MÁQUINA DIVINA
O coração
é uma máquina divina, que corresponde às exigências dos dois planos da vida.
Ele é um músculo cuja sensibilidade ultrapassa todas as deduções da ciência
humana, porque atinge a ciência espiritual. Todos os órgãos são sensíveis ao carinho;
no entanto, o coração é muito mais, porque o amor faz mudar o seu próprio
ritmo. O centro de força cardíaco é responsável pela vida desse órgão
sublimado. Certamente que o coração não é o único órgão vital, pois ele faz
parte de um conjunto para que a vida humana se expresse, servindo ao Espírito
para que este cresça diante do Senhor. Pode se dizer, em se tratando das coisas
materiais, que o coração é a sede do amor, a se manifestar para todo o corpo.
Todos os órgãos vivem em harmonia, sustentados por fios invisíveis do amor que
parte desse fulcro de luz. A ciência tem muito a aprender sobre esse assunto, e
os terapeutas do mundo deveriam procurar se instruir na filosofia do amor, como
coadjuvante divino, para a cura de todos os enfermos. Devemos entender que os
nossos atos de cada dia são preces ao coração, como a todos os nossos órgãos,
que nos atendem no momento ou depois. Jesus foi e é o educador por excelência,
de quem herdamos as maiores lições para que possamos viver em paz conosco,
respeitando aos outros nossos irmãos em caminho. O corpo humano é um complexo
que só fica bem quando está em harmonia com a criação universal, e o Evangelho
nos ensina a retomar às coisas naturais. Ninguém foi feito para viver doente;
nada foi feito para viver desajustado. Onde quer que andemos, a luz está acesa
esperando que abramos os olhos para iluminar a máquina divina que trabalha em
nosso peito, que é o coração.
Filosofia Espírita L.E.69 – João N. Maia
– Miramez – Toninho Barana.
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