6.10.25

A NUVEM QUE NÃO CHOVIA 📖 Livro infanto juvenil espírita a venda na LER Livros Revistas Papelaria


 

Reflexões Sobre o Perdão

Perante a Lei Divina, o perdão é um nova oportunidade concedida para que o infrator possa se redimir.
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Cremos, assim, que seja mais apropriado falarmos em autoperdão do que em perdão, porquanto o perdão deve ser obtido não através de palavras, mas de ações.
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Jesus solicitou ao Pai que perdoasse aos seus algozes, o que, de fato, não aconteceu – vem acontecendo, através dos séculos, pela Lei da Reencarnação.
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O perdão “gratuito” pode amenizar o sentimento de culpa, porém não o excluí de quem deve obtê-lo à custa de reparação.
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Emmanuel, no livro “Justiça Divina”, da lavra de Chico considera na página intitulada: “Perdoados, Mas Não Limpos”: “Chaga que abrimos na alma de alguém pode ser luz e renovação nesse mesmo alguém, mas será sempre chaga de aflição a pesar-nos na vida.”
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A anistia de nossos equívocos, ampla, total e irrestrita, não é outorga divina que não nos impunha um tributo a ser pago.
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Não existe perdão sem a chancela da Lei de Causa e Efeito.
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Jesus, ensinou-nos a orar pedindo o perdão de nossas dívidas, o que, em outras palavras, significa: concessão de oportunidade para quitá-las.
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Amor ao próximo, incluindo o perdão, expressa doação de tempo para que o outro em relação a nós, ou a nós em relação ao outro, possa apagar o mal com o bem.
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Ninguém, pois, deve se sentir perdoado, de modo a nada fazer para que o prejuízo que causou possa ser definitivamente esquecido.
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Jesus adverte que quem se sente preso pela culpa não será solto enquanto não houver pago o último ceitil.
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O espírito encarnado vive iludido de que suas faltas possam ser perdoadas apenas por serem confessadas.
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O criminoso, ao ser preso, pode quitar a sua dívida para com a sociedade, mas quitá-la para com a Lei Divina é outra coisa.
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Quem nega anistia ao próximo a nega a si mesmo.
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Quase sempre, quem não perdoa é quem mais tem a ser perdoado.
INÁCIO FERREIRA - Blog Mediunidade na Internet
Uberaba – MG, 5 de outubro de 2025.

5.10.25

Gravação do Estudo detalhado do livro OS MENSAGEIROS - INTRODUÇÃO Francisco C. Xavier (autor) André Luiz. (espírito


 

Entrevista com o Senhor Rivail - 2

CP. Tomando como referência a publicação de “O Livro dos Espíritos”, o Espiritismo completou 168 anos. De lá para cá muitas mudanças ocorreram no mundo. O senhor acha que a Doutrina Espírita está desatualizada? O que o faria diferente hoje?
Senhor Rivail. As mudanças ocorridas neste período foram gigantescas e eu jamais imaginaria que elas aconteceeriam e outras mais que já estão em ebulição. O que fiz foi dar voz aos espíritos para que eles expressassem a sua realidade. Dialoguei com eles. Obtive informações importantes que me possibilitou sistematizar uma filosofia e dar os primeiros passos para uma investigação científica. Fiz o que foi possível para minha época. Não acredito, porém, que o Espiritismo esteja desatualizado. Isso não! Ele está incompleto porque há muito a ser questionado para atender as demandas destes tempos novos. Os princípios fundamentais, no entanto, estão mais que mantidos e consolidados.
CP. E o que precisaria ser complementado, por exemplo?
Senhor Rivail. A psicologia espírita avançou e teve muitas contribuições que no meu tempo eu não tinha estas informações. A filosofia ganhou outras tantas abordagens onde muitos questionamentos devem ser realizados para os espíritas. E assim para diversos outros saberes. O que entendo é que os queixumes e angústias desta época devem ser respondidos com a ótica espiritual. Foi o que fiz e acho que deve ser feito constantemente.
CP. Naquela ocasião, o senhor defendeu a realização de congressos de 25 em 25 anos para deixar a Doutrina Espírita sempre atual e promover o esclarecimento das dúvidas.
Senhor Rivail. Algo inicialmente foi feito neste sentido, mas não foi o suficiente. Acho que esta ideia ainda é válida, mas o prazo máximo seria de 10 anos ou até menos, e um congresso com a profundidade e a representatividade que um evento como este exige. Hoje, vocês têm condições de responder a estas problemáticas com bem mais recursos do que eu possuía. O que não se pode jamais é estancar acerca da procura do conhecimento. Seremos sempre aprendizes da verdade.
CP. O que está por vir para a humanidade e qual o papel do Espiritismo neste contexto?
Senhor Rival. Como disse, as mudanças serão cada vez mais impactantes. Parece-me que vivemos o ápice da transição planetária que o Espírito Erasto me apresentou didaticamente como uma referência de progresso. As estruturas que sustentam este mundo não foram suficientes para criar uma sociedade planetária mais fraterna e justa. Neste sentido, tenho a firme esperança de que uma leva de espíritos voltados para o bem esteja a caminho para fundar as novas bases da civilização do espírito. Do jeito que está aí ninguém mais suporta. A necessidade de transformação é urgente.
CP. Acontecerá de um momento para outro?
Senhor Rivail. Penso que não! Tudo ao seu tempo. O que se inicia é o tempo novo da regeneração que é apenas o começo destas grandes transformações. Haverá um longo período de reconstrução. As bases desta nova era estão sendo plantadas pouco a pouco e no tempo certo haverão de florescer. Estas transformações, no entanto, deverão ser construídas por todos, é um processo de amadurecimento dos moradores deste planeta. A maioridade das ideias espíritas está na essência destas mudanças.
CP. Qual a mensagem que gostaria de deixar para os espíritas?
Senhor Rivail. Para todos aqueles que abraçaram os postulados espiritistas diria que toda pessoa deve contribuir para a melhoria planetária. Cada um é responsável em colocar uma pedra nesta obra fenomenal. Mudança íntima de verdade, mas também participar como cidadão defendendo os princípios desta filosofia imortalista em consonância com os Evangelhos de Jesus. Penso que devemos contextualizar cada vez mais os ambientes espíritas para responder aos anseios das gentes que procuram aqueles centros do esclarecimento espiritual. Como antes, reafirmo que o Espiritismo é coadjuvante da regeneração e, desta maneira, devemos nos juntar a todos aqueles que tenham os mesmos ideais que o nosso. Repetir a lógica de Jesus de que quem não é contra os nossos princípios é a favor deles. Juntemo-nos imediatamente com todos aqueles que desejam fazer uma humanidade melhor.
Carlos Pereira - Blog de Carlos Pereira
Esta entrevista é fictícia e repete a mesma condução de outra semelhante publicada neste blog em 27 de maio de 2019 e é escrita em homenagem ao Senhor Rivail que ficou conhecido como Allan Kardec na data em que se comemora mais uma data de seu aniversário.

4.10.25

OS MENSAGEIROS Livro espírita a venda na LER Livros Revistas Papelaria


 

Verdade e Humor

Quem pensa que, ao morrer,
Terá vida nababesca,
Pode perder a ilusão
De ter sombra e água fresca.
Formiga
 
A morte, sendo mais vida,
Mais trabalho também é,
E continua esperando
Que o homem tenha mais fé.
Maria Modesto
 
Quem não aguenta o rojão
Que a vida no Além encerra,
Vive aqui pedindo em prece:
- Quero voltar para a Terra!...
Manoel Roberto
 
Irmãos, agarrem-se aí
Feito aranha à sua teia,
Demorem-se o quanto possam,
Porque aqui a coisa é feia...
Domingas
 
Além de um montão de flores,
Sobre o morto no caixão,
Uma boa piaçava
Busquem pôr em sua mão.
Inácio Ferreira
 
Coitado do Zeferino
Que, do Céu, tinha cobiça,
No entanto, deixou a Terra
Vitimado por preguiça.
Alceu Novais
 
Ouço falar em anistia,
Tem gente gritando “não”,
Mas, perante Lei Divina,
O que fazer do perdão?...
Amadeu
 
A morte, em si, pouco altera,
Quem é bom não fica mau,
Quem é mau não fica bom,
Açúcar não vira sal.
Jaks Aboab
 
Ao termo da humana lida,
Quem envelhece servindo,
Chega à Verdadeira Vida,
Vencendo a morte, sorrindo.
Aurora
 
Carlos A. Baccelli/Autores Diversos
Blog Espiritismo em Prosa e Verso
Lar Espírita “Pedro e Paulo”
Manhã de 27-9-25, Uberaba – MG.