19.4.26

Um Livro Luminar

Há 169 anos na França era publicado um livro que serviu de base para inaugurar uma nova era para a humanidade: “O Livro dos Espíritos”.
Seu autor, embora assinasse como Allan Kardec, na verdade, se tratava de um conjunto de personalidades que já povoaram o planeta e que vinham, na ocasião, para abrilhantar o conhecimento humano com o mais completo compêndio sobre a espiritualidade então conhecido.
O Livro dos Espíritos vem inaugurar, igualmente, um novo bastião de defesa da moralidade baseada na fraternidade entre os homens na busca da sua perfeição.
Sua admirável concepção é centrada nas respostas fundamentais aos grandes questionamentos humanos acerca da sua origem, do seu destino, da sua finalidade existencial e dos valores a desenvolver na humanidade.
É um livro completo e astutamente formulado à medida que cada resposta ensejava o surgimento de novas perguntas, num diálogo frutuoso e construtivo.
Suas páginas, até hoje, são motivos de sabedoria e beber deste conhecimento reforça a nossa condição de espíritos destinados à imortalidade e ao progresso incessante.
Allan Kardec, emérito codificador da Doutrina dos Espíritos, veio em missão especial e a cumpriu com denodo e correção.
Poucos teriam a sua condição de síntese, clareza e objetividade no trato de questões tão delicadas e, ao mesmo tempo, tão relevantes com os espíritos superiores.
Suas páginas, até os dias atuais, iluminam consciências em busca da sua libertação definitiva dos grilhões que as aprisionam no labaredo do sofrimento e da loucura.
Ave “O Livros dos Espíritos” e que nós espíritas possamos honrar, mais e mais, o legado deixado pelo Mestre de Lyon em comportamentos coerentes com a doutrina que ele ajudou a desabrochar para a humanidade.
Há muito caminho pela frente, mas temos, com certeza, um guia a nos iluminar esta estrada do saber e da compreensão da vida pós-vida.
Inácio Ferreira - Blog de Carlos Pereira

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