ENTRESSAFRA
(Reflexões de 18 de Abril)
Não há negar que, após desencarnação de Chico Xavier, ocorrida a 30 de junho de 2002, o Espiritismo, quase em todos os seus aspectos, entrou num período de entressafra, que, infelizmente, ninguém sabe dizer quanto tempo há de durar. (Esse período de entressafra prolongadíssimo foi o que levou o Espiritismo a desaparecer quase que por completo em França!)
Durante, praticamente, todo o século XX, o trabalho de Chico impulsionou a Doutrina, seja no campo literário, com espantosa produção mediúnica, seja no campo do apostolado, levando adiante o labor vivencial de tantos outros notáveis pioneiros do Espiritismo no Brasil.
A verdade, porém, é que agora, infelizmente, com o desenlace de Chico, o seu líder natural, o Espiritismo empobreceu-se de valores espirituais encarnados, e, por que não dizer, igualmente, dos valores espirituais desencarnados que por ele se expressavam.
Médiuns, até imbuídos de certa boa vontade, porém extremamente faltos de idealismo superior, surgem aqui e ali, em labor personalista e interesseiro que, sinceramente, não se compreende.
Principiantes no afã da mediunidade, com, inclusive, escasso conhecimento da Doutrina, sedentos de holofote e promoção pessoal, em vez de somar em benefício da Fé, estão sendo utilizados como instrumentos de descrença pelos opositores invisíveis da Terceira Revelação.
Quase em toda a parte, despontam seareiros que, agindo inescrupulosamente, enganam aos mais incautos, propondo inovações ao corpo doutrinário, anunciando-se como missionários nas atividades-relâmpago que, felizmente, depois de não alcançarem a repercussão esperada, são abandonadas por eles, que se retiram de tais atividades alegando incompreensão e falta de receptividade – quando deveriam alegar falta de sucesso empresarial!
Raros são os que, perseverando em suas tarefas humildes, neste período de entressafra, mantém acesa a chama do Ideal, agregando alguns poucos em torno do suor que, anonimamente, derramam na sustentação da Fé Raciocinada, que, sem dúvida, vem sendo acuada pelos sistemáticos adversários do Cristo, que não desanimam de fazer eclipsar a luz que Ele representa e sempre há de representar para a Humanidade.
A fase atual que o Espiritismo vem atravessando é difícil e, infelizmente, promete ser uma longa e espessa noite, até que espíritos realmente sinceros e comprometidos com a Causa tomem corpo na Terra e deem à Doutrina o novo impulso que ela está a carecer, notadamente, no campo do apostolado do exemplo.
Não imaginemos que tudo, no entanto, deva correr por conta de uma planificação de Ordem Superior, e que, no momento certo, as coisas haverão de acontecer. De fato, nada sucede à revelia da Vontade do Criador, mas – que isto fique bem claro –, não nos esqueçamos de que, voluntariamente ao lhe aderir, é através da vontade da criatura que ela se executa.
O Cristo, em certa oportunidade, afirmou que o Pai trabalha e que Ele também trabalha, significando, em outras palavras, que Eles se esforçam, e esforçam-se diuturnamente, para que o Reino Divino se estabeleça entre os homens.
Uma série de fatores deve ser levada em conta, porque ao que se sabe a maioria dos espíritos que reencarnam com determinada tarefa a cumprir na Terra, desviando-se de suas finalidades, não a cumprem, e, quando logram cumpri-la, apenas o fazem de maneira parcial – e, não raro, comprometedora!
Que nós, portanto, espíritos encarnados e desencarnados, trabalhadores deste momento de entressafra espiritual, que, sem dúvida, começou exatamente com a desencarnação de Chico Xavier no início do Terceiro Milênio – entressafra que, na Doutrina, vem nos deixando quase que completamente sem parâmetros de ordem moral! –, procuremos permanecer, ao menos, na condição de guardiães da Luz que não pode se apagar, esperando e orando pela chegada daqueles que, espíritos de semelhante cepa a do Inolvidável Medianeiro, possam continuar fazendo com que a Luz brilhe em todo o seu esplendor, norteando a Humanidade que, em termos espirituais, presentemente, nos parece totalmente sem rumo, a caminho do abismo.
Não creiamos, pois, sem importância, a reunião semanal que, praticamente, a sós, estejamos sustentando na Casa Espírita que frequentamos, ou ainda, junto aos mais carentes, a singela atividade assistencial que mantenha tremulando a bandeira da Caridade, que, sem palavras, fala da excelência do Amor que se, um dia, viesse a desaparecer da face da Terra induziria a Humanidade a suicídio de ordem coletiva.
INÁCIO FERREIRA - Blog Mediunidade na Internet
Não há negar que, após desencarnação de Chico Xavier, ocorrida a 30 de junho de 2002, o Espiritismo, quase em todos os seus aspectos, entrou num período de entressafra, que, infelizmente, ninguém sabe dizer quanto tempo há de durar. (Esse período de entressafra prolongadíssimo foi o que levou o Espiritismo a desaparecer quase que por completo em França!)
Durante, praticamente, todo o século XX, o trabalho de Chico impulsionou a Doutrina, seja no campo literário, com espantosa produção mediúnica, seja no campo do apostolado, levando adiante o labor vivencial de tantos outros notáveis pioneiros do Espiritismo no Brasil.
A verdade, porém, é que agora, infelizmente, com o desenlace de Chico, o seu líder natural, o Espiritismo empobreceu-se de valores espirituais encarnados, e, por que não dizer, igualmente, dos valores espirituais desencarnados que por ele se expressavam.
Médiuns, até imbuídos de certa boa vontade, porém extremamente faltos de idealismo superior, surgem aqui e ali, em labor personalista e interesseiro que, sinceramente, não se compreende.
Principiantes no afã da mediunidade, com, inclusive, escasso conhecimento da Doutrina, sedentos de holofote e promoção pessoal, em vez de somar em benefício da Fé, estão sendo utilizados como instrumentos de descrença pelos opositores invisíveis da Terceira Revelação.
Quase em toda a parte, despontam seareiros que, agindo inescrupulosamente, enganam aos mais incautos, propondo inovações ao corpo doutrinário, anunciando-se como missionários nas atividades-relâmpago que, felizmente, depois de não alcançarem a repercussão esperada, são abandonadas por eles, que se retiram de tais atividades alegando incompreensão e falta de receptividade – quando deveriam alegar falta de sucesso empresarial!
Raros são os que, perseverando em suas tarefas humildes, neste período de entressafra, mantém acesa a chama do Ideal, agregando alguns poucos em torno do suor que, anonimamente, derramam na sustentação da Fé Raciocinada, que, sem dúvida, vem sendo acuada pelos sistemáticos adversários do Cristo, que não desanimam de fazer eclipsar a luz que Ele representa e sempre há de representar para a Humanidade.
A fase atual que o Espiritismo vem atravessando é difícil e, infelizmente, promete ser uma longa e espessa noite, até que espíritos realmente sinceros e comprometidos com a Causa tomem corpo na Terra e deem à Doutrina o novo impulso que ela está a carecer, notadamente, no campo do apostolado do exemplo.
Não imaginemos que tudo, no entanto, deva correr por conta de uma planificação de Ordem Superior, e que, no momento certo, as coisas haverão de acontecer. De fato, nada sucede à revelia da Vontade do Criador, mas – que isto fique bem claro –, não nos esqueçamos de que, voluntariamente ao lhe aderir, é através da vontade da criatura que ela se executa.
O Cristo, em certa oportunidade, afirmou que o Pai trabalha e que Ele também trabalha, significando, em outras palavras, que Eles se esforçam, e esforçam-se diuturnamente, para que o Reino Divino se estabeleça entre os homens.
Uma série de fatores deve ser levada em conta, porque ao que se sabe a maioria dos espíritos que reencarnam com determinada tarefa a cumprir na Terra, desviando-se de suas finalidades, não a cumprem, e, quando logram cumpri-la, apenas o fazem de maneira parcial – e, não raro, comprometedora!
Que nós, portanto, espíritos encarnados e desencarnados, trabalhadores deste momento de entressafra espiritual, que, sem dúvida, começou exatamente com a desencarnação de Chico Xavier no início do Terceiro Milênio – entressafra que, na Doutrina, vem nos deixando quase que completamente sem parâmetros de ordem moral! –, procuremos permanecer, ao menos, na condição de guardiães da Luz que não pode se apagar, esperando e orando pela chegada daqueles que, espíritos de semelhante cepa a do Inolvidável Medianeiro, possam continuar fazendo com que a Luz brilhe em todo o seu esplendor, norteando a Humanidade que, em termos espirituais, presentemente, nos parece totalmente sem rumo, a caminho do abismo.
Não creiamos, pois, sem importância, a reunião semanal que, praticamente, a sós, estejamos sustentando na Casa Espírita que frequentamos, ou ainda, junto aos mais carentes, a singela atividade assistencial que mantenha tremulando a bandeira da Caridade, que, sem palavras, fala da excelência do Amor que se, um dia, viesse a desaparecer da face da Terra induziria a Humanidade a suicídio de ordem coletiva.
INÁCIO FERREIRA - Blog Mediunidade na Internet
14.6.26
Mediunidade de Parceria: Autonomia e Cocriação nos Grupos Mediúnicos
Os resultados da Pesquisa sobre Mediunidade Espírita (PMed 2026), capitaneada por Ivan Franzolim, trazem à tona um diagnóstico que não pode mais ser negligenciado pelo movimento espírita brasileiro: a urgência de superar o modelo passivo de mediunidade.
Historicamente, cultivou-se a imagem do médium como um instrumento inerte, uma "tomada" ou um "telefone" que apenas transmitia o fluxo do Além sem qualquer interferência ou responsabilidade sobre o conteúdo.
A realidade estatística e factual, no entanto, aponta para o esvaziamento desse formato burocrático e robotizado.
A mediunidade, conforme chancelado pela PMed, é uma interação complexa e profundamente bio-psico-social, na qual o encarnado é participante ativo.
Para suprir a lacuna da passividade e o consequente aprisionamento dos grupos mediúnicos das casas espíritas, surge a necessidade de consolidar a era da mediunidade de parceria.
A trajetória do intercâmbio espiritual pode ser dividida em grandes eras.
Tivemos a era da mediunidade fenomênica, essencial para chamar a atenção do mundo e legitimar a imortalidade da alma através de efeitos físicos e manifestações ostensivas.
Em seguida, consolidou-se a era da mediunidade missionária, fortemente marcada pelo desdobramento de obras subsidiárias e pelo papel de médiuns exemplares que expandiram o consolo doutrinário.
O aprisionamento do movimento espírita nessas fases passadas, entretanto, gerou uma mentalidade engessada, caracterizada pelo excesso de disciplina externa em detrimento da profundidade dos sentimentos, além de uma postura de quase infantilização do médium perante os espíritos.
A emergência da era da mediunidade de parceria surge exatamente para inaugurar a fase da maioridade do pensamento espírita no planeta, onde a relação intermundos deixa de ser verticalizada — do espírito "superior" ditando ordens para o médium passivo — e passa a ser horizontal, configurando uma construção conjunta do produto mediúnico.
Argumentar em favor da mediunidade de parceria significa compreender e acolher o animismo não como uma falha ou fraude, mas como a base psicológica natural e necessária de todo fenômeno.
O médium não anula a sua mente; ele oferece a sua bagagem cultural, suas memórias, seus sentimentos e sua estrutura cognitiva para que o espírito possa moldar a mensagem.
Quando o trabalhador compreende que participa ativamente da produção daquela comunicação, a sua responsabilidade moral e a necessidade de autoeducação se elevam.
Essa modalidade exige do médium uma postura indagadora, consciente e de permanente aprendizado.
Não há mais espaço para a aceitação cega de orientações espirituais que firam o bom senso ou a própria lógica kardequiana sob a desculpa de que "foi o espírito quem disse".
A parceria pressupõe diálogo, flexibilidade mental e, acima de tudo, a humanização das práticas mediúnicas.
Além disso, a transição para a mediunidade de parceria atua diretamente sobre duas grandes feridas apontadas na PMed 2026: o misticismo exótico e a perda de conexão com o público jovem.
Ao despir a mediunidade de sua roupagem clerical, mística e misteriosa, e apresentá-la como uma capacidade biológica e anímica que exige maturidade psicológica, o Espiritismo recupera seu caráter científico e dinâmico.
O jovem contemporâneo não se atrai pela passividade ou pela submissão a dogmas disfarçados de instruções espirituais; ele busca autonomia, propósito e cocriação.
Em um grupo fundado na parceria, o médium iniciante encontra um laboratório de experimentação segura, onde o intercâmbio com o plano invisível é baseado na cooperação, no afeto e no respeito mútuo, e não no temor ou na reverência cega a autoridades do Além.
A mediunidade de parceria é o instrumental teórico e prático indispensável para sanar as deficiências estruturais do movimento espírita atual.
Ela convida os grupos mediúnicos a abandonarem a segurança cômoda da passividade e assumirem as rédeas da responsabilidade evolutiva.
Ao transformar o médium de mero intermediário em um servidor consciente, ativo e autônomo, a casa espírita resgata a essência do pensamento de Allan Kardec e sua metodologia de pesquisa mediúnica, atualizando-a para os desafios complexos do século XXI e garantindo, assim, a sobrevivência e a relevância de sua prática para as próximas gerações.
Carlos Pereira - Blog de Carlos Pereira
Historicamente, cultivou-se a imagem do médium como um instrumento inerte, uma "tomada" ou um "telefone" que apenas transmitia o fluxo do Além sem qualquer interferência ou responsabilidade sobre o conteúdo.
A realidade estatística e factual, no entanto, aponta para o esvaziamento desse formato burocrático e robotizado.
A mediunidade, conforme chancelado pela PMed, é uma interação complexa e profundamente bio-psico-social, na qual o encarnado é participante ativo.
Para suprir a lacuna da passividade e o consequente aprisionamento dos grupos mediúnicos das casas espíritas, surge a necessidade de consolidar a era da mediunidade de parceria.
A trajetória do intercâmbio espiritual pode ser dividida em grandes eras.
Tivemos a era da mediunidade fenomênica, essencial para chamar a atenção do mundo e legitimar a imortalidade da alma através de efeitos físicos e manifestações ostensivas.
Em seguida, consolidou-se a era da mediunidade missionária, fortemente marcada pelo desdobramento de obras subsidiárias e pelo papel de médiuns exemplares que expandiram o consolo doutrinário.
O aprisionamento do movimento espírita nessas fases passadas, entretanto, gerou uma mentalidade engessada, caracterizada pelo excesso de disciplina externa em detrimento da profundidade dos sentimentos, além de uma postura de quase infantilização do médium perante os espíritos.
A emergência da era da mediunidade de parceria surge exatamente para inaugurar a fase da maioridade do pensamento espírita no planeta, onde a relação intermundos deixa de ser verticalizada — do espírito "superior" ditando ordens para o médium passivo — e passa a ser horizontal, configurando uma construção conjunta do produto mediúnico.
Argumentar em favor da mediunidade de parceria significa compreender e acolher o animismo não como uma falha ou fraude, mas como a base psicológica natural e necessária de todo fenômeno.
O médium não anula a sua mente; ele oferece a sua bagagem cultural, suas memórias, seus sentimentos e sua estrutura cognitiva para que o espírito possa moldar a mensagem.
Quando o trabalhador compreende que participa ativamente da produção daquela comunicação, a sua responsabilidade moral e a necessidade de autoeducação se elevam.
Essa modalidade exige do médium uma postura indagadora, consciente e de permanente aprendizado.
Não há mais espaço para a aceitação cega de orientações espirituais que firam o bom senso ou a própria lógica kardequiana sob a desculpa de que "foi o espírito quem disse".
A parceria pressupõe diálogo, flexibilidade mental e, acima de tudo, a humanização das práticas mediúnicas.
Além disso, a transição para a mediunidade de parceria atua diretamente sobre duas grandes feridas apontadas na PMed 2026: o misticismo exótico e a perda de conexão com o público jovem.
Ao despir a mediunidade de sua roupagem clerical, mística e misteriosa, e apresentá-la como uma capacidade biológica e anímica que exige maturidade psicológica, o Espiritismo recupera seu caráter científico e dinâmico.
O jovem contemporâneo não se atrai pela passividade ou pela submissão a dogmas disfarçados de instruções espirituais; ele busca autonomia, propósito e cocriação.
Em um grupo fundado na parceria, o médium iniciante encontra um laboratório de experimentação segura, onde o intercâmbio com o plano invisível é baseado na cooperação, no afeto e no respeito mútuo, e não no temor ou na reverência cega a autoridades do Além.
A mediunidade de parceria é o instrumental teórico e prático indispensável para sanar as deficiências estruturais do movimento espírita atual.
Ela convida os grupos mediúnicos a abandonarem a segurança cômoda da passividade e assumirem as rédeas da responsabilidade evolutiva.
Ao transformar o médium de mero intermediário em um servidor consciente, ativo e autônomo, a casa espírita resgata a essência do pensamento de Allan Kardec e sua metodologia de pesquisa mediúnica, atualizando-a para os desafios complexos do século XXI e garantindo, assim, a sobrevivência e a relevância de sua prática para as próximas gerações.
Carlos Pereira - Blog de Carlos Pereira
13.6.26
Senhor, Eu Queria...
Eu queria, Senhor, escutar-Te, de novo,
A voz suave e mansa,
Falando do Evangelho junto ao povo
E enchendo as nossas almas de esperança...
Queria que voltasses dos Espaços
E percorresses os caminhos,
Em que, outrora, deixaste nos Teus passos
Tantas flores plantadas entre espinhos...
Eu queria, Jesus, que repetisses
As palavras que foram
Olvidadas por nós no que nos disses,
Ante as lutas que as provas nos imporam...
Queria ver o Teu sorriso eleito
Ao feliz pequenino,
Que apertaste de encontro ao próprio peito
Contando histórias sobre o Rei Divino...
Eu queria, Senhor, ouvir-Te ainda
Dizer suspenso ao lenho que abençoas,
No Teu imenso Amor que não se finda,
Que outras vez nos perdoas!...
Eurícledes Formiga/Baccelli - Blog Espiritismo em Prosa e Verso
“Grupo Espírita da Prece”
Uberaba – MG, 7 de outubro de 1989.
A voz suave e mansa,
Falando do Evangelho junto ao povo
E enchendo as nossas almas de esperança...
Queria que voltasses dos Espaços
E percorresses os caminhos,
Em que, outrora, deixaste nos Teus passos
Tantas flores plantadas entre espinhos...
Eu queria, Jesus, que repetisses
As palavras que foram
Olvidadas por nós no que nos disses,
Ante as lutas que as provas nos imporam...
Queria ver o Teu sorriso eleito
Ao feliz pequenino,
Que apertaste de encontro ao próprio peito
Contando histórias sobre o Rei Divino...
Eu queria, Senhor, ouvir-Te ainda
Dizer suspenso ao lenho que abençoas,
No Teu imenso Amor que não se finda,
Que outras vez nos perdoas!...
Eurícledes Formiga/Baccelli - Blog Espiritismo em Prosa e Verso
“Grupo Espírita da Prece”
Uberaba – MG, 7 de outubro de 1989.
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