13.8.15

TRANSIÇÃO VII

157 –Os Espíritos desencarnados podem ouvir-nos e ver-nos quando querem? Como procedem para realizar semelhante desejo?
-Isso é possível, não quando querem, mas quando o mereçam, mesmo porque, existem espíritos culpados que, somente muitos anos após o desprendimento do mundo, conseguem a permissão de ouvir a palavra amiga e confortadora dos seus irmãos ou entes amados, da Terra, a fim de se orientarem no labirinto dos sofrimentos expiatórios. O comparecimento de uma entidade recém-desencarnada, às reuniões do Evangelho, já significa uma bênção de Deus para o seu coração desiludido, porquanto essa circunstância se faz acompanhar dos mais elevados benefícios para a sua vida interior.
Quanto ao processo do seu contacto convosco, precisamos considerar que os seres do Além-Túmulo; em sua generalidade, para se comunicarem nos ambientes do mundo, adaptam-se ao vosso modo de ser, condicionando suas faculdades à vossa situação fluídica na Terra; razão pela qual nesses instantes, na forma comum, possuem a vossa capacidade sensorial, restringindo as suas vibrações de modo a se acomodarem, de novo, ao ambiente terrestre.
158 –Se uma criatura desencarna deixando inimigos na Terra; é possível que continue perseguindo o seu desafeto, dentro da situação de invisibilidade?
-Isso é possível e quase geral, no capítulo das relações terrestres, porque, se o amor é o laço que reúne as almas nas alegrias da liberdade, o ódio e a algema dos forçados, que os prende reciprocamente no cárcere da desventura.
Se alguém partiu odiando, e se no mundo o desafeto faz questão de cultivar os germens da antipatia e das lembranças cruéis, é mais que natural que, no plano invisível, perseverem os elementos da aversão e da vindita implacáveis, em obediência às leis de reciprocidade, depreendendo-se daí a necessidade do perdão com o inteiro esquecimento do mal, a fim de que a fraternidade pura se manifeste através da oração e da vigilância, convertendo o ódio em amor e piedade, com os exemplos mais santos, no Evangelho de Jesus.



Livro: O Consolador – Francisco C. Xavier – Emmanuel - Os livros espíritas, como este vendidos em nossa loja, terão o lucro repassado à Casa Espírita de Oração Amor e Luz de Limeira.

12.8.15

“TERRA À VISTA!...”

Com Pero Vaz de Caminha,
Também grito: - “Terra à vista”!...
Estou indo a Portugal
Numa viagem bem quista.

Vou me inspirar com Camões,
Ou com Pessoa – quem sabe? –,
Porém, na minha cabeça,
Tanta inspiração não cabe.

Sou um pobre cantador,
Por sob o céu cor de anil
Do sertão paraibano,
No nordeste do Brasil.

O meu verso é franciscano,
Desprovido de beleza...
Eu só me atrevo a cantar
Porque é minha natureza.

A todos vocês, amigos,
Sem pensar que faço greve,
Eu só vim falar um “tchau”
E dizer que volto breve!...

Eurícledes Formiga

(Página recebida pelo médium Carlos A. Baccelli, em reunião pública do Lar Espírita “Pedro e Paulo”, na manhã de sábado do dia 8 de agosto de 2015, em Uberaba – MG).

11.8.15

FÉRIAS SEM FÉRIAS

Irmãos e irmãs: Jesus nos abençoe.
Qual, por vezes, acontece, a partir desta semana, estaremos rumando para o Velho Mundo, a fim de, na companhia aqui de nosso confrade, participar do I ENCONTRO INTERNACIONAL DOS AMIGOS DE CHICO XAVIER E SUA OBRA, a ser realizado em Lisboa, Portugal, no próximo dia 6 de setembro.
Também, como não poderia deixar de ser, aproveitaremos o ensejo para a realização de vários contatos com amigos portugueses já domiciliados na Vida Maior, entre eles Laurentino Simões e Eduardo de Mattos, que por lá haverão de serem os nossos cicerones.
Portanto, durante, aproximadamente, um mês, vocês haverão de se verem livres de mim, nas páginas deste Blog – de mim e de nosso Eurícledes Formiga, que, igualmente, seguirá conosco integrando a nossa pequena e humilde caravana de servidores do Cristo, que, reconhecendo o nosso lugar, nos colocamos além dos últimos da fila.
Por razões óbvias, deixamos de fazer semelhante anúncio antes, porque, afinal, carecemos de nos preservar de certas vibrações antagônicas, com as quais, aliás, sempre temos lidado desde a nossa primeira viagem à Europa.
Tranquilizem-se. Está tudo em paz. O pessoal rodeia, mas não se aproxima, e, cá entre nós, é bom que não se aproxime mesmo, porque a influência de Moisés sobre mim, e sobre o médium, ainda é muito grande – infelizmente, ainda é maior que a do Cristo! Estamos, nós dois, muito longe de possuir vocação para a cruz!...
Em nosso périplo, exclusivamente doutrinário, percorreremos várias cidades – algumas anteriormente já percorridas e outras, ainda não –, em visita a grupos de anônimos irmãos de Ideal que, enfrentando inúmeras dificuldades, muito estão fazendo pela nossa Causa.
Portugal continua sendo a nossa esperança de que, um dia, o Espiritismo possa regressar à Europa, de onde, a bem dizer, foi expurgado. Em território menor que o de Israel, a Doutrina, em sua feição de Cristianismo Redivivo, vem lutando para que as trevas não a empurrem de vez para as águas do Atlântico...
Sempre que nos é dado visitar os grupos espíritas em Portugal, muito nos emocionamos, porque, realmente, é de comover-nos às lágrimas o anseio dos espíritos que, lá, encarnados e desencarnados, pretendem a sua definitiva libertação espiritual – libertação, inclusive, do jugo opressor que alguns integrantes da própria Doutrina querem lhes apor por cabresto.
Não obstante, estamos agora esperançosos a partir dos novos ventos que começam a soprar no Movimento Espírita Brasileiro – lufadas que prometem se estender a outros países, saneando os miasmas que, a partir do Brasil, sobre eles foram espalhados, contaminando a atmosfera.
Aguardemos.
Tenho a impressão de que Jesus, encontrando tempo para se lembrar dos “Vaticanos”, muniu-se de um chicote e, novamente, num daqueles Seus surtos divinos, revirou, ou ainda está a revirar, as mesas dos cambistas. Roma e Brasília, ultimamente, estão me deixando em positiva expectativa – e, quando me refiro a Brasília, não estou fazendo qualquer alusão direta ao Planalto, que breve estremecerá, não deixando restar pedra sobre pedra. Afinal, chega de bandalheira!...
Prometo a vocês que, de Portugal, entre uma cidade e outra, se eu puder usar um notebook (viram que chique!), não os deixarei completamente sem os meus incômodos semanais.
O coitado do nosso amigo aqui, se por lá não desencarnar, há de voltar morto – Mortinho Ferreira da Silva! (Ferreira de minha parte e Silva, da parte do Manoel Roberto) – e, ainda por cima, tem espírito na fila querendo escrever! Quem sabe, noutra encarnação, a gente possa voltar a Terra, copiando o deus Shiva em versão modernizada: mil mãos para escrever, mil bocas para falar e... um só ouvido para não escutar tantas besteiras!
Orem por nós, mas, por garantia, desde já, estou orando para mim e recomendei ao médium que também orasse para si mesmo!
Até quando Setembro vier...
Saudades de vocês – muitas saudades!...
Aguentem as pontas!...
Vigiem as portas do templo!...
Os vândalos estão rondando!...

INÁCIO FERREIRA

10.8.15

Mergulho Interior

O pensamento é tudo. Se não pensamos nada acontece. Ocorre que pensar exige reflexão. Refletir é considerar vários elementos em si. Uma coisa de cada vez e todas as coisas juntas. Isto é pensar. Quando penso, estou saindo de mim mesmo estando dentro de mim. Vou dizer uma coisa: se me deixarem eu ficaria o tempo todo mergulhado nos meus próprios pensamentos. Lá, encontro a resposta para tudo, sobretudo quando me deixo penetrar pela luz profunda de Deus em mim.
Quando penso, entro em águas que jamais imaginava imergir. O pensamento começa, como se fosse um mergulhador dos oceanos, a descer cada vez mais, a entrar no âmago de mim. E lá vou eu encontrando todas as respostas que preciso. É verdade que também vou encontrando mais e mais perguntas. É assim mesmo, este é o desafio de quem quer chegar as profundezas de si mesmo.
Ora, pensar exige também paciência, paciência consigo, porque haverá mergulhos sem respostas, pelo menos naquele momento. Mergulhos que não teremos retorno algum do que estávamos procurando. Num outro momento, porém, às vezes sem estar no processo de introspecção, as respostas chegam como que borbulhando na nossa consciência.
Na verdade, penso eu, nós continuavamos a mergulhar mesmo que inconscientemente. A mente estava procurando a resposta, continuava a inquirir o que mais existia daquela reflexão, e no momento propício ela brotava triunfalmente com o que se desejava, a resposta de ouro.
Se, porém, você leva a vida sem refletir muito bem, então ela vai escorrendo das suas mãos. Você fica sem controle sobre ela. Os fatos vão se sucedendo sem que você participe deles. É como se você fosse um mero espectador da sua própria vida.
Platão já disse, apropriadamente, que "a vida que não fosse refletida não merecia ser vivida". Pura verdade. Se você não aprende com a vida que leva, se não tira lições de ouro do que passa com você, é como se você estivesse num automóvel no banco de passageiros, quando, na verdade, você deveria estar é conduzindo o veículo da sua própria existência.
Mas há tempo de modificar este comportamento irrefletido. Você pode agora, agora mesmo, mudar esta postura de vida.
Comece fazendo uma retrospectiva, por exemplo, do dia de ontem, que está fresquinho em sua mente. Olhe direito o que você fez e deixou de fazer ontem. O que fez de bom e o que não deveria ter feito. O que esqueceu de fazer ou perdeu a oportunidade de realizar. Se possível, anote estas coisas. É uma forma de gravar e se policiar para que as coisas fugidias não passem mais e reforçar o que de bom você fez. Depois disso, mantendo esta prática diária, será mais fácil refletir sobre a semana, o mês, o ano, os anos, toda a vida.
É assim que acontece, é preciso praticar, sair do imobilismo de você mesmo e adentrar no mundo interessante que te aguarda no mais profundo do seu eu.
Faço isto todos os dias e principalmente no lado de cá da vida. Tenho me conhecido cada vez mais. Conseguido acessar informações extraordinárias de mim mesmo. Sou um eterno descobridor de mim.
Que maravilha, Senhor!

Helder Camara

9.8.15

Perigo à Vista

O Brasil vive dias difíceis. De todos os lados, as críticas, o desarranjo institucional, a quebraria na economia, o desemprego que aumenta, a inflação que sobe, e, o pior de tudo, a desesperança do povo que cresce.
Neste quadro desolador, precisamos ter paciência, mas também coragem para enfrentá-los.
Tudo exige temperança, calma, mas seriedade de propósitos para avançarmos em direção às mudanças desejadas.
De um lado, vemos um governo fraco, débil, sem saber para onde ir. De outro, a população a espera de uma ação enérgica que promova a tranquilidade de todos.
Diante deste quadro gravíssimo, temos que verificar o que está sob o perigo dos unguantes pensamentos vigentes.
Somos todos responsáveis pelas questões que estão aí, mesmo que a causa delas tenha vindo do poder constituído, afinal de contas, continuaremos a viver na mesma república, no mesmo país, portanto, as saídas se fazem urgentes em serem devidamente construídas.
O aparato governamental não sabe o que fazer. Enquanto isso, as alternativas de um consenso nacional em torno de propostas balizadoras de uma nova frente de governo se agigantam nos bastidores do poder.
Ninguém sabe ao certo para onde ir. Se houvesse, ao menos, homens confiáveis que se pudessem depositar a esperança do reequilíbrio da política nacional, mas nem isso há. Os poucos que assim se enxergam são colocados de lado no balanço das opções porque são classificados como sonhadores, haja vista que a prática política é rasteira e objetiva: cada um que cuide de seus interesses próprios e o povo, em consequência, que se beneficie das migalhas.
Retrato fiel disto são as notícias de corrupção que não param de chegar por todos os lados e ainda está longe por finalizar. Este cancro que se instalou no nosso País possui o seu lado saneador, porém a demora até se instalar uma nova ordem de coisas será grande, inevitavelmente.
O que está escondido, meus senhores, e que poucos veem, é o estrangulamento de um modelo de se fazer política, mas que terá profunda resistência na sua abolição, porque é demais imaginar que os atuais protagonistas se inclinem em quebrar paradigmas e produzam uma mudança completa do modelo existente. Quem sabe uma nova constituinte exclusivamente para adotar o novo modelo político que o País reclama? É uma saída para um acordo possível.
Como de outras tantas vezes, pode-se buscar no Parlamentarismo uma saída momentânea, com prazo certo, até que a situação se normalize. Garante-se, por enquanto, o poder de Estado para a atual presidente e depois das novas eleições se construa novamente o Presidencialismo.
Há um perigo iminente, meus senhores, o perigo da desorganização civil. Ninguém dá mais crédito ao atual governo que somente se estabelece pela força legal – nisto ninguém contesta, no entanto, deve se encarar que governo sem autoridade não é governo.
O momento é grave porque o povo pode, na ilusão de tudo melhorar, dar ouvidos a velhos argumentos de militarização ou de aparecer algum oportunista de plantão que se incumba, por poderes própios por ele designado, como verdadeiro salvador da pátria. Perde-se de todo jeito.
Com a economia cambaleante, com o poder central destituído de autoridade, os riscos de cortes institucionais abruptos são grandes, porque a paciência tem prazo certo à mesa de quem nada tem e dos produtores de riqueza que veem escorregar das suas mãos os seus investimentos.
O momento é mais grave ainda, senhores, porque forças antagônicas ao bem, como já me referi anteriormente, aproveitam a desarmonia instalada para, à espreita, solapar os desejos de organização do bem e da ordem geral.
Jogarão irmãos contra irmãos. Verão, como se diz, ao circo pegar fogo e rirão daqueles que acreditam como eu que o nosso país possui a tendência de ser um exemplo vivo da implantação do Evangelho de Jesus na sociedade.
Políticos de várias frentes, da história recente do Brasil, estão a postos, eles não baixam a guarda quando o interesse geral do povo brasileiro está em jogo.
Vejo Tancredo Neves coordenando uma facção deles em prol de uma solução pacificadora e conciliadora. Na mesma direção, o grande Ulysses Guimarães conversa com setores do governo instalado, no plano espiritual, para que eles não alimentem, durante a vigília, planos megalomaníacos de preservação do poder a todo custo.
Nos bastidores da política material trabalham incessantemente aqueles que sempre tiveram compromisso com o Brasil, independentemente de colorações partidárias que todos eles sabem que foram momentâneas no passado, mas que hoje há um partido maior a se defender: a conciliação para se ter um País que volte para o caminho da sua normalidade democrática e econômica.
Tudo estará bem num futuro próximo. Assim desejamos e trabalhamos, mas não será sem luta, sem a partipação equilibrada de todos, nos dois planos da vida.
Estejamos juntos e unidos pelo nosso grande e glorioso Brasil.

Joaquim Nabuco

8.8.15

TROVAS ESPARSAS

Para quem da caridade
Busca fazer o seu lema,
Sempre existe solução
Para o mais grave problema.
*
Nada há de mais ridículo
Do que alguém que se compraz
Em criticar o trabalho
De que se mostra incapaz.
*
O obreiro de Jesus,
No que é chamado a fazer
Sempre procura servir
Muito além de seu dever.
*
Não te iludas com discursos
Eruditos ao redor...
Palavra, por mais brilhante,
Não vale pelo suor.
*
A Verdade que no mundo
O homem busca degradar,
Sendo fonte de água pura
Nunca cessa de jorrar.


Eurícledes Formiga

7.8.15

A morte não é adeus

Adeus!
O que significa um adeus?
Significa que não vamos mais ver aquela pessoa ou que não a veremos tão cedo.
É o adeus, por esta razão, que nos proporciona a saudade. O simples fato de não vermos mais alguém que amamos nos dá esta sensação desconfortável e expressamos no adeus este momento de partida.
Adeus, no entanto, pode significar até logo, até um dia. Quando se sabe que vamos encontrar aquele que os despedimos.
É assim que ocorre, também, com os que chamamos de mortos.
A morte não existe – já afirmei isto mil vezes. A morte é uma ilusão, uma ilusão, algo que imaginamos ser a nossa destruição total, mas não é, é uma renovação total. Renovamos para entrar numa nova vida, a vida espiritual.
Esta concepção verdadeira, absolutamente verdadeira, é ignorada por muitos que sequer pensam na hipótese da imortalidade. É mais fácil para elas argumentar que a vida depois da morte não existe, que não há provas suficientes para afirmar isto, pois tudo que lhe colocam às mãos é rejeitado com alguma desculpa lógica ou, pelo menos, que satisfaça às suas argumentações.
O que acontece, porém, quando se desperta no mundo espiritual e se percebe que a ilusão não era bem ilusão, que tudo continua a existir?
Esta constatação é muito comum por aqui, além do que poderia imaginar.
As pessoas pregam uma tese, mesmo as imortalistas, mas não vivem de acordo com ela. Fixam-se no mundo da matéria e enriquecem os seus sentidos e necessidades com aquilo que está presente agora. Ora, a imortalidade sendo um fato deveria ser vivenciada todos os dias, dos pequenos aos grandes atos. Mas não, esta ideia ainda é uma abstração, mesmo para os mais avançados no pensar.
Os que se posicionam como materialistas dão um trabalho enorme no mundo do lado de cá. Eles continuam afirmando, muitos deles, que não morreram, que continuam vivos, mas na matéria, em algo que eles não conseguem descrever direito, mas que continuam com sua mentalidade terrestre inalterável. Mudam, sob a força das circunstâncias, quando encontram alguém que já partiu antes. Aí então a mente entra em ebulição.
Os nossos irmãos espíritas têm esclarecido bastante sobre esta vida pós-morte. Seus conselhos, suas ilustrações sobre este aspecto da vida, deveriam ser motivo de reflexão de toda gente, independentemente da religião, e por um motivo bem simples: o que temos a perder em escutá-los? Acho que só teremos o que ganhar.
Pois bem, este existir pós-físico nos remete a experiências variadas, experiências absolutamente gratificantes, experiências que jamais imaginaria passar.
Em tudo fica clara a presença da mão de Deus nas nossas vidas. A Sua presença se faz nos mínimos detalhes da criação e aqui posso “tocar” nele por uma experiência que não poderia descrever para vocês, a experiência do sentir Deus.
É Ele que preside todos estes movimentos, que nos faz ver que a vida, efetivamente, é de grande abundância, conforme prometido por Jesus.
É esta constatação que nos faz mais felizes, mais dispostos para a vida, mais animados para o que der e vier, sobretudo porque não necessitamos dar adeus em definitivo para os nossos mais chegados, mas um adeus de até breve. É este adeus que devemos cultivar nas nossas relações diárias.
Até daqui a pouco!

Helder Camara