Já faz mais de 25 anos que parti para o mundo espiritual. Muita coisa aconteceu neste período, muita água já passou pela ponte do meu viver. Venho aqui, neste momento, narrar alguns destes fatos, sobretudo o que me esperava neste outro lado da vida.
Algumas destas revelações já fiz em muitos escritos, mas como sei que vocês gostam sempre de muita novidade, então farei a minha parte naquilo que posso e devo dizer.
Primeiramente, o mundo espiritual não é tão diferente do mundo que vivíamos quando estávamos aí. É tudo muito parecido, mas um tanto rebuscado. O impacto que temos é apenas dimensional, mas com o tempo nos acostumamos.
Lembro que uma vez, quando estive com o Carlos, no mundo espiritual, ele me perguntou se eu tive dificuldade de adaptação e lhe respondi: “Nenhuma. Nenhuma mesmo.” Era como eu esperava que fosse ou pelo menos imaginava.
Outra característica interessante que me ajudou nesta adaptação foram os amigos que encontrei. Toda gente muito conhecida a começar da minha mãezinha e depois meu pai que vieram me ver. Era só felicidade.
Depois, vieram outros amigos e conhecidos me perguntarem como eu estava, sobretudo a minha recuperação espiritual. Dizia-lhe que, apesar da enorme semelhança com tudo que temos na Terra, “eu estava no céu.”.
Pois é, com o tempo fui indo para lugares que não conhecia e me sentia extremamente bem. Eram lugares rejuvenescedores da alma. Tudo aquilo que acreditava se manifestava de maneira espontânea e concreta. É um mundo real e factível. Nada de fantasias.
Agora, por exemplo, faço um curso de exegese espiritual religiosa. Uma entidade espírita que dialoga com outras religiões me convidou para fazer o curso. Achei interessante e estou amando. É muito importante do lado de cá da vida a flexibilidade na adoção de crenças. Somente os muito puros ficam brigando pela prevalência da sua verdade por aqui. Uma ilusão imaginar que nossa verdade vai prevalecer sobre as demais.
A relação com o mundo físico é que é bastante interessante. Vejo movimentações incríveis que não via antes e o submundo que existe em muito daquilo que pensamos ser algo simples. Tudo é intrincado. Aqui e aí conversam diariamente.
Há estâncias superiores que já fui algumas vezes, mas aí é indescritível repassar para vocês. Imaginariam que eu estaria “lé-lé da cuca”. Ou o médium.
Os amigos que encontro aqui dizem – e eu concordo – o quanto tempo nós perdemos desejando delimitar as nossas verdades diante do mundo. Quando deixamos a carne e chegamos aqui tudo isso é diluído em pura realidade espiritual.
Dia desses fui visitar o Papa Francisco. Ainda está acamado, mas bem vivido. Disse-me sorridente:
- Helder, se eu soubesse que morrer era assim já havia pedido a Nosso Senhor que me trouxesse logo para o lado de cá.
Chegamos as risadas com o seu comentário. Ele está bem.
Tenho vontade de me expressar mais de onde estou. Infelizmente, o Carlos não dispõe de tempo suficiente para fazermos esta interação diariamente. Quem sabe um dia...
Não vejo o dia disto acontecer. É tanta novidade do lado de cá que fico com a mão queimando para escrevê-las.
É imprescindível a necessidade de desvendar o mistério do outro lado da vida. Tirar o véu das incertezas. Tranquilizar os espíritos antes da morte.
Esteja todos com Deus como eu estou.
Helder Camara - Blog Novas Utopias
Algumas destas revelações já fiz em muitos escritos, mas como sei que vocês gostam sempre de muita novidade, então farei a minha parte naquilo que posso e devo dizer.
Primeiramente, o mundo espiritual não é tão diferente do mundo que vivíamos quando estávamos aí. É tudo muito parecido, mas um tanto rebuscado. O impacto que temos é apenas dimensional, mas com o tempo nos acostumamos.
Lembro que uma vez, quando estive com o Carlos, no mundo espiritual, ele me perguntou se eu tive dificuldade de adaptação e lhe respondi: “Nenhuma. Nenhuma mesmo.” Era como eu esperava que fosse ou pelo menos imaginava.
Outra característica interessante que me ajudou nesta adaptação foram os amigos que encontrei. Toda gente muito conhecida a começar da minha mãezinha e depois meu pai que vieram me ver. Era só felicidade.
Depois, vieram outros amigos e conhecidos me perguntarem como eu estava, sobretudo a minha recuperação espiritual. Dizia-lhe que, apesar da enorme semelhança com tudo que temos na Terra, “eu estava no céu.”.
Pois é, com o tempo fui indo para lugares que não conhecia e me sentia extremamente bem. Eram lugares rejuvenescedores da alma. Tudo aquilo que acreditava se manifestava de maneira espontânea e concreta. É um mundo real e factível. Nada de fantasias.
Agora, por exemplo, faço um curso de exegese espiritual religiosa. Uma entidade espírita que dialoga com outras religiões me convidou para fazer o curso. Achei interessante e estou amando. É muito importante do lado de cá da vida a flexibilidade na adoção de crenças. Somente os muito puros ficam brigando pela prevalência da sua verdade por aqui. Uma ilusão imaginar que nossa verdade vai prevalecer sobre as demais.
A relação com o mundo físico é que é bastante interessante. Vejo movimentações incríveis que não via antes e o submundo que existe em muito daquilo que pensamos ser algo simples. Tudo é intrincado. Aqui e aí conversam diariamente.
Há estâncias superiores que já fui algumas vezes, mas aí é indescritível repassar para vocês. Imaginariam que eu estaria “lé-lé da cuca”. Ou o médium.
Os amigos que encontro aqui dizem – e eu concordo – o quanto tempo nós perdemos desejando delimitar as nossas verdades diante do mundo. Quando deixamos a carne e chegamos aqui tudo isso é diluído em pura realidade espiritual.
Dia desses fui visitar o Papa Francisco. Ainda está acamado, mas bem vivido. Disse-me sorridente:
- Helder, se eu soubesse que morrer era assim já havia pedido a Nosso Senhor que me trouxesse logo para o lado de cá.
Chegamos as risadas com o seu comentário. Ele está bem.
Tenho vontade de me expressar mais de onde estou. Infelizmente, o Carlos não dispõe de tempo suficiente para fazermos esta interação diariamente. Quem sabe um dia...
Não vejo o dia disto acontecer. É tanta novidade do lado de cá que fico com a mão queimando para escrevê-las.
É imprescindível a necessidade de desvendar o mistério do outro lado da vida. Tirar o véu das incertezas. Tranquilizar os espíritos antes da morte.
Esteja todos com Deus como eu estou.
Helder Camara - Blog Novas Utopias
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