10.4.13


Questão 202 do Livro dos Espíritos
ESCOLHA DO SEXO 
 
Muitos sentem dificuldades em aceitar a expressão espírito errante, pois ela deixa a idéia de que o espíito não tem pouso certo, estando a perambular pelo espaço, sem obrigações que lhe correspondem à personalidade. Contudo, a Doutrina dos Espíritos nos mostra, através dos tempos, as condições dos espíritos, suas moradas e o que fazem no mundo espiritual, constituindo a sociedade de espíritos após o túmulo. Convém a todos os espíritas estudarem e meditarem na vida futura, para que novos conhecimentos venham a cair em suas mãos. 
Não podemos generalizar o assunto. Tem almas que ficam onde determinar sua conduta, porém, os espíritos sérios se encontram sempre em colônias, trabalhando para seu adiantamento, em favor dos homens e dos espíritos desencarnados sem condições compreenderem o objetivo primordial da vida, que  poderiam se aqueles classificados como errantes. Assim como os homens civilizados vivem em sociedades, obedecendo a leis que eles acham mais convenientes, que assearem a paz e protejam a comunidade, assim são os espíritos desencarnados. As organizações humanas são cópias imperfeitas trazidas do mundo espiritual. Todos os reinos, para terem vida melhor, se organizam e obedecem às leis daquela faixa. 
O espírito, no mundo espiritual nem sempre escolhe as modalidades da sua futura reencamação; ele precisa passar pelos processos que lhe trazem a paz espiritual. Seja como homem ou como mulher, assegura a consciência iluminada que todos os caminhos nos levam à tranqüilidade espiritual. O fator tempo é o mestre de todos os dias, e por ele vamos acordando todos os valores que Deus nos deu por misericórdia. 
Em toda época de fechamento de ciclo, como a que se aproxima da Terra, aparecem grandes tribulações. É a concessão de Deus aos espíritos, de várias qualidades morais, que descem à Terra, e muitos. deles se melhoram no ambiente de esperança. Também no mundo espiritual a movimentação é muito grande nesse sentido. Os benfeitores já sabem o que vai acontecer e estão preparando lugar para a avalanche de espíritos que irão desencarnar de uma vez, dentro de provações coletivas, preparando espfritos para trabalharem no socorro espiritual. O trabalho é gigantesco, mas a casa é grande e Deus é sempre Pai amoroso. Nas proximidades do planeta, já se encontram milhares de pronto-socorros espirituais preparados. É nesse sentido que o amor cresce, e a fratemidade toma caráter amplo, na sua amplitude de ser a caridade em ação permanente.
Toda catástrofe traz melhoras em si, pelo susto e, por vezes, o medo. Os homens procuram melhores caminhos e, no arrependimento e na busca, encontram Jesus com os braços abertos, dizendo: Vinde a mim. que Eu vos aliviarei. Além de aliviar, Ele, o Mestre dos mestres, instrui e nos dá condições para conquistar a felicidade. Esse é o objetivo da vida.
 
Livro: Filosofia Espírita
Autor: João Nunes Maia
Espírito: Miramez

9.4.13


ONDE ESTÃO VOCÊS?!
  Os espíritas, em face do progresso vertiginoso da Ciência, carecem de mais bem se preparar para os desafios do futuro, que, a cada dia, em caudal ininterrupto, continua chegando.
  Se o Espiritismo deseja manter a sua atualidade, ele necessita prosseguir dialogando, sem preconceitos, com todas as áreas do Conhecimento humano.
  A Doutrina, temo-lo dito sempre, não é obra acabada – ela não significou, quanto não significa, mais do que pequena abertura para a Grande Verdade, à qual, o homem haverá de ter gradativo acesso.
  Aqui, no Plano Espiritual, nós, os adeptos desencarnados da Terceira Revelação, com o intuito de lhe ampliar os conceitos, continuamos estudando e, sorrateiramente, como Prometeu, tentando escalar o Monte Olimpo, no tentame de roubar o fogo dos deuses para dá-lo aos mortais...
  Não existem fronteiras ao pensamento.
  Após o período da Codificação, com Kardec, e as obras notáveis da lavra de León Denis, Gabriel Delanne, Camille Flammarion, e outros, bem como o admirável trabalho mediúnico levado a efeito por Chico Xavier, têm-se a impressão que a Doutrina entrou numa espécie de marasmo filosófico.
  Explicamo-nos. Muitas inteligências brilhantes, atualmente corporificadas na Terra, militando dentro do Movimento Espírita, têm se revelado excessivamente tímidas na exposição de seus pensamentos – muitas, inclusive, com injustificável receio de crítica, se retraem, entregando-se à enfadonha repetição daquilo que já foi dito.
  Poucos são os médiuns que verdadeiramente estudam, a exigir de nós, os desencarnados que com eles entramos em contato, que lhes descortinemos novos rumos ao próprio aprendizado.
   Raros, por sua vez, os estudiosos encarnados, com suficiente independência de ideias para desgarrarem-se da ortodoxia vigente, que vela por uma suposta pureza doutrinária, e se atirarem ao campo da pesquisa livre de dogmas.
  Tenho a sincera opinião – e aqui nada de pessoal contra quem quer que seja – que o chamado Movimento de Unificação vem sendo um entrave ao maior avanço da Doutrina, provocando sim o seu engessamento, através da uniformização que deseja na ânsia de polarização do poder.
  Em termos de comando, um Espiritismo acéfalo, seria melhor que um Espiritismo bucéfalo, como, infelizmente, ele vem mostrando pelas suas supostas lideranças.
  Talvez, a esta altura de nossas ponderações, muitos estejam se perguntando: - Por que, no entanto, o Mundo Espiritual não provoca uma mudança radical no rumo das coisas?...
  A resposta é simples. Para tanto, carecemos de intermediários, e onde estão aqueles com suficiente coragem para permitir que a nossa voz ecoe pelos seus lábios?!
  Onde estão os que já se desabituaram de dizer “amém” a tudo e a todos, com necessário discernimento e imprescindível responsabilidade para se aliarem aos mortos, e que já se encontram fartos de tanta mentira e tanta bandalheira em nome da religião?!
  Se o Espiritismo não existir para fazer a diferença é melhor que o mundo continue com a sua indiferença para com ele.
   E você, meu caro internauta, está sendo chamando a fazer a diferença entre os espíritas que, por conta de um cargo qualquer à frente de uma Federação ou de uma Entidade unificacionista, são capazes de vender a alma!...
INÁCIO FERREIRA
Uberaba – MG, 8 de abril de 2013.

8.4.13


As Mãos

As mãos que afagam, às vezes, são as mesmas que “apedrejam”.
As mãos que acariciam, às vezes, são as mesmas que apontam para um erro.
As mãos que ajudam, às vezes, são as mesmas que demonstram desrespeito.
As mãos que escrevem poemas de felicidade, às vezes, são as mesmas que divulgam notas de horror e intriga.
As mãos que fazem o bem na caridade, às vezes, são as mesmas mãos que operam um crime.
As mãos, meus irmãos, são instrumentos do homem para o bem ou para o mal. Dele depende a sua inclinação para o uso das mãos.
Veja o que faz com as suas mãos, um gesto, simples qualquer, pode representar muitíssimo.
Já imaginou quando se vê alguém e levanta-se o polegar que diz, implicitamente, que está tudo bem ou mesmo questiona, induzindo ao outro expressar a mesma coisa?
Ou quando vejo um jogador de futebol ou outro profissional qualquer, quando algo dá certo, levantar o indicador aos céus e atribuir ao Pai pela vitória?
Tudo isso – e muito mais – está ao alcance de suas mãos. As mãos são instrumentos para o bem toda vez que você se dispuser a ajudar alguém.
Elas acolhem, fazem carinho, aponta para o Alto para que se confie no Criador, enxuga lágrimas, aperta outras mãos. Que beleza poder usar bem as mãos.
Já pensaram naqueles que nem mãos têm? Que tristeza, porque não podem utilizá-las para o bem, enquanto muitos possuem e não fazem por onde merecê-las.
Use bem as suas mãos. Não perca a oportunidade de usá-las para uma boa causa. Expresse o que melhor existir dentro de você através das mãos.
O Pai agradece por valorizar a sua criação para o bem.
Um abraço,
Helder Camara

7.4.13


Nas Conversações
 
Não se irrite com o interlocutor, se não lhe corresponde à expectativa. Talvez não tenha sido você suficientemente claro na expressão.
*
Se o interpelado não atende, de pronto, cale as reclamações. É provável que ele seja gago e, se o não for, a descortesia é uma infelicidade em si mesma.
*
Quando alguém não lhe der a informação solicitada, com a presteza que você desejaria, não se aborreça. Recorde que a surdez pode atacar a todos.
*
Evite os assuntos desconcertantes para o ouvinte. Todos temos zonas nevrálgicas no destino, sobre as quais precisamos fazer silêncio.
*
Não pergunte a esmo. Quem muito interroga, muito fere.
*
Cultive a delicadeza com os empregados de qualquer instituição ou estabelecimento, onde você permaneça de passagem. Sua mente, quase sempre, está despreocupada em semelhantes lugares e ignora os problemas de quem foi chamado a servi-lo.
*
Seja leal, mas fuja à franqueza descaridosa. A pretexto de ser realista, não pretenda ser mais verdadeiro que Deus, somente de cuja Autoridade Amorosa recebemos as revelações e trabalhos de cada dia.
*
Se o companheiro lhe fere o ouvido com má resposta, tenha calma e espere o tempo. Possivelmente já respondeu com gentileza noventa e nove vezes a outras pessoas, ou, talvez, acabe de sofrer uma perda importante.
*
Ajude, conversando. Uma boa palavra auxilia sempre.
*
Lembre-se de que o mal não merece comentário em tempo algum.
Livro: Agenda Cristã - Francisco C Xavier - André Luiz

6.4.13

O FRUTO E A SEMENTE

Do galho de uma árvore frondosa,
Despenca um fruto que se aquieta ao chão,
Entrando logo em decomposição,
Sofrendo morte lenta e dolorosa...

Mas de sua aparente inanição,
A semente imortal, vitoriosa,
Da terra, feita em cova tenebrosa,
Ressurge em nova e linda floração...

Na Árvore da Vida, o corpo é o fruto,
Que tomba inerte sobre o solo bruto,
Voltando ao pó em que ele se traduz...

O espírito, porém, é a semente,
Que germina e floresce eternamente,
Até que, um dia, seja apenas luz!...

Eurícledes Formiga

(Página recebida pelo médium Carlos A. Baccelli, em reunião pública do Lar Espírita “Pedro e Paulo”, na manhã de sábado do dia 30 de março de 2013, em Uberaba – MG).

5.4.13


A FAMÍLIA À LUZ DA REENCARNAÇÃO
    I. A FAMÍLIA ESPIRITUAL
    Encarnados ou não, todos somos espíritos criados por Deus e, portanto, irmãos. A humanidade inteira é, assim, uma só família.
     No espaço, os Espíritos formam grupos ou famílias, quando se entrelaçam pela afeição, simpatia e semelhança das inclinações. Ditosos por se encontrarem juntos, esses espíritos se buscam uns aos outros.
    A encarnação apenas momentaneamente e parcialmente os separa, porquanto, se uns encarnam e outros não, nem por isso deixam de estarem unidos pelo pensamento. Os que se conservam livres velam pelos que se acham em cativeiro. Os mais adiantados se esforçam por fazer que os retardatários progridam. E, ao regressarem à erraticidade, novamente se reúnem como amigos que voltam de uma viagem. Muitas vezes até, uns seguem os outros na encarnação, vindo aqui reunir-se numa mesma família, ou num mesmo círculo de conhecimento e de amizades, a fim de trabalharem juntos pelo seu mútuo adiantamento.
    Como vemos, a verdadeira família é a espiritual, em que os espíritos estão unidos pela afinidade, antes, durante e depois das encarnações.
    A uma família espiritual é que Jesus se referia, quando afirmou: "... qualquer que fizer a vontade de meu Pai que está nos céus, esse é meu irmão, e irmã e mãe". (Mc. 3:31/35.)
    Se queremos pertencer à família espiritual de Jesus, procuremos obedecer às lei divinas, como Jesus faz.
    II. A FAMÍLIA CORPORAL
    Reencarnando na Terra, formamos uma família corporal (consangüínea e de parentesco). Nela poderemos ter alguns elementos que também sejam de nossa família espiritual. Outra parte de nosso grupo espiritual, porém, continua habitando no mundo invisível, no Além.
    - Com a reencarnação, a parentela aumentará indefinidamente?
     É o que receiam alguns. Mas não é pelo fato de ter tido 10 encarnações, por exemplo, que alguém encontrará no mundo espiritual 10 pais. 10 mães. 10 cônjuges e um número proporcional de filhos e novos parentes. Encontrará, apenas, aqueles com que estiver relacionado pela afinidade e pela afeição, ou pela responsabilidade.
    - A reencarnação destrói os laços de família?
     Assim julgam outros, porque de fato, a idéia de pessoas unidas apenas entre si e unicamente por serem todas do mesmo sangue perde sua importância ante a lei da reencarnação. Mas não vemos que laços de sangue e parentesco terreno muitas vezes se extinguem com o tempo ou se dissolvem moralmente já nesta vida? Aos laços, porém, que unem a verdadeira família espiritual a reencarnação não destrói mas fortalece e aperta cada vez mais.
    A unicidade da existência, sim, é que romperia qualquer laço familiar porque, nesse caso, os familiares não estariam ligados antes do nascimento e poderiam não estar ligados depois, pela diferença da posição espiritual que viessem a ocupar e que seria para sempre, como pensam os que acreditam em céu e inferno.
    III. A FAMÍLIA QUE TEMOS
    Uma "família espiritual", significando um grupo com o qual a pessoa se sinta inteiramente bem e no qual nunca tenha problemas, é coisa que ainda estamos construindo e que a maioria de nós não possui, nem aqui, nem no Além. A família que temos é tal como a fizemos até agora ou tal como dela precisamos para nossa evolução. Nela há um variado tipo de pessoas (afins ou não conosco) e foi formada em função de nossas expiações, de nossa necessidade de aprendizado ou, ainda, de nosso desejo de realizarmos boas obras.
    Nossos familiares são pessoas:
    - com as quais combinamos bem;
    - bem diferentes de nós (testam nossas virtudes ou nos ensinam aspectos diferentes da vida);
     - às quais estamos ligados de vidas anteriores, porque devemos  algo a elas ou elas a nós;
    - precisam de nós (a quem podemos ajudar com nosso amor e entendimento).
    Motivo da ligação conosco:
    - afinidade;
    - provas e aprendizado;
    - reajuste e reconciliação;
    - oportunidade de servir.
    IV. COMO AGIR EM FAMÍLIA?
    "Ninguém possui sem razão esse ou aquele laço de parentesco, de vez que o acaso não existe nas obras da Criação. Nos elos da consangüinidade, reavemos o convívio de todos aqueles que se nos associaram ao destino, pelos vínculos do bem ou do mal, através das portas benditas da reencarnação". (Emmanuel, em "Leis de Amor", psicografia de Francisco C. Xavier.)
    Na família, pois, além das funções terrenas (que o conhecimento humano já identificou e valoriza), o espírita vê muito mais:
     - uma ligação maior que a simples necessidade ou dependência materiais;
    - uma finalidade transcendente e não somente o objetivo de uma existência.
     Para essa realização espiritual "em família":
    "Devemos revestir-nos de paciência, amor, compreensão, devotamento, bom ânimo e humildade, a fim de aprender a vencer, na luta doméstica.
    "No mundo, o lar é a primeira escola de reabilitação e do reajuste". (Emmanuel, idem.)
    "Teu lar é um ponto bendito do Universo em que te é possível exercer todas as formas de abnegação a benefício dos outros e de ti mesmo, perante Deus. Pensa nisso e o amor te iluminará". (Emmanuel, "Tarefas de Amor", do livro "No Portal da Luz".)
    "Mas se alguém não tem cuidado dos seus e, principalmente, dos de sua família, negou a fé." (Paulo - 1 Timóteo, 5:8.)
    V. OS POVOS SÃO FAMÍLIAS MAIORES
    Um povo é uma grande família, em que se reúnem espíritos simpáticos. A tendência a se unirem é a origem da semelhança que determina o caráter distintivo de cada povo. Acrescentemos aqui que os costumes, a educação, acentuam e constroem essa semelhança.
    Espíritos bons e humanos procurarão um povo duro e grosseiro? Não. Os espíritos simpatizam com as coletividades, como simpatizam com os indivíduos; procuram o seu meio. A não ser quando vêm em missão especial.
    Mantenhamos fraternidade para com todos os povos e nações mas procuremos fazer do Brasil um povo ordeiro, trabalhador e cristão, para merecermos a simpatia e proteção dos Bons Espíritos para nossa pátria.
 
Livros Consultados:
 De Allan Kardec:
 - "O Evangelho Segundo o Espiritismo", cap. IV itens 18 a 23, e cap. XIV, item 8;
 - "O Livro dos Espíritos", 2ª parte, cap. IV
 _________________________________
 Fonte: "Iniciação ao Espiritismo", Therezinha Oliveira

4.4.13


Rosas

Uma rosa. Que beleza há numa rosa.
Uma rosa reflete todo o cuidado que o Criador tem com a vida. Somos rosa no caminho dos outros quando oferecemos o nosso melhor, o que de mais belo existe dentro de nós. Nossa beleza impressiona o outro que também se sente na necessidade de também ser rosa.
Ao contrário, quando mostramos os nossos espinhos, as nossas asperezas, o que nos incomoda, então, o outro também não vai nos suportar, vai querer distância de nós.
Na vida decidimos o queremos ser ou nos revelar aos outros: rosa ou espinho.
A rosa expõe os dois, é inevitável para ela. Expõe os espinhos como a se proteger que alguém tente machucá-la, destruí-la, é o mecanismo de defesa que ela possui. Os seres humanos são diferentes – ou pelo menos deveriam ser.
Há pessoas que mostram seus espinhos antes de sua beleza interior como a se proteger de qualquer ataque. Se vê que é bem tratado, que opera em terreno fértil de convivência, então se permite aos poucos mostrar o seu lado de rosa.
Será que tem que ser assim?
Não, acredito que não.
Devemos oferecer o nosso melhor e se o outro não valorizar, o problema é do outro, não nosso.
Ao oferecer o nosso melhor, vamos provocar uma reação positiva, no mínimo vão nos considerar uma pessoa florida, bem intencionada, de boas virtudes, de bom relacionamento, que vale a pena estar conosco.
Tenho medo de me ferir – diria alguns – por isso, economizo nas minhas pétalas e mostro primeiro os meus espinhos.
Que pena!
Já imaginou se todos nós mostrássemos apenas as nossas pétalas de rosas que beleza seria o mundo?
Quero ver, e estarei bem vivo para isso, o mundo inteiro como um imenso jardim de rosas. Rosas de todas as cores e matizes, uma beleza incomensurável e indecifrável.
Você já pode vislumbrar o que seria este jardim de rosas a começar da sua família, do seu lugar onde mora, onde você trabalha.
As rosas só florescerão se você cultivar a sua própria rosa.
Pense nisso agora, meu irmão e minha irmã, e não deixe para amanhã o que você pode ser hoje.
Que Deus nos abençoe!
Helder Camara