7.2.26
PERDOAR - REFLEXÕES
Perdoar é um trabalho
Que é feito interiormente,
Para, enfim, compreender
Que o ofensor é doente.
Formiga
*
Quem te humilha, te auxilia,
Fazendo grande barulho,
A combater em ti mesmo
Algum resquício de orgulho.
Manoel Roberto
*
Não esperes de ninguém
Em julgamentos a esmo,
O entendimento da luta
Que faceias em ti mesmo.
Maria Modesto
*
O perdão é uma árvore
Cultivada em solo bruto -
Somente depois da flor
É que consegue dar fruto.
Inácio Ferreira
*
A ódio é uma ferida
Que somente se reduz,
Extinguindo-se de todo
Se tratada por Jesus.
Domingas
*
Para que, de fato, ocorra,
E ocorra em plenitude,
O perdão não é palavra,
O perdão é atitude.
Alceu Novais
*
Quem não busca do ofensor
A ofensa catalogar,
Não tem que dar-se ao trabalho
De ter que a perdoar.
Aurora
Baccelli/Autores Diversos - Blog Espiritismo em Prosa e Verso
Lar Espírita “Pedro e Paulo”
Uberaba ´MG, 31-1-26
Que é feito interiormente,
Para, enfim, compreender
Que o ofensor é doente.
Formiga
*
Quem te humilha, te auxilia,
Fazendo grande barulho,
A combater em ti mesmo
Algum resquício de orgulho.
Manoel Roberto
*
Não esperes de ninguém
Em julgamentos a esmo,
O entendimento da luta
Que faceias em ti mesmo.
Maria Modesto
*
O perdão é uma árvore
Cultivada em solo bruto -
Somente depois da flor
É que consegue dar fruto.
Inácio Ferreira
*
A ódio é uma ferida
Que somente se reduz,
Extinguindo-se de todo
Se tratada por Jesus.
Domingas
*
Para que, de fato, ocorra,
E ocorra em plenitude,
O perdão não é palavra,
O perdão é atitude.
Alceu Novais
*
Quem não busca do ofensor
A ofensa catalogar,
Não tem que dar-se ao trabalho
De ter que a perdoar.
Aurora
Baccelli/Autores Diversos - Blog Espiritismo em Prosa e Verso
Lar Espírita “Pedro e Paulo”
Uberaba ´MG, 31-1-26
6.2.26
A Nova Ciência
O que esperar da humanidade?
O jogo que disputamos no dia a dia leva-nos a pensar: até onde tudo isso vai chegar?
É extremamente duro, cruel até, imaginar que tudo que fazemos, que tudo que produzimos, que tudo que criamos e vivenciamos, possa vir a dar em nada. Uma tremenda inutilidade o existir.
Muita gente pensa dessa forma. Amar, trabalhar, sofrer, sentir e tudo isso cair no vazio. Que bobagem, então, seria viver.
Por causa disso, dessa vontade indômita do ser humano de continuar a existir, é que o Pai Eterno nos trouxe a proposta da imortalidade para que possamos refletir sobre ela.
Esta causa é antiga. Desde o primeiro ser humano encarnado na Terra, ele, mesmo que embrionariamente, se imaginava como alguém que poderia subsistir a tudo – e com toda a justiça. Não é concebível, a qualquer ser que exista e possua o mínimo de raciocínio, não querer preservar a sua própria vida.
Nestes tempos que evolui o ceticismo, que amplia-se em grande escala a ideia do materialismo, é contraditório imaginar que fiquemos apenas limitados a crer que somos seres puramente materiais. O transcender a esta ideia resume a vontade de todos nós, mas é preciso dar um passo a mais.
O problema, meus senhores, é que criamos demasiadamente um raciocínio materialista na análise das coisas. A ciência está impregnada da matéria. O que vale é o que pode ser detectado pelos sentidos físicos, além disso, dizem, é pura ilusão. Desse jeito, efetivamente, não iremos avançar para a espiritualidade.
Quando o senhor Allan Kardec trouxe o compêndio da filosofia dos espíritos há mais de um século e meio, fez-nos grande favor às nossas mentes materialistas.
Ele ousou pautar o raciocínio positivista reinante à época com os dados e as informações que vinham dos espíritos. É claro que para ele tudo aquilo se constituía numa novidade, mas ele permitiu-se aprender, evoluir nos seus conhecimentos, avançar nas suas crenças.
Esta postura de flexibilidade, pelo menos de admissão que possa existir outra maneira de ver as coisas, deveria ser seguida pelos intelectuais de todas as épocas, principalmente a atual.
Os cientistas de plantão deveriam permitir pensar na hipótese da imaterialidade, por que não?
O que teriam a perder com isso?
Para muitos isto é impensável, pois teria que se contrapor a tudo que defendeu até então.
Para alguns outros, o que perderia Tempo? Prestígio? E se saísse algo interessante destas pesquisas?
Vários cientistas já admitiram a hipótese da não morte do ser, mas a sua transformação ou, no mínimo, a permanência da consciência noutro estado que, logicamente, não poder ser o físico.
A admissão desta hipótese é grandemente festejada em alguns círculos científicos e representam uma vanguarda para muitos, o preconceito, porém, é evidente para a maioria.
A ciência espírita haverá de se desenvolver pela força natural das coisas. Há muitos cientistas que voltarão à Terra com o único objetivo de desmascarar a crença limitante da matéria. Estão aprendendo com os espíritos os mecanismos de funcionamento da realidade plena.
Este dia não irá demorar muito porque a matéria está dando sinal de exaustão. Não consegue mais explicar todos os fenômenos existentes, fugindo-lhe da competência atual o paradigma da imortalidade ou transcendência do ser.
E assim a humanidade evoluirá.
O que esperamos é que os prejuízos da causa materialista não sejam grandiosos como está sendo a ponto de atrapalhar o progresso prometido pelo Senhor Jesus ao planeta que mourejamos.
O progresso virá, queiram uns ou não admitir o que é natural e insofismável. Terão, logicamente, que reaprender aquilo que imaginava já possuir, o conhecimento generalizado de todas as coisas, isso porque, depreenderá, que estaremos, todos nós, apenas no começo da enorme revolução do conhecimento que advirá.
Estejamos prontos para este imenso desafio que é mudar a nós mesmos. Esta é a revolução maior a ser empreendida.
Com afeto,
Joaquim Nabuco – Blog Reflexões de um Imortal
O jogo que disputamos no dia a dia leva-nos a pensar: até onde tudo isso vai chegar?
É extremamente duro, cruel até, imaginar que tudo que fazemos, que tudo que produzimos, que tudo que criamos e vivenciamos, possa vir a dar em nada. Uma tremenda inutilidade o existir.
Muita gente pensa dessa forma. Amar, trabalhar, sofrer, sentir e tudo isso cair no vazio. Que bobagem, então, seria viver.
Por causa disso, dessa vontade indômita do ser humano de continuar a existir, é que o Pai Eterno nos trouxe a proposta da imortalidade para que possamos refletir sobre ela.
Esta causa é antiga. Desde o primeiro ser humano encarnado na Terra, ele, mesmo que embrionariamente, se imaginava como alguém que poderia subsistir a tudo – e com toda a justiça. Não é concebível, a qualquer ser que exista e possua o mínimo de raciocínio, não querer preservar a sua própria vida.
Nestes tempos que evolui o ceticismo, que amplia-se em grande escala a ideia do materialismo, é contraditório imaginar que fiquemos apenas limitados a crer que somos seres puramente materiais. O transcender a esta ideia resume a vontade de todos nós, mas é preciso dar um passo a mais.
O problema, meus senhores, é que criamos demasiadamente um raciocínio materialista na análise das coisas. A ciência está impregnada da matéria. O que vale é o que pode ser detectado pelos sentidos físicos, além disso, dizem, é pura ilusão. Desse jeito, efetivamente, não iremos avançar para a espiritualidade.
Quando o senhor Allan Kardec trouxe o compêndio da filosofia dos espíritos há mais de um século e meio, fez-nos grande favor às nossas mentes materialistas.
Ele ousou pautar o raciocínio positivista reinante à época com os dados e as informações que vinham dos espíritos. É claro que para ele tudo aquilo se constituía numa novidade, mas ele permitiu-se aprender, evoluir nos seus conhecimentos, avançar nas suas crenças.
Esta postura de flexibilidade, pelo menos de admissão que possa existir outra maneira de ver as coisas, deveria ser seguida pelos intelectuais de todas as épocas, principalmente a atual.
Os cientistas de plantão deveriam permitir pensar na hipótese da imaterialidade, por que não?
O que teriam a perder com isso?
Para muitos isto é impensável, pois teria que se contrapor a tudo que defendeu até então.
Para alguns outros, o que perderia Tempo? Prestígio? E se saísse algo interessante destas pesquisas?
Vários cientistas já admitiram a hipótese da não morte do ser, mas a sua transformação ou, no mínimo, a permanência da consciência noutro estado que, logicamente, não poder ser o físico.
A admissão desta hipótese é grandemente festejada em alguns círculos científicos e representam uma vanguarda para muitos, o preconceito, porém, é evidente para a maioria.
A ciência espírita haverá de se desenvolver pela força natural das coisas. Há muitos cientistas que voltarão à Terra com o único objetivo de desmascarar a crença limitante da matéria. Estão aprendendo com os espíritos os mecanismos de funcionamento da realidade plena.
Este dia não irá demorar muito porque a matéria está dando sinal de exaustão. Não consegue mais explicar todos os fenômenos existentes, fugindo-lhe da competência atual o paradigma da imortalidade ou transcendência do ser.
E assim a humanidade evoluirá.
O que esperamos é que os prejuízos da causa materialista não sejam grandiosos como está sendo a ponto de atrapalhar o progresso prometido pelo Senhor Jesus ao planeta que mourejamos.
O progresso virá, queiram uns ou não admitir o que é natural e insofismável. Terão, logicamente, que reaprender aquilo que imaginava já possuir, o conhecimento generalizado de todas as coisas, isso porque, depreenderá, que estaremos, todos nós, apenas no começo da enorme revolução do conhecimento que advirá.
Estejamos prontos para este imenso desafio que é mudar a nós mesmos. Esta é a revolução maior a ser empreendida.
Com afeto,
Joaquim Nabuco – Blog Reflexões de um Imortal
5.2.26
Comentário Questão 801 do Livro dos Espíritos
TUDO A SEU TEMPO
Em todos os tempos os Espíritos do Senhor ensinaram aos homens o que deveriam ensinar, mas obedecendo à gradatividade da escala espiritual a que pertenciam. Deus é amor, e não abandona ninguém, nem mesmo os animais. Todos os mundos que circulam no espaço cósmico estão sob a proteção do Criador. Nada se faz sem a Sua vontade e, para tanto, Ele criou leis imutáveis e naturais.
Claro que os Espíritos não ensinaram aos homens do passado o que ensinam hoje, porque eles não estavam preparados para receber a verdade que pode ser dita nos momentos atuais. Os benfeitores ainda têm muita coisa a dizer para os seres humanos, bastando que o amadurecimento dê ordem para tal aprendizado.
Não se pode ensinar às crianças o que se ensina aos adultos. Enquanto a humanidade permanecer na faixa de crianças espirituais, somente receberá instruções que o seu porte puder suportar. A Doutrina dos Espíritos vem nos ensinar essa regra áurea para os profitentes da fé se submeterem à gradação do aprendizado. Podemos verificar que muitas pessoas, inclusive muitas com bom nível intelectual, não toleram o Espiritismo, ao passo que criaturas simples o abraçam com todo amor e assimilam seus ensinos com facilidade. Isto é fácil de ser entendido: é que uns vêm em uma linha evolutiva mais para o desenvolvimento intelectual, olhando mais para a Terra, e os outros, pendendo para as sensibilidades espirituais. Ume outro certamente vão se encontrar, desenvolvendo dons que trazem o equilíbrio da própria vida.
A Doutrina dos Espíritos convida as criaturas para um aprendizado completo da ciência com o amor, e novos véus de entendimento se abrem para as almas que estão amadurecendo nesse sentido. Os Espíritos do Senhor, desde os primórdios da humanidade, vêm ensinando-lhes as coisas que ela pode assimilar, sem exigências e como que dando alimento que ela possa absorver com facilidade. Isso é força da justiça.
A missão de Jesus é, em futuro próximo, fazer o homem morrer para a lei; ele não precisará mais delas, por tê-las vibrando dentro d'alma, por não precisarem de disciplina exterior, por serem homens educados em Cristo. Vejamos o que Paulo nos diz a esse respeito, em sua carta aos Gaiatas, no capítulo dois, versículo dezenove:
Porque eu, mediante a própria lei, morri para a lei, a fim de viver para Deus. Estou crucificado com o Cristo.
Aquele que se integra no Cristo, obediente às leis naturais, morre para as leis humanas, por ter conhecido a verdade e se tornado livre. Este será um Espírito-luz, e por onde passar brilhará a luz de Deus.
Quando aparecem ensinamentos na Terra, fora da capacidade de assimilação dos homens, eles adulteram esses preceitos, e mesmo na adulteração recebem um pouco que lhes serve muito, porque nada se perde no mundo material, e muito menos no mundo espiritual. Tudo frutifica pela força do amor e somente o bem permanece de pé, para o bem-estar de todos os homens. As sementes que foram lançadas, mesmo há milênios atrás, não morreram, e oportunamente frutificam à luz do sol. Os que ajudaram a semeá-las estão agora colhendo, às vezes sem saber o porquê de tantos ensejos, que a bondade lhes está oferecendo. O Espírito não é ignorante nesse sentido e, assim, conhece a procedência de tudo o que vem ao seu encontro, lhe fazendo bem ou mal, dando graças a Deus pelas lições que lhe chegam, tanto do bem como do chamado mal, sabendo que todo ensinamento vem ao seu tempo.
Analisemos a beleza do que é exposto em Eclesiastes: Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para nascer, e tempo de morrer; tempo de plantar, e tempo de arrancar o que se plantou. (Eclesiastes, 3:1 e 2)
Livro Filosofia Espírita - João Nunes Maia - Miramez
Em todos os tempos os Espíritos do Senhor ensinaram aos homens o que deveriam ensinar, mas obedecendo à gradatividade da escala espiritual a que pertenciam. Deus é amor, e não abandona ninguém, nem mesmo os animais. Todos os mundos que circulam no espaço cósmico estão sob a proteção do Criador. Nada se faz sem a Sua vontade e, para tanto, Ele criou leis imutáveis e naturais.
Claro que os Espíritos não ensinaram aos homens do passado o que ensinam hoje, porque eles não estavam preparados para receber a verdade que pode ser dita nos momentos atuais. Os benfeitores ainda têm muita coisa a dizer para os seres humanos, bastando que o amadurecimento dê ordem para tal aprendizado.
Não se pode ensinar às crianças o que se ensina aos adultos. Enquanto a humanidade permanecer na faixa de crianças espirituais, somente receberá instruções que o seu porte puder suportar. A Doutrina dos Espíritos vem nos ensinar essa regra áurea para os profitentes da fé se submeterem à gradação do aprendizado. Podemos verificar que muitas pessoas, inclusive muitas com bom nível intelectual, não toleram o Espiritismo, ao passo que criaturas simples o abraçam com todo amor e assimilam seus ensinos com facilidade. Isto é fácil de ser entendido: é que uns vêm em uma linha evolutiva mais para o desenvolvimento intelectual, olhando mais para a Terra, e os outros, pendendo para as sensibilidades espirituais. Ume outro certamente vão se encontrar, desenvolvendo dons que trazem o equilíbrio da própria vida.
A Doutrina dos Espíritos convida as criaturas para um aprendizado completo da ciência com o amor, e novos véus de entendimento se abrem para as almas que estão amadurecendo nesse sentido. Os Espíritos do Senhor, desde os primórdios da humanidade, vêm ensinando-lhes as coisas que ela pode assimilar, sem exigências e como que dando alimento que ela possa absorver com facilidade. Isso é força da justiça.
A missão de Jesus é, em futuro próximo, fazer o homem morrer para a lei; ele não precisará mais delas, por tê-las vibrando dentro d'alma, por não precisarem de disciplina exterior, por serem homens educados em Cristo. Vejamos o que Paulo nos diz a esse respeito, em sua carta aos Gaiatas, no capítulo dois, versículo dezenove:
Porque eu, mediante a própria lei, morri para a lei, a fim de viver para Deus. Estou crucificado com o Cristo.
Aquele que se integra no Cristo, obediente às leis naturais, morre para as leis humanas, por ter conhecido a verdade e se tornado livre. Este será um Espírito-luz, e por onde passar brilhará a luz de Deus.
Quando aparecem ensinamentos na Terra, fora da capacidade de assimilação dos homens, eles adulteram esses preceitos, e mesmo na adulteração recebem um pouco que lhes serve muito, porque nada se perde no mundo material, e muito menos no mundo espiritual. Tudo frutifica pela força do amor e somente o bem permanece de pé, para o bem-estar de todos os homens. As sementes que foram lançadas, mesmo há milênios atrás, não morreram, e oportunamente frutificam à luz do sol. Os que ajudaram a semeá-las estão agora colhendo, às vezes sem saber o porquê de tantos ensejos, que a bondade lhes está oferecendo. O Espírito não é ignorante nesse sentido e, assim, conhece a procedência de tudo o que vem ao seu encontro, lhe fazendo bem ou mal, dando graças a Deus pelas lições que lhe chegam, tanto do bem como do chamado mal, sabendo que todo ensinamento vem ao seu tempo.
Analisemos a beleza do que é exposto em Eclesiastes: Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para nascer, e tempo de morrer; tempo de plantar, e tempo de arrancar o que se plantou. (Eclesiastes, 3:1 e 2)
Livro Filosofia Espírita - João Nunes Maia - Miramez
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