NASCIMENTO DO HOMEM
A raça
humana surgiu em diferentes pontos da Terra e, em épocas variadas, mas sendo o
mesmo homem, com a função de subir despertando seus talentos em estado de sono,
no centro d'alma. Tudo é movido para a frente; tudo empreende jornada
procurando a luz e melhorando as próprias condições físicas, morais e
espirituais. Esta é a lei que sustenta a harmonia da criação e, certamente, é
vontade de Deus. As raças surgiram por afinidade a determinadas regiões, e ali
trabalharam e cresceram, entretanto, nunca uma raça foi entregue ao seu próprio
destino. Deus é Pai bondoso e santo! Todas as raças, desde o princípio, foram
tuteladas por falanges de Espíritos angélicos, que cuidaram e cuidam das suas
ascensões. Procuram por todos os meios para colocá-los nas escolas, onde
poderão ser educados e instruídos e se empenham, com todos os esforços, para
que a humanidade reconheça a sua filiação espiritual. Mesmo que a marcha seja
árdua, ninguém se perde. Todos, algum dia, aquecerão no peito o sol do entendimento,
onde nascerá o Cristo dizendo: A paz seja convosco! E encontraremos Deus dentro
de nós. As diferenciações das raças não fazem espécies distintas, como as
diferenciações de nomes e sabores das laranjas não fazem com que elas percam a
designação de laranja. As raças foram feitas para se mesclarem, e essa
disposição foi entregue aos homens. É pois, a tua parte. E nesse cruzamento
surge a fraternidade e o respeito entre todos, como também o perdão e o amor. O
homem nasceu em diversos pontos do globo; todavia, são todos irmãos, filhos do
mesmo Deus. Não podemos nem devemos fugir do nosso dever para com os nossos
semelhantes, porque não podemos viver sem eles.
Filosofia Espírita L.E.53 – João N. Maia
– Miramez – Toninho Barana
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