11.7.15

O PÉ DE MANACÁ

Pobre pé de manacá,
Atacado na raiz,
Agoniza no jardim
Sem que se diga infeliz...

E quase a morrer estando,
Preso ao chão em que fenece,
Num derradeiro suspiro
Outra vez ele floresce.
................................................
Imitai o manacá,
Que, esquecendo as suas dores,
Por testemunho de fé
Morre despencando em flores!...

Eurícledes Formiga

(Página recebida pelo médium Carlos A. Baccelli, em reunião pública do Lar Espírita “Pedro e Paulo”, na manhã de sábado do dia 4 de julho de 2015, em Uberaba – MG).

10.7.15

O Raio de Luz

"A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca."
Carlos Drummond de Andrade

Todas as noites antes de fazer os filhos adormecerem, um pai muito carinhoso conversava com eles, enquanto afagava-lhes os cabelos anelados. 
Diariamente escolhia um assunto que encontrava no evangelho, ou em algum acontecimento do cotidiano. 
Naquela noite sem luar, quando as nuvens encobriam as estrelas, ele arranjou uma forma diferente de chamar a atenção das crianças. 
Colocou-as no sofá da sala e disse-lhes que não se assustassem com a escuridão, porque apagaria todas as luzes da casa, de propósito. 
E assim o fez. 
Deixou a casa às escuras e sentou-se no meio dos filhos que o aguardavam apreensivos. 
Perguntou-lhes o que eles eram capazes de ver em meio àquele breu. 
O menininho mais velho comentou que conseguia distinguir os contornos da cadeira que estava a sua frente, mas que não conseguia saber ao certo qual objeto produzia a sombra que se apresentava um pouco mais adiante. 
O pai, aproveitando a oportunidade esclareceu: - "nossos olhos acostumam-se com a ausência de luz e acabam conseguindo, com algum esforço, distinguir alguns objetos. 
Porém, não é possível notar tudo quando a luz nos falta. 
Alguns contornos podem enganar nossos sentidos. 
Muitos detalhes passam despercebidos. 
As cores deixam de ser perceptíveis. 
A ausência de luz dificulta nosso caminhar, porque não conseguimos notar com segurança para aonde estamos indo." 
Nesse momento, ele acendeu uma vela que trazia consigo. 
As crianças exultaram diante da claridade que se fez na sala. 
"Vejam!" - convidou o pai - "percebam como tudo parece diferente na presença da luz. 
As sombras já não mais nos confundem. 
Agora as formas assumem contornos mais exatos. 
Como é mais fácil buscar um caminho, quando há luz a mostrar a direção correta." 
Encantadas com a singela, porém, inesquecível descoberta, as crianças concordaram com o pai, enquanto o cobriam de carinhos antes de serem levados para a cama. 
A maior glória da alma que deseja participar na obra de Deus será transformar-se em luz na estrada de alguém. 
Registramos a luz sem nos adentrar em sua grandeza. 
O raio de luz penetra a furna escura, levando a réstia de claridade que espanca as trevas. 
Adentra o vale sombrio e estimula o florescer. 
Atinge a gota d'água e reverte-a em um diamante multicolorido. 
Visita o pântano e transforma-o em jardim, em pomar. 
Viaja pelo ar, aquece vidas e alimenta-as. 
Beija as corolas e desata perfumes inesquecíveis. 
Aninha-se no cristal e ele reverbera, embelezando-se ainda mais. 
............................. 
Não nos deixemos adoecer pelo amolentamento. 
Há tantas possibilidades de darmos utilidade e beleza à vida. 
Com o exemplo da luz, o Criador convida-nos a fazer o mesmo. 
Desfaçamos as sombras nos corações. 
Drenemos os charcos das almas. 
Projetemos alegrias fomentadoras de vida naqueles que se encontram combalidos pela tristeza e pelo desalento. 
Sejamos também um raio de luz, espraiando brilho e calor, beleza e harmonia, em todos os momentos, iluminando, assim, também, nossos próprios caminhos. 
www.momento.com.br

9.7.15

TRANSIÇÃO

147 –Proporciona a morte mudanças inesperadas e certas modificações rápidas, como será de desejar?
-A morte não prodigaliza estados miraculosos para a nossa consciência.
Desencarnar é mudar de plano, como alguém que se transferisse de uma cidade para outra, aí no mundo, sem que o fato lhe altere as enfermidades ou as virtudes com a simples modificação dos aspectos exteriores. Importa observar apenas a ampliação desses aspectos, comparando-se o plano terrestre com a esfera de ação dos desencarnados.
Imaginai um homem que passa de sua aldeia para uma metrópole moderna. Como se haverá, na hipótese de não se encontrar devidamente preparado em face dos imperativos da sua nova vida?
A comparação é pobre, mas serve para esclarecer que a morte não é um salto dentro da Natureza. A alma prosseguirá na sua carreira evolutiva, sem milagres prodigiosos.
Os dois planos, visível e invisível, se interpenetram no mundo, e, se a criatura humana é incapaz de perceber o plano da vida imaterial, é que o seu sensório está habilitado somente a certas percepções, sem que lhe seja possível, por enquanto, ultrapassar a janela estreita dos cinco sentidos.
148 –Que espera o homem desencarnado, diretamente, nos seus primeiros tempos da vida de além-túmulo?
-A alma desencarnada procura naturalmente as atividades que lhe eram prediletas nos círculos da vida material, obedecendo aos laços afins, tal qual se verifica nas sociedades do vosso mundo.
As vossas cidades não se encontram repletas de associações, de grêmios, de classes inteiras que se reúnem e se sindicalizam para determinados fins, conjugando idênticos interesses de vários indivíduos? Aí, não se abraçam os agiotas, os políticos, os comerciantes, os sacerdotes, objetivando cada grupo a defesa dos seus interesses próprios?
O homem desencarnado procura ansiosamente, no Espaço, as aglomerações afins com o seu pensamento, de modo a continuar o mesmo gênero de vida abandonado na Terra, mas, tratando-se de criaturas apaixonadas e viciosas, a sua mente reencontrará as obsessões de materialidade, quais as do dinheiro, do álcool, etc., obsessões que se tornam o seu martírio moral de cada hora, nas esferas mais próximas da Terra.
Daí a necessidade de encararmos todas as nossas atividades no mundo como a tarefa de preparação para a vida espiritual, sendo indispensável à nossa felicidade, além do sepulcro, que tenhamos um coração sempre puro.


Livro Espírita “O Consolador” – Francisco C. Xavier – Emmanuel - Os livros espíritas, como este vendidos em nossa loja, terão o lucro repassado à Casa Espírita de Oração Amor e Luz de Limeira.

8.7.15

RECORDAÇÕES

Questão 304 do Livro dos Espíritos

O Espírito, depois que deixa o fardo físico e passa a viver no mundo espiritual, certamente que lembra de algumas de suas reencarnações, quando isso for motivo de ensinamentos para ele.
As recordações se processam por necessidade, nunca por brincadeira, nem por simples curiosidade. Tudo que acontece é por determinação de Deus. No entanto, há inúmeros Espíritos que desconhecem até a si mesmos; esses se encontram em plena ignorância.
A regressão de memória é um fato; são lições que ficam guardadas no fundo da consciência, de modo que não podemos negar o que fizemos. É, pois, o tribunal de justiça dentro de nós, a nos defender ou acusar. Se as recordações lhe dão estímulos para melhorar moralmente, elas são justas lições.
Isso pode igualmente se processar mesmo entre os encarnados, pelo poder do magnetismo, ou hipnotismo; é a regressão de memória, levando o paciente ao passado. Esta prática, entretanto, deve ser evitada, a não ser quando necessária com um objetivo nobre e executada por pessoa séria e devidamente preparada para tal, visto que o passado quase sempre é marcado por atos negativos, cuja lembrança extemporânea pode levar o paciente a um desequilíbrio ainda maior.
Regridamos a nossa memória à época de Jesus Cristo, pela leitura do Evangelho do Mestre ou obras que estendem Suas verdades porque, desta forma, estaremos seguros de que os preceitos de Nosso Senhor nos darão segurança para a nossa libertação espiritual.
Disse alguém que recordar é viver. Asseveramos que assim o é, mas, quando recordamos o bem, e que esse bem nos inspire para alcançarmos o amor, a simpatia dos benfeitores da eternidade. Devemos nos esforçar todos os dias para plantarmos o bom ânimo nos sentimentos dos nossos irmãos, de maneira que esse ânimo se transforme em caridade e essa em amor puro que alimenta as almas na marcha para Deus.
Sejamos cautelosos nas recordações, de modo que elas nos levem para a paz interna. A regressão de memória nos planos superiores é uma verdade, mas, ela é praticada gradativamente, porque o que tiver de ser mudado, vai sendo feito prudentemente pelos que acumularam carma nos seus próprios caminhos.
Não queira o homem procurar os guias espirituais nas sessões espíritas, nem instigar os médiuns para descobrirem suas vidas passadas. A Doutrina dos Espíritos dá informações sobre o que deve ser feito da sua vida presente, mostrando Jesus como único Caminho, Verdade e Vida, para todas as suas aspirações de crescer. Que não force para conhecer aquilo para o qual não se encontra preparado. Que se apegue à oração todos os dias, pedindo a Deus e a Jesus que lhe dêem o que for melhor para a sua caminhada.
Não percamos tempo com futilidades, principalmente se já temos algumas semanas de Evangelho no coração. Lembremo-nos de que recordação é viver, mas, pode tornar também em cadeias de sofrimentos para o Espírito. É necessário que saibamos recordar o bem para vivermos melhor.

Livro Filosofia Espírita – João Nunes Maia – Miramez - Os livros espíritas, como este vendidos em nossa loja, terão o lucro repassado à Casa Espírita de Oração Amor e Luz de Limeira.

6.7.15

O QUE VOCÊS ACHAM?!...

Vocês já imaginaram se, com a ocorrência natural da desencarnação, as coisas, do ponto de social, para os espíritos, continuassem sendo sempre as mesmas?!
Se, por exemplo, o rico continuasse sendo rico, e o pobre, sendo pobre?! O poderoso ostentando poder, e o subalterno, prosseguisse na subalternidade?! A vítima de preconceito ainda vítima de preconceito, e o seu algoz, em qualquer campo do relacionamento humano além da morte, persistindo na condição de criatura preconceituosa?!
Não obstante, embora, neste sentido, muitas sejam as considerações a serem feitas, quando o espírito deixa o corpo carnal, algumas posições sociais, felizmente, se invertem.
Vocês se recordam da página intitulada “Uma Realeza Terrestre”, que Kardec fez inserir no capítulo 2, de “O Evangelho Segundo o Espiritismo”?! Neste comunicado, assinado por “Uma Rainha de França”, em Havre, no ano de 1863, ela considerou: “Rainha entre os homens, como rainha julguei que penetrasse no reino dos céus! Que desilusão! Que humilhação, quando, em vez de ser recebida aqui qual soberana, vi acima de mim, mas muito acima, homens que eu julgava insignificantes e aos quais desprezava, por não terem sangue nobre! Oh! Como então compreendi a esterilidade das honras e grandezas que com tanta avidez se requestam na Terra!”
Que felicidade a dela, não é?! A de ter perdido a coroa e, com ela, a ilusão! Sim, porquanto, muitos espíritos são punidos no simples fato de continuarem cristalizados, às vezes, por séculos, nas ideias que os levaram a cometer tantos equívocos na Terra – enredam-se na teia que teceram para enredar aos semelhantes!
Vocês já refletiram na maneira pela qual um ditador sanguinário é recebido, ou, por outra, efetua a sua reentrada no chamado Mundo Espiritual?! Não vamos nomear a quem seja, mas o que vocês, irmãos de Doutrina, teriam a dizer quanto ao que acontece, por exemplo, a um ditador desses países da África, do Oriente Médio, ou mesmo da América do Sul?!...
Em sua opinião, com os conhecimentos doutrinários de que dispõem presentemente, prosseguiriam eles a comandar legiões de desencarnados, à feição de Gregório, espírito ao qual André Luiz se refere no livro “Libertação”?! Ou, por vezes, segundo a Lei de Causa e Efeito, de imediato, de perseguidores passariam à condição de perseguidos?!...
De minha parte, digo-lhes o seguinte: Bem-aventurados os que, nesta ou qualquer outra Dimensão em que a Vida se desdobre, têm oportunidade de cair do pedestal em que se entronizaram com a sua ignorância! Bem-aventurados os que de injustos passam à condição de, aparentemente, injustiçados, e de opressores que foram a de oprimidos, que são!...
Contudo, sobre a Terra ou além dela, mais lamentável e grave é a situação do espírito que de injustiçado passa a injustiçar, e de humilhado passa a humilhar – porque demonstra que nada conseguiu aprender com o sofrimento, e, portanto, se faz candidato potencial a sofrimento maior ainda.
Quem já passou fome e nega um prato de comida ao faminto, perante a Lei Divina, é muito mais culpável do que aquele que o nega sem nunca ter tido oportunidade de passar pela experiência do faminto.
Refletindo um pouco mais além, num processo obsessivo que se instale de quem é a maior desventura: a do espírito obsessor, que ainda não está sofrendo com o choque de retorno, ou o obsidiado que, talvez, já esteja colhendo o resultado de suas inconsequentes atitudes?!
Creio, porém, que, com tais perguntas a esmo, eu esteja a divagar em excesso...
Deixarei, pois, a palavra com os nossos irmãos internautas, num questionamento síntese:
Vocês admitem que um delinquente possa continuar a delinquir na Vida de além-túmulo?! A ser um marginal não apenas para os que se encontram encarnados, mas também, e agora, em face de sua nova situação, principalmente, para os que estão desencarnados?!...

INÁCIO FERREIRA
Uberaba – MG, 6 de julho de 2015

2.7.15

MUDANÇAS

Questão 303 do Livro dos Espíritos
As mudanças nas condições de simpatia nas esferas espirituais são sem limites. Os Espíritos simpáticos, como já afirmamos em mensagem anterior, podem deixar de sê-lo, com limites ou sem limites, dependendo da esfera íntima de cada ser.
A liberdade da alma se encontra, em grande parte, depois de Deus, em suas mãos. Aquele que parte para o despertamento e prossegue sem destemor, lutando e servindo corajosamente, tem no seu esforço as sementes que ele mesmo deve colher nos seus próprios caminhos.
A simpatia é fusão de ideais, harmonia que vibra entre duas almas, criando, de certa maneira, um clima onde as duas respiram com alegria.
Quando ocorre a mudança de destinos, os laços de simpatia vão quebrando, passando a desinteressar aos dois amantes ideológicos. Conservando o fundamento pelo qual foram criados, o amor que sempre constrói, a verdade não se perde, somente esfria em alguns aspectos, sem prejuízo para a harmonia verdadeira e santa que é a vida.
O estacionar, de que fala "O Livro dos Espíritos", não é parar de crescer, é subir vagarosamente, porque a vida não pára de aperfeiçoar, nem os Espíritos, nem as coisas criadas por Deus, e a aceleração depende de cada um.
Se o mundo exterior sofre periódicas mudanças em toda a sua estrutura de forma e mesmo na sua intimidade, quanto mais o Espírito; ele se encontra em variações permanentes. As mudanças são apanágios de quem vive e pensa, de quem sente e trabalha na co-criação diante do Criador. O homem consciente de seus deveres está sempre com as suas mãos no amanho. O seu preparo lhe inspira na semeadura, pela certeza que tem de que somente colhe se semear.
Podemos observar, se ainda não o fizemos, o próprio corpo humano, com as suas mudanças permanentes, quando criança, moço e velho. A energia flutua, agregando e desintegrando moléculas e células, renovando e mostrando que o desgaste é uma verdade. O corpo é, pois, uma veste, que de vez em quando pede mudanças.
Certamente que Espíritos que não foram simpáticos no passado podem sê-lo no futuro, dependendo da analogia de sentimentos no complexo da vida, bem como pode acontecer que Espíritos que são simpáticos deixem de sentir essa simpatia pelas mudanças de idéias, posições sociais e mesmo mudanças em todas as suas estruturas mentais. Entretanto, nunca deixam de cumprir seus deveres ante a sua consciência e seus compromissos assumidos.
A teoria das metades eternas é realmente uma figura passageira, que perde sua razão de ser com o passar do tempo e as mudanças de caráter diante dos circunstantes que estão ligados pelos laços da simpatia.
É bom que se observe uma família unida por certos laços de amizade: quando ela se divide para formar outras famílias, os laços se enfraquecem, em se comparando com o que eram, porque a formação de novos lares traz compromissos novos e redobradas atenções.
A verdade é que nós já tivemos laços simpáticos quebrados por circunstâncias tais em que não havia outro modo de proceder, e todos fizemos outros novos, por sintonia de sentimentos.
Que Deus nos abençoe em todas as direções que tomarmos para o bem da humanidade e que Jesus nos inspire nos fundamentos do amor verdadeiro e universal, para que possamos ser simpáticos com todos os companheiros que decidirem fazer e viver o bem comum.
Livro: Filosofia Espírita – João Nunes Maia – Miramez - Os livros espíritas, como este vendidos em nossa loja, terão o lucro repassado à Casa Espírita de Oração Amor e Luz de Limeira.

1.7.15

Transição I

146 – É fatal o instante da morte?
-Com exceção do suicídio, todos os casos de desencarnação são determinados previamente pelas forças espirituais que orientam a atividade do homem sobre a Terra.
Esclarecendo-vos quanto a essa exceção, devemos considerar que, se o homem é escravo das condições externas da sua vida no orbe, é livre no mundo íntimo, razão por que, trazendo no seu mapa de provas a tentação de desertar da vida expiatória e retificadora, contrai um débito penoso aquele que se arruína, desmantelando as próprias energias.
A educação e a iluminação do íntimo constituem o amor ao santuário de Deus em nossa alma. Quem as realiza em si, na profundeza da liberdade interior, pode modificar o determinismo das condições materiais de sua existência, alcançando-a para a luz e para o bem. Os que eliminam, contudo, as suas energias próprias, atentam contra a luz divina que palpita em si mesmos. Daí o complexo de suas dívidas dolorosas.
E existem ainda os suicido lentos e gradativos, provocados pela ambição ou pele inércia, pelo abuso ou pela inconsideração, tão perigoso para a vida da alma, quanto os que se observam, de modo espetacular, entre as lutas do mundo.
Essa a razão pela qual tantas vezes se batem os instrutores dos encarnados, pela necessidade permanente de oração e de vigilância, a fim de que os seus amigos não fracassem nas tentações.
 
Livro “O Consolador” – Espírito: Emmanuel – Médium: Francisco Cândido Xavier  - Os livros espíritas, como este vendidos em nossa loja, terão o lucro repassado à Casa Espírita de Oração Amor e Luz de Limeira.