A esperança volta a nascer nos corações de todos que gostam de bem brincar o carnaval.
É uma festa popular como nenhuma outra, pois faz vibrar a alegria no seu mais alto grau.
Eu sempre gostei do carnaval, vocês sabem bem disso. Gosto do bom carnaval. O carnaval do respeito e da família. O carnaval do passo e da nostalgia.
Eu sei também que no carnaval se aproveita para jogar fora todas as mazelas do cotidiano. É uma forma de terapia que nosso povo encontra para aliviar a tensão da vida.
Cantar um frevo gostoso, dançar um frevo rasgado, admirar os batuques do maracatu, fantasiar-se de um personagem... Tudo isso eu vivi no meu bom Pernambuco.
Agora, alguém teve a ideia de homenagear-me no carnaval.
Sinto-me lisonjeado com a lembrança a um padre morto que somente fez a sua obrigação quando estava vivo na carne. Que foi fiel aos seus princípios e a sua Igreja. Que foi leal ao seu povo sofrido.
Eu teria muito a dizer do carnaval porque é uma festa que transcende aos olhos aparentes da matéria, mas isto fica para outra hora.
O que eu quero desejar, como sempre desejei, é que brinquem com consciência.
A consciência de que a vida não são apenas três dias de muita alegria.
A consciência que tudo continua quando o carnaval termina.
A consciência de que os exageros devem ser evitados.
No mais, agitem-se no carnaval do meu Recife, deixe ser arrastados pelas ladeiras da minha Olinda, e viva cada um o seu carnaval da melhor maneira possível.
O meu povão sabe das coisas, mas é preciso convenientemente lembrar que a vida vai além da quarta-feira de cinzas, e que devemos transportar para os demais dias do ano esta vontade de se libertar das mesmices e daquilo que nos carrega para o fundo.
Brinquem, meus irmãos!
Junte-se a nós no bloco da saudade e deixemos de lado a maldade.
Junte-se a nós no bloco da esperança e deixemos para trás o pessimismo.
Junte-se a Jesus para que tenhamos, como Ele nos ensinou, vida em abundância.
Este, sim, o grande carnaval divino: a abundância da vida.
Helder Camara - Blog Novas Utopias
É uma festa popular como nenhuma outra, pois faz vibrar a alegria no seu mais alto grau.
Eu sempre gostei do carnaval, vocês sabem bem disso. Gosto do bom carnaval. O carnaval do respeito e da família. O carnaval do passo e da nostalgia.
Eu sei também que no carnaval se aproveita para jogar fora todas as mazelas do cotidiano. É uma forma de terapia que nosso povo encontra para aliviar a tensão da vida.
Cantar um frevo gostoso, dançar um frevo rasgado, admirar os batuques do maracatu, fantasiar-se de um personagem... Tudo isso eu vivi no meu bom Pernambuco.
Agora, alguém teve a ideia de homenagear-me no carnaval.
Sinto-me lisonjeado com a lembrança a um padre morto que somente fez a sua obrigação quando estava vivo na carne. Que foi fiel aos seus princípios e a sua Igreja. Que foi leal ao seu povo sofrido.
Eu teria muito a dizer do carnaval porque é uma festa que transcende aos olhos aparentes da matéria, mas isto fica para outra hora.
O que eu quero desejar, como sempre desejei, é que brinquem com consciência.
A consciência de que a vida não são apenas três dias de muita alegria.
A consciência que tudo continua quando o carnaval termina.
A consciência de que os exageros devem ser evitados.
No mais, agitem-se no carnaval do meu Recife, deixe ser arrastados pelas ladeiras da minha Olinda, e viva cada um o seu carnaval da melhor maneira possível.
O meu povão sabe das coisas, mas é preciso convenientemente lembrar que a vida vai além da quarta-feira de cinzas, e que devemos transportar para os demais dias do ano esta vontade de se libertar das mesmices e daquilo que nos carrega para o fundo.
Brinquem, meus irmãos!
Junte-se a nós no bloco da saudade e deixemos de lado a maldade.
Junte-se a nós no bloco da esperança e deixemos para trás o pessimismo.
Junte-se a Jesus para que tenhamos, como Ele nos ensinou, vida em abundância.
Este, sim, o grande carnaval divino: a abundância da vida.
Helder Camara - Blog Novas Utopias
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