12.5.26

Mensagem publicada na página 4 da Gazeta de Limeira de 12.05.2026

 

MÁQUINA DIVINA

O coração é uma máquina divina, que corresponde às exigências dos dois planos da vida. Ele é um músculo cuja sensibilidade ultrapassa todas as deduções da ciência humana, porque atinge a ciência espiritual. Todos os órgãos são sensíveis ao carinho; no entanto, o coração é muito mais, porque o amor faz mudar o seu próprio ritmo. O centro de força cardíaco é responsável pela vida desse órgão sublimado. Certamente que o coração não é o único órgão vital, pois ele faz parte de um conjunto para que a vida humana se expresse, servindo ao Espírito para que este cresça diante do Senhor. Pode se dizer, em se tratando das coisas materiais, que o coração é a sede do amor, a se manifestar para todo o corpo. Todos os órgãos vivem em harmonia, sustentados por fios invisíveis do amor que parte desse fulcro de luz. A ciência tem muito a aprender sobre esse assunto, e os terapeutas do mundo deveriam procurar se instruir na filosofia do amor, como coadjuvante divino, para a cura de todos os enfermos. Devemos entender que os nossos atos de cada dia são preces ao coração, como a todos os nossos órgãos, que nos atendem no momento ou depois. Jesus foi e é o educador por excelência, de quem herdamos as maiores lições para que possamos viver em paz conosco, respeitando aos outros nossos irmãos em caminho. O corpo humano é um complexo que só fica bem quando está em harmonia com a criação universal, e o Evangelho nos ensina a retomar às coisas naturais. Ninguém foi feito para viver doente; nada foi feito para viver desajustado. Onde quer que andemos, a luz está acesa esperando que abramos os olhos para iluminar a máquina divina que trabalha em nosso peito, que é o coração.

Filosofia Espírita L.E.69 – João N. Maia – Miramez – Toninho Barana.

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