15.5.17

COMO VOCÊ INTERPRETA – IX

Sem dúvida, o capítulo 21 – “Continuando a Palestra” –, do livro “Nosso Lar”, é um dos que, talvez, ofereçam maiores dificuldades de aceitação por parte de quantos se mostram excessivamente apegados aos valores transitórios da existência.
No referido capítulo, ainda em conversa com a senhora Laura, André Luiz recebe alguns esclarecimentos sobre a questão da propriedade em “Nosso Lar”:
“As construções em geral representam patrimônio comum, sob o controle da Governadoria; cada família, porém, pode conquistar um lar (nunca mais que um), apresentando trinta mil bônus-hora...”
Com base no texto acima, tomamos a liberdade de perguntar aos que queiram estudar conosco:
1 – O que quer dizer: “As construções em geral representam patrimônio comum...”?!
2 – Assim sendo, qual o regime político humano que mais se aproxima do regime político que parece imperar em “Nosso Lar”?!
3 – Em “Nosso Lar” existem latifundiários, ou grandes proprietários de bens imóveis?!
4 – Por que André Luiz utiliza o verbo “conquistar”, e não “comprar”, ou “possuir” um lar?!
5 – Acha que existe alguma semelhança em “Nosso Lar” com o que acontecia na comunidade dos cristãos primitivos, na “Casa do Caminho”, em Jerusalém, quando Lucas, no capítulo 4, versículo 32, de “Atos dos Apóstolos”, registra: “Da multidão dos que creram era um o coração e a alma. Ninguém considerava exclusivamente sua nem uma das cousas que possuía; tudo, porém, lhes era comum.”?!
6 – Em todas as cidades existentes no Mundo, ou Planeta Espiritual, ao redor de todo o orbe terrestre, o sistema, principalmente, relativo à velha questão da posse será o mesmo?!
7 – Quais as outras perguntas que, a partir do resumido texto de André Luiz, que acima foi transcrito, você consegue nos propor?!

No capítulo 22, André Luiz recebe esclarecimentos do “bônus-hora”: “Não é propriamente moeda, mas ficha de serviço individual, funcionando como valor aquisitivo.”
Uma vez mais, tomamos a liberdade de questionar aos interessados:
1 – Em “Nosso Lar”, localizada no chamado “Umbral Fino”, o dinheiro tendo, praticamente, desaparecido, estará fazendo desaparecer com ele as subalternas paixões que movimenta no mundo dos encarnados?!
2 – Pode-se, grosso modo, comparar o “bônus-hora”, a avançado sistema de “cartão de crédito”?!

André Luiz ainda anotou de seu precioso diálogo com Laura: “... o bônus-hora, em nossa organização, modifica-se em valor substancial, segundo a natureza dos nossos serviços.”
Dentro dessa linha de raciocínio, indagamos:
1 – Todo serviço é igualmente “remunerado”, em “Nosso Lar”?!
2 – Na cidade espiritual mencionada, a “quantidade” é também remunerada pela “qualidade”, ou o número de horas dos serviços prestados nada tem a ver com a “qualidade” do esforço despendido pelo trabalhador?!
3 – Lícito concluir-se que todos os serviços em “Nosso Lar” são voltados, essencialmente, para a comunidade?!

Apenas mais um adendo para reflexão. Em “Nosso Lar”, “o celeiro fundamental é propriedade coletiva.” Estará, na Terra, um país preparado para viver assim?! Um Estado?! Uma cidade?! Uma família?!...


INÁCIO FERREIRA – Blog Mediunidade na Internet

14.5.17

A Nova Abolição

Os últimos anos que vivemos no País foram anos absolutamente de virada de página de um pedaço da história. Mudanças ocorreram para que pudéssemos, todos nós, pensar melhor sobre as estruturas de poder vigentes e o modelo político brasileiro.
Tudo isso, portanto, tem uma finalidade: o aperfeiçoamento do sistema representativo político brasileiro e o desenhar paulatino de uma nova face para a política em nossas terras.
A podridão que nos vestimos em nome da democracia é escandalosamente nociva e distorce no seu âmago o propósito do regime de liberdade dos povos.
Não soubemos conjugar a democracia com igualdade racial, por exemplo. Poucos foram os negros que superaram a barreira social que existia no início do século passado.
Os pobres não conseguem se livrar das altas taxações embutidas que lhe subtraem um pedaço do seu mísero salário.
Continuamos com uma sociedade desigual que luta para ter acesso aos serviços mínimos e não consegue ascender na escala social porque a educação que usufrui é imperfeita. As faculdades não dão a formação de qualidade que o povo mais simples precisa receber para se tornar mais ativo e superar as dificuldades da existência.
Não conseguimos conjugar a democracia com uma economia pujante e sustentável em que todos pudessem gozar da prosperidade gerada. O crescimento dificilmente se traduz em desenvolvimento para o conjunto da sociedade. Os mesmos continuaram dominando terras, fábricas e outros empreendimentos do capital. O pobre continuou pobre.
Este modelo, portanto, falhou e não deseja mais remendo, sutura, pede renovação total, reinvenção, recriação orgânica.
Não ignoro progressos obtidos, seria miopia e sectarismo deixar de reconhecer enormes avanços que conquistamos, tal que a sociedade de hoje não é mais a mesma dos tempos das indústrias iniciais, mas está bastante longe de ser uma sociedade aberta ao capital e inclusiva aos menos favorecidos.
A política corroeu a esperança do brasileiro quando não deu respostas adequadas as demandas que chegavam até ela. Velhos hábitos foram reproduzidos e os erros, muitos, continuaram sendo cometidos e o benefício dado a uma minoria se manteve e se cristalizou.
Hoje, tempos novos, pede-se ideias novas, ações novas, motivação nova.
Que dizer do avanço tecnológico que não bate as nossas portas, mas simplesmente invade as nossas vidas, fixa suas normas e muda completamente a economia?
Que dizer da nova geração de costumes novos, cabeça leve e que modela um novo arranjo produtivo que ainda não é contabilizado no cerne da nossa economia?
Que dizer da mudança dos costumes e das mentalidades que exige que tenhamos novos ares permanentemente e flexibilidade para criar urgentemente o novo?
Se os tempos são outros, se a economia deve mudar, se a sociedade muda, o que fazer com nosso modelo político vigente?
Transfigurá-lo é pouco. Ressignificá-lo completamente, pois se tornou anacrônico. Não funciona mais. Não representa mais o povo. Cito o Brasil, mas os exemplos que teço servem perfeitamente para todas as esferas sociais e políticas de outros países.
Chega!
A nova libertação que devemos criar nos tempos novos é aquela que nos libera das algemas mentais. Estamos presos a padrões velhos e ultrapassados. Somos escravos de um mundo que está esgotado nos seus princípios.
Felicidade por acolher novas ideias que estão nascendo com a nova geração que parte dela já está aí.
Criemos a coragem de experimentar o novo, de promovermos a revolução da liberdade de expressão das novas ideias sociais. O mundo pede-nos ousadia nestes tempos novos, senão continuaremos presos a um passado que já deveria ter sido sepultado e ainda não foi.
A espiritualidade age, mas deve encontrar eco na geração atual que flui para que as mudanças inadiáveis aconteçam mais celeremente.
Avante, irmãos!
Libertemo-nos já das amarras dos velhos costumes e deixemo-nos ser absorvidos por novos ideais que sustentarão as gerações futuras.
Eis o grito presente de libertação!
Eis a nova abolição!


Joaquim Nabuco – Blog Reflexões de um Imortal.

13.5.17

COMPANHEIRO DO BEM

(Página dedicada aos companheiros de Ideal espírita-cristão do C. E. “Allan Kardec”, da cidade de Ribeirão Preto – SP, em seu Jubileu de Ouro).

Companheiro do Bem! Ouve, lá fora,
Os gemidos de dor, ao vento insano,
De quem suporta o triste e desumano
Desprezo em que se humilha e desarvora.

Com Jesus Cristo, o Mestre Soberano,
A Caridade é luz que não demora
Resplender sobre a noite de quem chora
No mais profundo e amargo desengano.

Depressa atende quem te bate à porta,
Sob a cruz invisível que transporta,
Mendigando pedaços do teu pão...

Porém, socorre mais depressa ainda
A dor oculta que se mostra infinda,
Em quem sequer pode estender-te a mão!...

Auta de Souza – Blog Espiritismo em Prosa e Verso

(Página recebida pelo médium Carlos A. Baccelli, em reunião pública do C. E. “Allan Kardec”, na noite de 02 de outubro de 1994, na cidade de Ribeirão Preto – SP).

12.5.17

MUNDOS MAIS ELEVADOS

Questão 394 do Livro dos Espíritos

Certamente que no mundo onde se inicia a perfeição espiritual, onde ninguém faz mais o mal, os Espíritos têm mais capacidade de recordação do passado, de modo a não se perturbarem com tais recordações. As lembranças são de acordo com a elevação da alma, isso é lei de justiça divina, na computação de valores espirituais, na jornada de Espírito imortal.
Nos mundos elevadíssimos, não há mais interesse de recordações, as quais ficarão de lado, a não ser quando elas possam ser ponto de lições para outrem. O Espírito puro nada deixa se perder. Encandeia-se tudo para o todo, na profusão do amor, que não tem limites. Existem mundos nos quais as lembranças do Espírito não são bem claras, mas o Espírito se encontra preparado para resgatá-las com coragem; sabe o que deve passar no carro cármico e aproveita as lições com eficiência; entretanto a alma não está preparada, como no caso das que habitam a Terra, as recordações vêm trazer embaraços ao próprio despertamento espiritual. Deus sabe o que faz na Sua casa grande, e para cada criatura em separado.
A Terra é um mundo de provações duras, onde os resgates são violentos, nos caminhos humanos. Dessa forma, as lembranças vêm como leves intuições do passado distante. São, às vezes, complemento dos sonhos, ou vêm mesmo nas conversas de amigos, desde quando prestemos atenção no que ouvimos. Até mesmo os livros que tratam da História podem nos servir de estímulos de recordações, porque os fatos acontecidos e registrados têm algo a ver conosco.
Em quase todos os casos, se recordássemos das vidas pretéritas, assomar-nos-ia a apatia, atrapalhando o nosso presente. Faltaria em nossos caminhos de reparação o animo suficiente para as lutas. Deus sabe o que deve ser feito.
As recordações que os Espíritos inferiores têm do passado trazem nuvens cruvianas no presente, de difícil reparação, e é sob esse ponto de vista que Deus nos abençoa, filtrando as nossas necessidades espirituais de modo que elas cheguem à nossa consciência de acordo com as nossas necessidades espirituais. Ele deixa as recordações mais exatas para mundos mais elevados, de modo que haja mais esforços, sem turvamento da mente, nos campos da limpeza cármica.
Jesus foi o maior de todos os mestres, a nos ensinar as leis e nos prover de forças tais que os caminhos nos mostram meios diversos de nos curarmos. Gravíssimo perigo seria se lembrássemos das nossas existências anteriores, como lembramos do ocorrido de ontem. A confusão assomaria o nosso eu, deixando-nos sem solução, mas a Bondade Divina prevê todos os desastres sem reparo, e nos coloca em lugares mais fáceis de nos conscientizarmos das nossas necessidades espirituais.
Não devemos esmorecer, pois a Terra logo irá passar a outro nível, na escala dos mundos, onde as recordações do passado serão mais claras e os recursos mais eficientes, em todo os rumos. Convém que todos os Espíritos encarnados e desencarnados trabalhem dentro de si mesmos buscando a verdade, que ela sempre liberta os nossos corações ainda presos nas sombras do passado.
Se estamos em mundo inferior, já estivemos pior, e é nessa certeza que entra a esperança de que, em breves tempos, passaremos a pertencer a um mundo melhor.


Livro: Filosofia Espírita – João Nunes Maia – Miramez - Todos os livros Espíritas como este vendidos em nossa loja terão o lucro repassado à Casa Espírita de Oração Amor e Luz.

11.5.17

REVELAÇÃO – RELIGIÕES – XV

320 –Que ensinamentos nos oferece a negação de Pedro?
-A negação de Pedro serve para significar a fragilidade das almas humanas, perdidas na invigilância e na despreocupação da realidade espiritual, deixando-se conduzir, indiferentemente, aos torvelinhos mais tenebrosos do sofrimento, sem cogitarem de um esforço legítimo e sincero, na definitiva edificação de si mesmas.

321 –Qual a edição dos Evangelhos que melhor traduz a fonte original?
-A grafia original dos Evangelhos já representa em si mesma, a própria tradução do ensino de Jesus, considerando-se que essa tarefa foi delegada aos seus apóstolos.
Sendo razoável estimarmos, em todas as circunstâncias, os esforços sinceros, seja qual for o meio onde se desdobram, apenas consideramos que, em todas as traduções dos ensinamentos do Mestre Divino, se torna imprescindível separar da letra o espírito.
Poderia objetar que a letra deveria ser simples e clara.
Convenhamos que sim, mas importa observar que os Evangelhos são o roteiro das almas, e é com a visão espiritual que devem ser lidos; pois, constituindo a cátedra de Jesus, o discípulo que deles se aproximar com a intenção sincera de aprender encontra, sob todos os símbolos da letra, a palavra persuasiva e doce, simples e enérgica, da inspiração do seu Mestre imortal.


Livro “O Consolador” –  Francisco C. Xavier – Emmanuel – Todos os livros Espíritas como este vendidos em nossa loja terão o lucro repassado à Casa Espírita de Oração Amor e Luz.

10.5.17

AOS ESPÍRITOS CONSOLADORES

Donde éreis vós, ó formas imprecisas
De arcanjos tutelares,
Cujas vozes suaves como brisas
Trouxeram-me nas dores,
No auge do meu sofrer, nos meus penares,
A irradiação de brando refrigério?!...

Frontes aureoladas de esplendores,
Seres cheios de amor e de mistério,
Cujas mãos compassivas
Ungiram meu coração resignado
Com o bálsamo do olvido do passado,
E com os místicos olores
Das meigas sempre-vivas
Da fé mais luminosa e mais ardente...

Seríeis o fantasma imaginário
Da mórbida exaltação dalma do crente?
Não, porque sois os cireneus piedosos
Dos que vão em demanda do Calvário
Da Redenção, nos sofrimentos rudes;
Vindes das mais remotas altitudes
De sublimados mundos luminosos!...

Seres do Amor, jamais traduziria
O cântico de luz
Que trouxestes ao leito da agonia
Que eu transpus,
Cheia de desenganos e gemidos!...
Verto ainda os meus prantos comovidos
Lembrando-me do vosso Stradivárius,
Repetindo as cadências dos hinários
Dos orbes da Ventura e da Harmonia,
Onde habitais, glorificando o Amor
Que dalma faz um ninho de alegria
E um foco de esplendor!

Em que sol deslumbrante, em qual esfera
Viveis a vossa eterna primavera'?
Ó irmãos consoladores,
Que vindes confortar os pecadores
Penitentes da vida transitória,

Dai-me um pouco de luz da vossa glória,
Estendei-me urna única migalha
Da vossa paz, que nutre e que agasalha
Os corações iguais ao meu!...

Tenho sede do amor que enfeita o Céu!
Espíritos da luz radiosa e infinda,
Minhalma é fraca e pobre ainda;
Todavia, imortal,
Quero ter dessa luz resplandecente,
E quero embriagar-me inteiramente
Com os vinhos da alegria celestial.


Livro: Parnaso de Além-Túmulo - Francisco C Xavier - CARMEN  CINIRA

9.5.17

CHICO XAVIER, MÉDIUM E PROFETA

“Atribui-se comumente aos profetas o dom de adivinhar o futuro, de sorte que as palavras profecia e predição se tornaram sinônimas. No sentido evangélico, o vocábulo profeta tem mais extensa significação. Diz-se de todo enviado de Deus com a missão de instruir os homens e de lhes revelar as coisas ocultas e os mistérios da vida espiritual.” – De “O Evangelho Segundo o Espiritismo”, cap. XXI.
Chico Xavier, sem dúvida, além de ter sido extraordinário medianeiro, intercambiando do Mais Além para a Terra, inúmeras revelações em torno da Vida Espiritual, também possuía o dom de predizer o futuro.
Na condição de médium, Chico se fazia intérprete da palavra dos Imortais, porém, na de profeta, ele transmitia instruções pertinentes ao seu próprio espírito, em sua grande capacidade psíquica.
Como médium – digamos assim –, ele intermediava o saber alheio, mas, como profeta, expressava o seu próprio saber. A faculdade de profetizar é mais de natureza anímica que mediúnica.
*
No livro intitulado “Chico Xavier, o Santo de Nossos Dias”, de R. A. Ranieri, autor que, durante algum tempo, na cidade de Pedro Leopoldo, conviveu com Chico Xavier, encontramos um capítulo intitulado “As Grandes Reencarnações”.
Após tecer comentário em torno da reencarnação de grandes espíritos, que se daria na Terra a partir da década de 80, a fim de impulsionar o progresso da Humanidade, Ranieri escreveu:
Ainda pensávamos nisso. Chico ria para todos naquela sua alegria espiritual de sempre, quando de súbito, alguém voltou a falar em limitações de filhos. Parece que uma mulher.
- Olha Chico, dizia ela, você não acha que a mulher sofre muito para ter filhos?
- Sofre, minha irmã, no entanto, quando o filho nasce, ela esquece tudo. Só tem olhos e sorrisos para ele. Há uma grande compensação.
Disse outro:
- E essa notícia de que estão desenvolvendo o ser humano no laboratório? Eles conseguirão alguma coisa?
Chico ficou sério e confirmou:
- Olha gente, a Ciência vai desenvolver o ser humano no laboratório. Eles (os cientistas) vão fabricar um enorme útero no laboratório e aí dentro vão gerar o ser. Levarão talvez de duzentos a quatrocentos anos até conseguirem realizar. Mas vão realizar. Aí libertarão a mulher do parto.
E tem outra coisa. Nesse útero, os espíritos vão reencarnar, tudo direitinho, sem problema. Esse fato não vai alterar coisa alguma, a ciência vai conseguir isso. Ora, o avanço da Ciência é obra da Espiritualidade através dos missionários. (grifamos)
*
Pois bem. A referida profecia de Chico Xavier, em torno de um útero artificial, foi feita na segunda metade da década de 50, portanto há cerca de 60 anos atrás!
Recentemente, o jornal “A Folha de São Paulo”, do dia 25 de abril, publicou auspiciosa notícia com a seguinte manchete:
“Cientistas desenvolvem útero artificial para ajudar bebês prematuros.”
A iniciativa partiu de cientistas nos Estados Unidos que “desenvolveram um útero artificial a partir de uma bolsa preenchida por fluido, conhecida como um suporte extrauterino. O dispositivo pode transformar o tratamento de bebês que nascem extremamente prematuros, aumentando significativamente as chances de sobrevivência.”
A reportagem completa poderá ser acessada através da Internet.
*
Agora, evidentemente, com a palavra os “teólogos espíritas” que julgam tudo saber sobre o processo reencarnatório, baseando-se exclusivamente nos pioneiros apontamentos de Allan Kardec – permaneceremos na expectativa que eles venham explicar como se dará a reencarnação através de um útero artificial, que, ao que nos parece, apenas não demorará tanto tempo a ocorrer quanto foi predito pelo Chico.

INÁCIO FERREIRA – Blog Mediunidade na Internet
Uberaba – MG, 8 de maio de 2017