JESUS NO LEME
Embora a Terra de hoje se
pareça
Com uma nau à deriva em pleno mar,
E que prestes esteja a
soçobrar
Na vastidão do abismo em que pereça...
Embora o mundo assim
se reconheça,
Na indômita procela a navegar,
Ante as ondas que o querem
arrastar
Para onde, por fim, desapareça...
E a Humanidade, atônita e
descrente,
O desastre fatídico pressente,
Da grande embarcação que estala
e geme...
Contrariando a quem o esperará,
Tal naufrágio jamais
sucederá
Porque as mãos de Jesus estão no leme!...
Eurícledes
Formiga
(Página recebida pelo médium Carlos A. Baccelli, em reunião do Lar
Espírita “Pedro e Paulo”, em Uberaba – MG).
8.6.13
7.6.13
Louvar a Deus
O que é o louvor?
Louvar
é elevar o nome de quem pronunciamos ou pensamos.
Louvar é enaltecer, é tirar
do raso e jogar nas alturas.
Louvar é sentir-se menor, mas em função de
respeito e comiseração.
Meu Pai, louvo a Ti sempre. Dá-me graças para poder
continuar não a Te louvar, mas a Te servir. Servindo-te, Pai, creio eu, estarei
Te louvando na melhor expressão.
Louvar significa reconhecer que há algo além
e maior do que nós. Dá-nos, no caso de Deus, a dimensão exata do que somos. Não
que Deus, na sua onipotência, queira nos rebaixar, nada disso, mas ao reconhecer
a grandeza divina nos colocamos humildemente para servi-Lo.
Meus queridos
amigos, a palavra louvação insere em nós o poder de elevar-se ao Criador toda
vez que o fazemos. Louvar é chegar mais perto de Deus.
Passo a minha vida a
louvar. Alguém já me disse, certa vez, que louvo demais, que Deus já sabe que eu
me coloco aos seus pés, então respondo graciosamente:
- Louvo a Deus sempre
para não me impressionar com a minha pequenez e transformá-la em vaidade. É por
isso que preciso sempre saber que há algo maior do que eu para não despertar o
monstro da vaidade dentro de mim.
Se todos soubessem o valor da louvação,
louvariam sempre. Agora mesmo, ao acordar, louvariam a Deus pela natureza que
ora esparge-se em chuva. Se sol fizesse, igualmente, louvaria pelo sorriso largo
da manhã, porque é assim que sinto a Deus numa manhã azulada, é como se Ele
estivesse a nos sorrir.
Louva-se a Deus no entardecer. É Ele nos chamando
para a nossa introspecção, para o nosso recolhimento interior. Apaga-se a luz de
fora para que possamos nos lembrar em acender a luz de dentro, eis a metáfora do
Criador.
Louvo a madrugada. Ela nos convida a recomeçar sempre. Deus, na Sua
imensa sabedoria, dá-nos pistas de Suas leis eternas nos fenômenos da natureza.
A madrugada nos lembra vida nova a cada dia. Renascimento constante, eis o
convite de Deus Pai.
Pai, quero Te louvar sempre e espero que compreendas
que, se assim o faço, é para dizer-Te do meu amor por Ti, pelo meu
incomensurável amor.
Louvo a Ti, Pai, hoje e sempre!
Helder Câmara
6.6.13
PEDRO TU ME AMAS? (João cap. 21; 14-17)
Esta foi a terceira vez que Jesus apareceu aos seus discípulos, depois que ressuscitou dos mortos.
Depois de comerem, Jesus perguntou a Simão Pedro: "Simão, filho de João, você me ama realmente mais do que estes? " Disse ele: "Sim, Senhor, tu sabes que te amo". Disse Jesus: "Apascenta meus cordeiros".
Novamente Jesus disse: "Simão, filho de João, você realmente me ama? " Ele respondeu: "Sim, Senhor tu sabes que te amo". Disse Jesus: "Apascenta as minhas ovelhas".
Pela terceira vez, ele lhe disse: "Simão, filho de João, você me ama? " Pedro ficou magoado por Jesus lhe ter perguntado pela terceira vez "Você me ama? " e lhe disse: "Senhor, tu sabes todas as coisas e sabes que te amo".
Disse-lhe Jesus: "Apascenta as minhas ovelhas".
Este encontro entre Jesus e Pedro, que ocorre após a ressurreição de Cristo, é importante porque ele nos revela como Deus exalta aqueles que são capazes de reconhecer seus pecados. De fato só há exaltação para os que se humilham.
Pedro havia sido dominado pela fraqueza e veio a negar que era um dos discípulos de Cristo por três vezes. Certamente a consciência de Pedro o acusava ao se lembrar deste fato. É terrível a experiência de sermos réus de nossa própria consciência. Pedro certamente sentia-se assim.
Nestes versículos que lemos, Jesus conduz Pedro a ter uma experiência que removeria a mancha do pecado que aquele discípulo cometeu ao negar a Cristo por três vezes.
Uma vez que Pedro havia pecado publicamente, também era importante que fosse restaurado publicamente diante dos outros discípulos de Cristo. Uma vez que Pedro havia negado por três vezes a Cristo, Jesus também lhe faz por três vezes a mesma pergunta.
Por três vezes Jesus diz a Pedro: “apascenta as minhas ovelhas”. Ao dizer isso, Jesus esta querendo que Pedro compreenda que amor se prova com gestos, não apenas com palavras. Muitas vezes dizemos que Jesus ama aos pecadores, mas será que nós os amamos. Muitas vezes dizemos que Jesus salva, mas será que estamos anunciando esta salvação? Pedro estava repetindo que amava a Cristo, mas Jesus estava lhe mostrando que seu amor seria provado apascentando as ovelhas.
Esta foi a terceira vez que Jesus apareceu aos seus discípulos, depois que ressuscitou dos mortos.
Depois de comerem, Jesus perguntou a Simão Pedro: "Simão, filho de João, você me ama realmente mais do que estes? " Disse ele: "Sim, Senhor, tu sabes que te amo". Disse Jesus: "Apascenta meus cordeiros".
Novamente Jesus disse: "Simão, filho de João, você realmente me ama? " Ele respondeu: "Sim, Senhor tu sabes que te amo". Disse Jesus: "Apascenta as minhas ovelhas".
Pela terceira vez, ele lhe disse: "Simão, filho de João, você me ama? " Pedro ficou magoado por Jesus lhe ter perguntado pela terceira vez "Você me ama? " e lhe disse: "Senhor, tu sabes todas as coisas e sabes que te amo".
Disse-lhe Jesus: "Apascenta as minhas ovelhas".
Este encontro entre Jesus e Pedro, que ocorre após a ressurreição de Cristo, é importante porque ele nos revela como Deus exalta aqueles que são capazes de reconhecer seus pecados. De fato só há exaltação para os que se humilham.
Pedro havia sido dominado pela fraqueza e veio a negar que era um dos discípulos de Cristo por três vezes. Certamente a consciência de Pedro o acusava ao se lembrar deste fato. É terrível a experiência de sermos réus de nossa própria consciência. Pedro certamente sentia-se assim.
Nestes versículos que lemos, Jesus conduz Pedro a ter uma experiência que removeria a mancha do pecado que aquele discípulo cometeu ao negar a Cristo por três vezes.
Uma vez que Pedro havia pecado publicamente, também era importante que fosse restaurado publicamente diante dos outros discípulos de Cristo. Uma vez que Pedro havia negado por três vezes a Cristo, Jesus também lhe faz por três vezes a mesma pergunta.
Por três vezes Jesus diz a Pedro: “apascenta as minhas ovelhas”. Ao dizer isso, Jesus esta querendo que Pedro compreenda que amor se prova com gestos, não apenas com palavras. Muitas vezes dizemos que Jesus ama aos pecadores, mas será que nós os amamos. Muitas vezes dizemos que Jesus salva, mas será que estamos anunciando esta salvação? Pedro estava repetindo que amava a Cristo, mas Jesus estava lhe mostrando que seu amor seria provado apascentando as ovelhas.
Josias Moura de Menezes
5.6.13
Questão 210 do Livro dos Espíritos.
EFICÁCIA DA ORAÇÃO
A oração muito
pode na engrenagem da vida humana e mesmo divina. Ela comanda e purifica os
nossos sentimentos, nos dando forças nos momentos de fraqueza.
A oração é
dotada do dom de sublimar na área humana.
No entanto, em muitos lugares não cabe à oração
interferir. No caso da pergunta 21O, em "O Livro dos Espíritos", ela não pode
mudar a necessidade do espírito e a vontade de Deus, em fazer renascer um
espírito inferior em uma família para o devido aprendizado. Se assim acontecer,
para onde irão os espíritos que ainda não atingiram o esclarecimento necessário
para o seu despertamento espiritual?
A oração, neste caso, pode ajudar
muito, mas, não muda a vontade de Deus; o espírito inferior nasce, porém em
condições melhores, devido à força da prece dos pais. Deve-se sempre orar,
cultivando a caridade, fazer o culto do Evangelho no lar, porque os que retornam
à carne, encontrando este ambiente, sentem a felicidade e a esperança nas suas
novas lutas, e podem, com isso, precaverem de muitos males. Plantemos a semente
do amor que colheremos os frutos da fraternidade. Nada se perde, não nos
esqueçamos desta verdade, e o bem, esse é eterno. Ele se irradia buscando, com
valores acrescentados, a fonte geradora.
As necessidades dos nossos irmãos
inferiores, de voltarem à Terra, são maiores mesmo que as dos espíritos de alta
estirpe. Como iremos ajudar pela força e eficiência da caridade aos que não
precisam da nossa ajuda? Os doentes são os que precisam de tratamentos, e com
urgência.
Os maus filhos são realmente uma provação para os pais, dando
oportunidade para os mesmos de ressarcirem velhos débitos e a obrigação de quem
deve é pagar com alegria, senão com amor. Nunca queiramos mudar as coisas que
não podem ser mudadas. A justiça divina não erra na sua computação, em qualquer
lugar do universo. E quem procura andar na justiça está se abeirando à lei do
amor, e sentindo seu perfume que se alojará no coração.
Tanto o pai quanto a
mãe devem emprestar aos filhos, em geração, bons pensamentos, boas idéias e
sentimentos puros, porque eles se encontram ligados aos pais por fios
invisíveis, mas reais, e passam a pensar do mesmo modo que seus genitores. É
nesse sentido que a oração é bem mais valiosa, porque anima e dá esperança aos
que estão chegando, por vezes com grandes promessas de renovação. Ajudemo-los
pelo proceder, ajudemo-los pela conduta em Cristo, que os seus caminhos
iluminar-se-ão de forma a aliviá-los dos males que os esperam em estradas de que
as vezes não se recordam.
Os pais devem se lembrar da brida da disciplina e
não se esquecerem da oração todos os dias, que ela os livrará de muitos males,
porque é o filho pedindo ao Pai, e Jesus já disse: "Pedi e obtereis". Os filhos,
sejam eles quais forem, são flores de Deus nos caminhos humanos. Façamos o que
pudermos na educação destes espíritos porque, em primeiro lugar, eles são filhos
de Deus.
Vai chegar a nossa vez de sermos filhos novamente, e somente
colheremos o que plantarmos agora. O futuro é uma oportunidade preparada no
passado, que não erra o endereço do necessitado que a fez; essa é a lei da
Justiça e do amor.
Não queiramos, portanto, escolher apenas espíritos
angélicos para renascerem em nosso meio familiar. Oremos sempre por aquele que
deve vir por vontade de Deus, que a assistência de Jesus nos fará
felizes.
Livro: Filosofia Espírita V - João Nunes Maia -
Miramez
4.6.13
HUMANIDADE – SUICÍDIO COLETIVO?!
Rubens Ricupero, articulista do jornal
“Folha de São Paulo”, escreveu, no último dia 27 de maio, interessante artigo
subordinado ao tema: “É inevitável o suicídio coletivo?”
Através do médium
que dele se inteirou, chegando a mim, o assunto abordado me interessou, porque,
de certa maneira, vem de encontro ao meu pensamento de espírito desencarnado, e
tem sido entre nós, deste Outro Lado da Vida, objeto de muitas
preocupações.
O referido articulista, logo no primeiro parágrafo de seu
arrazoado, alertou, e com razão, que “em 10 mil anos de história, é a primeira
vez que a Humanidade tem o poder de cometer suicídio coletivo”...
Não
obstante, a sua linha de raciocínio se prende a questões de natureza ecológica,
afirmando que, dias atrás, a Humanidade ultrapassou “o sinal amarelo no rumo da
destruição”, porque, segundo dados científicos, a atmosfera terrestre “registrou
400 partículas de dióxido de carbono por um milhão”!
Claro que, neste campo,
o desastre que se desenha não é propriamente para agora, mas para as futuras
gerações, que, segundo ele, haverão de invejar os insetos, que, talvez, venham a
sobreviver à catástrofe que a insensibilidade humana está preparando!
Ah, que
falta faz o conhecimento da Reencarnação aos homens em geral, que, então,
simplesmente não dariam de ombros aos que imaginam que haverão de herdar o solo
fecundo da Terra transformado no árido solo de Marte.
Contudo, este não é o
viés dos comentários que desejamos efetuar na postagem semanal deste Blog,
porque, embora já esteja a morrer lentamente, o óbito do planeta ainda levará
algumas décadas para se concretizar.
Antes da anunciada morte do orbe
terrestre, pelo descaso do homem com a Natureza, a continuar neste ritmo,
ocorrerá o suicídio moral da Humanidade!
E, para se chegar a semelhante
dedução, ninguém carece de ser Nostradamus...
No mesmo citado periódico, nos
deparamos, por exemplo, com outras manchetes: “Miséria ainda persiste na
educação”, “França vê indício de ‘terrorismo’ islâmico em ataque”, “Foguetes
atingem áreas do Hizbullah”, “Rebeldes maoístas matam 23 em ataque a comboio de
políticos” – isto tudo só no primeiro caderno, em notícias de um dia só!
E o
que dizermos do “crack”, a droga que não mais se restringe aos mais pobres,
exterminando – literalmente, exterminando –, em todos os níveis sociais, com a
nova geração, ante a impassividade dos governos, quase todos mancomunados com as
Trevas?!
A questão da disseminação da droga no mundo, a nosso ver, chega a
ser muito mais grave que a questão ambiental! Mais do que árvores e rios, estão
morrendo os jovens, vendo frustradas as suas tentativas de aprendizado na
reencarnação – os que não estão morrendo por overdose, estão morrendo
moralmente, inutilizando-se para a presente existência no corpo e, quiçá, outras
mais!
Por tal motivo – não me creiam apocalíptico –, eu sou daqueles
espíritos que, na atualidade, estão enxergando numa provação coletiva sem
precedentes a única chance de sobrevivência, física e moral, para a
Humanidade.
Porque a Humanidade é um corpo com membros gangrenados, e, para
impedir o seu decesso, será preciso recorrer à drástica medida da
amputação!...
INÁCIO FERREIRA
Uberaba – MG, 3 de junho de 2013.
3.6.13
A Próxima Sopa
As grandes cidades esquecem os seus pobres.
No meu
Recife, então, até parece que eles fazem parte da paisagem urbana. Como é que
pode? Os mendigos estão em toda parte e as pessoas o que fazem? Nada. Apenas se
incomodam com aquilo que lhes parece estranho, nojento, e repulsam. Pensam
horrores, mas nada fazem. Este assunto não lhes pertence, é coisa do governo.
Será mesmo?
É claro que os governos instituídos devem acabar com as diversas
expressões da miséria, mas é governo é parte do povo organizado
institucionalmente, então é nossa responsabilidade também. Como povo, como
gente, como cidadão, como cristão.
Não se pode olhá-los pela rua e fingir que
não se vê. Eles estão ali na frente dos nossos olhos. Se dormem na rua é porque
não têm casa. Se pedem alimentos é porque não têm o que comer. Se fazem
publicamente as suas necessidades fisiológicas é porque não possuem banheiro.
Mas, o que eles não possuem mesmo é esperança. Esperança no viver.
O que
todos eles precisam é buscar em si os elementos para viverem com dignidade. Eu
sei, alguns vão afirmar, mas o governo lhes dá um teto e eles não vão, é
verdade, mas o que estou falando aqui não é somente do teto físico, mas é o do
abrigo moral e espiritual.
Vejo os nossos irmãos de diversas religiões saírem
à noite para dar sopa aos nossos irmãos desprotegidos. Que bela iniciativa, mas
é esta a solução para o problema? Eles continuarão lá no outro dia a esperar a
próxima sopa. E a miséria perdurará.
Penso que as igrejas, de modo geral,
poderiam juntar as mãos e num esforço conjunto determinarem o seguinte: de hoje
em diante ninguém mais dormirá ao relento.
Não foi Jesus que nos disse que
quando déssemos de comer, de vestir ou abrigo a alguém era a ele que estaríamos
dando? Então, por que haveremos de deixar o Nosso Senhor Jesus Cristo desta
maneira nas ruas?
Onde está o apelo do Cristo para nossa ação
libertadora?
O Cristo não veio para se conformar com a realidade posta, veio
para se insurgir diante da injustiça, da falta de sensibilidade com o outro, das
estruturas desiguais.
Assumir ao Cristo nas nossas vidas é estar
permanentemente inconformado com o status quo, enquanto ele for perverso,
desumano, desigual.
Que Deus sensibilize corações e mentes de todos para
erradicar a miséria de vez das nossas paisagens urbanas e rurais, somente assim
é que estaremos construindo de verdade o Seu Reino entre os homens.
Que Deus
nos abençoe!
Helder Camara
1.6.13
TUA CRUZ
Não largues tua cruz ao pó da estrada,
Qual quem atira rude fardo ao chão,
E, rebelde, se entrega à deserção,
Da prova que lhe oprime a alma cansada.
Um dia, de alma mais amargurada,
Perdido em tua rota de ascensão,
Hás de voltar atrás, aonde, então,
Deixaste a própria cruz abandonada.
Porém, ao retomá-la com ternura,
Trilhando a mesma estrada que te apura,
Não mais te sentirás desnorteado...
Porque a verdade é que seguir sem ela,
A cruz que nos teus braços se revela,
É caminhar sem norte e sem cajado!...
Eurícledes Formiga
(Página recebida pelo médium Carlos A. Baccelli, em reunião pública do Lar Espírita “Pedro e Paulo”, na manhã de sábado do dia 25 de maio de 2013, em Uberaba – MG).
Não largues tua cruz ao pó da estrada,
Qual quem atira rude fardo ao chão,
E, rebelde, se entrega à deserção,
Da prova que lhe oprime a alma cansada.
Um dia, de alma mais amargurada,
Perdido em tua rota de ascensão,
Hás de voltar atrás, aonde, então,
Deixaste a própria cruz abandonada.
Porém, ao retomá-la com ternura,
Trilhando a mesma estrada que te apura,
Não mais te sentirás desnorteado...
Porque a verdade é que seguir sem ela,
A cruz que nos teus braços se revela,
É caminhar sem norte e sem cajado!...
Eurícledes Formiga
(Página recebida pelo médium Carlos A. Baccelli, em reunião pública do Lar Espírita “Pedro e Paulo”, na manhã de sábado do dia 25 de maio de 2013, em Uberaba – MG).
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