4.8.22
CADA MANHÃ
Cada manhã, volves ao corpo que te suporta a intemperança e recebes a bênção do sol que te convida ao trabalho, a palavra do amigo que te induz à esperança, o apoio constante da Natureza, o reencontro com os desafetos para que aprendas a convertê-los em laços de beleza e harmonia e, sobretudo, a graça de lutar por teu próprio aprimoramento, a fim de que o tempo te erga à vitória do Bem.
Desencorajar leve impulso do Bem é o mesmo que sufocar a semente que, divina e multiplicada, será, no caminho, a base de nosso pão.
Chora, mas constrói o melhor ao teu alcance.
Sofre, mas adianta-te no caminho.
Todos somos parcelas de imensa legião de trabalhadores em nome do Cristo, com o dever de cooperar incessantemente para que a harmonia e a felicidade se ergam na Terra, a benefício de todas as criaturas.
Ainda sim, no contexto geral das atividades, às vezes de sacrifício a que somos chamados, é indispensável compreender que podes e deves conquistar a tua própria paz, e que a tua própria paz depende, exclusivamente, de ti.
...Entretanto, existe a âncora que resiste a todas as ventanias da adversidade. Resguardando-te nessa defesa, não há desequilíbrio que te arraste fora do lugar e do dever que te competem.
Apega-te essa âncora e não temas, porque essa amarra bendita ao alcance de todos é, claramente, Jesus Cristo.
Por mais sofras, guarda a fé em Deus e segue adiante, no caminho que a vida te deu a trilhar.
A própria Natureza é um livro de confiança na Providência Divina.
Desencorajar leve impulso do Bem é o mesmo que sufocar a semente que, divina e multiplicada, será, no caminho, a base de nosso pão.
Chora, mas constrói o melhor ao teu alcance.
Sofre, mas adianta-te no caminho.
Todos somos parcelas de imensa legião de trabalhadores em nome do Cristo, com o dever de cooperar incessantemente para que a harmonia e a felicidade se ergam na Terra, a benefício de todas as criaturas.
Ainda sim, no contexto geral das atividades, às vezes de sacrifício a que somos chamados, é indispensável compreender que podes e deves conquistar a tua própria paz, e que a tua própria paz depende, exclusivamente, de ti.
...Entretanto, existe a âncora que resiste a todas as ventanias da adversidade. Resguardando-te nessa defesa, não há desequilíbrio que te arraste fora do lugar e do dever que te competem.
Apega-te essa âncora e não temas, porque essa amarra bendita ao alcance de todos é, claramente, Jesus Cristo.
Por mais sofras, guarda a fé em Deus e segue adiante, no caminho que a vida te deu a trilhar.
A própria Natureza é um livro de confiança na Providência Divina.
Livro: Caminho Iluminado - Francisco C. Xavier - Emmanuel
3.8.22
MISSIONÁRIOS DA LUZ
Gravação do Estudo
Detalhado do livro
feito ontem às 20h. pelo Skype
Francisco
Cândido Xavier (autor)
André Luiz
(espírito)
Capítulo 17
DOUTRINAÇÃO
A LEI DE DEUS
Comentário Questão 647 do Livro dos Espíritos
Cumpre saber que a lei de Deus se fundamenta em um só atributo do Criador: o amor. Porém, necessário se faz que compreendamos que esse amor é a síntese da própria vida, e que ela, sendo manifestação de Deus, se divide ao infinito, o quanto for necessário para elevação das almas, em transe para o despertamento espiritual.
Quando falamos na lei de Deus, focalizamos um único ponto de partida que é o amor; entretanto, como esse amor não pode ser compreendido da maneira mais elevada na Terra, ele se divide pelos poderes do Criador, para educar e beneficiar a todas as criaturas.
Vejamos o que pode ser o amor e suas manifestações:
ele é a maior de todas as virtudes somadas,
é o perdão, a fraternidade;
é a confiança, é a caridade,
é a sabedoria, a santidade e a fé;
enfim, todas as virtudes, como divisões,
são ramificações do amor.
E cada coisa e cada alma o compreende
de acordo com a sua elevação espiritual.
Para que pudéssemos compreender o amor mais puro, Deus enviou Seu filho, para nos mostrar como exemplo o Seu amor para com todos nós. Jesus Cristo é o amor na sua plenitude mais pura.
Fala-se muito, em várias mensagens, que o Espírito precisa de duas asas para o seu vôo em direção à sua libertação espiritual. Na verdade^ te afirmamos que o amor é tudo, em se falando na sua pureza, porque quem ama realmente é um sábio e o verdadeiro sábio o é porque ama. Podemos dizer que a lei em que se estabiliza a criação de Deus, é uma só, no entanto, por causa da inferioridade dos homens, são criadas regras no sentido de chegar a esse amor que liberta as criaturas. E as regras são sempre.mutáveis, devido ao progresso dos seres, mas o amor é imutável, por ter sido criado por Deus, que sempre é, foi e será a Perfeição.
Podemos observar que Moisés coordenou os dez mandamentos, e que depois de mais ou menos quinze séculos Jesus condensou em dois apenas. E depois de mais de dezoito séculos, a Allan Kardec coube simplificar mais ainda, adaptando os dois mandamentos de Jesus em duas afirmativas mais chegadas aos seres humanos, donde poderiam ser melhor entendidos, e que são: Educar e instruir. Mudam-se as formas de regras, mas, o fundo é o mesmo: aprimorar a alma, despertá-la, despertar os tesouros que existem em todos, no cofre dos sentimentos, onde Deus depositou toda a Sua confiança.
A humanidade, principalmente os espíritas, se encontra em uma fase da mais alta importância, aquela que tem em suas mãos os mais elevados conceitos da vida, sob todos os aspectos, de modo que, se forem tomados caminhos errados, não é por falta de conhecimento, é desleixo, e o desleixo pagará caro pela sua invigilância.
A lei única está em Deus; quando ela se irradia para todos os mundos, já se divide a fim de motivar todos os seus filhos para o auto-aprimoramento espiritual. Não obstante, quando a alma começa a crescer nos seus valores, as divisões do amor vão diminuindo, por não se precisar mais de muitas advertências.
Livro: Filosofia Espírita - João Nunes Maia - Miramez
Cumpre saber que a lei de Deus se fundamenta em um só atributo do Criador: o amor. Porém, necessário se faz que compreendamos que esse amor é a síntese da própria vida, e que ela, sendo manifestação de Deus, se divide ao infinito, o quanto for necessário para elevação das almas, em transe para o despertamento espiritual.
Quando falamos na lei de Deus, focalizamos um único ponto de partida que é o amor; entretanto, como esse amor não pode ser compreendido da maneira mais elevada na Terra, ele se divide pelos poderes do Criador, para educar e beneficiar a todas as criaturas.
Vejamos o que pode ser o amor e suas manifestações:
ele é a maior de todas as virtudes somadas,
é o perdão, a fraternidade;
é a confiança, é a caridade,
é a sabedoria, a santidade e a fé;
enfim, todas as virtudes, como divisões,
são ramificações do amor.
E cada coisa e cada alma o compreende
de acordo com a sua elevação espiritual.
Para que pudéssemos compreender o amor mais puro, Deus enviou Seu filho, para nos mostrar como exemplo o Seu amor para com todos nós. Jesus Cristo é o amor na sua plenitude mais pura.
Fala-se muito, em várias mensagens, que o Espírito precisa de duas asas para o seu vôo em direção à sua libertação espiritual. Na verdade^ te afirmamos que o amor é tudo, em se falando na sua pureza, porque quem ama realmente é um sábio e o verdadeiro sábio o é porque ama. Podemos dizer que a lei em que se estabiliza a criação de Deus, é uma só, no entanto, por causa da inferioridade dos homens, são criadas regras no sentido de chegar a esse amor que liberta as criaturas. E as regras são sempre.mutáveis, devido ao progresso dos seres, mas o amor é imutável, por ter sido criado por Deus, que sempre é, foi e será a Perfeição.
Podemos observar que Moisés coordenou os dez mandamentos, e que depois de mais ou menos quinze séculos Jesus condensou em dois apenas. E depois de mais de dezoito séculos, a Allan Kardec coube simplificar mais ainda, adaptando os dois mandamentos de Jesus em duas afirmativas mais chegadas aos seres humanos, donde poderiam ser melhor entendidos, e que são: Educar e instruir. Mudam-se as formas de regras, mas, o fundo é o mesmo: aprimorar a alma, despertá-la, despertar os tesouros que existem em todos, no cofre dos sentimentos, onde Deus depositou toda a Sua confiança.
A humanidade, principalmente os espíritas, se encontra em uma fase da mais alta importância, aquela que tem em suas mãos os mais elevados conceitos da vida, sob todos os aspectos, de modo que, se forem tomados caminhos errados, não é por falta de conhecimento, é desleixo, e o desleixo pagará caro pela sua invigilância.
A lei única está em Deus; quando ela se irradia para todos os mundos, já se divide a fim de motivar todos os seus filhos para o auto-aprimoramento espiritual. Não obstante, quando a alma começa a crescer nos seus valores, as divisões do amor vão diminuindo, por não se precisar mais de muitas advertências.
Livro: Filosofia Espírita - João Nunes Maia - Miramez
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2.8.22
NAS CONVERSAÇÕES
Não se irrite com o interlocutor, se não lhe corresponde à expectativa. Talvez não tenha sido você suficientemente claro na expressão.
*
Se o interpelado não atende, de pronto, cale as reclamações. É provável que ele seja gago e, se o não for, a descortesia é uma infelicidade em si mesma.
*
Quando alguém não lhe der a informação solicitada, com a presteza que você desejaria, não se aborreça. Recorde que a surdez pode atacar a todos.
*
Evite os assuntos desconcertantes para o ouvinte. Todos temos zonas nevrálgicas no destino, sobre as quais precisamos fazer silêncio.
*
Não pergunte a esmo. Quem muito interroga, muito fere.
*
Cultive a delicadeza com os empregados de qualquer instituição ou estabelecimento, onde você permaneça de passagem. Sua mente, quase sempre, está despreocupada em semelhantes lugares e ignora os problemas de quem foi chamado a servi-lo.
*
Seja leal, mas fuja à franqueza descaridosa. A pretexto de ser realista, não pretenda ser mais verdadeiro que Deus, somente de cuja Autoridade Amorosa recebemos as revelações e trabalhos de cada dia.
*
Se o companheiro lhe fere o ouvido com má resposta, tenha calma e espere o tempo. Possivelmente já respondeu com gentileza noventa e nove vezes a outras pessoas, ou, talvez, acabe de sofrer uma perda importante.
*
Ajude, conversando. Uma boa palavra auxilia sempre.
*
Lembre-se de que o mal não merece comentário em tempo algum.
*
Se o interpelado não atende, de pronto, cale as reclamações. É provável que ele seja gago e, se o não for, a descortesia é uma infelicidade em si mesma.
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Quando alguém não lhe der a informação solicitada, com a presteza que você desejaria, não se aborreça. Recorde que a surdez pode atacar a todos.
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Evite os assuntos desconcertantes para o ouvinte. Todos temos zonas nevrálgicas no destino, sobre as quais precisamos fazer silêncio.
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Não pergunte a esmo. Quem muito interroga, muito fere.
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Cultive a delicadeza com os empregados de qualquer instituição ou estabelecimento, onde você permaneça de passagem. Sua mente, quase sempre, está despreocupada em semelhantes lugares e ignora os problemas de quem foi chamado a servi-lo.
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Seja leal, mas fuja à franqueza descaridosa. A pretexto de ser realista, não pretenda ser mais verdadeiro que Deus, somente de cuja Autoridade Amorosa recebemos as revelações e trabalhos de cada dia.
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Se o companheiro lhe fere o ouvido com má resposta, tenha calma e espere o tempo. Possivelmente já respondeu com gentileza noventa e nove vezes a outras pessoas, ou, talvez, acabe de sofrer uma perda importante.
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Ajude, conversando. Uma boa palavra auxilia sempre.
*
Lembre-se de que o mal não merece comentário em tempo algum.
Livro: Agenda Cristã - Francisco C. Xavier- André Luiz (conversações)
1.8.22
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